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14/10/2019

Aquela carta q eu escrevi para ti.

04/05/2018

Qualquer dia o mundo descobrirá que eu sou aquela poetisa lisa como a brisa.

22/01/2017

Brevemente na imensidão dos teus lábios
De Isabela

08/01/2017

Porquê tem que ser assim!

Assim foi o nosso dia 31, com os  , petrangol & hoje-ya-henda no coração.
31/12/2016

Assim foi o nosso dia 31, com os , petrangol & hoje-ya-henda no coração.

22 HORASNaquela noite surpreendida,estava eu, cumprindo o meulado laboral, como eranormal, peguei no meucelular, entrei ...
30/12/2016

22 HORAS

Naquela noite surpreendida,
estava eu, cumprindo o meu
lado laboral, como era
normal, peguei no meu
celular, entrei nas redes
sociais e encontrei várias
mensagens dizendo;
adeus , nunca te
esqueceremos, jamais.

Fiquei sem sentido e pensei
que fosse uma brincadeira.

Continuei labutando sem
barreira, sem eira e nem beira,
e sem muita demora, o
telefone vibra, era mais uma
mensagem, desta vez o meu
coração ficou palpitado, e o
Manilson dissera-me que o
Afoloy partiu para os confins
da poeira.

Entreguei-me ao choro,
falei ao Manilson que daqui há
nada estarei na banda, não
demoro, e os gemidos da
minha dor, faziam coros.

Foi naquela noite
surpreendida, as 22 horas,
que foi arrancada de nós uma
querida e inocente vida, e
levaram-lhe para a terra
desconhecida, onde a alma não
é sentida.

Eu chorei nos berços da tia Gia,
chorei noite e dia, exprimindo
a minha nostalgia.

Foi doloroso, assombroso,
tempestuoso, ver o nosso
amigo partir para aquele
mundo silencioso.

22 horas do dia 30 de
dezembro de 2015, que
partiu o nosso amigo, longe
do nosso abrigo, longe dos
perigos, e a sua partida
mexeu comigo.

Adeus Afoloy, não te
esquecemos, o teu nome no
oscilar do tempo escrevemos,
e juntos unidos sempre
seremos , a
marca que jamais deixaremos.

Até um dia compadre, a sua
voz encantava as madres, e o
seu nome ficou na memória
dos padres.

22 horas, tú foste embora,
deixaste muita dor dentro e
fora, e nós ainda te choramos
agora.

Adeus meu bad, deixaste
muita tristeza na nossa
cidade, hoje ficamos na
metade, chorando com tanta
lugubridade.

Afoloy volta, estamos a sua
espera na nossa porta, e até
hoje não acreditamos que a
sua alma está morta.

Escrevemos direito nas linhas
tortas, e o laço que temos por
ti, ninguém corta.

22 horas, a nossa rua ficou
cheia, e as lágrimas escorriam
nas nossas veias.

Adeus afoloy, hoje completas
um ano na terra do nada, a
sua presença nesta terra sempre
será lembrada, a sua ausência
é marcada, e a sua convivência
jamais será apagada.

Adeus kamba diamy, mande
saudações ao man-ngá, ao
man-vavá, ao man-tony, ao
tio Avelino, ao mano
quimbangala, ao valente cabral,
ao tio minguito gonçalves, ao
tio martins, ao tio dodó, ao
vony, ao sedrick, ao nascimento,
ao poeta edson, ao datuga, ao
fimzinho, ao beto tavares, ao
bernardo, à tia flora, a tia bela,
a linda, a cavava, a maguita, a
mana eudosa, a tia rosa, a
avózinha, a lola, a marcelina,
o papá Charles e a mamã
Teresa.

Oh; tristeza!..

Poeta pobre de mim
AVELINO PATRÍCIO
Dedicado ao;
Afonso Antônio José Marques
"Afoloy"
30.12.2015
30.12.2016

IN
A DOR DE UM AMIGO.

OUTRORA Outrora eramos felizes,brincavamos nos chafarizese exibiamos os nossos risosinocentes de petizes.Outrora jogavam...
26/12/2016

OUTRORA

Outrora eramos felizes,
brincavamos nos chafarizes
e exibiamos os nossos risos
inocentes de petizes.

Outrora jogavamos o bica
bidon, cada um de nós
tinha um dom, e no germinar
da noite entoavamos o
nosso som.

Outrora eramos ,
procuravamos os espinhos
pelos caminhos, e ninguém
gostava de brincar sozinho.

Brincamos o papá e mamã,
e no oscilar das serenas
manhãs, imitavamos os
desenhos animados no nosso
divã.

Outrora eramos os candengues
sorridentes da nossa banda,
andavamos atoa por quase
toda Luanda, e festejavamos
alegremente o natal, o ano
novo e o dia da dipanda.

Outrora eramos os meninos
bonitos da rua Lima, e
estranhavamos com o nublado
clima, que ameaçava as
chuvas lá em cima.

Faziamos pistolas e carros
de latas e andavamos
descalços, sem medo dos
cacus que deixavam marcas
nas nossas patas.

Cantavamos o abá-nté-aá
comando, davamos
cambalhotas no luando, e a
turma dos meninos do raf,
no nascer do ano novo; davam
os seus candandos.

Outrora eramos, a rapaziada
dos , eramos
o orgulho da petrangol e do
hoje-ya-henda, e sorrir era a
nossa encomenda.

Outrora eramos alegres, hoje
as dificuldades da vida nos
persegue, mas desistir da
luta, ninguém de nós
consegue, pois a esperança nos
segue!..

Poeta pobre de mim
AVELINO PATRÍCIO
Petrangol "hoje-ya-henda, aos;
26.12.2016
18:45

IN
RETRATOS DE NÓS.

MORENA DE LÁO meu coração procura-tenos confins da saudade eo teu nome voaexcitadamente na minhamente como a brisa queap...
23/12/2016

MORENA DE LÁ

O meu coração procura-te
nos confins da saudade e
o teu nome voa
excitadamente na minha
mente como a brisa que
apalpa a minha cidade.

Em ti morena, eu vejo a
tumba da minha felicidade,
e na opacidade da sua
intimidade, o meu silêncio
rende-se com tanta
ansiedade.

Busco além, na esperança
amarga dos reclusos que
estão atrás das grades, o
segredo da sua beleza que
me envade, e no oásis
da minha vacuidade, sinto
que te amo de verdade.

Morena de lá, aquela nuvem
nublada que observas lá nas
alturas, nela está as manchas
da minha lugubridade, e os
meus olhos choram na
vaidade desta longevidade
que nos separa, deixando os
nossos sorrisos na metade.

Amo-te morena, assim como
o sol excitado do Lubango
ama aqueles caminhos de
ferro.

Oh; lá o nosso silêncio
rendeu-se aos berros.

Te amo, assim como o mar
ama as suas ondas e a brisa
lisa seduz as aves de
caconda.

Morena de lá, és uma pedra
rara, e quando as estrelas
olham para ti; a lua pára.

A distância nos separa, mas o
meu amor por ti, está escrito
na minha cara.

Amo-te morena, assim como
o papá Charles amou a
mamã Teresa.

Mesmo nas incertezas, eu
te amo com toda certeza.

Não há natal pra mim, mas tú
completas o meu vazio ruim.

Te amo mulher, assim como
o pensamento ama os meus
versos, tú és o alento do meu
outro universo, és o meu
submerso, és o meu amor
terso, e a outra parte de ti;
eu mereço.

Somente tú; morena de lá,
diva dos meus sonhos!..

Poeta pobre de mim
AVELINO PATRÍCIO.
Meu quarto aos; 23.12.2016
16:01

direitos reservados.

In
diva de mim.

AFOLOYProcuro-te na santidade domeu silêncio, busco além,na vacuidade que germina-mepor dentro, a compreensão dasaudade ...
17/12/2016

AFOLOY

Procuro-te na santidade do
meu silêncio, busco além,
na vacuidade que germina-me
por dentro, a compreensão da
saudade que ocupa os meus
passatempos.

Afoloy, me perdoa se hoje as
minhas lágrimas formam
lagoas, onde estou, choro
lentamente como garoas e no
preâmbulo da minha
solidão, a brisa pesarosa voa.

Afoloy, onde estás?
Procuro-te nos olhares
lacrimejantes dos Lametcha,
procuro-te no silêncio
melancólico dos Bala e até
mesmo na dor insana dos
Ngondinhos, apenas vejo a
poeira escrevendo o teu nome
nas curvas dos caminhos.

Afoloy, saudade eu sinto, da
sua linda voz que encantava o
vento veloz, no oscilar da minha
foz.

Afoloy, cartas e flores não
serão suficientes para
acalmar as minhas dores, mas
apesar dos pesares: o teu
nome jaz nos meus clamores.

Afoloy, aquele dia trágico,
nostálgico está chegar, e aqui
estou eu, no canto da
saudade para te homenagear.

A vida tem dessas coisas meu
amigo, nascemos, crescemos,
vivemos e morremos, mas
pessoas que fazem parte da
nossa vida nunca
esqueceremos.

Afoloy, prá onde partiste; por
favor, mande saudações para o
man-ngá, para o man-vavá, para
o man-tony, para o tio avelino,
para o tio dodó, para tio martins,
para
o tio minguito gonçalves, para o
valente cabral, para o fim-zinho,
para o poeta edson, para o
beto tavares, para o sedrick, para
o vony, para o nascimento, para
o datuga, para o bernardo, para
o papá Charles, para o mano
quimbangala, para a cavava,
para a avózinha, para a lola,
para a maguita, para a mana
eudosa, para a tia bela, para
a tia flora, para a tia rosa,
para a linda, para
a mãe teresa e para a
marcelina: pois aqui a
saudade me domina!..

Poeta pobre de mim
AVELINO PATRÍCIO.
Dedicado ao Afonso José
Marques "Afoloy"
Lametcha aos; 30.12.2015
22:15

saudades meu amigo.

A REVOLUÇÃO DO MEU SILÊNCIOEles estão de parabéns,cada vez mais estão crescere vivendo bem, mas água,luz, emprego, saúde...
10/12/2016

A REVOLUÇÃO DO MEU SILÊNCIO

Eles estão de parabéns,
cada vez mais estão crescer
e vivendo bem, mas água,
luz, emprego, saúde e bem
estar social o povo não tem.

Eles não querem saber de
ninguém, e não se importam
com os nossos direitos
também, deixam o povo além,
e nos fazem de reféns.

Parabéns prá eles, ricos
na alma e na péle, tudo é
deles, e até as instituições
públicas depende deles.

Eles controlam tudo, o povo
não pode reclamar, tem que
ficar mudo e a ignorância deles
é tão irritante como ludo.

Eles estão de parabéns,
completaram mais uma
risonha primavera, mas a
escravatura ainda está na
nossa era.

Os distraídos dão muitas
bandeiras, estão a correr atrás
da bebedeira, e quando a festa
acabar, vão ser atirados de
novo na poeira, comendo
moscas e dormindo nas
lixeiras.

Assim é a minha Angola, país
da esmola, com muitas crianças
fora da escola, algumas
dormem ao relento, outras
lavam carros e muitas prá
sobreviverem vendem
sacolas.

Mas eles estão de parabéns
dizem que são milhões, mas
olham o povo como se fosse
superstições e gozam a boa
vida nas suas mansões.

Lá estão eles, comemorando
mais uma data especial,
dançam embriagadamente como
o sol que dança à volta do
carnaval.

Eles vivem nos palácios nobres,
e o povo vive no pantanal.

Assim é a minha Angola, país
da esmola.

Mas eles estão de parabéns,
pois cresceram mais os seus
valores, e distribuíram
melhor as nossas dores!..

Poeta pobre de mim
AVELINO PATRÍCIO.
CIDADE ALTA aos; 10.12.2016
08:47

ÓRFÃOCaminho sozinho, nasestradas da vida, carregando aesperança desconhecida, semdisfarçando a minha alegriavendida nas...
06/12/2016

ÓRFÃO

Caminho sozinho, nas
estradas da vida, carregando a
esperança desconhecida, sem
disfarçando a minha alegria
vendida nas ansiedades
suicidas.

Procuro além, um pedaço de
pão, abro as minhas mãos, mas
ninguém me dá atenção.

Ao relento eu durmo, e a
brisa tapa o meu corpo nú no
confuso brilho nocturno.

Pergunto à mim mesmo; oque
será deste pobre homem que
vive dentro de mim?

Oh; tudo é ruim, aqui onde estou
alimento-me de orvalho e
capim.

Órfão eu sou; filho querido,
hoje esquecido.

Minha alegria está desnutrida,
e o meu oscilar nesta urbe
não faz sentido.

Mas aqui estou, ao relento,
converso com o mar,
expressando o meu lamento e
chorar é o meu passatempo.

Oh; vida, vida, vida, tú és
bela, és preciosa, és muito boa,
mas dói quando a morte
tira de ti as mais queridas
pessoas.

Órfão eu sou; de pai e mãe, não
consigo disfarçar o meu pesar,
e as minhas lágrimas são
profundas como as ondas do
mar.

Procuro além, uns trocos para
me alimentar aos poucos, pois
a fome me deixa louco.

Minha alma já não reclama,
a miséria é a minha chama e a
solidão só quer levar-me para
a cama.

Órfão eu sou; de Charles &
Teresa, almas da minha alma,
hoje repousam na terra calma,
terra calma, terra calma.

Oh; lá o pó e o silêncio batem
palmas.

Mas caminho sozinho, nas
estradas da desgraça, não
escondo a minha pobre raça,
e eles; os de barrigas cheias,
comemoram a derrota dos meus
sonhos nas suas taças.

Lá estão eles; no ócio da minha
orfandade, zombam a minha
indefesa identidade, e abrem os
seus champanhes na penúria
da minha lugubridade.

Órfão eu sou; filho querido,
hoje esquecido e atirado nos
lugares onde sonhar é
proibido.

Oh; pena eu tenho, por nascer
neste país onde o povo não
é feliz e a miséria é a nossa
cicatriz!..

Poeta pobre de mim
AVELINO PATRÍCIO.
KWANZA-NORTE aos;
01.12.2016
16:57
direitos meus.

05/12/2016

DIVINA MAIA

Estás aonde poetisa?
Procurei-te na chegada
melancólica da brisa, mas o
teu silêncio tocou a vacuidade
sobre a minha camisa.

Sua ausência não me dá
nenhum sinal, e a saudade
quando chega não avisa.

Onde estás minha escritora?
Procurei-te no horizonte e
na incognita aurora,
procurei-te no mundo afora e
a sua ausência me ignora.

Procurei-te ,
procurei-te nas florestas densas,
nas saudades imensas, nos
rios, nas alturas e na praia,
mas apenas encontrei o teu
vazio vestido de mini saia.

Onde estás poetisa?

Os meus olhos procuram-te
na união amena de Angola
e Brasil, procuram-te nos
alcantil e nos rostos das almas
febril, não te encontro e as
minhas lágrimas caem como
chuvas de abril.

Divina Maia, procuro a sua
imagem no ecrã do meu
telefone, não encontro nada
e nem o teu nome.

Onde estás poetisa?

A saudade dói, e não sei
onde você foi, eu só sei que
a tua ausência me dói, me
dói ilustre amiga!..

Poeta pobre de mim
AVELINO PATRÍCIO.
Dedicado à eterna poetisa e
amiga; DIVINA MAIA.
Meu quarto aos; O5.12.2016
21:52

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