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Os Olhos Sem Rosto (1960)De Georges Franju (que é uma obra-prima).o filme é de uma beleza grotesca ímpar. Franju explora...
19/04/2014

Os Olhos Sem Rosto (1960)
De Georges Franju (que é uma obra-prima).o filme é de uma beleza grotesca ímpar. Franju explora a mente de um brilhante médico cirurgião psicopata, cheio das boas intenções até a página dois, se recusando à virar o rosto para cenas bizarras e gráficas, aumentando o choque a cada novo elemento explícito colocado em cena, porém sem perder a poesia e o toque francês.

Thriller contemporâneo de Psicose e A Tortura do Medo, todos sofreram ataques devastadores da crítica na época de seu lançamento e ganharam sua devida notoriedade apenas com o passar dos anos e a morte de seus diretores. Isso por esfregar na cara da sociedade na virada dos anos 50 para os anos 60, os monstros de carne e osso que existem dentro da gente, livrando-se da pecha que Hollywood tinha eternizado nas duas décadas anteriores com os monstros da Universal e suas sequências, e os alienígenas atômicos da década recém findada.
O que começa com influência do expressionismo alemão e passa pelo cinema noir galgado da literatura pulp (já que o filme é uma adaptação da novela policial de Jean Redon), acaba derrapando bonito, para nossa alegria, no realismo brutal e no gore do cinema de horror. Porque o que a gente gosta mesmo é de sangue , bizarrice e deformidades. E Franju não deixa de nos satisfazer, tudo com a mais alta classe, auxiliado pela estonteante fotografia preto e branca de Eugen Schufftan, criador da técnica “Efeito Schufftan”, efeito de trucagem utilizando um espelho metade refletor e metade transmissor colocado na frente da objetiva, utilizada originalmente em Metrópolis (também de Lang).

trailler: http://youtu.be/CEjrg-L8lvs

K.Maher via 101 Movies.

Documentário incrível sobre fotografia. Apesar de estar em inglês não é difícil captar a essência que Sam Abell, fotógra...
25/03/2014


Documentário incrível sobre fotografia. Apesar de estar em inglês não é difícil captar a essência que Sam Abell, fotógrafo veterano da National Geographic, oferece.
Um olhar dentro do coração e da mente de um fotógrafo.

Confira: http://youtu.be/ceJ0S5P-Ybc

K.M.

Veteran National Geographic photographer Sam Abell offers a look inside the heart and mind of a master photographer.

Via    K
20/03/2014

Via

K

Lo**taUma das mais chocantes e sensacionais obras já escritas."Lo**ta, luz de minha vida, labareda em minha carne. Minha...
20/03/2014

Lo**ta
Uma das mais chocantes e sensacionais obras já escritas.

"Lo**ta, luz de minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta. Pela manhã ela era Lô, não mais que Lô, com seu metro e quarenta e sete de altura e calçando uma única meia soquete. Era Lola ao vestir os jeans desbotados. Era Dolly na escola. Era Dolores sobre a linha pontilhada. Mas em meus braços sempre foi Lo**ta. Será que teve uma precursora? Sim, de fato teve. Na verdade, talvez jamais teria existido uma Lo**ta se, em certo verão, eu não houvesse amado uma menina primordial. Num principado à beira-mar. Quando foi isso? Cerca de tantos anos antes de Lo**ta haver nascido quantos eu tinha naquele verão. Ninguém melhor do que um assassino para exibir um estilo floreado. Senhoras e senhores membros do júri, o item número um da acusação é aquilo que invejavam os Serafins - os desinformados e simplórios Serafins de nobres asas. Vejam este emaranhado de espinhos."

Trecho de Lo**ta - Vladimir Nabokov

O CORVO *(de Edgar Allan Poe)Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,Vagos, curiosos tomos de ciências an...
18/03/2014

O CORVO *
(de Edgar Allan Poe)

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de algúem que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.

Isso só e nada mais.
Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Ma***to!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!
tradução: Fernando Pessoa

Rua do Porto, Piracicaba - SP
18/03/2014

Rua do Porto, Piracicaba - SP

Gustav Klimt ,(1862-1918)pintor e ilustrador austríaco .  Artista cuja pintura sexual e exuberante simboliza o estilo ar...
18/03/2014

Gustav Klimt ,(1862-1918)pintor e ilustrador austríaco . Artista cuja pintura sexual e exuberante simboliza o estilo art nouveau da virada do século 19 para o século 20.

Inspirou-se em uma enorme gama de fontes: do grego clássico, arte bizantina, egípcia, e minóica; pintura final da Idade Média e as xilogravuras de Albrecht Dürer , fotografia e da arte simbolista de Max Klinger, eo trabalho de ambos Franz von Colagem e Fernand Khnopff. Em síntese dessas diversas fontes, a arte de Klimt alcançou tanto individualidade como extrema elegância.

Klimt nunca esteve na academia de artes. Ele estudou arte aplicada, que tinha visão mais comercial. Não era um pintor acadêmico, era um artista aplicado e sabia lidar com diferentes tipos de materiais, pintava usando ouro, em folhas ou misturado à tinta. Em outras em suas obras mais emblemáticas como: "Judith I", de 1901,o "Retrato de Adele Bloch-Bauer I " e em "O beijo" ele pintou, o ouro.

K.M.

18/03/2014

A criatividade se manifesta de forma misteriosa e muitas vezes paradoxal. O pensamento criativo é uma característica estável e marcante em muitas personalidades, mas ela também pode mudar de acordo com a situação e contexto.

 Porto Alegre, 242 anos  +  GraffitiAconteceu nesse final de semana o Meeting of Styles: evento de grafite que percorre ...
17/03/2014

Porto Alegre, 242 anos + Graffiti

Aconteceu nesse final de semana o Meeting of Styles: evento de grafite que percorre as principais cidades do mundo propagando esta arte urbana.
Artistas nacionais e gringos se misturarem a ação. Colocando assim Porto Alegre na cena "street art". A ideia é colorir o mundo e seus muros, paredes, pessoas com expressão e arte.

Confere aí:
http://youtu.be/tRJKbX2yovo
K.

Texto de: Gustavo Ferenci e Jandira Feijó Edição de: Carolina SeegerAutorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

Enfim em Porto Alegre, o olhar sensível de Sebastião Salgado, artista brasileiro que traz na exposição Genesis  questões...
16/03/2014

Enfim em Porto Alegre, o olhar sensível de Sebastião Salgado, artista brasileiro que traz na exposição Genesis questões sociais e ambientais atuais. A mostra revela maravilhas que permanecem imunes à aceleração da vida moderna – montanhas, desertos, florestas, tribos, aldeias, animais. Beleza crua. Imperdível.

K.M.


Lambuja
15/03/2014

Lambuja

Pedro Henrique Ferreira, ou Lambuja como prefere ser chamado, é um ilustrador brasileiro conhecido mundialmente. Com ilustrações incríveis, cria sua versão do mundo com trabalhos cheios de estilo.

K.M.

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