Mayra Serley - Psicóloga

Mayra Serley - Psicóloga Página para falar sobre a Psicologia, as suas possibilidades de atuação e divulgar meu trabalho.

10/02/2026

Existe uma diferença enorme entre cuidado e controle — mas quem cresce nesse ambiente demora para perceber.
Nem toda cobrança era incentivo.
Nem todo silêncio era neutralidade.
Nem toda crítica era “para o seu bem”.
Reconhecer isso não é atacar sua história.
É começar a se posicionar dentro dela.
Algumas marcas da infância continuam organizando suas relações na vida adulta — e muitas vezes você nem percebe.
Cuidar disso muda a forma como você se enxerga, escolhe e se relaciona.
E, às vezes, fazer esse caminho sozinho pesa demais.

Tem algo muito simbólico nessa imagem:livros que me formaram, papéis que eu ocupo, histórias que atravesso — e, no centr...
09/02/2026

Tem algo muito simbólico nessa imagem:
livros que me formaram, papéis que eu ocupo, histórias que atravesso — e, no centro, alguém que continua em construção.

A psicoterapia não é sobre virar outra pessoa!
É sobre se reorganizar por dentro.
É sobre entender quais papéis você aprendeu a desempenhar, quais já não servem mais e quais precisam nascer com mais verdade.

Autoconstrução não acontece no impulso.
Ela acontece na consciência.
Quando alguém decide olhar para si com responsabilidade emocional, começa a escrever uma versão mais integrada da própria história — com menos repetição automática e mais escolha.
E talvez o processo mais importante da sua vida não seja o que os outros veem…
mas o que você decide transformar por dentro.

Se essa fase tem pedido revisão de rota, maturidade emocional e direção, você não precisa fazer isso sozinha!

05/02/2026

Tem gente que diz que “tá tudo bem”.
Só que existe uma coisinha chata.
E essa coisinha não é leve, nem neutra — é algo que machuca, invade, desorganiza.
O problema é que raramente começa grande.
Começa pequeno, quase imperceptível.
E, pouco a pouco, vai ganhando espaço… até virar rotina.
Se acostumar com o que é ruim não significa concordar.
Significa que o corpo e a mente encontraram um jeito de aguentar.
Mas quando a sua vida cotidiana exige ferramentas de sobrevivência, o assunto é sério.
Vida não é pra ser suportada. É pra ser vivida.

Se isso te atravessou, talvez não seja só uma “coisinha chata”.
Procurar ajuda não é exagero.
É cuidado.

04/02/2026

A geração Z cresceu com mais acesso à informação, mais cuidado com o corpo e mais consciência sobre saúde.
Ainda assim, os índices de ansiedade nunca foram tão altos.
Isso mostra algo importante: saber não é o mesmo que cuidar.

Hábitos como leitura, escrita e atividade física ajudam, sim.
Mas consumir conteúdos o dia inteiro, sem transformar isso em ação, sobrecarrega o corpo e a mente.
Ansiedade costuma ser o início de muitos adoecimentos — e ela não surge de uma vez.
Ela se constrói, aos poucos, na forma como se vive, se relaciona e se regula o excesso.
Cuidar da saúde mental exige mais do que informação.
Exige presença, escolhas e acompanhamento quando necessário.

03/02/2026

Não falo de transformação porque é fácil.
Falo porque é possível quando o caminho deixa de ser solitário.
A Psicologia não promete atalhos, mas ajuda a sustentar os passos nos momentos mais difíceis.
Se o peso tem sido grande demais para carregar sozinho, talvez seja hora de cuidar.

01/02/2026

Psicoterapia não é improviso!
É um trabalho clínico sustentado por anos de formação, supervisão e compromisso ético.

Buscar ajuda psicológica é uma decisão responsável, que envolve escolher um profissional qualificado e um espaço onde seja possível falar com segurança.
Quando isso acontece, o processo deixa de ser temido e passa a ser estruturante.

Se o cuidado já vem sendo adiado, talvez seja o momento de considerar esse passo com mais atenção.

Todo início de mês costuma vir carregado de expectativas.A ideia de “agora eu consigo”, “agora eu dou conta”, “agora vai...
01/02/2026

Todo início de mês costuma vir carregado de expectativas.
A ideia de “agora eu consigo”, “agora eu dou conta”, “agora vai”.
O problema é que a mente não funciona por virada de calendário.
Ela funciona por repetição, vínculo, segurança e elaboração.

Ansiedade, cansaço emocional, irritabilidade e sensação constante de alerta
não são falhas de força de vontade — são sinais.
Novo mês pode ser um convite mais honesto:
menos promessas grandiosas e mais responsabilidade com o próprio processo.
Quando o sofrimento começa a se repetir, insistir sozinho nem sempre é autonomia.
Às vezes, é só solidão mesmo.
(E ninguém precisa amadurecer no modo hard.)

Que este mês comece com mais escuta e menos cobrança!

31/01/2026

Nem tudo que é familiar é saudável.
Muitas pessoas crescem aprendendo a sobreviver dentro de casa, ocupando lugares que nunca escolheram.
Esses papéis não ficam no passado — eles se repetem nas relações adultas.

Compreender a história não muda o outro, mas pode mudar o lugar que você ocupa.
Às vezes, o cuidado começa quando você sai da cena que te machuca.
E isso também é saúde emocional!

30/01/2026

Nunca se falou tanto sobre saúde mental!
Nunca se esteve tão ansioso!
Existe uma diferença importante entre entender o que é ansiedade e saber o que fazer quando ela aparece no corpo, nos pensamentos e nas escolhas.
Na prática clínica, vejo diariamente pessoas muito bem informadas — e profundamente sobrecarregadas.
Cuidar da saúde mental não costuma ser algo brusco ou imediato.
É um processo construído aos poucos, com escolhas consistentes e sustentáveis.
Quando o cuidado começa cedo, o sofrimento não precisa virar adoecimento.
E não, você não precisa esperar “ficar insuportável” para procurar ajuda.

Quando o corpo passa tempo demais em estado de alerta, descansar deixa de ser reparador e vira motivo de culpa.É como se...
30/01/2026

Quando o corpo passa tempo demais em estado de alerta, descansar deixa de ser reparador e vira motivo de culpa.
É como se existisse um papel interno sempre em cena: o de quem precisa dar conta de tudo, o tempo todo — mesmo quando ninguém está pedindo isso.
Na clínica, vejo o quanto esse papel se repete automaticamente, sem escolha, sem pausa e sem consciência.
E o problema não é descansar.
É não conseguir sair do personagem.

Cuidar da saúde mental passa por reconhecer esses roteiros internos, ampliar possibilidades e permitir novas respostas diante da própria vida.
Quando o descanso deixa de ser ameaça e vira autorização, algo começa a se reorganizar por dentro.
Se viver em alerta tem sido o seu modo de sobreviver, talvez seja hora de aprender a viver com mais presença.
A psicoterapia pode ser esse espaço de ensaio — sem plateia, sem cobrança, sem culpa.

29/01/2026

A comparação costuma ser silenciosa.
Ela não grita, mas vai desgastando — a autoestima, o ritmo, o prazer de estar onde se está.
Quando a referência passa a ser sempre o “fora”, o corpo começa a responder: ansiedade, culpa por descansar, sensação constante de atraso na própria vida.
Cuidar da saúde mental também é aprender a sair dessa régua injusta!

Na psicoterapia, esse movimento não é sobre se desligar do mundo, mas sobre fortalecer o próprio eixo para não adoecer tentando acompanhar vitrines.
Se isso tem feito sentido para você, talvez seja o momento de olhar com mais cuidado para si — fora das telas e com apoio profissional.

27/01/2026

Janeiro costuma trazer uma pressa perigosa: a ideia de que basta eliminar um hábito “do nada” e tudo vai se resolver.

Na prática clínica, vejo o oposto.
Mudanças reais não acontecem por rompimentos bruscos, mas por constância, repetição e ajustes possíveis.
Quando alguém passa anos dentro de um mesmo padrão, tentar virar outra pessoa de uma semana pra outra não é evolução — muitas vezes, é o início do adoecimento.
Cuidado com promessas rápidas!
A saúde mental se constrói em processos sustentáveis, não em atalhos.

Se você sente que está se cobrando mais do que conseguindo sustentar, talvez não falte força de vontade — falte método, cuidado e acompanhamento.
(E não, seu cérebro não foi feito para “resetar” em janeiro. Ele prefere continuidade.)

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