TransformaDor

TransformaDor "TransformaDor: parir com amor, sem violência", Projeto De Extensão Ufpa aprovado no Iced e coordenad dentro da programação da educação em saúde.

Uma em cada quatro mulheres brasileiras sofre violência durante a gravidez, no parto, no pós-parto e em situação de abortamento, revelou a pesquisa da Fundação Perseu Abramo, divulgada em 2010. Com o objetivo de combater essa violência de gênero, um projeto de extensão denominado “TransformaDor: parir com amor, sem violência” aprovado em março de 2016, na Faculdade de Educação da UFPA, vem sendo desenvolvido em Belém. O lançamento das ações será realizado do dia 13 de maio, às 15 horas, na Unidade Municipal de Saúde da Pratinha, local onde serão realizadas uma das ações do projeto. A programação discutirá o tema da violência obstétrica e é parte das comemorações do Dia das Mães da Unidade. O projeto tem o foco em ações de educação em saúde, na perspectiva dos direitos humanos, visando o empoderamento de mulheres em situação de vulnerabilidade social, para o enfrentamento à violência obstétrica. A metodologia a ser adotada tem como base a Pedagogia Freireana que através do diálogo busca uma intervenção no mundo e o engajamento das mulheres na luta pelo fim da violência obstétrica. Assim, serão desenvolvidas rodas de conversas, mostras de vídeo, palestras, oficinas, etc. Segundo a coordenadora do projeto, Edna Barreto, a violência obstétrica viola os direitos humanos, inclusive no entendimento da Organização Mundial da Saúde (2014), que declara que ‘os abusos, os maus tratos, a negligência e o desrespeito durante o parto equivalem a uma violação dos direitos fundamentais das mulheres’. “A violência obstétrica, como uma violência de gênero, é rotineira e permanente no cotidiano das mulheres”, afirma. O projeto conta com uma equipe multi e transdisciplinar de voluntárias, como assistentes sociais, enfermeiras obstetras, fisioterapeutas, doulas, profissionais da educação e alunas de graduação da UFPA e FAMAZ. A iniciativa prevê diversas ações, tais como: a formação de profissionais e de estudantes para atuarem como agentes multiplicadores no enfrentamento à violência obstétrica; a construção de parcerias com instituições de defesa dos direitos das mulheres; a criação de um grupo de apoio à grávidas na unidade de saúde da Pratinha; além da formação de alunas grávidas da UFPA. A formação das alunas está prevista para iniciar no dia 15 de junho, às 15h, após o início do período letivo. Com ações já desenvolvidas, o projeto firmou parceria com o Ministério Público Federal – MPF. A Instituição vai receber denúncias contra o descumprimento de leis e normativas que assegurem a humanização do atendimento na gravidez e no parto nos hospitais de Belém. O projeto também foi apresentado para a Secretaria Estadual de Saúde do Pará – SESPA, no Hospital Regional Abelardo Santos e no Fórum Perinatal da Região Metropolitana de Belém, buscando conseguir maior apoio. O início das atividades na Unidade de Saúde da Pratinha ocorreu com uma reunião de apresentação do projeto à equipe técnica e a formação dos profissionais que atuam na Unidade sobre o tema da violência obstétrica nos dias 04 e 10 de maio. Após esse momento o projeto será lançado junto às mulheres grávidas atendidas na Unidade.

06/04/2020

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08/12/2019

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29/05/2019

Matéria produzida pelo Jornal "Beira do Rio", da UFPA, sobre a experiência do Projeto de extensão desenvolvido em 03 anos de atuação.

O Ministério da Saúde passou a considerar o termo violência obstétrica, que é uma violência contra a mulher, como “impró...
05/05/2019

O Ministério da Saúde passou a considerar o termo violência obstétrica, que é uma violência contra a mulher, como “imprópria”, “inadequada” e que “não agrega”. O conceito de Violência obstétrica está previsto em leis de países como Venezuela (2007), Argentina (2009) e Chile (2014). Nesses locais, tal violência é retratada como a apropriação do corpo das mulheres por profissionais da saúde, o que se expressa no trato desumanizado, impactando negativamente na qualidade de vida das mulheres. No Brasil, o termo é previsto em leis Estaduais e Municipais como Santa Catarina (2017), Diadema (2015), São Paulo (2103), etc. Nessas leis a violência obstétrica é todo ato praticado pelo médico, pela equipe do hospital, por um familiar ou acompanhante que ofenda, de forma verbal ou física, as mulheres gestantes ou em trabalho de parto. Para a Organização Mundial de Saúde (2014), os abusos, maus tratos e negligência no parto são violações dos direitos humanos fundamentais das mulheres. Na pesquisa da Fundação Perseu Abramo (2010) 1 em cada 4 mulheres afirmou sofrer violência obstétrica; Na pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (2014) foi comprovado um modelo obstétrico violento que ignora as evidências científicas. Não é, portanto, um governo claramente misógino, que vai mudar leis, direitos, normativas internacionais e lutas coletivas das mulheres. Seguiremos em luta contra a VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA, como violência de gênero.

No dia de hoje, 28 de março de 2019, se encerra a experiência do projeto de extensão Transformador/UFPA, após a aprovaçã...
28/03/2019

No dia de hoje, 28 de março de 2019, se encerra a experiência do projeto de extensão Transformador/UFPA, após a aprovação do seu 3 relatório no Instituto de Ciências da Educação. As edições do projeto foram realizadas em 2016, 2017 e 2018 (29/03/2018 a 28/03/2019). O objetivo do projeto foi o combate à violência obstétrica através da educação em saúde e o empoderamento das mulheres. As ações foram direcionadas às mulheres em pré-natal na Unidade de Saúde da Pratinha (2016) e Cremação (2017/2018), em reuniões quinzenais e, para alunas grávidas e/ou interessadas no tema na UFPA (206/2017), em encontros mensais. De acordo com os relatórios aprovados, atingimos mil e cem pessoas, 1.100 durante os 03 anos de atividades. Nesse período, tivemos 1 bolsista de graduação que permaneceu por apenas 6 meses no projeto, o que dificultou algumas ações, sendo grande parte das participantes, voluntárias.
Diversos profissionais contribuíram diretamente com a formação das mulheres, dentre eles, obstetras, pediatras, enfermeiros/as obstetras, médico de família, psicóloga, assistente social, doulas e consultoras de amamentação. As Instituições diretamente envolvidas nas ações do projeto foram: Universidade Federal do Pará, Residência em Enfermagem Obstétrica da UFPA, Faculdade da Amazônia – FAMAZ, Secretaria Municipal de Saúde de Belém, através das Unidades básicas de saúde da Pratinha e Cremação, Secretaria Estadual de Saúde do Pará, Hospital Regional Abelardo Santos, Hospital das Clínicas, Banco de Leite da Santa Casa, Centro de Parto Normal, gráfica ÔPA, Núcelo de Estudos Interdisciplinares de Violência da Amazônia – NEIVA, Grupo de Pesquisa Saúde na Amazônia, Rede Parto do Princípio e Ishtar Belém.
Apresentamos o projeto em evento internacional, nacional e local; recebemos prêmio Internacional, na 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, realizada em Brasília, em agosto de 2017; estivemos em bancas de mestrado e orientamos alunas da residência em enfermagem obstétrica da UFPA, uma delas sobre a experiência do projeto; existe um artigo sobre o projeto, publicada pela OPAS; participamos de diversas entrevistas, programas de TV e foi feito um programa de 24m sobre o projeto, pelo Canal Saúde na Estrada, da FIOCRUZ/RJ. Produzimos um vídeo sobre o primeiro ano de experiência do projeto, financiado com meus recursos e uma exposição com 25 fotos, doadas pela gráfica ÔPA. Produzimos, com o apoio da Gráfica ÔPA e da UFPA, cartazes e Fleyeres com informações sobre o que é violência obstétrica e como denunciar.
São números muito expressivos que retratam diversas atividades desenvolvidas durante os três anos da experiência. Contudo, nossa maior conquista foi contribuir para que muitas mulheres não fossem violentadas em seus partos e pudessem transformar a dor da violência obstétrica, em amor, com partos respeitosos. Os lindos e emocionantes relatos de partos das mulheres em diversas reuniões nos deram a certeza que o enfrentamento ao grave problema da violência obstétrica, que afeta 1 em cada 4 mulheres brasileiras, passa por uma política efetiva de educação em saúde. Espero ter forças para sistematizar toda essa experiência em publicações que detalhem nossas ações e, assim, contribuir com a criação de projetos que compreendam a violência obstétrica como violência de gênero e participem de ações de enfrentamento à essa violência tão pouco debatida e conhecida na sociedade.
Sou grata às muitas Instituições, profissionais, grávidas e seus acompanhantes, voluntárias e pessoas que estiveram diretamente envolvidas com as ações do projeto TransformaDor/UFPA. Não há palavras e nem imagens suficientes para descrever as muitas emoções que vivenciamos coletivamente nos 3 anos de experiência do projeto de extensão da UFPA denominado TransformaDor:parir com amor, sem violência. Gratidão!

Uma confraternização para ficar guardada na memória como presente divino. A vida que é luz, esperança, amor, transformaç...
05/12/2018

Uma confraternização para ficar guardada na memória como presente divino. A vida que é luz, esperança, amor, transformação e convívio coletivo, nos brindou, hoje, com um encontro de almas. Nossa última reunião do ano foi cercada de lindos e potentes relatos, vídeo do projeto, pintura de barriga, feitas pela querida doula e publicitária, voluntária, Maíra, junto com as residentes em enfermagem obstétrica da UFPA. Finalizamos esse dia feliz, com a dança circular, conduzida pela querida atriz e doula, voluntária do projeto, Marluce. Agradecemos imensamente todas as pessoas que contribuíram com os 16 encontros de 2018 realizados na Cremação. Somos gratas aos profissionais, residentes, voluntárias, grávidas e seus acompanhantes que estiveram presentes em nossas reuniões. Desejamos um natal de paz, aconchego e amor aos que caminham conosco em busca de atendimentos respeitosos às mulheres e que lutam contra a violência obstétrica. Entramos em recesso para elaboração do relatório. Um lindo e feliz 2019 às pessoas que participam desse sonho coletivo de uma vida sem violências!

Fim de ano chegando e com ele mais uma bela confraternização do TransformaDor para celebrar um ano de muito apoio, empod...
04/12/2018

Fim de ano chegando e com ele mais uma bela confraternização do TransformaDor para celebrar um ano de muito apoio, empoderamento, informação de qualidade e aprendizado, reforçando e unindo mulheres na luta contra a violência obstétrica. Vai ter pintura e despedida de barriga, lanche coletivo, vídeo sobre o projeto, roda de conversa e muita energia positiva para o ano novo que está chegando. Participe do ÚLTIMO ENCONTRO DO TRANSFORMADOR 2018! É aberto e gratuito a todos os interessados:

Discutindo o tema da violência obstétrica como violência de gênero, na Santa Casa de Misericórdia do Pará, a convite do ...
28/11/2018

Discutindo o tema da violência obstétrica como violência de gênero, na Santa Casa de Misericórdia do Pará, a convite do Serviço Social da Unidade. O projeto Transformador foi apresentado como estratégia de enfrentamento à violência e empoderamento das mulheres. Agradecemos o convite e o debate feito na manhã de hoje.

Encontro maravilhoso discutindo amamentação e o estabelecimento de vínculos. Contamos com a presença da querida obstetra...
21/11/2018

Encontro maravilhoso discutindo amamentação e o estabelecimento de vínculos. Contamos com a presença da querida obstetra Ivana Marvão, que fez uma apresentação extremamente clara, deixando as grávidas mais seguras para passar pelas dores e delícias da amamentação e maternidade. Agradecemos às grávidas, acompanhantes e residentes que participaram da reunião.

Um encontro lindo e cheio de informações foi realizado, hoje, discutindo os cuidados com o bebê para um nascimento e inf...
07/11/2018

Um encontro lindo e cheio de informações foi realizado, hoje, discutindo os cuidados com o bebê para um nascimento e infância saudáveis. A querida pediatra voluntária, Jessica Nicolle, da página Sua Pediatra, conduziu a roda de conversa, a quem somos imensamente gratas. Agradecemos a contribuição da querida enfermeira obstetra Renata Aires, das residentes em enfermagem obstétrica da UFPA, grávidas, acompanhantes, mãe e bebê e voluntárias do projeto!

Os cuidados com o bebê já começam na sala de parto ou no centro cirúrgico, antes da alta hospitalar e da tão esperada ch...
05/11/2018

Os cuidados com o bebê já começam na sala de parto ou no centro cirúrgico, antes da alta hospitalar e da tão esperada chegada do novo membro da família ao lar. A forma como esse bebê é recebido no seu nascimento, sem manipulações ou intervenções desnecessárias, influencia diretamente na sua saúde futura até a vida adulta! Vamos nos informar e nos preparar para receber nossas crianças e cuidar delas da melhor maneira. Com a participação voluntária da pediatra humanizada Jessica Nicolle, da página Sua Pediatra. Tem lanchinho saudável no encontro.
Participe! O encontro é gratuito e aberto a todos os interessados.
Local: Unidade de Saúde da Cremação. Pariquis, 2906 (entre Alcindo Cacela e 14 de Março). Na sala de psicologia, 2º piso, em frente ao auditório.

Endereço

Rua Dos Pariquis S/n
Belém, PA
66065-000

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