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Primeiro, precisamos analisar se realmente é uma agitação fora do normal. Criança saudável p**a, corre, faz perguntas, e...
04/06/2025

Primeiro, precisamos analisar se realmente é uma agitação fora do normal. Criança saudável p**a, corre, faz perguntas, e tem vontade de explorar tudo ao seu redor. Isso é normal e esperado na infância.👧🏻🧒🏽

Caso você sinta que ainda sim, o comportamento é exagerado, é preciso se atentar a uma rotina que pode não estar sendo saudável. Como por ex: Excesso de telas, pouco contato com a natureza, ou pouco tempo de qualidade com os pais.

Como está a rotina da família? Vocês tem algum tempo de qualidade ao longo do dia? a criança participa de alguma atividade extra, como esportes ou dança? Ela sai para brincar ao ar livre? tem espaço para isso? Tem contato com outras crianças da mesma idade?
Crianças têm muita energia, e precisam gasta-la!

Desacelerando ao final do dia:
Na hora do sono, o ritmo de toda a casa seja diminuído. Luzes mais baixas, poucos ruídos, e um ritual do sono que não envolva tecnologia. Propiciando assim, um ambiente mais calmo e tranquilo, sem muitos estímulos, ajudando a desacelerar a criança.

Apesar do nome parecido, bronquite e bronquiolite são coisas distintas. A bronquite é uma inflamação nos brônquios, que ...
23/05/2025

Apesar do nome parecido, bronquite e bronquiolite são coisas distintas. A bronquite é uma inflamação nos brônquios, que pode acontecer de forma crônica ou aguda. É mais comum em crianças maiores. Além dos vírus, também pode ser ocasionada por bactérias, agentes poluentes, mudança de temperatura e poeira.

Da mesma forma, a inflamação torna os brônquios mais estreitos, dificultando a troca gasosa e gerando dificuldade na respiração.

Os sintomas são similares: falta de ar, chiado, tose com muco, febre, nariz escorrendo e mal estar geral.

A bronquite aguda pode ser causada por vírus e bactérias, e neste segundo caso, deve ser tratada com antibióticos.
Já a bronquite crônica, é desencadeada por agentes irritantes, como poeira, poluentes, fumaça de cigarro, etc. Nesses casos, o indicado é sempre manter a criança bem hidratada, longe de cheiros fortes e demais agentes desencadeantes. A inalação também costuma auxiliar com os sintomas.

Como os sintomas são muito parecidos, o ideal é sempre levar a criança ao pronto atendimento, para um correto diagnóstico, evitando que o quadro possa evoluir para algo mais grave.

Própolis: Criança pode tomar? Ajuda mesmo na imunidade?O extrato de própolis é um ingrediente natural, que possui muitos...
21/05/2025

Própolis: Criança pode tomar? Ajuda mesmo na imunidade?

O extrato de própolis é um ingrediente natural, que possui muitos benefícios. Ele possui propriedades antifúngicas, antibacterianas e antioxidantes, auxiliando no combate aos processos inflamatórios e contribuindo para a imunidade de maneira geral. Ele é rico em vitaminas e minerais.

Mas atenção! Para o consumo na infância, precisamos estar atentos a alguns cuidados:
O extrato de própolis pode ser administrado para crianças a partir de 1 ano de idade. Antes desse período, seu uso não é recomendado devido ao risco de contaminação (por ser um produto de origem natural). No primeiro ano de vida, o sistema imunológico do bebê ainda está se desenvolvendo, obtendo dificuldade para combater possíveis bactérias.

Esteja atento(a) a composição! Para crianças, é imprescindível que não haja álcool entre os ingredientes.

Recebi essa pergunta na caixinha de perguntas e achei muito interessante falar sobre o assunto. Ambas são doenças causad...
15/05/2025

Recebi essa pergunta na caixinha de perguntas e achei muito interessante falar sobre o assunto.
Ambas são doenças causadas por vírus, entretanto, elas se diferenciam pela área do corpo que é afetada e seus sintomas.

Gripe:
Causada pelo vírus influenza, é caracterizada por uma inflamação das vias aéreas, que tem como principais sintomas: febre, dor no corpo, dor de cabeça, mal estar geral, tosse e secreção nasal excessiva.

A bronquiolite, por sua vez, acomete diretamente os bronquíolos. A inflamação causa uma obstrução que dificulta a saída de ar do pulmão. Assim, tem como principais sintomas: chiado, falta de ar, respiração rápida/curta, aumento do esforço respiratório, e tosse.

É claro que para obter o correto diagnóstico, é necessária uma avaliação médica. Mas, falando amplamente, a gripe geralmente vem acompanhada de um mal-estar geral, enquanto a bronquiolite chama mais atenção pela insuficiência respiratória.

Achei importante responder essa pergunta por aqui, porque já é possível esclarecer um pouco sobre a HIPOTERMIA. Qualquer...
14/05/2025

Achei importante responder essa pergunta por aqui, porque já é possível esclarecer um pouco sobre a HIPOTERMIA. Qualquer temperatura corporal abaixo de 35° é considerada hipotermia e precisa ser avaliada com urgência.

São causas mais comuns:
Exposição prolongada a temperaturas baixas;
Excesso de antitérmicos (remédio para febre);
Hipoglicemia;
Infecções.

A própria hipotermia pode causar a sonolência excessiva, já que a temperatura afeta diretamente o sistema nervoso central.


Sinônimo de entrega, paciência e amor genuíno. Um feliz dia para todas nós 💓
11/05/2025

Sinônimo de entrega, paciência e amor genuíno. Um feliz dia para todas nós 💓

Complementando o post da semana passada, é importante sempre conversar com a criança, tanto para que ela saiba identific...
09/05/2025

Complementando o post da semana passada, é importante sempre conversar com a criança, tanto para que ela saiba identificar possíveis tipos de violência e ainda, para que se sinta segura para falar caso aconteça algo.

➡️ Como falar com elas sobre o assunto?

Fale sobre as partes do corpo e explique que são íntimas e ninguém além da mamãe e papai podem tocar ali.

Reforce que mesmo que a criança conheça a pessoa, ou que seja outra criança, a regra continua valendo, e que caso alguém tente descumprir, ela deve contar imediatamente para a mamãe e/ou papai.

Explique que ela pode contar tudo para a mamãe e/ou papai, que vocês sempre irão acreditar nela, e que ela não precisa ter medo ou vergonha de nada.

Ensine-a a sair da situação e não deixar que a outra pessoa faça algo que ela não quer.

Combinem um código que só vocês sabem para ela falar ou fazer caso se sinta intimidada ou com medo e fique com vergonha de falar na frente de outra pessoa.

Nunca é cedo demais para falar sobre o assunto. Adapte a linguagem e a conversa de acordo com a idade. Para os menores, você pode usar algum desenho ou música sobre o assunto, por exemplo. Volte a conversar quantas vezes achar necessário, reforçando as orientações.

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Aproveitando essa notícia para reforçar o que já falamos sobre pé mão boca por aqui:Causada pelo vírus Coxsackie, a doen...
07/05/2025

Aproveitando essa notícia para reforçar o que já falamos sobre pé mão boca por aqui:

Causada pelo vírus Coxsackie, a doença é altamente contagiosa, e comum em crianças geralmente até os 5 anos. O nome se da pelo local em que aparecem as lesões.
 
As principais manifestações são: Febre alta, manchas vermelhas na boca, e bolhas na palma das mãos e pés (podendo aparecer também na região ge***al e nádegas).

Os sintomas também podem incluir dor de garganta, falta de apetite, vômito, e salivação excessiva.  

Como as crianças pegam a doença?
A transmissão pode ocorrer pelas fezes ou secreções respiratórias de indivíduos infectados. Também pode ocorrer o contágio por contato com objetos ou alimentos infectados. Mesmo depois de curada, a pessoa ainda pode continuar transmitindo pelas fezes por alguns dias.

Tratamento:
Geralmente tratamento consiste apenas em tentar aliviar os sintomas, já que o próprio corpo combate o vírus depois de alguns dias. A doença é na maioria das vezes benigna, com duração de aproximadamente uma semana. Repouso, beber muita água e manter uma boa alimentação podem ajudar.

Entramos no Maio Laranja 🧡 contra abuso infantilInfelizmente sabemos que casos de abusos e maus tratos contra crianças s...
02/05/2025

Entramos no Maio Laranja 🧡 contra abuso infantil

Infelizmente sabemos que casos de abusos e maus tratos contra crianças são registrados todos os dias e, entramos no mês de conscientização sobre o assunto.

É preciso orientar, conversar, escutar e principalmente: estarmos atentos aos sinais!
Podem ser sinais de que uma criança está sofrendo algum tipo de violência:

✅ Mudança brusca de comportamento. Criança que antes era carinhosa, doce e comunicativa, passa a ser agressiva e introspectiva. Ou ainda, criança que tinha um bom desempenho escolar e passa a tirar notas baixas.

✅ Medo de uma pessoa ou situação específica. Por ex: F**a nervosa quando uma pessoa em especial chega no ambiente, ou ainda, não quer ir para algum lugar, como a casa de algum parente.

✅ Regressão de comportamento: Criança que já havia feito o desfralde e volta a fazer xixi na cama, por exemplo.

✅ Distúrbios alimentares: compulsão, anorexia, bulimia.

✅ Sinais físicos: inchaço nas partes íntimas, vestígios de sangue, roxos, hematomas...

Algumas dessas situações podem acontecer por outros motivos, por isso é importante estar muito atento(a) a criança para conseguir entender melhor o que está acontecendo.

Geralmente não é apenas um sinal, são vários. Na dúvida, converse com especialistas.

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Seja porque a criança já está com enjoos, ou porque reluta para tomar medicações, não é incomum que ela cuspa ou vomite ...
30/04/2025

Seja porque a criança já está com enjoos, ou porque reluta para tomar medicações, não é incomum que ela cuspa ou vomite após a ingestão do remédio. E aí, como proceder?

Alguns fatores podem interferir nessa recomendação, por isso, o ideal é sempre questionar o pediatra o que deve ser feito em cada situação específica.

De maneira geral, recomendamos que caso o vômito ocorra de imediato, ou até 20 minutos após a ingestão, a dosagem deve ser repetida. Após esse período, geralmente não é necessário administrar a dose novamente.

Entretanto, como falamos aqui: em caso de dúvida, consulte sempre o pediatra.

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Essa é uma das dúvidas mais comuns ao se diagnosticar uma criança com transtorno do espectro autista: ela vai poder ir p...
25/04/2025

Essa é uma das dúvidas mais comuns ao se diagnosticar uma criança com transtorno do espectro autista: ela vai poder ir para a escola normalmente? Quando crescer, poderá trabalhar normalmente? Casar, ter filhos?

Como o nome mesmo diz, se trata de um espectro. Dentro do TEA, existem várias possibilidades de manifestação, bem como os mesmos sinais podem ser observados em intensidades diferentes em cada caso.

Por isso, essa resposta depende. O autista com pouca necessidade de suporte, geralmente consegue desempenhar suas atividades diárias sozinho, já àqueles que possuem uma maior necessidade de suporte, não.

Por isso a importância dos estímulos logo que apareça a desconfiança de que há algum sinal do TEA. A intervenção é capaz de fazer com que a intensidade desses sintomas seja muito menor.

Entre 40 a 75% dos autistas possuem alguma questão alimentar. Além da seletividade e/ou recusa total a alimentos, há uma...
22/04/2025

Entre 40 a 75% dos autistas possuem alguma questão alimentar. Além da seletividade e/ou recusa total a alimentos, há uma maior associação a questões gastrointestinais, intolerâncias e alergias. Alguns medicamentos usados também podem reduzir o apetite.

Mais do que uma questão social, a seletividade alimentar severa preocupa pela defasagem nutricional. Por isso, é de extrema importância que haja um acompanhamento médico para monitoramento dos nutrientes e suplementação caso seja necessário.

E como é o tratamento?

O autismo é caracterizado por uma sensibilidade elevada a estímulos de todos os tipos. Sendo assim, primeiramente é preciso entender o que é que está causando essa recusa, para então poder agir. Pode ser uma questão física, de textura, temperatura, cor, forma, sabor, cheiro, ou até mesmo uma questão social (não gostar de comer perto de outras pessoas, por ex.). Por isso não é possível fazer uma recomendação universal sobre como contornar o problema.

É preciso observar a criança para entender quais as suas preferências e o que esses alimentos têm em comum, para investigar a causa. O tratamento deve feito sempre de maneira multidisciplinar, podendo envolver nutricionista, psicólogo, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo e dentista.

Uma outra característica do transtorno é a dificuldade em flexibilizar. Por isso, todo o tratamento ocorre de maneira lenta e gradual, para conseguir aos poucos que a criança experimente alimentos diferentes do que está acostumada.

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