Do nó que vira Laço

Do nó que vira Laço O NÓ QUE VIRA LAÇO, é um projeto para conectar PAIS E FILHOS assertivamente, idealizado pelas psi

30/01/2026

Na adolescência, o pertencimento deixa de ser apenas familiar e passa a ser coletivo.

É no grupo que essa segunda parte da identidade começa a se formar.

Mas junto com esse desejo intenso de pertencer, surgem fragilidades: a sensação de invulnerabilidade, a diminuição do senso de risco e a tendência a transgredir. Isso sempre fez parte do desenvolvimento humano.

O que muda hoje é o cenário.

No ambiente virtual, essas transgressões ganham escala, o bullying se organiza em grupo e os algoritmos intensificam discursos, violências e exclusões.

Entender esse processo não é normalizar a violência, é reconhecer a complexidade da adolescência no mundo digital e a urgência de presença, diálogo e responsabilidade adulta.

Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨

28/01/2026

Aprender a lidar com o tédio também é aprendizado emocional.

Quando tudo é resolvido em segundos, o cérebro se acostuma a recompensas imediatas e perde a capacidade de sustentar esforço, espera e frustração.

A vida, no entanto, não funciona no ritmo dos vídeos curtos.

Ensinar crianças e adolescentes a tolerar o que é chato não é punição, é preparo.

É ajudar o cérebro a desenvolver disciplina, organização e autorregulação.

O desconforto de hoje constrói a autonomia de amanhã.

Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨

Nem sempre o adolescente precisa de soluções.Muitas vezes, ele precisa sentir que existe espaço seguro para existir, err...
27/01/2026

Nem sempre o adolescente precisa de soluções.

Muitas vezes, ele precisa sentir que existe espaço seguro para existir, errar, sentir e falar.

Palavras simples, quando ditas com presença e sem julgamento, podem abrir caminhos, diminuir defesas e fortalecer vínculos.

Escutar também é uma forma profunda de cuidado.

Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨

21/01/2026

Tecnologia não cria vínculo. Convivência cria.

O mundo digital faz parte da vida das crianças, mas ele não substitui o que realmente desenvolve inteligência emocional, linguagem e habilidades sociais: conversa, brincadeira, interação humana.

Tela entretém. Relação constrói.

Quando priorizamos o celular como principal distração, estamos trocando experiências riquíssimas por estímulos rápidos e vazios. E o preço aparece depois: dificuldades de comunicação, menor empatia, menos capacidade de resolver problemas.

A primeira infância é o alicerce do cérebro.

E esse alicerce se forma com presença, diálogo, olho no olho.

Tecnologia é ferramenta.
Nunca deve ser babá.

Que tipo de estímulo tem ocupado mais espaço na rotina do seu filho?

Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨

20/01/2026

A infância precisa de chão.

Num mundo cada vez mais acelerado, barulhento e digital, o contato direto com a natureza vira um respiro necessário para o corpo e para a mente das crianças.

Pés descalços não são desleixo.

São experiência, descoberta, regulação.

Quando a criança pisa na grama, na areia, na terra, ela aprende sobre equilíbrio, limites, sensações e autonomia. O sistema nervoso acalma, a atenção organiza e o coração desacelera.

Esse tipo de estímulo simples vale mais do que qualquer brinquedo sofisticado ou atividade estruturada.

Natureza não é só cenário.

É cuidado, é desenvolvimento, é conexão.

Quanto tempo seus filhos têm passado com os pés livres e o corpo em movimento ao ar livre?

Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨

16/01/2026

Ensinar limites também é ensinar proteção.

Quando a criança aprende que o próprio corpo é um território respeitado, ela desenvolve confiança, autonomia e segurança emocional.

Permitir que ela escolha como expressar carinho não afasta as pessoas, pelo contrário: constrói relações mais saudáveis, baseadas em respeito e consentimento desde cedo.

Educar não é sobre obrigar gestos, é sobre formar indivíduos que saibam dizer sim, dizer não e se sentirem seguros em qualquer ambiente.

Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨

07/01/2026

Reduzir o tempo de tela não é um processo confortável.

É um processo necessário.

Vai ter choro, tédio, irritação e resistência.

E isso não significa que você está fazendo errado.

Significa que o cérebro da criança está reaprendendo a funcionar sem estímulos artificiais constantes.

O tédio não é inimigo do desenvolvimento.

Ele é o ponto de partida para a criatividade, para a autonomia, para a construção interna da criança.

A tela não ensina a viver.
Ela anestesia.

Criar filhos exige presença, paciência e disposição para atravessar desconfortos que fazem parte do crescimento.

Não existe caminho sem trabalho.
Existe apenas o caminho que forma.

Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨

06/01/2026

Não é apenas sobre estar junto.
É sobre estar de verdade.

A presença que constrói vínculo é aquela em que o adulto se desconecta do celular, silencia as notificações e se permite olhar nos olhos, ouvir, responder, brincar e entrar no mundo da criança.

A tela suga a atenção, fragmenta o encontro e enfraquece a conexão.

E conexão é uma necessidade emocional básica para o desenvolvimento infantil.

Crianças não precisam de mais estímulos digitais.

Elas precisam de adultos disponíveis, atentos e emocionalmente presentes.

Não deixe que a rotina, o cansaço e o celular roubem o que há de mais importante dentro da sua família.

Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨

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Brasília, DF

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