30/01/2026
Na adolescência, o pertencimento deixa de ser apenas familiar e passa a ser coletivo.
É no grupo que essa segunda parte da identidade começa a se formar.
Mas junto com esse desejo intenso de pertencer, surgem fragilidades: a sensação de invulnerabilidade, a diminuição do senso de risco e a tendência a transgredir. Isso sempre fez parte do desenvolvimento humano.
O que muda hoje é o cenário.
No ambiente virtual, essas transgressões ganham escala, o bullying se organiza em grupo e os algoritmos intensificam discursos, violências e exclusões.
Entender esse processo não é normalizar a violência, é reconhecer a complexidade da adolescência no mundo digital e a urgência de presença, diálogo e responsabilidade adulta.
Do nó que vira laço.
Com carinho, Rafa e Cibele ✨