Comitê Gestor Estadual Erradicação Sub-registro Civil de Nascimento RJ

Comitê Gestor Estadual Erradicação Sub-registro Civil de Nascimento RJ "Secar o chão"

"Fechar a torneira"

Oficiais de registro civil fazem campanha para conscientizar pais sobre nome de filhos no Rio.Leia mais sobre esse assun...
27/03/2015

Oficiais de registro civil fazem campanha para conscientizar pais sobre nome de filhos no Rio.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/oficiais-de-registro-civil-fazem-campanha-para-conscientizar-pais-sobre-nome-de-filhos-no-rio-15703550
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Nomes como Chevrolet da Silva Ford e Arquiteclínio Petrocoquínio de Andrade são alguns exemplos de nomes escolhidos

Encontro de Trabalho entre o Comitê Gestor Estadual, Comitês Municipais e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidênci...
19/02/2015

Encontro de Trabalho entre o Comitê Gestor Estadual, Comitês Municipais e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Bebês agora são cidadãos desde o berço.Projeto Novo Cidadão foi lançado pela primeira-dama do Rio, Maria Lúcia Horta Jar...
19/02/2015

Bebês agora são cidadãos desde o berço.
Projeto Novo Cidadão foi lançado pela primeira-dama do Rio, Maria Lúcia Horta Jardim, nesta quarta-feira (2 de julho), em São João de Meriti. Todas as crianças nascidas no hospital sairão de lá com certidão e carteira de identidade


Rhendel Lucas e Vitória acabaram de nascer e já existem formalmente para a sociedade. As impressões dos dedinhos fazem parte do banco de dados do governo do Rio e eles poderão contar, no futuro, para os descendentes, que ajudaram a contar a história recente do estado. As fotos, além de servirem para compor o álbum de família, estampam as carteiras de identidade. Para eles, a cidadania deu os primeiros passos ainda no berço. Os filhos de Yasmim e Conceição, que vieram ao mundo esta semana, no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, são pioneiros do Projeto Novo Cidadão, lançado nesta quarta-feira (2 de julho) pela primeira-dama Maria Lúcia Horta Jardim.

Agora, é assim. Todas as crianças que nascerem no hospital da Mulher de São João de Meriti terão direito ao documento de identidade gratuito logo após o parto. Quando sair do centro de saúde, a mãe e o pai levarão a carteirinha e a certidão de nascimento, emitidos pelo cartório que funciona bem pertinho do berçário. Um espaço que, aos poucos, se integra ao cenário.

“Não sabia dessa novidade. Achei ótimo”, disse Yasmim. “O estado está de parabéns pelo projeto. As mães não precisarão mais sair da maternidade com a preocupação de ir ao cartório ao posto de Detran para garantir o documento”, acrescentou Conceição. As duas posaram para fotos ao lado da primeira-dama e mostraram os filhos e os novos documentos.

O Novo Cidadão surgiu a partir de uma ideia do coordenador do Programa SOS Crianças Desaparecidas, Luiz Henrique Oliveira, que desenvolve ações na Fundação para a Infância e a Adolescência (FIA) há 18 anos. Luizinho, como é conhecido, se dedica a procurar jovens sumidos de residências e decidiu mandar confeccionar o documento de identidade para filha, ainda bebê. Para ele, essa é uma forma de reforçar a segurança, diante de ameaças de sequestros, e de facilitar a procura em casos de problemas graves.

Há pouco mais de um mês, quando conheceu de perto o trabalho da FIA, gerenciado pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), a primeira-dama do Rio se sensibilizou com as ações do SOS Crianças Desaparecidas e passou a apadrinhar o projeto. Quando ela soube que 40 mil crianças desaparecem todos os anos no Brasil, revelou ter tomado um susto.

“Soube do trabalho feito na FIA e abracei essa causa. Estamos começando com esse hospital e vamos levar para toda a rede. Sabemos que é um trabalho que vai ajudar a mudar a realidade”, afirmou Maria Lúcia Horta jardim, que parabenizou o coordenador do SOS Crianças Desaparecidas durante o lançamento da iniciativa. Dados da FIA mostram que das 2.795 crianças localizadas pelo programa 94% não tinham nenhuma identificação. Os números só reforçam a importância dessa iniciativa.

O hospital de São João de Meriti foi escolhido para sediar o projeto por ser referência de atendimento. Este ano, ocorreram mais de 2 mil partos. Lá, o Detran, responsável pela identificação civil no Rio, montou um posto no mesmo espaço do cartório. Até o fim de 2014, esse modelo será adotado em outras seis unidades da rede estadual.

O novo serviço também tem um grande valor quando se leva em consideração a realidade de crianças que crescem sem documentos. Em muitos casos, perdem direitos e deixam até de frequentar a escola. Histórias como a de uma menina de 7 anos, em Acari, que nunca havia estudado por falta de certidão de nascimento ou identidade, fazem parte da rotina das Ações Sociais desenvolvidas, a cada fim de semana, pela SEASDH. Dados do IBGE mostram de forma clara um problema grave no Rio: 4,5% da população, de cerca de 15,9 milhões de habitantes, está em situação de sub-registro. Ou seja, não existe formalmente para a sociedade.

Diante disso, a ideia de garantir a identificação e a identidade para os bebês mostra a preocupação do estado em assegurar a dignidade e a cidadania. “Garantir documentos e universalizar o serviço é um grande passo. Estamos levando a cidadania plena”, declarou o titular da SEASDH, João Carlos Mariano, que acompanhou a primeira-dama e prestigiou o lançamento do Novo Cidadão.

Para o superintendente de Direitos Humanos da SEASDH, Miguel Mesquita, o projeto é um marco. “Só podemos falar em qualquer direito, sobretudo, direitos humanos, quando há cidadania. E só há cidadania quando a pessoa tem documento e existe formalmente para a sociedade”, sintetiza.

A coordenadora do programa de erradicação de sub-registro civil da SEASDH, Karla Ferreira, acredita que o governo marcou um belo gol, em plena Copa do Mundo. “Poderemos dar um passo importante para, no futuro, não termos que nos deparar com dramas de famílias que tentam tirar documentos tardios para os filhos e netos”, observou.

A comovente história de dona Cirlene.A copeira Cirlene Jardim completou 39 anos no sábado, dia 5 de outubro. Mas o maior...
19/02/2015

A comovente história de dona Cirlene.

A copeira Cirlene Jardim completou 39 anos no sábado, dia 5 de outubro. Mas o maior presente, talvez e mais importante de toda a sua trajetória pessoal, marcada por dramas, abandonos e superação, chegou na terça-feira (14). Nascida em Belém, no Pará, ela agora pode dizer que é carioca. E da gema. Recebeu das mãos do tabelião Alaor Mello, do cartório São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, a nova certidão de nascimento. Ou melhor, a única e válida de toda a vida.

É que o documento emitido logo após o nascimento foi feito em um tabelionato falso. Isso mesmo, a folha de registro era pirata e, por isso, todos os papéis gerados a partir dela também não tinham valor oficial. Depois de ficar ameaçada de ficar sem a casa sonhada, conquistada em um programa habitacional federal, chorar muito e, perder o sono e o apetite, ela buscou ajuda na Coordenação de Combate ao Sub-Registro Civil, da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e, em menos de dois meses, encerrou da melhor maneira possível o importante capítulo dessa história. “Eu renasci. Achei que estava tudo perdido, mas me enganei.”

Cansada da peregrinação nos 14 cartórios de registro civil do Rio, onde vive desde os 12 anos de idade, dona Cirlene quase não acreditou quando o tabelião Alaor Mello entregou o documento timbrado. Pouco antes das 16h, ela saiu do cartório, com os olhos cheios de lágrima e muitos planos na cabeça. “Vou marcar para tirar a identidade e os outros documentos. Como a casa, em Santa Cruz (Zona Oeste), está garantida já estou pensando nas chaves. E o melhor, minha filha de 17 anos, Roberta, vai morar comigo”, declarou.


Resolver o problema de dona Cirlene exigiu muito trabalho e dedicação do pessoal da SEASDH e do tabelionato. O caso foi parar na Justiça, que deu parecer favorável à copeira. Por determinação do juiz, o histórico dela, desde a descoberta da fraude nas folhas de registro no Pará até a entrada no processo, ficará notificada. Assim em caso de dúvidas, não será preciso pedir explicações ao Judiciário, ao cartório ou à SEASDH.


Para receber o novo documento, a copeira teve a companhia de Karla Ferreira, assistente social da SEASDH responsável pelo trabalho de identificação de pessoas não registradas no estado. São pelos menos 28 mil, segundo o censo de 2010 do IBGE, e 15 mil, só na capital. Emocionada, dona Cirlene fez questão de dar um abraço e dedicar a vitória para a amiga. “Ela é um anjo que entrou na minha vida”, afirmou a paraense, agora carioca.


Radiante com a conquista, Karla ressaltou a importância do trabalho ”de formiguinha” feito pela SEASDH. “É muito gratificante observar que o nosso trabalho vem dando resultado. A cada caso resolvido, temos a certeza de que o caminho é esse. Temos que atender a todos, não importa como e onde. O estado tem que ser para todo mundo”, afirma.

Ação Social realizada pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos através da Superintendência de P...
19/02/2015

Ação Social realizada pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos através da Superintendência de Promoção dos Direitos Humanos.

Ação Social realizada pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos através da Superintendência de P...
19/02/2015

Ação Social realizada pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos através da Superintendência de Promoção dos Direitos Humanos.

Ação Social realizada pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos através da Superintendência de P...
19/02/2015

Ação Social realizada pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos através da Superintendência de Promoção dos Direitos Humanos.

http://www.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/2144017 Informações sobre registros de nascimentos e óbitos ...
03/02/2015

http://www.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/2144017
Informações sobre registros de nascimentos e óbitos poderão ser consultadas de forma online e gratuita pela população através da página da Corregedoria Geral da Justiça na internet (http://cgj.tjrj.jus.br). A consulta ao Banco de Nascimento e Óbito está disponível desde o dia 26 de janeiro, decorrente do processo administrativo eletrônico nº TJRJ-ADM-2015/00006, com a edição do Provimento CGJ Nº 02/2015, publicado no Diário da Justiça Eletrônico no dia 23 de janeiro de 2015, de iniciativa do corregedor-geral da Justiça, desembargador Valmir de Oliveira Silva.



A consulta ao Banco de Nascimento e Óbito é uma ferramenta que permite pesquisas para localizar em qual Serviço Extrajudicial se encontra o registro de nascimento ou óbito, facilitando assim a obtenção de segundas vias de certidões. O sistema permite aos cidadãos, aos órgãos judiciais e demais órgãos públicos a obtenção de informações relativas a registros de nascimento e óbito realizados em todo o Estado do Rio de Janeiro, a partir de 01/08/2007. De posse da informação sobre a origem do registro, o usuário pode dirigir-se a qualquer Serviço de Registro Civil de Pessoas Naturais para o fim de solicitar a certidão desejada.



O Banco foi implementado pela Corregedoria Geral da Justiça no ano de 2010, permitindo aos magistrados a localização de assentos de nascimento e óbito para instrução de processos judiciais, cíveis ou criminais. E hoje ele está disponível a toda a população.



Para que o cidadão realize a consulta ao Banco de Nascimento e Óbito, é necessário informar os dados relativos ao nome da pessoa, ao nome da mãe, ao nome do pai, à data de nascimento, à data de óbito ou ao CPF, diretamente através da página da Corregedoria Geral da Justiça, por meio do ícone de acesso rápido ou pela opção: Extrajudicial – Para o Cidadão.



O Banco de Nascimento e Óbito apresenta-se como importante ferramenta de acesso à cidadania, permitindo a localização de informações sobre registros de nascimento e de óbito, prestando-se ainda em casos de calamidade pública e obtenção de cidadania estrangeira, através da localização de registros de antepassados. O Banco também auxilia os órgãos públicos na apuração de fraudes que possam envolver duplicidade de registros, identificação de registro já existente e fraude no registro tardio de alguém já registrado.



Trata-se de serviço de extrema utilidade pública, cujo amplo acesso dos cidadãos às informações do Banco de Dados de Nascimento e Óbito vem consolidar mais um importante projeto do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro no interesse de toda a sociedade.

Informações sobre registros de nascimentos e óbitos poderão ser consultadas de forma online e gratuita pela população através da página da Corregedoria Geral da Justiça na internet (http://cgj.tjrj.jus.br). A consulta ao Banco de Nascimento e Óbito está disponível desde o dia 26 de janeiro, decorren…

Convênio entre Irpen-PR e TJ-PR autoriza emissão de RGs nos cartórios.http://www.arpenbrasil.org.br/noticias/2134
11/12/2014

Convênio entre Irpen-PR e TJ-PR autoriza emissão de RGs nos cartórios.
http://www.arpenbrasil.org.br/noticias/2134

Na tarde desta segunda-feira (08.12), Dia da Justiça, aconteceu uma Sessão no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) em que alguns convênios referentes ao Registro Civil foram assinados: a autorização para os Registros Civis paranaenses emitirem Carteiras de Identidade e o acesso dos magistrados ao e…

Burocracia e falta de informações integradas atrasam busca do cidadão por documentos
11/12/2014

Burocracia e falta de informações integradas atrasam busca do cidadão por documentos

Sem sistema interligado, carteira de identidade não tem um número único nacional: é possível ter um registro em cada estado

"RIO - Primeiro documento que oficializa a existência de um novo indivíduo para o Estado e para a sociedade, o registro ...
11/12/2014

"RIO - Primeiro documento que oficializa a existência de um novo indivíduo para o Estado e para a sociedade, o registro de nascimento tem chegado de forma tardia para cada vez menos brasileiros. De acordo com dados da pesquisa “Estatísticas de Registro Civil 2013”, divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estimativa do sub-registro de nascimentos (conjunto de nascimentos não registrados no próprio ano de ocorrência ou até o fim do primeiro trimestre do ano seguinte) passou de 18,8% para 5,1% entre 2003 e 2013."

Ausência do primeiro documento é empecilho para acesso a direitos, destaca IBGE

IBGE divulga nesta terça-feira pesquisa anual de registro civil, informando que o país se aproxima da meta internacional...
09/12/2014

IBGE divulga nesta terça-feira pesquisa anual de registro civil, informando que o país se aproxima da meta internacional de ter apenas 5% de crianças de até 1 ano e três meses sem certidão de nascimento.



http://oglobo.globo.com/rio/rio-ainda-tem-criancas-jovens-sem-documentos-mesmo-com-problema-em-queda-no-pais-14764981

IBGE divulga nesta terça-feira pesquisa anual de registro civil, informando que o país se aproxima da meta internacional de ter apenas 5% de crianças de até 1 ano e três meses sem certidão de nascimento

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