30/01/2026
NOVO ARTIGO NO AR
O RIO MUDA. VOCÊ MUDA. POR QUE SUA VIDA AGE COMO SE NADA MUDASSE?
Você nunca viveu o mesmo momento duas vezes.
É biologia. Física. A verdade mais ignorada.
A cada respiração, um território virgem. Suas células, sinapses e relações se reconfiguram agora. A água entre seus dedos há um segundo já se foi.
E você age como estátua.
Insiste em identidade fixa. Relações imutáveis. Mundo estável. Cria mapas de territórios extintos.
Esse é o paradoxo do seu sofrimento:
Entre o que você É (fluxo) e o que IMAGINA SER (sólido).
A empresa que te contratou já não existe.
Você também mudou.
O relacionamento perdido? Perdeu uma configuração única de tempo e afeto.
Chora fantasmas.
Carrega ressentimentos por estruturas extintas.
Planeja com mapas evaporados.
Sua energia escoa por um buraco temporal — menos no AGORA.
A liberação vem de parar de fingir que a mudança não está acontecendo AGORA.
Quando essa verdade se torna como você habita o mundo:
• Para de exigir que os outros permaneçam.
• Para de cobrar consistência de versões suas extintas.
• Abandona a guerra contra TUDO SE TRANSFORMA.
É presença radical.
Compromisso com o real, não a fantasia.
Você é um verbo.
Tentar se definir é segurar um rio com as mãos abertas — e perder a sensação da água.
A água segue.
O rio muda.
Você muda.
A questão é: vai continuar fingindo que não, ou vai MERGULHAR?
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