Lidia Ribeiro

Lidia Ribeiro Sou Lídia Ribeiro, Psicanalista com foco em escuta clínica e compreensão dos processos inconscientes. Vamos juntos?
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Acompanho jovens e adultos em momentos de crise, repetição de padrões e busca por autoconhecimento.

Às vezes aquilo que chamamos de “normal” é apenas um padrão que foi repetido por gerações.Silêncios que ninguém question...
17/03/2026

Às vezes aquilo que chamamos de “normal” é apenas um padrão que foi repetido por gerações.

Silêncios que ninguém questionou.
Dores que ninguém nomeou.
Comportamentos que foram apenas reproduzidos.

Quando alguém decide olhar para dentro, compreender sua história e dar sentido ao que antes era apenas repetição, algo começa a mudar.

A psicanálise não apaga o passado,
mas nos ajuda a entender o que carregamos e escolher o que queremos continuar levando.

Romper padrões não é negar nossa história.
É trazer consciência para ela.

E, muitas vezes, é assim que começamos a transformar não apenas a nossa vida…
mas toda uma linhagem emocional.

Lídia Ribeiro | Psicanalista

Na psicanálise, cada palavra tem um signif**ado.Aquilo que muitas vezes guardamos em silêncio começa a encontrar caminho...
16/03/2026

Na psicanálise, cada palavra tem um signif**ado.
Aquilo que muitas vezes guardamos em silêncio começa a encontrar caminho quando nos permitimos falar.
Muitas dores, dúvidas e conflitos f**am guardados dentro de nós, sem espaço para serem compreendidos.
Mas quando encontramos um lugar de escuta, algo começa a se transformar.
A psicanálise abre caminhos para que cada pessoa possa compreender sua própria história, seus sentimentos e seus desejos.
Na psicanálise, cada palavra dita abre caminho para um novo entendimento de si mesmo.

Lídia Ribeiro | Psicanalista

11/03/2026

Às vezes, o medo tenta nos convencer a f**ar parados.
Ele fala alto, cria dúvidas e faz parecer que não somos capazes.
Mas a coragem não é a ausência do medo.
A coragem é seguir mesmo quando ele está presente.
Cada passo que damos apesar do medo revela algo importante:
somos muito mais fortes do que imaginamos.
Vá.
Seus medos não sabem nada sobre a sua coragem.

Lídia Ribeiro | Psicanalista

A maior liberdade não é tirar a máscara.É entender por que você a usa.Na psicanálise, chamamos de mecanismos de defesa a...
26/02/2026

A maior liberdade não é tirar a máscara.
É entender por que você a usa.
Na psicanálise, chamamos de mecanismos de defesa aquilo que, um dia, nos protegeu do insuportável.
A máscara pode ser o sorriso constante.
A autossuficiência exagerada.
A mulher “forte” que nunca desaba.
A que resolve tudo sozinha.
A que não sente raiva.
A que não precisa de ninguém.
Nada disso surge por acaso.
Cada máscara foi construída para manter o amor, evitar abandono, sobreviver ao medo ou à humilhação.
O problema não é a defesa.
É quando ela deixa de ser proteção e passa a ser prisão.
Liberdade psíquica não é arrancar a máscara à força.
É reconhecer:
“Eu precisei disso.”
E então escolher, com consciência, se ainda preciso.
Qual máscara você aprendeu a usar para ser aceita?

A gravidez não é apenas a construção de um corpo…É também a construção de um vínculo.Enquanto o bebê se forma no ventre,...
22/02/2026

A gravidez não é apenas a construção de um corpo…
É também a construção de um vínculo.
Enquanto o bebê se forma no ventre, a mãe também se transforma por dentro.
Medos antigos podem reaparecer.
Inseguranças podem ganhar voz.
Histórias da própria infância podem bater à porta.
Cuidar da saúde emocional na gestação, é responsabilidade afetiva.
Uma mãe que se permite sentir, elaborar e ser acolhida, oferece ao bebê algo que vai além do biológico: oferece presença, segurança e conexão.
Porque antes do colo físico, existe o colo psíquico.

Se você está gestando, como tem cuidado da sua mente?

“Qual a diferença entre Transtorno Bipolar e Transtorno Borderline?"“Muita gente confunde transtorno bipolar com transto...
19/02/2026

“Qual a diferença entre Transtorno Bipolar e Transtorno Borderline?"

“Muita gente confunde transtorno bipolar com transtorno borderline.
Mas, apesar de parecerem parecidos em alguns comportamentos, eles são estruturas completamente diferentes.”

“E entender essa diferença evita rótulos e sofrimento desnecessário.”

O Transtorno Bipolar é um transtorno de humor.
Ele se caracteriza por episódios bem definidos de:
Mania ou hipomania (energia excessiva, euforia, impulsividade, pouca necessidade de sono).
Depressão (tristeza profunda, desânimo, lentif**ação).
As oscilações são episódicas e duram dias, semanas ou meses. Existe uma alteração biológica signif**ativa no humor.
No bipolar, o humor sobe e desce como se fosse uma montanha-russa química.

O Transtorno de Personalidade Borderline é um transtorno de personalidade.
Aqui não falamos de episódios isolados, mas de um padrão persistente de funcionamento emocional.
Características comuns:
Medo intenso de abandono. Relacionamentos instáveis.
Oscilações emocionais rápidas.
Sensação de vazio Impulsividade.
Autoimagem instável.
As mudanças de humor são reativas, geralmente acontecem por causa de algo nas relações. Está profundamente ligado à forma como o sujeito construiu sua identidade.
No borderline, a dor está muito ligada ao vínculo, ao medo de perder, de não ser suficiente, de ser deixado.

Nem toda pessoa intensa é borderline.
Nem toda pessoa que oscila é bipolar.

“Diagnóstico não é rótulo. É ferramenta de cuidado.”

“Oscilar não é fraqueza. Mas entender de onde vem essa oscilação é caminho de cuidado.”

Lídia Ribeiro

“Por que não lembro da minha infância?”Às vezes, não lembrar não é ausência.É proteção.A infância é o tempo em que ainda...
18/02/2026

“Por que não lembro da minha infância?”
Às vezes, não lembrar não é ausência.
É proteção.
A infância é o tempo em que ainda não sabemos nomear o que sentimos.
Muitas experiências f**am registradas não em palavras, mas no corpo, nas reações, nos medos, nas escolhas que fazemos sem entender por quê.
O esquecimento pode ser uma forma do psiquismo dizer:
“Isso foi demais para aquela criança.”
Mas o que não é lembrado, muitas vezes, é repetido.
Nos relacionamentos.
Na forma como nos tratamos.
Nas culpas que carregamos sem saber de onde vieram.
A psicanálise não busca forçar memórias.
Ela oferece um espaço seguro para que, no tempo certo, aquilo que precisa ser simbolizado encontre palavras.
Porque lembrar não é reviver a dor.
É poder dar sentido a ela.
E, quando damos sentido, deixamos de ser reféns do que não conseguimos recordar.
Nem tudo que foi esquecido foi superado.
Mas tudo que é escutado pode ser transformado.

Me transformei quando assumi a responsabilidade pelas minhas escolhas,não para me culpar, mas para finalmente me liberta...
10/02/2026

Me transformei quando assumi a responsabilidade pelas minhas escolhas,
não para me culpar, mas para finalmente me libertar.
Transformação não é apagar o passado,
é dar a ele um novo lugar dentro de si.

Quando as palavras faltam, o corpo fala.Nem sempre conseguimos dizer o que dói.Há dores que não encontram linguagem, não...
10/02/2026

Quando as palavras faltam, o corpo fala.
Nem sempre conseguimos dizer o que dói.
Há dores que não encontram linguagem, não por falta de vontade,
mas porque ainda não foram simbolizadas.
O corpo, então, assume a função de porta-voz, na ansiedade que aperta, na dor que insiste, no cansaço que não passa,
no sintoma que pede escuta.
Na clínica, aprendemos que o silêncio também comunica.
E que escutar não é apenas ouvir palavras,
mas sustentar o tempo necessário
para que aquilo que hoje dói no corpo
possa, um dia, encontrar um nome.
Falar cura.
Mas antes da fala, é preciso acolher o que ainda não pode ser dito.

Lídia Ribeiro

Quantas vezes, ao longo da vida, fomos nos moldando para caber?Cortando desejos, silenciando vontades, podando partes de...
09/02/2026

Quantas vezes, ao longo da vida, fomos nos moldando para caber?
Cortando desejos, silenciando vontades, podando partes de nós para não perder o amor, o vínculo, o lugar.
E o mais duro é perceber que, muitas vezes, o podador não foi o outro.
Fomos nós mesmos, tentando sobreviver, tentando ser aceitos, tentando não f**ar sós.
Na análise, esse movimento começa a ganhar nome, sentido e história.
Não para culpar, mas para resgatar.
Porque aquilo que foi cortado não desaparece, f**a esperando ser reencontrado.
Talvez o caminho não seja mais caber…
mas, finalmente, existir inteiro(a).

Lídia Ribeiro

Nem sempre soube onde estava indo.Antes da psicanálise, houve caminhos que não eram meus, silêncios engolidos e a sensaç...
07/02/2026

Nem sempre soube onde estava indo.
Antes da psicanálise, houve caminhos que não eram meus, silêncios engolidos e a sensação de estar vivendo no modo automático.
Chegou um momento em que continuar do mesmo jeito doía mais do que mudar.
E encarar novos desafios não foi sobre coragem plena, foi sobre não me abandonar mais.
A psicanálise me ensinou que escutar a si mesma é um ato de responsabilidade com a própria vida.
E sigo assim: atravessando, aprendendo, sustentando o novo, mesmo com medo.
Mudar não apaga quem fomos.
Mudar honra aquilo que em nós pede vida.

“O novo assusta, mas o abandono de si assusta muito mais.”

O psicanalista acompanha, sustenta a escuta, provoca perguntas.Mas o passo… sempre será do sujeito.Ir à análise é decidi...
30/01/2026

O psicanalista acompanha, sustenta a escuta, provoca perguntas.
Mas o passo… sempre será do sujeito.
Ir à análise é decidir olhar para si.
Fazer análise é ter coragem de permanecer nesse encontro,
com a própria história, com as repetições, com o que dói e com o que pode mudar.
Na Psicanálise, não há atalhos nem respostas prontas.
Há um caminho construído palavra por palavra, sessão por sessão.
A análise começa quando você chega.
A transformação acontece quando você se implica.

Você está só começando… ou já vivendo a sua jornada?

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O Buffet Folia na Vila foi fundado há 17 anos e está entre os mais tradicionais espaços para festas infantis de Campinas. Nossa estrutura possui capacidade para atender confortavelmente até 100 pessoas em um amplo salão com ar condicionado e mesas rústicas. Já realizamos mais de 3 mil eventos, entre festas de adultos e infantis, festas escolares, festas de debutantes e confraternizações.

No Folia na Vila não há brinquedos eletrônicos e com uma proposta lúdica as crianças se divertem com as mais variadas brincadeiras, atividades circenses, artísticas, teatrais e gincanas programadas pelos recreadores, que garantem a tranquilidade dos pais e convidados! Contamos com uma equipe atenciosa, criativa e muito animada que cuidam para que sua festa seja única e especial.