02/01/2026
A formação de cálculos na vesícula não acontece por acaso.
Algumas pessoas têm mais propensão por causa de fatores genéticos, metabólicos e hormonais que alteram a composição da bile e facilitam o acúmulo de cristais.
A genética tem papel importante: quem possui histórico familiar de cálculos biliares tende a produzir bile mais concentrada e com maior índice de colesterol.
Já fatores metabólicos, como obesidade, resistência insulínica e alterações no metabolismo das gorduras, aumentam a saturação da bile, favorecendo a formação das pedras. Questões hormonais também influenciam.
Mulheres, especialmente na gestação ou em uso de anticoncepcionais, apresentam maior risco devido ao efeito dos hormônios sobre a vesícula e sobre o esvaziamento biliar. Por isso, cada paciente precisa ser avaliado de maneira individual.
Compreender esses fatores permite identificar quem tem risco aumentado e quando é necessário acompanhar, prevenir ou tratar.
A vesícula não dá sinais no início, mas o risco existe, e conhecer esses mecanismos é o primeiro passo para evitar complicações.
𝐃𝐫. 𝐑𝐨𝐧𝐚𝐥𝐝 𝐑𝐞𝐯𝐞𝐫𝐝𝐢𝐭𝐨 • 𝗖𝗥𝗠 𝗠𝗦 𝟱𝟴𝟯𝟬 | 𝗥𝗤𝗘 𝟰𝟱𝟱𝟴 𝗲 𝟰𝟱𝟱𝟵
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