Degluti Oral

Degluti Oral Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Degluti Oral, Medicina e saúde, Rua Pedro Coutinho, 350 - Sala 3, Campo Grande.

16/02/2026

Compartilhando com vocês mais um pouco do que acontece aqui no consultório.

Esse é o Noah, uma criança com síndrome de Down, em acompanhamento desde a primeira infância, com quadro inicial de:
– hipotonia global
– respiração oral constante
– ausência de vedamento labial
– língua anteriorizada
– disfagia leve
– atraso no desenvolvimento de fala e linguagem
– APLV e recorrentes afecções respiratórias

Em crianças com T21, a hipotonia e a alteração do padrão respiratório impactam diretamente o sistema estomatognático. Quando há boca aberta persistente e projeção lingual, observamos prejuízo no desenvolvimento da mastigação, organização da deglutição e, consequentemente, na fala.

A intervenção foi estruturada com foco funcional:
✔ trabalho estomatognático para organização de mastigação
✔ treino de rotação mastigatória para sólidos
✔ estímulo de vedamento labial
✔ fortalecimento de orbicular dos lábios, elevadores e musculatura supra-hióidea
✔ eletroestimulação com objetivo mastigatório e deglutório
✔ fotobiomodulação como recurso adjuvante para modulação inflamatória, suporte imunológico e melhor resposta muscular
✔ estímulo estruturado de linguagem

Atualmente, ele apresenta selamento labial mais consistente, evolução na mastigação com rotação efetiva, melhor organização de deglutição e início de produção verbal, considerando que iniciou fala funcional aos 4 anos, após reorganização de base motora e respiratória.

Esse caso reforça um ponto importante, de que não é possível trabalhar fala sem organizar função. Respiração, mastigação e tônus adequado são pilares para que a linguagem se desenvolva com mais eficiência.

A reabilitação em T21 exige visão integrada, constância e condução baseada em função, não apenas em estímulo isolado de fala.

Acompanhar o desenvolvimento do Noah e observar sua evolução funcional é uma grande satisfação para mim.

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

15/02/2026

Por trás de cada diagnóstico existem famílias aprendendo, na dor, o que é coragem…

Existem pais tentando ser fortes quando o chão desaparece, existem crianças enfrentando o que nenhum adulto gostaria de enfrentar, e, existe também muito amor envolvido.

O câncer infantil tem nome, tem rosto, tem história, não é apenas uma estatística.

Hoje é o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil. Uma data que precisa ser lembrada, para que mais pessoas sejam incentivadas não só apoiarem famílias e pacientes, mas também a doarem medula óssea e fazerem diferença em muitas vidas.

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

13/02/2026

Você, profissional da fisioterapia, já se imaginou em um caso como esse de paralisia cerebral?

Se imagine realizando em conjunto a ativação do nervo vagal para facilitar todo o controle esqueleto-caudal, ativando o nervo vago através do TVNS.

E antes do TVNS e antes de fazer a função da marcha, que neste caso o fisioterapeuta foi sensacional possibilitando ser as pernas dessa criança, se imagine fazendo todo um trabalho em conjunto de propriocepção tátil-sinestésica.

E se você pudesse ativar todo o sistema mitocondrial, ativando maior oxigenação com o ciclo de Krebs ao nível neural, com a fotobiomodulação transcraniana e sistêmica arterial, antes de possibilitar a função, pois a concatenação dessas funções neuromotoras serão melhor efetivadas?

Existem ferramentas que potencializam ainda mais o seu trabalho de excelência e de dedicação, para que mais crianças e famílias possam experimentar o MILAGRE DA VIDA!

Me envie uma mensagem, pois eu quero te ajudar!

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

12/02/2026

Todo sinal merece atenção!

Esse post é sobre consciência, e para alertar a você profissional sobre a importância de escutar os pais, considerar os sinais, informar sobre os exames disponíveis e recomendar investigação, mesmo quando não há histórico familiar.

A ausência de histórico não é ausência de risco. E nenhum sintoma deve ser tratado como “normal” sem uma investigação.

Quantas possibilidades poderiam existir se os recursos que temos hoje fossem utilizados desde o início?
Quantos caminhos poderiam ser diferentes se sinais tivessem sido considerados e não ignorados?

Nós, profissionais, precisamos ser atentos para ouvir, e humildes para buscar ajuda quando o conhecimento ainda nos falta. Se atualizar é ter compromisso com a vida que está diante de nós.

Que esse relato seja um alerta para que possamos refletir sobre a grande responsabilidade que está em nossas mãos.

Também seja um alerta para que mais pais, busquem fazer o teste da bochechinha nos seus filhos antes dos 30 dias. Informação muda prognóstico.

Gratidão à mamãe por compartilhar sua história.

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

11/02/2026

⚠️⚠️ Esse vídeo é um alerta para os pais! ⚠️⚠️

O uso prolongado de medicamentos como omeprazol e outros inibidores de bomba de prótons virou algo comum e perigoso, principalmente quando falamos de bebês e crianças pequenas.

Tenho recebido no consultório bebês com um mês de vida já em uso contínuo dessas medicações. Alguns com prescrição. Outros, infelizmente, por orientação informal: “a irmã usou”, “a comadre indicou”, “todo bebê tem refluxo”.

⚠️ E é aqui que mora o risco.

Quando usamos essas medicações de forma precoce e prolongada, sem investigação adequada, podemos:

– mascarar a causa real do problema
– alterar a absorção de minerais importantes
– interferir na digestão, na microbiota intestinal e no desenvolvimento
– tratar o sintoma enquanto a raiz segue ativa

👉 É preciso investigar o motivo desse bebê estar refluxando?

Pode ser imaturidade? Sim. Mas também pode ser alergia alimentar, disbiose intestinal, alterações genéticas, disfunções digestivas ou outras condições que não se resolvem com um paliativo.

Compartilhe com os pais e alerte sobre o uso desses medicamentos.

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

10/02/2026

Você viu o “engasgo” do Cowboy no BBB?

No caso dele, ele explicou tratar-se de fechamento involuntário da glote, o que impede a passagem de ar.

O que me chamou a atenção no vídeo foi que ninguém tinha aparentemente conhecimento da manobra de desengasgo, eu não conheço o caso do Cowboy em detalhes, mas via de regra em todo engasgo pode ser aplicada a manobra de Heimlich.

Apenas analisando o relato do , é importante ressaltar que as tecnologias avançaram e já existem abordagens terapêuticas, como recursos de fotomodulação e estratégias de modulação do sistema nervoso que podem ser utilizadas no tratamento de casos como o dele.

Engasgos recorrentes, “crises” de falta de ar, episódios em que a comida “parece entalar”, não são normais, principalmente em bebês e crianças.

Se você conhece alguém que passa pelo que o Cowboy passou, se engasga com facilidade, compartilhe.
Informação salva vidas 🙏🏻

Dra Andrea Corrêa
Doutora em Fonoaudiologia

09/02/2026

Nem tudo o que você aprende na faculdade é suficiente... O que você vê aqui é alguém que mudou a forma de enxergar o paciente, o caso e a própria atuação clínica.

A mentoria treina o olhar clínico, o raciocínio por trás da decisão, o quando, o porquê e o para quem cada recurso faz sentido.

Quando esse olhar muda, o resultado aparece, e isso reflete diretamente na segurança do profissional, na confiança das famílias e, naturalmente, no reconhecimento.

É gratificante ver o resultado acontecer no paciente. Mas é transformador perceber que você está se tornando um profissional de referência.

Se você sente que pode ir além na sua prática clínica, talvez chegou a hora de ampliar sua visão, para se tornar um profissional de referência, recomendado e melhor remunerado como muitos já se tornaram.

📩 Envie MENTORIA no Direct ou entre em contato pelo link da bio.

✨ Faça de 2026 um novo ano de verdade na sua carreira.

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

08/02/2026

Quando alguém diz que “a língua é grande demais”, a pergunta mais importante não é ‘o que fazer’, mas por quê isso está acontecendo?

Na prática clínica, sinais considerados comuns muitas vezes escondem causas que só aparecem quando existe investigação, método e olhar de precisão.

Nada no desenvolvimento infantil acontece por acaso. Antes de pensar em intervenções, é preciso compreender a origem, avaliar história, estrutura, função, tempo de desenvolvimento e contexto.

Só assim é possível conduzir um cuidado responsável, individualizado e verdadeiramente resolutivo.

Aqui no meu perfil, compartilho o dia a dia de um atendimento com olhar de precisão e que enxerga cada paciente de forma individualizada.

Siga o meu perfil para mais conteúdos como esse, e envie suas dúvidas nas caixinhas do story você também!

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

07/02/2026

Ela nasceu com atresia de esôfago, fístula traqueal, paralisia de prega vocal, paralisia facial e laringomalácia grave.

Chegou para mim com pouco mais de 2 meses, após cirurgia e internação prolongada, sem conseguir mamar, com engasgos frequentes, dificuldade de ganhar peso, choro intenso e estridor laríngeo significativo.

Atualmente, Catarina está em manutenção da atresia, e não apresenta mais laringomalácia nem disfagia.

Na terapia, trabalhamos eletroestimulação em musculatura supra e infra-hióidea, associada a manobras manuais digitais, respeitando tempo, resposta e limite do corpo.

Devido à paralisia de prega vocal, Catarina não tinha voz, e com a condução terapêutica adequada, houve recuperação progressiva da função, com retorno da voz (como podem ver no vídeo).

A fotobiomodulação faz parte desse processo. No trecho do vídeo, o laser está sendo utilizado na região esofágica, com proteção manual, após aplicação com óculos nas regiões oral e laríngea.

Ver a Catarina hoje, com mais estabilidade, mais função, mais expressão… é um sentimento indescritível.

Se você é profissional de saúde, e quer aprender mais sobre casos como este, comente “CASO” para receber o link do Workshop de Casos Clínicos, onde explico mais sobre a técnica SDS e a terapia com fotobiomodulação.

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

06/02/2026

O que define o caminho são os profissionais, o ambiente e o olhar que envolve essa criança.

Esse vídeo é sobre alguém que escolheu não desistir de uma criança. Esse professor não enxergou uma deficiência, enxergou um aluno.

Quando uma criança é incluída de verdade, ela se sente capaz, pertencente, viva. E os colegas aprendem uma lição que nenhum livro ensina, empatia, respeito e humanidade.

Como profissional da saúde, eu celebro esse tipo de atitude. É assim que vidas são transformadas.

Diagnóstico não é sentença! Parabéns professor pelo seu excelente trabalho!

👉 Siga este perfil para aprender mais sobre casos complexos e raros na infância

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

Créditos do vídeo:

05/02/2026

Bebês não manifestam sinais sem motivo!
Quando algo aparece no comportamento ou no corpo, existe uma causa por trás.

Irritabilidade persistente, privação de sono, seletividade alimentar, dificuldades para se alimentar, engasgos, tosses recorrentes, apneias… nada disso deveria ser rotulado como “fase” sem investigação.

Normalizar sintomas é um dos maiores erros!

O bebê não verbaliza, não explica, não racionaliza o que sente. Ele comunica através do corpo, e cada sinal clínico é uma pista.

O diagnóstico de precisão começa exatamente aí, em recusar explicações genéricas e em buscar correlação entre sistemas, gatilhos e sinais aparentemente desconectados.

Para profissionais da saúde, esse é um ponto de virada.
Ou seguimos repetindo condutas automáticas, ou aprofundamos o raciocínio clínico para realmente transformar desfechos.

👉 Se você é profissional e sente que precisa ir além do “isso é comum”, ou é mãe e percebe que algo não está normal com seu bebê siga meu perfil e acompanhe meus conteúdos diários sobre diagnóstico e terapias de precisão em crianças e bebês

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

04/02/2026

Você pode achar “esquisito” falar de cocô… mas na anamnese, cocô é dado clínico.

Cor, consistência, cheiro, frequência, presença de muco ou sangue: tudo isso pode ser pista do que está acontecendo por dentro, inclusive em bebês e crianças pequenas.

Muita profissional ignora, mas alterações intestinais podem se relacionar com alimentação, seletividade, desconforto, dor, refluxo, distensão abdominal e até com o padrão de deglutição, sim: o trato digestivo conversa o tempo todo com a função oral.

Sinais que NÃO são normais (mesmo em bebê) e precisam ser avaliados:

💩cocô preto, verde, alaranjado…especialmente com aspecto tipo “borra”
💩cocô com sangue, muito muco ou odor muito diferente
💩diarreia persistente (risco de desidratação)
💩cocô em pedrinhas, muita dor/esforço, barriga estufada
💩constipação que vira “rotina”, isso pode evoluir, inclusive, para fecaloma

Se você é profissional de saúde precisa avaliar o cocô do seu paciente. Mamãe e papai, converse com o pediatra se perceberem mudanças/alterações, não normalize “cocô estranho” é preciso investigar a causa.

Dra. Andrea Moraes Correa
Fonoaudiologia de Precisão
Mentora de Profissionais da Saúde
CRFa 7922-7

Endereço

Rua Pedro Coutinho, 350 - Sala 3
Campo Grande, MS
79020280

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