24/02/2026
51 anos, disléxica, paulistana, alma baiana, coração corintiano e o resto italiano.
Mãe solo de um homem de 25 anos.
Nasci e vivi por 38 anos no Tatuapé/ Vila Carrão, zona leste de São Paulo, onde trabalhei por 24 anos na metalúrgica da minha família. Hoje, moro no extremo sul da Bahia, atuando como artesã e taróloga.
Já fui 8 ou 80: explosiva, radical, tudo ou nada.
Hoje, busco o equilíbrio.
Já fui só razão, depois só emoção.
Hoje, busco ser justa, sem me deixar cegar.
Já estive estagnada, iludida, parada, procrastinadora.
Hoje, sonho e ajo na mesma direção e proporção.
Ouvir minha intuição é o caminho que me leva às soluções.
Há 6 anos, trilho o caminho do autoconhecimento, da autoanálise e da evolução pessoal.
Há 10 anos, dedico-me a despertar o melhor de cada consulente, no individual e no coletivo.
E há 36 anos, venho conhecendo, observando, aprendendo, absorvendo, respeitando e praticando a espiritualidade — por mim, para mim.
Claunalone.