Climed Atuando na área da saúde desde 1995. Visando um bom atendimento e satisfação dos pacientes. Estimulação Magnética Transcraniana.

Dr. Marcos Estevam Duarte
Neurologia/ Neurocirurgia/ EEG digital/ Mapeamento cerebral. Graduado em Medicina pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais. Pós graduado em Neurologia clínica Ipemed - Instituto de pesquisa e ensino médico. Residência em Neurologia/Neurocirurgia Hospital Santa Mônica. Membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia. Membro Internacional Headache Society. Sócio proprietário na empresa Climed - Clinica médica especializada. Dr. Sandra Pimentel Duarte
Cirurgiã dentista.

Uma boa dieta pode prevenir a demência?Intervenções dietéticas para prevenir demência ou declínio cognitivo são geralmen...
28/11/2016

Uma boa dieta pode prevenir a demência?

Intervenções dietéticas para prevenir demência ou declínio cognitivo são geralmente seguras, prontamente disponíveis, e podem ser mais fáceis de serem implementadas do que intervenções como o exercício. Entretanto, as evidências que baseiam essas intervenções variam. A dieta Mediterrânea é talvez a melhor estudada, sendo rica em grãos, vegetais, frutas, batatas, nozes, sementes, legumes, peixes, azeite de oliva e pouca carne vermelha, aves, laticínios e álcool. A dieta de abordagem para impedir hipertensão (DASH) é semelhante, mas mais rica em laticínios desnatados e com menor quantidade de peixes. A dieta Mediterrênea–DASH de intervenção para atraso da neurodegeneração (MIND) incorpora elementos dessas duas dietas mas coloca mais ênfase nas frutas vermelhas, nozes e feijões.

Uma meta-análise de estudos de coorte prospectiva mostrou que as pessoas que aderem a uma dieta Mediterrânea têm menores taxas de doença de Alzheimer e Parkinson.[1] De forma semelhante, estudos de base comunitária com pessoas idosas que seguiram a dieta MIND mostraram menor declínio global na memória episódica, semântica e de trabalho e na velocidade de perceptual e organização perceptual com 4,7 anos de seguimento.[2] Além disso, esses participantes tiveram menor probabilidade de desenvolver doença de Alzheimer com seguimento de 4,5 anos.[3]

Dados de alguns ensaios clínicos randomizados apoiam o uso dessas dietas para prevenir declínio cognitivo e demência. No estudo PREDIMED, participantes com 55-80 anos de idade com alto risco para doença cardiovascular foram aleatoriamente inscritos para uma de três dietas: uma dieta Mediterrânea com suplemento de azeite extra virgem, uma dieta Mediterrânea com suplemento de nozes diversas ou uma dieta regular com redução de gordura. Houve redução no desfecho composto de infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico e morte por causas cardiovasculares – o desfecho primário – com as dietas Mediterrâneas suplementadas.[4] Uma análise secundária demonstrou pontuações maiores no Mini Exame do Estado Mental e o teste de desenho do relógio com 6,5 anos.[5] Em um estudo de curto prazo, os participantes randomizados para a dieta DASH tiveram maior velocidade psicomotora com quatro meses de seguimento.[6]

A dieta também pode ser efetiva quando faz parte de uma intervenção de vários componentes. No estudo Finnish Geriatric Intervention Study to Prevent Cognitive Impairment and Disability (FINGER),[7] 1260 participantes com fatores de risco cardiovascular para demência e performance cognitiva na média ou um pouco inferior do que o esperado para a idade, foram aleatoriamente inscritos para uma intervenção de multicomponentes (dieta, exercício, treinamento cognitivo e monitorização de risco vascular) ou para uma orientação saudável (grupo controle). O componente dietético incluiu frutas e vegetais, cereais integrais, leite desnatado, carne magra, pouco açúcar, margarina em vez de manteiga e no mínimo duas porções de peixe por semana. A medida do desfecho primário foi mudança no desempenho de uma bateria de 14 te**es neurocognitivos. Durante o período de seguimento de 24 meses, a pontuação composta dos te**es foi 25% maior no grupo da intervenção que no grupo controle e o funcionamento executivo e a velocidade de processamento foram melhores no grupo da intervenção. No entanto, a memória não foi melhor no grupo da intervenção do que no grupo controle.

Essas evidências são sugestivas, mas não conclusivas, de que existe benefício para uma dieta saudável na cognição e na demência. Associadas a outros benefícios relacionados a hipertensão e doença cardiovascular,[4,8] os médicos devem considerar recomendar essas dietas para as pessoas idosas apropriadas.

Desenvolvido em associação com o UCLA Alzheimer's and Dementia Care Program
http://dementia.uclahealth.org/

Alzheimer's Dementia Care: UCLA Alzheimer's and Dementia Program: Santa Monica, CA: Helping patients and families with complex medical, behavioral, social needs of Alzheimer's disease and Dementia.

26/11/2016

Novo tipo de migrânea (enxaqueca) pode ser causada por ferropenia
Muitas mulheres que têm migrânea ao final da menstruação podem se beneficiar de tratamento com suplementos de ferro, sugere um novo estudo.
Em um artigo publicado on-line no periódico Headache, as doutoras Anne Calhoun e Nicole Gill, do Carolina Headache Institute Durham, na Carolina do Norte, descreveram um novo tipo de migrânea, chamado "migrânea do fim da menstruação".
Elas explicaram que é "um tipo comum, ainda que não previamente especif**ado como transtorno, que simplesmente chamamos de 'migrânea do final da menstruação' devido à ocorrência próxima aos últimos dias do sangramento menstrual mensal".
O relato descreveu 30 mulheres com essa condição, a maioria das quais apresentava baixos níveis de ferritina, sugerindo que a suplementação de ferro poderia ser um tratamento apropriado.
Elas acreditam que a migrânea ao final da menstruação não é mediada por hormônios, mas mais provavelmente relacionada à perda do sangue menstrual, resultando em uma breve anemia relativa, com consequente migrânea. "Mais estudos são necessários para substanciar essa associação, buscar confusores e avaliar a resposta ao tratamento com ferro", concluíram.
"Essa é uma migrânea que ocorre no final do período menstrual – talvez nos últimos dias de sangramento ou após o sangramento ter cessado", explicou ao Medscape a Dra. Anne, que dirige uma clínica de migrânea menstrual. "Não é a mesma coisa que migrânea menstrual, que geralmente ocorre um dia ou dois antes da menstruação ou nos dois primeiros dias do sangramento, e que se sabe ser mediada por hormônios. Se a migrânea ocorre cinco dias ou mais após o início do sangramento, não é a migrânea menstrual clássica".
Ela explicou que a migrânea menstrual é muito comum, normalmente causada pela redução do estrogênio, e pode ser tratada com terapia hormonal.

Headache. Publicado on-line em 5 de outubro de 2016.
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/head.12942/abstract

Notice: Wiley Online Library will be unavailable on Saturday 26th November 2016 from 07:00-11:00 GMT / 02:00-06:00 EST / 15:00-19:00 SGT for essential maintenance. Apologies for the inconvenience.

Agosto, 2016Nova ameaça do vírus Zika para os bebês: microcefalia de apresentação tardia Pesquisadores do Centers for Di...
13/11/2016

Agosto, 2016

Nova ameaça do vírus Zika para os bebês: microcefalia de apresentação tardia

Pesquisadores do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) fizeram uma descoberta surpreendente sobre a microcefalia, defeito congênito devastador causado pelo vírus Zika: pode haver comprometimento dos bebês na fase tardia da gestação e isto não ser aparente até meses após o nascimento.

Até agora os pesquisadores diziam que os bebês eram mais suscetíveis ao vírus quando a mãe fosse infectada no início da gestação. Os bebês com esse quadro devastador geralmente apresentam um tamanho anormal do crânio, muito pequeno em relação à face.

Mas nesta forma recém-descrita da microcefalia - denominada microcefalia de apresentação tardia – o bebê parece ter o crânio de tamanho normal ao nascimento, porém o seu cérebro comprometido parou de crescer. Com cerca de seis meses de idade, o bebê apresenta o quadro de microcefalia porque a dimensão do crânio não acompanha o crescimento normal, disse o Dr. William Dobyns, médico, professor de pediatria e neurologia no Seattle Children's Hospital. O Dr. Dobyns vem estudando as lesões cerebrais nos bebês infectados pelo vírus Zika.

Este quadro foi observado pelos pesquisadores do CDC acompanhando mais de 1.200 gestações de mulheres infectadas por Zika no Brasil, disse Ted Pestorius, auxiliar responsável do CDC pela resposta à epidemia de zika. Este achado ainda não foi publicado na literatura médica.

Anteriormente, os cientistas descreveram um defeito no cérebro do feto associado ao vírus que promovia a retração do encéfalo e o colapso do crânio durante o período intrauterino. Relatos de casos publicados na literatura também descreveram um tipo de microcefalia de início tardio não detectável pela ultrassonografia, cujo diagnóstico porém se faz logo após o nascimento.

Pestorius compartilhou a descoberta com a imprensa que participava de uma coletiva de imprensa sobre zika promovida por oficiais do estado americano da Georgia, na última quarta-feira (10/08). O CDC não forneceu imediatamente detalhes adicionais sobre o estudo.

O Dr. Cesar Victora, médico epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, que faz parte da equipe que vem acompanhando os desfechos clínicos entre bebês nascidos de mulheres brasileiras infectadas por zika no Brasil, confirmou a ocorrência destes casos e afirmou que seus colegas já trataram alguns destes bebês.

Os bebês com microcefalia de apresentação tardia nasceram de mulheres infectadas pelo Zika durante o terceiro trimestre da gravidez, disse Pestorius.

O Dr. Dobyns afirmou ser cauteloso quanto a isso. "Relacionar a microcefalia de apresentação tardia à exposição no terceiro trimestre é muito prematuro", disse ele. Ele disse estar familiarizado com os dados não publicados, e que estes se baseiam em relativamente poucos casos.

Os pesquisadores acreditaram inicialmente que o vírus Zika fosse mais prejudicial quando a infecção acontece durante as primeiras semanas de gestação, durante a organogênese. A possibilidade do vírus poder continuar a causar lesões graves na fase mais tardia da gestação signif**a que os fetos podem ser vulneráveis ​​aos seus efeitos em qualquer momento durante o seu desenvolvimento.

No entanto, o Dr. Dobyns disse que com base na sua pesquisa, f**a claro que os bebês infectados pelo Zika podem nascer com o crânio de tamanho normal e mesmo assim ter lesões cerebrais graves.

"Há muito com o que se preocupar ", disse ele.

Ele disse que o CDC está considerando a necessidade de rever suas diretrizes para os profissionais de saúde e cuidadores de pacientes de zika.

FONTES:

Coletiva de imprensa, CDC.

Ted Pestorius, auxiliar responsável, National Center for Emerging and Zoonotic Infectious Diseases, CDC, Atlanta.

Dr. Cesar Victora, PhD, médico epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil.

Dr. William Dobyns, médico professor de pediatria e neurologia, Seattle Children’s Hospital.

Dr. Sandra Pimentel Duarte Cirurgiã dentista.Cárie precisa ser tratada também no dente de leite.Os dentes de leite, apes...
30/09/2015

Dr. Sandra Pimentel Duarte
Cirurgiã dentista.

Cárie precisa ser tratada também no dente de leite.
Os dentes de leite, apesar de não serem permanentes, podem apresentar complicações. No caso da cárie, por exemplo, muitos pais pensam que não é preciso fazer tratamento já que o dente vai cair, mas isso é um erro (confira no vídeo acima). Quando a cárie não é tratada, a bactéria pode entrar pelo canal do dente e promover uma infecção no dente permanente, que está logo abaixo. Com isso, o permanente pode nascer já com alguma imperfeição, como má formação, falta de uma ponta ou manchas.

Os pais precisam f**ar atentos à troca de dentes dos filhos. Geralmente, o primeiro dente permanente nasce antes dos dentes de leite caírem. Por isso, é comum ter cárie neste molar. Alimentos fibrosos estimulam a dentição.

Estimulação Magnética TranscranianaDr. Marcos Estevam DuarteNeurologia/NeurocirurgiaFaculdade de Ciências Médicas de Min...
29/09/2015

Estimulação Magnética Transcraniana
Dr. Marcos Estevam Duarte
Neurologia/Neurocirurgia
Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

A estimulação magnética transcraniana repetitiva (EMTr) é uma técnica moderna muito ef**az no tratamento de desordens neurológicas e psiquiátricas. Ela permite a exploração, ativação ou inibição das funções cerebrais de maneira segura, específ**a, não invasiva e indolor. Aprovada pelo Conselho Federal de Medicina para uso clínico em diversos países, inclusive no Brasil, a EMTr vem se mostrando uma tecnologia muito ef**az no tratamento da depressão.

O tratamento é indolor, havendo apenas a sensação de pequenos toques na cabeça. O método consiste em atingir o cérebro de forma dirigida, através de pulsos magnéticos sobre o couro cabeludo, os quais, ao atravessarem o crânio, geram uma corrente elétrica capaz de provocar alterações na atividade das células nervosas.

Como a estimulação ajuda no tratamento da depressão?
Sabe-se, a partir de exames como a ressonância magnética funcional, mapeamento cerebral e SPECT, que pessoas com depressão apresentam uma desregulação na atividade cerebral, ou seja, possuem áreas do cérebro que não funcionam adequadamente. Isso desencadeia sintomas como a falta de motivação e de energia, além de tristeza e apatia. Nessas áreas desreguladas são aplicados estímulos magnéticos de forma indolor, segura, não invasiva, ou seja, sem a necessidade de intervenção cirúrgica, que objetivam reequilibrar essas regiões cerebrais melhorando os sintomas depressivos ou até mesmo promovendo remissão da doença.

Tem alguma contraindicação?
A única contraindicação absoluta seria para pessoas com implante vestíbulo-coclear (aparelho auditivo implantado).

Em uma sessão eu já vou melhorar?
A EMTr é considerada uma terapia de neuromodulação, ou seja, capaz de remodelar o cérebro. Assim, desde o primeiro dia do tratamento já se observam modif**ações importantes, que podem resultar em arrefecimento dos sintomas. Entretanto, na maioria dos casos há a necessidade de, pelo menos, 12 sessões para obtenção de resultados mais signif**ativos.

Além da depressão, a EMTr serve para tratar mais alguma doença?
Por ser uma terapia muito segura, sua aplicação tem sido muito estudada e resultados positivos têm sido demonstrados em doenças psiquiátricas como esquizofrenia, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e neurológicas, como Parkinson, AVC, dor crônica, entre outras.

Estimulaçao magnetica transcraniana.Dr. Marcos Estevam DuarteNeurologista/NeurocirurgiaFaculdade de Ciências Médicas de ...
29/09/2015

Estimulaçao magnetica transcraniana.
Dr. Marcos Estevam Duarte
Neurologista/Neurocirurgia
Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

Um imã especial é usado para o tratamento da depressão. A bobina gera um campo eletromagnético que penetra até três centímetros no cérebro dos pacientes. É um tratamento que só há cinco anos vem sendo utilizado no Brasil.

A ENXAQUECA é uma doença neurológica crônica, incapacitante, que afeta 15% da população no BrasilDr. Marcos Estevam Duar...
28/09/2015

A ENXAQUECA é uma doença neurológica crônica, incapacitante, que afeta 15% da população no Brasil
Dr. Marcos Estevam Duarte

Cefaléia, ou “dor de cabeça” como popularmente é conhecida, constitui problema freqüente na população em geral, sendo uma das causas mais comuns de busca de atendimento médico.

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