Editora Padre Pio

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28/05/2024

Como grande pedagoga, Nossa Senhora ensinou aos três pastorinhos de Fátima que os sofrimentos desta vida podem ser oferecidos a Deus em favor da conversão dos pecadores.

A mais nova das crianças, Santa Jacinta Marto, compreendeu isto com grande maturidade. Assim, unia-se em cada oportunidade ao sacrifício redentor de Cristo em favor de nossos irmãos, consciente de que formamos um só Corpo.

Assista ao vídeo e prepare-se conosco para o novo lançamento da Editora Padre Pio, a HQ “Fátima: a história dos pastorinhos que viram Nossa Senhora”.

Nossa PRÉ-VENDA já está aberta! Faça a sua inscrição no link da bio e receba um desconto especial na aquisição de seu exemplar. (Entrega da obra estimada para dezembro de 2024.)

Já vimos como o anjo de Portugal apareceu aos três pastorinhos e ensinou-lhes a rezar, prostrados, uma bela prece de rep...
11/04/2024

Já vimos como o anjo de Portugal apareceu aos três pastorinhos e ensinou-lhes a rezar, prostrados, uma bela prece de reparação.

A segunda vez que os visitou foi no verão do mesmo ano de 1916. Lúcia, Jacinta e Francisco brincavam após o almoço, junto a um poço, quando a figura celestial os interpelou, com uma suave voz de censura:

“Que fazeis? Orai, orai muito. Os Corações Santíssimos de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente, ao Altíssimo, orações e sacrifícios.”

Num primeiro momento, a intervenção do anjo talvez nos deixe perplexos: por que censurar três crianças por fazer o que toda criança faz — brincar? Com tanta gente pecando, não seria melhor enviar a estes um anjo do Céu, ao invés de “perturbar” seres inocentes?

Ah, mas os planos de Deus estão muito acima dos nossos. “Os meus pensamentos — Ele diz — não são os vossos pensamentos”.

A chave para entendermos essa “eleição” está aqui: DESÍGNIOS DE MISERICÓRDIA.

Os encargos que Deus nos dá ao longo da caminhada não são para “estragar” os nossos prazeres. As missões dadas a nós pelo alto não vêm para “atrapalhar” a nossa vida. Quando o Céu desce sobre nós, não é para nos “esmagar”.

Lúcia, Francisco e Jacinta foram chamados a rezar e se sacrif**ar pelos pecadores, mas as primeiras almas beneficiadas… foram as suas próprias! Sim, porque, no serviço às almas, eles descobriram a chave da sua felicidade.

É assim também conosco: amando o próximo, achamos sentido para a nossa existência; morrendo para nós, encontramos a verdadeira vida — ressuscitamos com Cristo!

Era isto que o anjo de Portugal queria mostrar às crianças. Suas visitas, um ano antes de Nossa Senhora aparecer, eram o “alistamento espiritual” dos pastorinhos: primeiro, Deus os elegeu; depois, muniu-os de sua graça; e só então os enviou ao campo de batalha.

Pois — o clichê é verdadeiro — Deus não escolhe os capacitados; capacita os escolhidos.

Prepare-se para conhecer essa história maravilhosa de eleição! Dentro de poucos dias começa a pré-venda de nossa HQ de Fátima e você já poderá garantir o seu exemplar de nossa obra. Cadastre-se no link da bio para fazê-lo com um desconto especial!

Neste quadrinho, extraído de uma das páginas de nossa HQ de Fátima, Lúcia, Jacinta e Francisco encontram-se prostrados p...
09/04/2024

Neste quadrinho, extraído de uma das páginas de nossa HQ de Fátima, Lúcia, Jacinta e Francisco encontram-se prostrados por terra, depois que o anjo de Portugal lhes faz a 1.ª visita, na primavera de 1916.

Esta posição, o próprio anjo lhes ensinou. Segundo o relato da Irmã Lúcia, ele, “ajoelhando em terra, curvou a fronte até o chão e fez-nos repetir três vezes estas palavras: ‘Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam”.

A oração gravou-se de tal forma em suas mentes, que os três jamais a esqueceram. “E, desde então — continua Lúcia —, passávamos largo tempo assim prostrados repetindo-as, às vezes, até cair cansados”.

A prostração é um gesto corporal muito signif**ativo. Está presente em toda a Bíblia, desde Abraão, passando por Moisés e Elias, até Tobias e Daniel.

Nos Evangelhos, várias pessoas aproximam-se de Jesus e põem-se com o rosto por terra diante dele: Jairo, o chefe da sinagoga cuja filha ressuscitou; o leproso samaritano por Ele curado; e até os guardas que o foram prender no horto!

Por isso, a Igreja também prescreve essa posição em sua liturgia.

Na celebração da Paixão do Senhor, Sexta-feira Santa, em profundo silêncio, “o sacerdote e o diácono, de paramentos vermelhos como para a Missa, aproximam-se do altar, fazem reverência e prostram-se”. Nos ritos de ordenação ministerial, enquanto o povo reza a ladainha de todos os santos, também “os eleitos se prostram por terra”.

Em todos esses atos, os ministros da Igreja imitam a humildade de seu Senhor, o qual “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo” e “fazendo-se obediente até à morte, e morte de Cruz”. No Getsêmani, São Mateus o retrata caindo com o rosto por terra antes de dizer:

“Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice! Todavia não se faça como eu quero, mas sim COMO TU QUERES”.

Em nossa HQ de Fátima, os pastorinhos são retratados passando por esse mesmo processo de configuração à vontade de Deus. Por isso, os três, prostrados, resumem muito bem a história que vamos contar.

Cadastre-se em nossa lista de interesse (link na bio) e inteire-se de todas as informações relativas a esta obra!

Nesta Semana Santa de 2024, além das várias homilias e reflexões que já possuímos sobre os sofrimentos de nosso Redentor...
26/03/2024

Nesta Semana Santa de 2024, além das várias homilias e reflexões que já possuímos sobre os sofrimentos de nosso Redentor, estamos deixando à disposição de nossos alunos, na Biblioteca Digital do site padrepauloricardo.org, o livro “Considerações e Afetos sobre a Paixão de Jesus Cristo”.

Escritas por Santo Afonso Maria de Ligório e publicadas pela primeira vez em 1761, estas meditações têm uma característica especial dentro da obra deste Doutor da Igreja: ao invés de virem carregadas com citações dos santos de todos os tempos, nelas a Paixão de Nosso Senhor, com seus episódios principais, é “exposta simplesmente segundo a descrevem os Santos Evangelistas”.

Não porque sejam sem valor as tantas meditações que ao longo dos séculos fizeram os santos sobre essa matéria. É que, “certamente — como explica o próprio Santo Afonso —, deixa mais impressão a um cristão uma só palavra das Sagradas Escrituras que centenas e milhares de meditações e revelações” de outros autores.

Afora o tempo litúrgico em que estamos, no entanto, por que nos determos na Paixão, com tantas outras matérias a considerar em nossos estudos e vida de piedade?

A resposta no-la dá Santo Agostinho: “Nada há de mais útil para alcançar a salvação eterna do que pensar, todos os dias, no quanto Deus feito homem padeceu por causa de nós”; ou ainda São Boaventura, segundo o qual as chagas de Jesus têm o poder de penetrar o mais duro dos corações e inflamar a mais gélida das almas.

Nestes dias que a liturgia católica reserva para celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição do próprio Filho de Deus, reserve você também um tempo para o silêncio, o recolhimento e o encontro com Ele, que tanto padeceu só para salvar você de seus pecados.

A obra “Considerações e Afetos sobre a Paixão de Jesus Cristo” tem 16 capítulos e seu conteúdo foi traduzido diretamente do italiano por nossa equipe. Além disso, seus textos foram gravados pelo Padre Paulo Ricardo em 2022 e podem ser escutados como “audiobook” em nosso programa “A Paixão segundo os Evangelhos”.

Faça bom proveito deste material e tenha uma santa “Semana Maior”!

Muitos se perguntam por que Jesus elegeu Judas Iscariotes, se sabia que ele haveria de traí-lo.Como resposta a essa inda...
11/03/2024

Muitos se perguntam por que Jesus elegeu Judas Iscariotes, se sabia que ele haveria de traí-lo.

Como resposta a essa indagação, o grande exegeta jesuíta Cornélio a Lápide põe na boca do Senhor as seguintes palavras:

“Eu sabia que Judas seria traidor, e no entanto o escolhi como Apóstolo, para que por ele se cumprisse minha Paixão e, consequentemente, a Escritura, que previu os meus padecimentos e o modo como se dariam, isto é, que teria início pela traição de um de meus familiares e domésticos (a saber, Judas), que abusou perfidamente de minha amizade e familiaridade para me trair. Mas eu o quis permitir para da malícia dele tirar um grande bem, a Redenção do mundo, assim como permiti a queda de Lúcifer e de Adão para daí realizar a Encarnação.”

Que fique claro para nós, portanto: Deus não criou ninguém para pecar ou fazer o mal. Se o fazemos, isso se deve atribuir exclusivamente ao nosso vício e à culpa do nosso livre-arbítrio.

No entanto, Deus usa o nosso mal para o bem. A traição de Judas, por exemplo, Ele usou:

1. Para mostrar a firmeza da doutrina de Cristo, em si mesma tão sólida, que, ainda que caia um dos Doze, nem por isso se torna menos digna de fé.

2. Para mostrar a grandeza de sua caridade para conosco, tão intensa, que não se negou a fazer o possível para salvar a Judas, preferindo o amor à consideração dos homens, isto é, quis antes ser tido por tolo ou imprudente, como se não soubesse da sorte final de Judas, que não amá-lo e fazer o quanto podia para salvá-lo.

3. Para que, tendo assumido nossa fraqueza, passasse também pelo que é maximamente próprio dela: ser abandonado, traído e entregue pelo melhor amigo.

4. Para mostrar que não é a dignidade de estado que santif**a o homem, mas a correspondência à graça.

5. Para mostrar que em toda multidão há sempre algum mau, inclusive na Igreja.

6. Para que ninguém, por melhor que seja entre os santos, confie muito em si mesmo, porque todos, enquanto vivem, podem cair.

Isso e muito mais você encontra em nossa obra “Judas no Inferno: Notas Bíblicas”, disponível na Biblioteca Digital do site padrepauloricardo.org. Aproveite a Quaresma para fazer esta leitura esclarecedora!

A ineficácia do sistema educacional moderno f**a cada dia mais evidente. O número de escolas e universidades só aumenta,...
29/01/2024

A ineficácia do sistema educacional moderno f**a cada dia mais evidente. O número de escolas e universidades só aumenta, enquanto o nível dos profissionais despenca: médicos ignoram os fins da medicina, psicólogos desconhecem a estrutura da alma humana, padres ignoram as verdades da teologia…

Muitos diplomas universitários poderiam ser com razão chamados de CHEQUES SEM FUNDO.

Várias causas explicam essa derrocada no ensino, mas uma delas é o pragmatismo, que reduziu os objetivos da educação à formação de profissionais.

A partir daí, não é de espantar que os pedagogos tenham desprezado as “línguas mortas” como o latim e o grego. Afinal de contas, se o objetivo da educação é apenas formar mão de obra qualif**ada, por que aprender uma língua que ninguém mais fala?

Essas e outras perversões educacionais moldaram profundamente o imaginário popular. Praticamente todas as pessoas hoje veem o estudo de forma utilitária, isto é, estudam para alcançar algum objetivo prático, como a aprovação num concurso público ou no vestibular, conseguir uma promoção etc.

E, se nesse mar utilitarista, alguma inteligência ousa levantar-se para buscar o conhecimento como um bem valioso em si, logo é taxada de esquisita, irracional ou excêntrica.

Falsas ideias como esta precisam ser removidas de nossas almas.

Justamente para isso estamos publicando este mês, na Biblioteca Digital do site padrepauloricardo.org, o opúsculo “Sete Artes Liberais: Uma Introdução”.

A obra foi “escrita a seis mãos”, por assim dizer, reunindo textos de três pedagogos medievais: Alcuíno de Iorque, Hugo de São Vítor e Rábano Mauro.

Neles brilha o conceito tradicional de educação, entendida como processo de formação integral do homem, no seu aspecto cognitivo e moral. E com a finalidade de formar sábios, ou seja, pessoas notáveis pelo seu saber e virtude, capazes de ordenar e governar adequadamente a sociedade.

Acesse hoje mesmo este opúsculo em nosso site, fazendo login em sua conta de assinante, indo até a seção “Minha conta” e tocando/clicando em “Meus livros digitais”.

Boa leitura e que Deus abençoe você!

Os autores que se dedicam a explicar o que é, de fato, a prática da oração mental, costumam apresentar um roteiro dividi...
11/01/2024

Os autores que se dedicam a explicar o que é, de fato, a prática da oração mental, costumam apresentar um roteiro dividido em momentos distintos.

Essa estrutura apresenta algumas variações de autor para autor, mas, no que tem de essencial, permanece a mesma.

O Venerável João de Jesus de Maria, autor do “Tratado da Oração” (livro disponível em nossa Biblioteca Digital), divide a oração mental em seis partes:

A primeira é a “preparação”, na qual procuramos nos recolher externa e internamente a fim de dispor a atenção da melhor maneira possível para o trato com Deus. Seu fundamento é a própria dignidade da Pessoa com quem falaremos.

Em seguida vem a “leitura”, na qual escolhemos algum texto relacionado ao tema da oração (por exemplo: se for a vida de Cristo, pode ser um trecho do Evangelho) e procedemos à sua leitura, atenta e cuidadosa.

A terceira parte é a “meditação”, que consiste propriamente em refletir sobre a matéria de nossa oração. Se, por exemplo, for a Crucif**ação do Senhor, ao lermos o trecho em que Jesus diz: “Tenho sede”, podemos considerar que, enquanto Deus nos dá a água viva da fé, nós lhe oferecemos a bebida amarga dos nossos pecados...

Em seguida vem a “ação de graças”, em que despertamos afetos de agradecimento e fazemos atos de amor a Deus.

Na quinta parte, o “oferecimento”, a primeira coisa que devemos fazer é ofertar-nos inteiramente ao Senhor. Depois, fazemos atos de virtude, principalmente das que nos são mais necessárias e urgentes.

Por fim, vem a “petição”, na qual rogamos a Deus todos os bens convenientes à nossa salvação, sobretudo a vitória sobre os vícios e tentações. Aqui, convém interceder pelas intenções e necessidades do próximo também, sempre com grande fé e “por Cristo, Senhor nosso”.

Todo esse roteiro, mais uma ampla seção de perguntas e respostas, você encontra neste opúsculo que traduzimos do espanhol e deixamos à disposição dos alunos do site padrepauloricardo.org: “Tratado da Oração”, de João de Jesus Maria — um carmelita conterrâneo e contemporâneo de Santa Teresa d’Ávila e São João da Cruz.

Acesse hoje mesmo esta obra e comece bem o ano de 2024!

Quando o tema é oração mental, muitos católicos f**am perdidos em relação ao que  devem fazer exatamente para rezar bem ...
09/01/2024

Quando o tema é oração mental, muitos católicos f**am perdidos em relação ao que devem fazer exatamente para rezar bem e de verdade.

Por mais que recorram a bons materiais sobre o tema, sempre surgem dúvidas sobre os aspectos mais práticos da oração:

“Será que devo rezar de olhos abertos ou fechados?”

“Quanto tempo devo me dedicar à oração mental?”

“É necessário que eu sinta algo quando faço oração mental?”

“O que devo fazer quando surgem as distrações?”

Essas e muitas outras questões são respondidas em linguagem clara e simples pelo Venerável João de Jesus Maria, carmelita descalço do século XVI, em seu “Tratado da Oração”.

João de Jesus Maria foi um dos grandes mestres da espiritualidade carmelitana e, ao lado de Santa Teresa d’Ávila e de São João da Cruz, desempenhou importante papel na reforma da Ordem do Carmo.

Neste livro, traduzido por nós do espanhol e disponível em nossa Biblioteca Digital, ele explica o que é oração mental e quais são as suas partes, dá exemplos de como podemos proceder em cada uma delas e, finalmente, apresenta uma série de dúvidas comuns a esse respeito — 74, ao todo.

Por exemplo:

À pergunta sobre o que deve fazer aquele que tem dificuldade para se recolher no começo da oração, ele orienta: “Deve humilhar-se e suplicar ao Senhor que se digne dar-lhe a graça para estar naquele momento conforme a sua santíssima vontade.”

Sobre os que têm a impressão de receber visões que parecem de Deus, ele diz que isso deve ser comunicado o mais rápido possível ao mestre espiritual, “para que a alma não se acostume a algum engano ou conversação do demônio, com aparências de Deus”.

E quando a pessoa sente sono durante a oração? Ela deve “beliscar os braços, pôr-se de pé, fazer alguns atos fervorosos”!

Veja como são claros e práticos os seus conselhos!

Se você é aluno do site padrepauloricardo.org, acesse hoje mesmo este e-book e aprenda de uma vez a fazer oração mental.

04/01/2024

Uma das razões para adquirir a nossa HQ “Padre Pio: a História do Santo de Pietrelcina” é justamente o trabalho sério e profundo de pesquisa bibliográf**a que precedeu (e acompanhou) a sua produção.

O Spacca e nossa equipe fomos atrás das obras mais importantes sobre o Padre Pio, levando em conta inclusive a abertura dos arquivos secretos vaticanos relativos ao período em que o santo vivera (abertura que se deu poucos anos atrás, durante o pontif**ado do Papa Bento XVI).

Muito importante nesse sentido foi o livro “Padre Pio sob investigação: a autobiografia secreta”, de Francesco Castelli, que revela como se deu a visita apostólica de um bispo a San Giovanni Rotondo, em 1921. Seu nome era Carlo Rossi e, anos mais tarde, ele seria nomeado secretário da Congregação para os Bispos e feito cardeal pelo Papa Pio XI.

A visita de um alto dignatário da Santa Sé, cujo resultado se demonstrou bastante favorável ao Padre Pio, permaneceu desconhecida do grande público até 2006, mas foi decisiva para formar o parecer positivo da Igreja sobre o sacerdote, culminando em sua canonização, no ano de 2002.

Todos que comprarem e lerem nossa HQ, portanto, terão a experiência de uma biografia bastante atualizada sobre o Padre Pio — como o Padre Paulo Ricardo explica em detalhes neste vídeo, extraído da aula 12 do curso “Padre Pio”, do site padrepauloricardo.org.

Por isso, não perca mais tempo e reserve hoje mesmo seu exemplar da 2.ª edição de nossa história em quadrinhos! Seus filhos vão amar, mas você, adulto, também aprenderá muito com as páginas ricamente ilustradas e fartamente documentadas de nossa obra! (Link para aquisição na bio de nosso perfil.)

“Ave Maria, cheia de graça…”Quantas vezes não repetimos essas palavras ao longo da vida? Embora tenhamos uma vaga percep...
01/01/2024

“Ave Maria, cheia de graça…”

Quantas vezes não repetimos essas palavras ao longo da vida?

Embora tenhamos uma vaga percepção da profundidade de seu signif**ado, a verdade é que raramente paramos para meditar sobre o que elas realmente dizem a respeito de nossa Mãe.

Santo Tomás de Aquino deixou um pequeno tesouro que nos ajuda a entender por que São Luís Maria Grignion de Montfort definitivamente não exagerou ao comparar as graças de Maria com a quantidade de águas que tem o mar.

Em seu “Comentário à Ave-Maria”, disponível na Biblioteca Digital do site padrepauloricardo.org, o Doutor Angélico explica por que Nossa Senhora foi digna de ser reverenciada pelo Arcanjo Gabriel — quando o mais adequado é que os homens reverenciem os anjos.

Diz-nos o Aquinate: a Santíssima Virgem é superior aos anjos na plenitude de graça, na familiaridade divina e quanto à pureza.

Com relação a esta última, Maria “foi puríssima quanto à culpa, porque não incorreu em pecado, nem original, nem mortal, nem venial”.

E quanto às duas primeiras, foi como se o anjo lhe tivesse dito: “Faço-lhe reverência, pois que me superas na plenitude da graça” — daí o chamá-la “cheia de graça”; e ainda: “Faço-lhe reverência por seres mais familiar de Deus do que eu, pois o Senhor é contigo”.

Quanto mais nos aprofundamos nos mistérios da santidade de Nosso Senhor, auxiliados pelo Doutor Angélico, mais nos damos conta de que a comparação de São Luís, na verdade, foi um tanto modesta — e que, na verdade, “de Maria nunca se dirá o bastante”.

Recomendamos vivamente, portanto, a leitura deste opúsculo de Santo Tomás sobre a Santíssima Virgem. Temos certeza de que, ao rezar a Ave-Maria, você o fará com devoção e respeito ainda maiores.

(Lembre-se: para acessar nossa Biblioteca Digital, é preciso estar com a assinatura ativa e ir à seção “Meus livros digitais”, em sua conta de aluno.)

2023 foi um ano muito importante para nossa editora!Além de nosso primeiro livro impresso (a HQ sobre o Padre Pio), demo...
30/12/2023

2023 foi um ano muito importante para nossa editora!

Além de nosso primeiro livro impresso (a HQ sobre o Padre Pio), demos início à Biblioteca Digital do site padrepauloricardo.org — já com 15 títulos à inteira disposição de nossos alunos.

Comecemos nossa RETROSPECTIVA pelo combo tomista: os livros “Comentário à Ave-Maria”, “Comentário ao Pai-Nosso” e “Os Sacramentos da Igreja”, com ricas observações do Doutor Angélico aos sacramentos e a essas orações.

Para conhecer o homem por trás da obra, recomendamos “Introdução a Santo Tomás de Aquino” — o curso homônimo do Padre Paulo Ricardo, em formato de livro.

Por falar em livro-curso, também publicamos “Quem é Jesus” (um manual de Cristologia e Soteriologia) e “O sacrifício da Missa” (do primeiro módulo de “A Batalha dos Missais”) — e, complementando o curso “Livrai-nos do Mal”: “Adjuração e Exorcismo” e “Sacramentais e Exorcismos”, extraídos de excelentes manuais teológicos, com um conteúdo robusto sobre o assunto.

Como suplemento aos nossos vários cursos sobre vida de oração, lançamos também um tratado a esse respeito, do Venerável João de Jesus Maria, carmelita e contemporâneo de Santa Teresa d’Ávila e São João da Cruz.

Santo Afonso e o Cardeal Newman também estão na nossa prateleira dos santos: o primeiro com suas “Considerações e Afetos sobre a Paixão de Jesus Cristo”, e o segundo com algumas “Meditações sobre Nossa Senhora” — piedosíssimas e numa tradução bastante cuidadosa, feita por nossa equipe.

Fechamos a lista com nosso combo de “notas bíblicas”, um material de estudos excelente para quem ama a Sagrada Escritura e quer mergulhar mais fundo em suas passagens: nesta linha foram lançados os opúsculos “Judas no Inferno”, “Prólogo de São João” e “Os Três Cânticos Evangélicos” — ou seja, os hinos que Maria, Zacarias e Simeão entoaram em AÇÃO DE GRAÇAS pela Encarnação do Verbo.

Também nós queremos agradecer a Deus o início dos nossos trabalhos este ano, e pedir-lhe forças para seguir evangelizando em 2024.

“Te Deum laudamus, te Dominum confitemur!”

Um santo e abençoado Ano Novo para todos nós!

Todo católico minimamente comprometido com a vivência da fé conhece ou já ouviu falar dos três belos cânticos registrado...
28/12/2023

Todo católico minimamente comprometido com a vivência da fé conhece ou já ouviu falar dos três belos cânticos registrados no Evangelho de São Lucas:

1. O “Magnif**at”, que Nossa Senhora entoou durante a visita a sua prima Santa Isabel;

2. O “Benedictus”, ou Cântico de Zacarias, entoado em ação de graças após o nascimento de São João Batista; e

3. O “Nunc dimittis”, ou Cântico de Simeão, que foi proferido logo após a Apresentação do Menino Jesus no Templo.

Podemos dizer também que eles são verdadeiros companheiros de todos os que rezam o Breviário ou a Liturgia das Horas, pois estão presentes nas horas canônicas (o “Benedictus” é recitado nas Laudes, o “Magnif**at” nas Vésperas e o “Nunc dimittis” nas Completas).

Ainda que você não os conheça ou os tenha memorizados, provavelmente já escutou alguma versão em música de um desses cânticos — existe, por exemplo, várias versões populares do “Magnif**at” no meio carismático e várias adaptações para o canto na santa liturgia.

É bem possível que, com a récita habitual dessas belíssimas orações, algumas pessoas acabem não percebendo a profundidade delas e, menos ainda, suas relações com trechos do Antigo Testamento.

Essa compreensão mais profunda só pode ser atingida através da meditação e do estudo atento e sistemático dessas passagens, já que o sentido da Sagrada Escritura vai muito além do signif**ado imediato e óbvio das palavras que ali estão.

Com o nosso novo e-book “Os Três Cânticos do Evangelho: Notas Bíblicas”, você aprenderá vários detalhes valiosos sobre esses hinos. No “Magnif**at”, por exemplo, “a Virgem bendita deu esta resposta não a Isabel, de quem ouvira tantos louvores e elogios, mas somente a Deus, como à fonte de todas as graças pelas quais a congratulou sua parenta”.

Esperamos que a leitura desse novo e-book seja proveitosa para sua vida de oração e de estudos. Fique com Deus!

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Cuiabá, MT

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