Olharpericial/SR2021

Olharpericial/SR2021 Venha aprender e refletir sobre como a psique influencia ações e comportamentos.

"Explorando a psicanálise como ferramenta de compreensão e transformação, nossas palestras abordam questões cruciais sobre criminalidade, comportamento humano e prevenção.

O Insigtha nasceu para quem sente que pode pensar melhor, decidir melhor e viver com mais clareza.Menos ruído. Mais cons...
02/01/2026

O Insigtha nasceu para quem sente que pode pensar melhor, decidir melhor e viver com mais clareza.
Menos ruído. Mais consciência.
Menos reação. Mais propósito.
👉 Insigtha — o insight que muda tudo, acesse.

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Que o novo ano chegue sem máscaras, trazendo coragem para encerrar ciclos que ferem, sabedoria para manter o que fortale...
31/12/2025

Que o novo ano chegue sem máscaras, trazendo coragem para encerrar ciclos que ferem, sabedoria para manter o que fortalece e fé para recomeçar quantas vezes for necessário.
Que cada dia seja um convite à verdade, ao respeito e ao amor — começando dentro de nós.
Que as dores vividas se transformem em aprendizado,
as quedas em maturidade,
e os sonhos em propósito.
Que não nos falte humanidade,
que não nos sobre medo,
e que jamais percamos a capacidade de sentir, cuidar e evoluir.
Um novo ano não muda tudo por si só,
mas pode mudar tudo quando mudamos por dentro.
✨ Feliz Ano Novo. Que ele seja real, consciente e transformador. ✨

26/12/2025

Gratidão por poder compartilhar conhecimento sobre comportamento humano violento.
Uma aula direcionada a cônjuges que já viveram essa dor — não para reviver feridas, mas para entender, fortalecer e libertar.
Informação salva, consciência protege e o respeito sempre será o caminho.

Psicanalista





🧠 Violência e Relações





Falar sobre comportamento humano violento exige preparo técnico, sensibilidade e, acima de tudo, responsabilidade.Como p...
26/12/2025

Falar sobre comportamento humano violento exige preparo técnico, sensibilidade e, acima de tudo, responsabilidade.
Como psicanalista, sei que a violência dentro das relações não começa no primeiro grito ou agressão, mas em padrões silenciosos de controle, manipulação e medo que se instalam pouco a pouco.
Essa aula foi direcionada a cônjuges que já vivenciaram algum tipo de violência — física, psicológica, emocional ou moral. Pessoas que carregam marcas profundas, muitas vezes sem compreender que aquilo nunca foi culpa delas.
A psicanálise nos permite ir além do superficial.
Ela ajuda a compreender as raízes do comportamento violento, os ciclos de repetição, os mecanismos inconscientes e, principalmente, os caminhos para a reconstrução emocional e a autonomia psíquica.
Violência não é amor.
Ciúme não é proteção.
Medo não é respeito.
Meu compromisso, como profissional da escuta e do cuidado, é transformar dor em consciência, confusão em clareza e sofrimento em fortalecimento. Informação salva vidas, previne novas violências e devolve ao indivíduo o direito de existir com dignidade.
Se essa mensagem alcançar alguém que ainda vive em silêncio, ela já cumpriu seu papel.
Conhecimento é libertador.
Consciência é proteção.
E relações saudáveis começam pelo respeito.

Sandro César Roberto

Compulsão sexual e frigidez entre casais: fatores e consequências na luz da psicologiaA vida íntima de um casal é um esp...
12/12/2025

Compulsão sexual e frigidez entre casais: fatores e consequências na luz da psicologia

A vida íntima de um casal é um espaço onde necessidades emocionais, expectativas e vulnerabilidades se encontram. Quando surge a compulsão sexual ou, no extremo oposto, a frigidez, essas diferenças podem gerar conflitos profundos, afetando não apenas o relacionamento, mas também a autoestima e a saúde mental de cada parceiro.

A compulsão sexual se caracteriza pela busca constante e descontrolada por atividade sexual, muitas vezes usada como fuga emocional. Fatores como ansiedade, baixa autoestima, histórico de abandono, traumas emocionais ou até modelos distorcidos de afeto aprendidos na infância podem alimentar esse comportamento. A pessoa passa a confundir conexão com descarga, desejo com validação, e s**o se torna um anestésico temporário para dores psíquicas não enfrentadas.

Já a frigidez — ou a redução significativa do desejo e da resposta sexual — pode nascer de causas múltiplas: desgaste emocional, estresse, depressão, inseguranças sobre o corpo, conflitos mal resolvidos no relacionamento, traumas antigos ou até mesmo a rotina desgastada que sufoca o afeto. Quando o corpo e a mente se desconectam, o prazer deixa de ser natural e passa a ser uma cobrança silenciosa.

Esses dois polos podem coexistir dentro de uma mesma relação. Um parceiro busca s**o para aliviar angústias; o outro se fecha por se sentir pressionado, insuficiente ou emocionalmente distante. Surge um ciclo: quanto mais um exige, mais o outro se retrai — e quanto mais o outro se retrai, mais o primeiro intensifica sua compulsão. Nesse ponto, o s**o deixa de ser linguagem de afeto e vira campo de batalha emocional.

As consequências psicológicas costumam ser profundas: sentimento de inadequação, culpa, frustração, afastamento físico e emocional, e a crença de que o relacionamento está “falhando”. Em casos mais graves, surgem comportamentos de autoexigência extrema, isolamento ou até busca externa de validação afetiva.

Na perspectiva terapêutica, é fundamental compreender que ambos os extremos são sintomas, e não defeitos pessoais. A cura começa com diálogo seguro, acolhimento das vulnerabilidades e, quando necessário, acompanhamento psicológico. O objetivo é restaurar a conexão emocional, fortalecer a comunicação e devolver ao casal a possibilidade de viver uma sexualidade saudável, respeitosa e integrada.

O corpo fala, mas a mente grita. E quando o casal aprende a ouvir ambos, o vínculo se reconstrói com maturidade e verdade.

Sandro César Roberto

O Menino que Sonhava com Leões — e a Sociedade que Esqueceu de Ser HumanaSandro César Roberto
03/12/2025

O Menino que Sonhava com Leões — e a Sociedade que Esqueceu de Ser Humana

Sandro César Roberto

Em confusão de marido e mulher não se mete a colher — e isso não é omissão, é prudência.Quando duas pessoas entram em co...
19/11/2025

Em confusão de marido e mulher não se mete a colher — e isso não é omissão, é prudência.
Quando duas pessoas entram em conflito, ninguém de fora conhece de verdade o contexto, a intensidade emocional ou os riscos envolvidos. Intervir diretamente pode transformar você em alvo, piorar a situação e criar consequências que fogem totalmente do seu controle.

Por isso, nunca — em hipótese nenhuma — se intrometa fisicamente ou tente “resolver” a briga.
A melhor atitude é a mais segura e responsável: ligue para a polícia, descreva o que está vendo e não se identifique.
Quem tem preparo para agir é quem pode proteger as vidas ali envolvidas sem colocar outras em risco.

A verdadeira ajuda não é entrar na confusão, mas acionar quem tem autoridade, preparo e proteção para intervir. Às vezes, a maneira mais sábia de cuidar é manter distância e chamar quem pode agir.

Os “Rambos” da Vida RealNo começo de Rambo, não vemos um herói: vemos um homem quebrado.Um veterano tentando existir num...
16/11/2025

Os “Rambos” da Vida Real

No começo de Rambo, não vemos um herói: vemos um homem quebrado.
Um veterano tentando existir num mundo que não enxerga sua dor, buscando apenas um pouco de humanidade — e encontrando rejeição.

Essa história parece ficção, mas é o retrato de muitos brasileiros.

Quantos Rambos temos hoje nas nossas forças de segurança?
Profissionais que enfrentam violência, pressão e traumas diariamente… e ainda assim não têm apoio psicológico, emocional ou familiar suficientes.

Eles carregam duas guerras:
a que vivem nas ruas e a que travam dentro da própria mente.

Por trás da farda existe alguém cansado, alguém tentando se manter inteiro, alguém pedindo ajuda sem dizer uma palavra.

A pergunta é dura, mas necessária:
até quando vamos ignorar a saúde mental de quem nos protege?

Porque mesmo os mais fortes também quebram — e ninguém deveria enfrentar essa batalha sozinho.

O Adolescente e a Repulsa pela Própria FeminilidadeNa contemporaneidade, observa-se um fenômeno crescente: adolescentes ...
06/11/2025

O Adolescente e a Repulsa pela Própria Feminilidade

Na contemporaneidade, observa-se um fenômeno crescente: adolescentes do s**o masculino manifestando traços femininos — na fala, na postura, na sensibilidade e até na forma de expressão emocional — e, paradoxalmente, demonstrando repulsa, vergonha ou até hostilidade diante dessas mesmas características.

Esse conflito interno nasce da colisão entre dois mundos psíquicos. De um lado, a sociedade moderna, que flexibiliza papéis de gênero e valoriza a liberdade de expressão. Do outro, um inconsciente coletivo ainda preso a arquétipos rígidos de masculinidade — o guerreiro, o dominador, o invulnerável.

Quando o jovem, em processo de formação de identidade, expressa aspectos da anima (a parte feminina da psique descrita por Jung), ele toca zonas de vulnerabilidade e afeto que a cultura masculina costuma reprimir. O desconforto, então, não vem apenas da aparência ou do gesto, mas da sensação de “traição” ao ideal masculino internalizado desde a infância.

A repulsa é, na verdade, um mecanismo de defesa — uma forma inconsciente de tentar recalcar aquilo que desperta medo: a perda da referência identitária e o julgamento social. Ao rejeitar o feminino em si, o adolescente busca reafirmar a masculinidade idealizada, mas acaba se distanciando da própria autenticidade emocional.

O trabalho terapêutico deve focar na integração: compreender que os polos masculino e feminino coexistem em todos os seres humanos, e que o equilíbrio entre força e sensibilidade é o verdadeiro sinal de maturidade psíquica. Somente quando o adolescente aceita suas nuances, ele deixa de lutar contra si mesmo e começa, enfim, a se tornar inteiro.

Sandro César Roberto

05/11/2025

REALIDADE CRUEL — O AMOR SOB A ESPADA

Em algumas nações onde a fé dita a lei, o simples ato de amar pode custar a vida.
Homens são perseguidos, torturados e, muitas vezes, decapitados em praças públicas, diante de multidões que aplaudem como se o sangue limpasse o pecado.
Outros são apedrejados, enforcados ou lançados do alto de edifícios — e tudo isso em nome de Deus.

O crime?
Amar alguém do mesmo s**o.
Desejar o que o dogma não permite.
Ser o que a tradição insiste em apagar.

A fé que deveria acolher se torna lâmina; o altar, cadafalso.
E o silêncio do mundo é ensurdecedor.
Enquanto corpos tombam, governos se calam, e o medo se perpetua nos becos e nas almas.

Esses homens e mulheres vivem o terror de existir entre duas mortes:
a física, que os regimes impõem;
e a psíquica, que nasce da vergonha, do ódio introjetado e da culpa que corrói o ser.

Na lente da psicanálise, o que vemos é um ego despedaçado — o sujeito aprisionado entre o desejo e o superego social que o condena.
Ele aprende a odiar a si mesmo para tentar sobreviver num ambiente que o nega.
Mas o recalque coletivo sempre cobra seu preço: violência, repressão e sofrimento que se repetem de geração em geração.

A verdadeira doença não está no desejo —
está na sociedade que precisa destruir o outro para silenciar o próprio medo.

E talvez um dia, quando o amor deixar de ser sentença e voltar a ser milagre,
a fé volte a cumprir seu papel original: salvar, não matar.

Sandro César Roberto

16/10/2025

É perturbador perceber como a moda contemporânea flerta com o obscuro, transformando em estética o que foi símbolo de dor e opressão. Da idolatria velada aos uniformes militares nazistas à recente apropriação das listras dos prisioneiros dos campos de concentração, a indústria parece testar os limites da memória e da ética. O que antes marcava a desumanização, hoje é desfilado com glamour e ignorância histórica. Falta discernimento, empatia e, sobretudo, consciência. Quando a vaidade supera a lembrança do sofrimento humano, a moda deixa de ser expressão e passa a ser provocação vazia — um espelho frio da nossa superficialidade coletiva.

Avaliação psicanalítica:
Sob a ótica psicanalítica, a moda contemporânea revela uma busca inconsciente por poder e pertencimento. A repetição de símbolos ligados à dor e à dominação não é acaso, mas um retorno do reprimido: a tentativa de reencenar, de forma estetizada, aquilo que a humanidade não elaborou plenamente — a culpa e o trauma da barbárie. O consumo de imagens ligadas ao sofrimento é uma forma de negar a própria fragilidade, projetando força onde houve horror. A moda, assim, torna-se sintoma: uma linguagem inconsciente que expressa a negação do luto coletivo e o fascínio do ego pela dominação e pela estética do poder.

Sandro César Roberto

O Enfraquecimento do Carinho e do Amor Conjugal na Perspectiva PsicanalíticaNa visão psicanalítica, o amor entre cônjuge...
14/10/2025

O Enfraquecimento do Carinho e do Amor Conjugal na Perspectiva Psicanalítica

Na visão psicanalítica, o amor entre cônjuges é um campo complexo, tecido por desejos inconscientes, projeções e identificações que se entrelaçam desde o início da relação. No entanto, com o passar do tempo, esse amor pode se fragilizar — não apenas por fatores externos, mas por movimentos internos do próprio psiquismo de cada parceiro.

O carinho e a ternura, que no início fluem como expressão espontânea do desejo de fusão e pertencimento, podem, aos poucos, dar lugar à indiferença. O sujeito, inconscientemente, começa a deslocar seus afetos, a retirar o investimento libidinal que antes estava colocado no outro. Freud chamou esse movimento de “retirada da libido objetal”, que ocorre quando o parceiro deixa de ser fonte de satisfação emocional e passa a ser percebido como objeto frustrante ou ameaçador à autonomia do eu.

Muitas vezes, o que chamamos de “rotina” é, na verdade, o resultado de um recalque do desejo — um medo de revisitar o próprio inconsciente, de lidar com as faltas e as idealizações projetadas no parceiro. Assim, o amor inicial, que tinha um caráter simbiótico e idealizado, se decompõe diante da realidade psíquica e das frustrações inevitáveis da convivência.

O enfraquecimento do carinho é, portanto, um sintoma. Ele denuncia um distanciamento emocional que pode indicar não apenas o fim de um ciclo afetivo, mas também a dificuldade de cada sujeito em sustentar o vínculo diante de suas próprias contradições internas. Quando o amor esfria, o inconsciente grita — e muitas vezes, o casal silencia.

Na luz da Psicanálise, a possível ruptura não é apenas o término de uma relação amorosa, mas o desmoronar de um pacto inconsciente: aquele que unia dois sujeitos não apenas pelo afeto, mas pela necessidade mútua de se reconhecer e se espelhar no outro.
Quando esse espelho se quebra, o casal é convidado — consciente ou inconscientemente — a revisitar suas origens afetivas, seus medos de abandono e suas formas de amar. É nesse ponto que se abre o espaço para o trabalho analítico: compreender o que se perde quando o amor enfraquece e o que, de fato, se tenta preservar com a ruptura.

Sandro César Roberto




















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