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Instituto Erica Lopes Eu cuido de pessoas que estão se curando, se conhecendo, se encontrando.

O Instituto Erica Lopes se coloca a serviço da vida, do Desenvolvimento Pessoal e Humanitário, oferecendo atendimento psicológico ao alcance de todos, constelações familiares, psicoterapia infantil, Treinamentos em Constelações Familiares, Presencial, On Line e Pós Graduação em Psicoterapia Integrativa e Felicidade.

Esse é um dos casos mais comuns que chegam aos atendimentos de casal, mas quase nunca é nomeado com profundidade. A dinâ...
23/11/2025

Esse é um dos casos mais comuns que chegam aos atendimentos de casal, mas quase nunca é nomeado com profundidade. A dinâmica em que a esposa passa a ocupar o lugar de mãe emocional do marido não acontece de um dia para o outro. Ela emerge quando uma pessoa carrega o emocional, o financeiro, a rotina, a parentalidade e ainda tenta sustentar um parceiro em estado de congelamento. Aos poucos, o corpo dela entra em sobrecarga traumática secundária, um tipo de burnout relacional que surge quando alguém precisa ser o eixo de tudo.

O parceiro, por sua vez, não está parado por escolha consciente. Histórias de trauma, ambientes familiares controladores, invalidação, desempoderamento emocional ou aposentadorias precoces podem ensinar o corpo a associar ação a perigo. Nesses casos, trabalhar, decidir ou assumir responsabilidades dispara o mesmo tipo de ameaça que o sistema nervoso aprendeu na infância. Não é preguiça. É sobrevivência.

A raiva dela não é falta de amor. É o corpo tentando voltar a si. É o pedido interno por alívio, reciprocidade e parceria, e não por separação. Mas sair da relação não é simples. Existem vínculos criados no trauma, papéis identitários antigos, medo de causar dor, culpa intergeracional. É psicodinâmica profunda.

E eu falo dessa dinâmica com tanta clareza porque já estive nesse lugar. Minha relação tinha tudo para dar errado. Para sobreviver, tivemos que mudar de estado, nos afastar das famílias de origem, reconstruir nossa base praticamente do zero e aceitar que alguns jamais compreenderiam nossas escolhas. Foi um processo dolorido, lento, consciente. Um trabalho interno que ainda hoje faz parte da minha vida, porque reprogramar padrões não é um evento, é um compromisso diário.

E é justamente por isso que me entrego tão profundamente às famílias que acompanho e aos profissionais de saúde mental que supervisiono. Não porque “venci” algo.

Mas porque conheço o caminho de dentro e sei o que acontece quando dois adultos escolhem o trabalho real de voltar para seus próprios lugares.

Limites não destroem vínculos. Eles devolvem saúde para dentro deles.

Limites são a base silenciosa de qualquer relação saudável, mas a maioria de nós nunca aprendeu a construí-los. Crescemo...
16/11/2025

Limites são a base silenciosa de qualquer relação saudável, mas a maioria de nós nunca aprendeu a construí-los.

Crescemos ouvindo que deveríamos ser compreensivos, tolerantes, flexíveis, “boas pessoas”. O problema é que, sem perceber, confundimos bondade com ausência de fronteiras.

E quando isso acontece, começamos a aceitar o que nos machuca, assumir responsabilidades que não são nossas e carregar pesos que não pertencem ao nosso corpo emocional.

O que quase ninguém fala é que a dificuldade com limites não nasce da falta de força, mas da falta de modelo. Pessoas que cresceram precisando se adaptar para garantir afeto aprenderam cedo a não incomodar.

Aprenderam a ceder para manter a paz. Aprenderam a ler o ambiente antes de ler a si próprias.

E agora, na vida adulta, repetem esse padrão sem perceber.

Relacionamentos se tornam confusos, conversas f**am carregadas, e o corpo começa a dar sinais de que algo está apertado demais.

Limites não servem para controlar o outro, servem para lembrar você do que é seu.

Eles organizam o emocional, preservam a sua energia e reduzem o ressentimento que nasce quando você vive ultrapassando o próprio limite em nome de “não criar problema”.

Dizer não não é rejeição. Dizer não é clareza. E pessoas maduras conseguem lidar com clareza porque entendem que ela sustenta vínculos, não os rompe.

Praticar limites exige consciência. Não é sobre levantar a voz, é sobre se colocar presente. Não é sobre afastar pessoas, é sobre aproximar-se de si. É aprender a nomear o que você sente, o que você precisa e o que você não pode oferecer naquele momento.

É construir um relacionamento mais honesto consigo mesma para, só então, construir relacionamentos mais saudáveis com o outro.

A pergunta é: onde você ainda diz sim quando seu corpo inteiro, suas emoções, sua energia e intuição pedem não?

Durante muito tempo, eu achava que era só sobre ‘educar bem’, cuidar da casa, dos pacientes... Mas percebi que, no fundo...
05/10/2025

Durante muito tempo, eu achava que era só sobre ‘educar bem’, cuidar da casa, dos pacientes...

Mas percebi que, no fundo, o que meu corpo mais pedia era algo que eu não sabia nomear:

pertencimento.

E esse pertencimento tinha a ver com um “além da família”.

Quando minha filha nasceu, algo antigo se reativou dentro de mim.

Era como se aquela criança que eu fui, a que queria estar mais perto da mãe, a que tentava ser percebida, tivesse voltado a pedir espaço.

Eu me via impaciente, cansada, intolerante às demandas dela… até entender que o que doía nela era o eco do que ainda doía em mim.

A neurociência explica isso com clareza:

nossos neurônios-espelho são o que nos permitem sentir o outro.

São eles que constroem empatia, vínculo e segurança.

Quando aprendemos a sentir de verdade, e não apenas reagir, o cérebro começa a reorganizar caminhos antigos de defesa e abrir espaço para novas experiências de amor e presença.

Hoje, aos 47 anos, minha busca tem sido essa: sentir mais profundamente, estar presente, me incluir.

Tenho descoberto essa sensação de pertencimento em lugares simples, no corpo em movimento, nas conversas sinceras, nos olhares que se encontram sem precisar de palavras, mas nas palavras que alguns me dizem também.

E na relação com minha filha tudo se torna mais nítido.

Com ela aprendo, todos os dias, que a criação consciente é um terreno sagrado de transformação. (Dolorido muitas vezes …)

Porque enquanto a ensino a se sentir segura no mundo, eu mesma aprendo a me sentir segura dentro de mim.

Cada momento entre nós, um passeio, um abraço, um olhar trocado, uma aula de crossfit juntas, é também uma experiência corretiva, um novo registro sendo escrito no meu sistema nervoso.

Ela me chama de mãe.

Mas, no fundo, é ela quem me ensina a amar de um jeito que repara, reconstrói e devolve sentido à vida.

Você tem relações as quais sente estar reprogramando algo?

No nosso primeiro encontro, mergulhamos no ponto onde ciência e experiência se encontram: a infância como lugar onde nos...
28/09/2025

No nosso primeiro encontro, mergulhamos no ponto onde ciência e experiência se encontram:

a infância como lugar onde nossos códigos mais profundos foram escritos.

Como ensina Gabor Maté, muitas vezes carregamos padrões que não escolhemos, mas que moldam silenciosamente nossa forma de sentir, amar e até adoecer.

E como lembra Bessel van der Kolk, “o corpo guarda as marcas do que não foi vivido e, até ser integrado, continua repetindo a mesma história.”

Ontem, juntas, pudemos experimentar como essas marcas não são destino.

Quando criamos o espaço certo, com intencionalidade e práticas embasadas, o corpo responde, a mente abre e novas memórias começam a ser inscritas.

É nesse ponto que a transformação deixa de ser um ideal e se torna algo vivido.

O mais bonito é ver nos olhos de cada participante o momento em que uma ficha cai, quando uma dor antiga encontra lugar e o que parecia repetição eterna se abre em possibilidade nova.

Essa é a força desse método: traduzir o invisível em experiência concreta, unir a linguagem do coração com a clareza da neurociência.

Se você sente que chegou a hora de olhar para sua própria história com profundidade, o convite está aberto.

Em breve vamos abrir inscrições para a próxima turma, onde continuaremos esse mergulho em um processo ainda mais estruturado e transformador.

Esteja pronta para viver o próximo capítulo.

Os nós invisíveis não se desfazem sozinhos. A escolha de se libertar começa agora. Concorda?

Isso tudo pode ocorrer pois a criança está imersa no clima e estrutura emocional do casal e da família. No fundo, perceb...
05/08/2025

Isso tudo pode ocorrer pois a criança está imersa no clima e estrutura emocional do casal e da família. No fundo, percebe que esse lugar está vazio demais.

Um vazio que não é físico — é relacional.

E então ela tenta preenchê-lo com tudo o que tem: grito, controle, presença excessiva, vigilância constante, desregulação do sono, entre outros sintomas/comportamento.

Não porque é má, manipuladora ou mimada.

Mas porque está em pânico.

Pânico de não ser vista, de não ser validada, de não existir fora da órbita emocional da mãe.

Porque, na ausência de um pai afetivamente presente, essa mãe se torna o único continente emocional possível.

E isso esgota. Adoece. Desestrutura.

Enquanto isso, essa mãe se culpa. Por estar cansada. Por querer dormir sozinha. Por precisar de silêncio.

Ela confunde amor com tomar o outro para dentro de si.

E nessa entrega total, ela se perde de si. E os filhos aprendem que só são amadas se dominarem. Que só estão seguros se colados a mãe.

Mas a verdade é uma só: o vínculo mais amoroso é aquele que ensina a separação segura.

E isso só acontece quando o pai assume o seu lugar.

Não como ajudante eventual.

Mas como pilar emocional da casa. Como limite firme. Como campo de sustentação.

Porque quando o pai entra com presença, os filhos podem soltar. A mãe pode respirar. E o sistema inteiro começa a se reorganizar.

E é aqui que a neurociência entra — não como teoria, mas como prática diária.

Ela mostra, com dados e estratégias simples, como o cérebro infantil responde à previsibilidade, como o corpo materno precisa de regulação, e como o papel paterno atua como eixo de segurança para todos.

Famílias desorganizadas emocionalmente não precisam de culpa. Precisam de ferramenta.

E a neurociência oferece isso: caminhos para restaurar o lugar de cada um — sem guerra, sem grito, sem culpa. Só com consciência, repetição e vínculo seguro.

Se esse tema ecoa em você, é porque talvez já esteja na hora de reposicionar o eixo emocional da sua casa.

Comece não exigindo mais de si. Mas compreendendo o que cada um realmente precisa para se sentir seguro.

Esses post é para todos os formatos de família, tem muita mãe casada-solo.

Se você se cansa de ver pacientes travando na terapia mesmo ‘entendendo’ o trauma...Essa masterclass pode ser o divisor ...
01/07/2025

Se você se cansa de ver pacientes travando na terapia mesmo ‘entendendo’ o trauma...

Essa masterclass pode ser o divisor de águas que faltava na sua clínica.

Não é mais um curso teórico.
É o método comprovado que eu uso para:

✔️ Acessar memórias traumáticas pelo corpo, não só pela fala
✔️ Reduzir retraumatizações com técnicas não invasivas
✔️ Transformar sessões em processos de cura real, com neurociência, afeto e respiração consciente.

E o melhor? Você sai com protocolos práticos para usar já no próximo atendimento.

👉 Deslize para o lado e descubra como lotar sua agenda com pacientes que evoluem de verdade.

Você já percebeu como a gente tenta controlar tudo ao redor?Quer que tudo saia do nosso jeito, que o outro entenda o que...
24/05/2025

Você já percebeu como a gente tenta controlar tudo ao redor?

Quer que tudo saia do nosso jeito, que o outro entenda o que sentimos, que o mundo funcione na nossa frequência.

E quando não acontece... a frustração vem. A raiva vem. O medo explode ou nos paralisa.

Mas o que ninguém te contou é:
Esse controle é só um reflexo da dor que você carrega aí dentro.

É o seu corpo tentando sobreviver ao caos emocional que você nunca aprendeu a regular.

Então, me conta:
Quando você perde o controle, o que tá tentando segurar?

Medo de rejeição? Raiva suprimida? Culpa acumulada?

Regular suas emoções não é luxo. É sobrevivência emocional.

Sem isso, você vive no piloto automático, brigando com os outros… mas, no fundo, brigando com sua própria dor.

E aqui vai a verdade mais dura:
Ninguém vai fazer isso por você.

O mundo não vai mudar pra te agradar.
A mudança começa quando você decide pausar, respirar, sentir e escolher um novo caminho.

Esse post é um convite pra você fazer isso agora.

Não amanhã. Agora.

Cada vez que você escolhe se cuidar — seja tomar água, sair no sol, escrever o que sente — você tá ensinando ao seu corpo: “Eu tô segura.”

E aos poucos, você percebe:

Não é o mundo que precisa mudar.
É você que aprende a se regular.

Agora me conta:

Qual emoção mais te tira do eixo?
E qual vai ser o seu primeiro gesto de autocuidado depois de ler esse post?

Ah, e um lembrete:
Se tornar quem você é de verdade acontece um passo de cada vez... mas sozinha, o caminho pode ser bem mais difícil.

No meu Grupo Terapêutico Online de Reprogramação Emocional, você aprende a dar esses passos com suporte, clareza e um caminho estruturado.

Você não precisa mais viver presa em ciclos de dor, ansiedade ou raiva descontrolada.

Tá na hora de escolher diferente.

➡ Comenta “Quero” aqui ou me chama no direct pra saber como entrar.

⚠ As vagas são limitadas. Vai deixar pra amanhã o começo da sua transformação?

Aprender a ser forte cedo demais tem um preço. E ele pode ser alto.Durante 20 anos como psicóloga, neurocientista e form...
27/04/2025

Aprender a ser forte cedo demais tem um preço. E ele pode ser alto.

Durante 20 anos como psicóloga, neurocientista e formadora de terapeutas, vi — incontáveis vezes — o mesmo padrão se repetir:

Adultos que conseguem funcionar no mundo exterior, mas vivem exaustos internamente.

Muitos f**am entre a supressão emocional total e a explosão. O caminho do meio se tornando cada vez mais distante.

Pessoas que aprenderam a suportar tudo… menos a si mesmas.

Não por fraqueza.
Mas porque, desde muito cedo, precisaram sobreviver emocionalmente em ambientes onde sentir era perigoso, onde ser vulnerável não era seguro.

Segundo Gabor Maté, a supressão crônica das emoções é uma resposta adaptativa para preservar conexões — mas mais tarde, cobra um alto preço em forma de doenças físicas, ansiedade, depressão e bloqueios relacionais.

Stephen Porges, através da Teoria Polivagal, mostrou que o sistema nervoso moldado pelo medo perde a capacidade natural de relaxar, confiar e pertencer.

E Daniel Siegel nos lembra que sem vínculos seguros, nossa capacidade de viver plenamente f**a comprometida.

Nenhuma transformação profunda acontece no isolamento.
No grupo, encontramos espelhos, força, acolhimento — e a coragem para ir além do que achávamos possível.

Por isso nasceu o Grupo Terapêutico de Regulação Emocional e Reprogramação que estou conduzindo.
Uma jornada construída com base em neurociência, mindfulness e práticas de cura emocional.

Aqui, você não vai ouvir frases prontas nem fórmulas mágicas.
Aqui, você será visto, escutado, respeitado — no seu tempo e no seu processo.

Não é preciso forçar a cura.
É preciso criar o ambiente certo para que ela aconteça.

Quando um grupo de pessoas se reúne com a intenção de crescer, curar e transformar suas vidas, a energia não soma — ela multiplica.
O que parecia impossível sozinho se torna real no campo da conexão verdadeira.

Se você sentiu que essa mensagem fala com você, saiba:

As inscrições para o novo ciclo do Grupo Terapêutico estão abertas.

📍Presencial em Curitiba e on line.

Me chama no direct ou clique no link da bio para saber mais.

Você merece mais do que sobreviver.

Hoje vivi algo que me lembrou por que escolhi esse caminho.Recebi uma aluna da minha formação em Neurociência, Mindfulne...
17/04/2025

Hoje vivi algo que me lembrou por que escolhi esse caminho.

Recebi uma aluna da minha formação em Neurociência, Mindfulness e Inteligência do Coração para um atendimento presencial aqui em Curitiba — e o que aconteceu ali vai além da técnica.

Falamos de corpo, falamos de mente...
Mas também silenciamos. Respiramos. Sentimos.

A ciência tem dito cada vez mais claramente:
A neuroplasticidade permite que o cérebro se reorganize quando vivenciamos novas experiências emocionais com segurança.

💓 O coração, segundo o HeartMath Institute, tem um campo eletromagnético 60x mais potente que o do cérebro — e se regula quando estamos em estados de presença, gratidão e compaixão.

🫁 E o mindfulness, hoje amplamente estudado, ativa áreas como o córtex pré-frontal e desativa o circuito de hiperalerta da amígdala cerebral.

Mas nada disso importa se a gente não se entrega ao encontro humano.

Hoje, senti na energia dela um recomeço.
E no meu, uma confirmação silenciosa:
Estamos fazendo algo que transforma de dentro para fora.

Se você sente que precisa ir além da mente…
Se algo em você pede um espaço onde ciência e alma se encontram…

Talvez essa formação também seja pra você.

💌 Me chama por aqui ou acesse o link da bio pra saber mais sobre a nova turma.

Estamos abrindo novos caminhos e você?

Respirar é a primeira linguagem das emoções. Respiração consciente não é só ar entrando e saindo.É a porta de entrada pa...
12/04/2025

Respirar é a primeira linguagem das emoções.

Respiração consciente não é só ar entrando e saindo.

É a porta de entrada para um mundo interno mais seguro e acolhedor — para crianças e adultos.

Como neurocientista e terapeuta com 20 anos de experiência, vi que:

✅ Quem aprende a respirar com atenção reconhece emoções com mais clareza.
✅ Nomear o que se sente (medo, alegria, frustração) reduz a ansiedade em 60%*.
✅ Crianças que praticam isso criam raízes emocionais mais fortes para a vida.

Mas sei que na prática...

Surgem dúvidas: “Como acolher uma crise de ansiedade?” ou “Por que a birra acontece?”

A teoria é linda, mas faltam ferramentas reais baseadas na ciência.

Você quer ir além do “respire fundo” e entender o como e o porquê.

Por isso, criei o curso “Neurociência do Coração”, onde ensino:

Como a respiração regula o sistema nervoso (com provas científ**as).
Técnicas de mindfulness adaptadas para cada idade.
Psicologia positiva aplicada ao dia a dia (em casa ou na terapia).

Quer transformar a teoria em prática?

➡️ Chama no DM ou acesse link na BIO para garantir sua vaga!

Quando ensinamos adultos e crianças a respirarem, ensinamos a reconectarem-se consigo mesmo — e isso muda tudo.

Precisa começar com os adultos, pois são estes que tem papel insubstituível na regulação emocional de crianças, adolescentes e jovens.

Através da respiração voltamos a nos sentir seguros e protegidos no próprio corpo.

Já sentiu isso através da sua respiração?

Você já fez de tudo… mas seu filho ainda carrega aquele comportamento?Talvez a questão não seja o que ele faz, mas o que...
05/04/2025

Você já fez de tudo… mas seu filho ainda carrega aquele comportamento?

Talvez a questão não seja o que ele faz, mas o que ele sente – e que ninguém está ouvindo de verdade. Concorda?

🧠 O cérebro da criança está em formação, e ele é moldado pelas experiências que ela vive todos os dias.
Mas o que mais impacta esse desenvolvimento…
É a forma como os adultos se relacionam com ela.

Sim.

A maneira como você se comunica, reage, se conecta ou se desconecta…
Organiza — ou desorganiza — o mundo interno do seu filho.

Como explica a ciência, nas palavras de Maia Szalavitz e do psiquiatra infantil Bruce Perry:

“Nós nascemos para o amor…
Mas os presentes da nossa biologia são potenciais, não garantias.”

🌱 Em outras palavras:
A empatia, o afeto e a autorregulação precisam ser regados com experiências constantes de segurança emocional.

Sem isso, a criança cresce sem chão.
E passa a expressar no corpo e no comportamento o que não consegue traduzir com palavras.

Por isso levar à terapia, à fono, à psicopedagoga…
Pode não ser suficiente — se a família e a escola forem ignoradas no processo.

👉 Meu programa terapêutico une psicoterapia infantil com orientação familiar e apoio escolar.

É um caminho com início, meio e fim, construído a partir da neurociência, da psicologia positiva, da educação emocional e de 20 anos de experiência formando terapeutas e atendendo famílias.

Além de integrar os ensinamentos na prática e nos cursos que ministro, me aprofundo constantemente com os estudos mais modernos dos mestres da psicologia e neurociência contemporânea — como Gabor Maté, Bessel van der Kolk, Martin Seligman, Gordon Neufeld, Alice Mueller, John Bowlby, entre outros.

💬 Me chama no direct se você sente que é hora de dar um passo diferente.

Ou clica no link da bio pra conhecer o programa completo.

Pare e pense:Um post de 5 segundos não vai resolver questões que levam anos para serem compreendidas, integradas, desart...
15/02/2025

Pare e pense:

Um post de 5 segundos não vai resolver questões que levam anos para serem compreendidas, integradas, desarticuladas.

Um conselho genérico não leva em conta sua história, suas dores e suas necessidades, e passa longe de considerar condições sociais, políticas, culturais, estruturais e tudo o mais que foge a esfera do “individual e privado”.

Um pseudo especialista não tem as ferramentas para te ajudar de verdade., ele tem um esteira de produtos para te vender.

Não caia na armadilha do conteúdo raso. Saúde mental exige cuidado, não likes. 💙

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Ser feliz e viver em abundância é possível sim!

Eu ajudo pessoas a transformarem seus relacionamentos e suas carreiras de maneira amorosa, por inteiro, com os olhos da alma.