Alcimone Vidal Psicóloga

Alcimone Vidal Psicóloga Psicóloga na abordagem Psicologia Analítica de C.G.JUNG. Foco Relacionamentos e Autoestima.

26/01/2026

cinema, muitas vezes, nos oferece mais do que entretenimento.
Ele abre espaço para pensar vínculos, histórias familiares, repetições emocionais e dores que atravessam gerações.

No filme “Valor Sentimental”, somos convidados a olhar para relações marcadas por ausência, ambivalência afetiva, lealdades invisíveis e tentativas — nem sempre conscientes — de reparar feridas antigas.

Em nossa conversa, partimos do filme para refletir sobre temas como:
• vínculos familiares complexos
• heranças emocionais
• culpa, abandono e repetição
• o impacto da história dos pais na vida dos filhos
• e a importância de nomear o que dói para que algo possa, de fato, ser elaborado

Quando não olhamos para nossa história, corremos o risco de repeti-la.
Quando conseguimos compreendê-la, abrimos espaço para escolhas mais conscientes.

🎬 Conteúdo em collab com
Psicologia e cinema como ferramentas de reflexão, cuidado e escuta.

24/01/2026

Na depressão bipolar, a dor nem sempre aparece como tristeza intensa ou choro constante.
Muitas vezes, ela se manifesta como esvaziamento, lentif**ação e perda de vitalidade psíquica.

O mundo segue acontecendo, as demandas continuam, o telefone toca —
mas a pessoa não consegue responder emocionalmente a nada disso.

Isso acontece porque a depressão bipolar envolve alterações neurobiológicas que afetam energia, motivação, prazer e capacidade de engajamento com a vida.
Não é preguiça, falta de esforço ou desinteresse.
É um estado real de desregulação do humor.

Por fora, tudo parece igual.
Por dentro, a pessoa sente como se estivesse desligada de si mesma.

Reconhecer esse tipo de sofrimento é essencial para evitar julgamentos, atrasos no diagnóstico e tratamentos inadequados.
Com acompanhamento psiquiátrico e psicoterapêutico, é possível recuperar estabilidade, vitalidade e qualidade de vida.

🎥 Conteúdo educativo sobre depressão bipolar.

22/01/2026

Tratar o transtorno bipolar é um ato de cuidado com a própria vida.
Não se trata de “mudar quem você é”, mas de recuperar estabilidade, clareza e autonomia para viver com mais segurança emocional.
Sem tratamento, as oscilações de humor tendem a se intensif**ar, impactando vínculos, trabalho, decisões e a forma como a pessoa se percebe.
Com acompanhamento adequado, é possível construir uma vida com mais equilíbrio, previsibilidade e qualidade.
O tratamento não apaga a história — ele oferece sustentação para seguir vivendo com mais consciência e cuidado.

🎥 Conteúdo inspirado em | Instituto Caio Fontes

💬 Para você, o tratamento mudou o quê na sua forma de viver a bipolaridade?

UM DIÁLOGO SOBRE SOLIDÃO EMOCIONALA solidão não se resume à ausência de pessoas.Ela aparece, muitas vezes, quando falta ...
21/01/2026

UM DIÁLOGO SOBRE SOLIDÃO EMOCIONAL

A solidão não se resume à ausência de pessoas.
Ela aparece, muitas vezes, quando falta conexão emocional, escuta genuína e espaço para ser quem se é — mesmo estando acompanhado.

A solidão emocional pode estar presente em relações, famílias, ambientes de trabalho e até em vínculos que parecem estáveis por fora, mas que não sustentam acolhimento por dentro. Ela atravessa histórias, adoece silenciosamente e impacta diretamente a saúde mental.

Nesta live, vou conversar com (CRP 05-24240) sobre:
• o que é solidão emocional
• como ela se constrói nas relações
• seus efeitos psicológicos
• e caminhos possíveis de cuidado, vínculo e reconexão

Um encontro para refletir, escutar e ampliar a compreensão sobre um tema profundo, atual e necessário.

🗓 23 de janeiro de 2026
🕗 20h
📍 Ao vivo no perfil

Esperamos você para esse diálogo sensível e transformador. 🤍

21/01/2026

Na bipolaridade, a explosão raramente surge do nada.
Ela costuma ser o ponto final de um acúmulo que não foi visto, nomeado ou acolhido a tempo.

Antes do surto, existem sinais silenciosos: pensamentos acelerados, sobrecarga emocional, esforço constante para se controlar e silêncios mantidos para não gerar conflito.
Quando o sistema de regulação do humor entra em colapso, a reação acontece antes da consciência conseguir intervir.

Isso não é falta de caráter, nem escolha deliberada.
É desregulação neurobiológica associada ao transtorno bipolar.

Depois que o episódio passa, muitas pessoas não lidam apenas com as consequências externas, mas com uma culpa intensa, ruminativa e dolorosa — que frequentemente leva ao isolamento.

Com tratamento adequado, acompanhamento psicológico e leitura precoce dos sinais de ativação, é possível reduzir a frequência, a intensidade e o impacto desses episódios.

🎥 Conteúdo inspirado em vídeo de
Créditos à profissional pelo material original.

20/01/2026

Existe uma parte da bipolaridade que quase não aparece para quem olha de fora.
Não está nas crises visíveis, nem nas oscilações que costumam ser julgadas.

Ela aparece no silêncio.

No momento em que falta energia para explicar o que se sente.
Quando pedir ajuda parece pesado demais.
Quando a pessoa não está em crise, mas também não está bem.

Nesse estado, o silêncio não é indiferença nem força excessiva.
É uma forma de sobrevivência emocional diante de um sistema nervoso exausto, tentando se reorganizar.

A pessoa bipolar segue existindo enquanto o mundo exige estabilidade, produtividade e respostas claras — mesmo quando, por dentro, tudo está confuso demais para ser colocado em palavras.

É importante entender:
👉 silenciar não signif**a não precisar de apoio
👉 isolar-se nem sempre é rejeição, mas autoproteção
👉 resistir sozinho cobra um preço alto ao longo do tempo

A psicoterapia não elimina o transtorno bipolar,
mas ajuda a reconhecer esses estados silenciosos antes que virem isolamento profundo, culpa ou colapso emocional.

Cuidar também é aprender a não atravessar esses ciclos sem escuta.

🎥 Remix inspirado em conteúdo de
Créditos à criadora original pelo olhar sensível e clínico sobre a bipolaridade.

19/01/2026

No filme Valor Sentimental, f**a claro como o sofrimento de um atravessa toda a família.
O uso do álcool, as ausências e a tentativa de “f**ar apesar de tudo” carregam histórias que vêm de muito antes.

Cada filho sente de um jeito.
Por isso, o cuidado também precisa ser singular.

Olhar para a própria história não é culpar — é interromper ciclos.
O que não é elaborado se repete. O que é reconhecido pode ser transformado.

18/01/2026

Na bipolaridade, a exaustão mental não é apenas cansaço.
Ela é resultado de um cérebro que passou tempo demais em ativação, em alerta, em esforço constante para se regular.

Depois de episódios de mania, hipomania ou longos períodos de instabilidade, pode surgir um esgotamento profundo:
dificuldade de sentir prazer, lentif**ação emocional, sensação de vazio e a percepção de “não se reconhecer mais”.

Essa exaustão pode dar a impressão de que a identidade foi apagada.
Mas não foi.

O que está acontecendo é um colapso temporário da energia psíquica, não a perda de quem a pessoa é.
Com tratamento adequado, regulação do sono, acompanhamento terapêutico e tempo, a vitalidade emocional pode ser reconstruída.

A bipolaridade não apaga quem você é.
Ela exige cuidado contínuo para que você não precise se perder tentando sobreviver aos extremos.

🎥 Remix com conteúdo de
Créditos ao material original.

✨ LIVE ESPECIAL | 16 de janeiro | 20h ✨O corpo da mulher carrega história.Carrega marcas, memórias, silêncios, forças e ...
16/01/2026

✨ LIVE ESPECIAL | 16 de janeiro | 20h ✨

O corpo da mulher carrega história.
Carrega marcas, memórias, silêncios, forças e resistências.
Ele é território de vulnerabilidade — e também de potência.

Nesta conversa especial, vamos refletir sobre corpo, psique, identidade e história feminina, compreendendo como nossas experiências se inscrevem no corpo e influenciam a forma como nos relacionamos com nós mesmas e com o mundo.

Uma live para acolher, escutar, reconhecer e ressignif**ar.
Uma conversa necessária sobre ser mulher, habitar o próprio corpo e reconectar-se com a própria essência.

🗓 16 de janeiro
⏰ 20h
🎙 Com .fernandafaour
📍 Ao vivo no Instagram

Esperamos você para esse encontro de escuta, consciência e cuidado. 💛


Alcimone Vidal | Instituto Psique Vida & Saúde

14/01/2026

Muitas pessoas com transtorno bipolar não se calam por falta de consciência, nem por não saberem o que sentem.
Elas se calam porque já tentaram explicar… e não foram escutadas.
Foram julgadas, invalidadas, apressadas, reduzidas a rótulos.

Com o tempo, o silêncio passa a ser uma forma de proteção emocional.
É menos doloroso engolir o que sente do que se expor e ser mal interpretado.
É mais seguro se fechar do que precisar se justif**ar o tempo todo.

O problema é que esse silêncio não cura.
Ele acumula.
Vira cansaço, isolamento, culpa, apatia… ou explosão.

A bipolaridade não dói apenas nos episódios.
Ela dói na tentativa constante de ser compreendido em um mundo que escuta pouco e julga rápido.

Por isso, falar em um espaço seguro não é fraqueza.
É cuidado.
É parte do tratamento.
É parte da preservação da identidade.

Você não precisa se traduzir o tempo todo.
Você precisa ser escutado.

— Alcimone Vidal
Psicóloga | Transtornos do Humor

🎥 Conteúdo inspirado em
Créditos e respeito ao trabalho original.

11/01/2026

⚠️Importante

Endereço

Rua MARQUÊS DE ABRANTES, 170, SALA 905
Flamengo
22230061

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