19/01/2026
Coragem para nomear!
Na empresa familiar, o medo raramente se mostra de forma explícita.
Ele aparece no silêncio, no controle excessivo, nos conflitos evitados e nas decisões adiadas.
Medo de decepcionar, de perder espaço, afeto ou pertencimento.
Medo de falar sobre sucessão, poder, dinheiro e finitude.
Quando não reconhecido, o medo passa a governar — e empresas familiares adoecem mais pelo que não é dito do que pela falta de lucro.
Esse medo nasce do vínculo, da história e do amor envolvidos.
Sentir medo não é o problema. O risco está em permitir que ele decida sozinho.
Governar uma empresa familiar exige coragem emocional:
coragem para nomear, diferenciar papéis e amadurecer relações.
Famílias empresárias saudáveis não são as que não sentem medo,
mas as que o transformam em consciência — para que o legado possa seguir.
Vanuza Ferraz 🖋️👩🏻 💼