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Uma rolagem rápida. Uma comparação com a vida perfeita de alguém. Uma crítica velada. Uma notícia impactante. E, de repe...
20/11/2025

Uma rolagem rápida. Uma comparação com a vida perfeita de alguém. Uma crítica velada. Uma notícia impactante. E, de repente, o seu humor já não é mais o mesmo. As redes sociais têm esse poder: em segundos, alteram a forma como você se sente.

Isso acontece porque o cérebro é sensível a estímulos de recompensa e ameaça. Cada like, cada notificação, cada imagem pode ativar emoções intensas. Só que esse ciclo de dopamina é passageiro, deixando uma sensação de vazio e de insatisfação constante.

18/11/2025

Muitas vezes acreditamos que só grandes conquistas merecem reconhecimento. Mas são os pequenos passos, quase invisíveis, que constroem os caminhos mais significativos. Ao ignorar essas vitórias cotidianas, aumentamos a autocrítica e diminuímos nossa autoestima. Ao contrário, quando aprendemos a valorizá-las, fortalecemos a esperança, a motivação e o cuidado consigo mesmo.

Amizades são espaços de troca, de cuidado e de pertencimento. Mas nem sempre é assim. Às vezes, o que deveria nutrir aca...
14/11/2025

Amizades são espaços de troca, de cuidado e de pertencimento. Mas nem sempre é assim. Às vezes, o que deveria nutrir acaba drenando: críticas constantes, comparações veladas, chantagens emocionais ou ausência de apoio quando você mais precisa.

Pode ser doloroso admitir que uma amizade já não traz leveza, mas sim desgaste. O medo de decepcionar, de parecer ingrato ou de ficar sozinho muitas vezes nos prende a vínculos que já perderam sentido.

Reconhecer esses sinais não significa desistir do outro, mas se respeitar. Na psicoterapia, você encontra acolhimento para entender esses limites, aprender a se posicionar sem culpa e, sobretudo, lembrar que amizade verdadeira é aquela que fortalece, não que enfraquece.

Vivemos em um fluxo ininterrupto de informações: tragédias, crises, catástrofes… tudo chega em tempo real. Nosso cérebro...
11/11/2025

Vivemos em um fluxo ininterrupto de informações: tragédias, crises, catástrofes… tudo chega em tempo real. Nosso cérebro, porém, não foi feito para lidar com essa enxurrada de estímulos emocionais tão intensos e constantes.

O resultado? Ansiedade, insônia, sensação de impotência e até desesperança diante do futuro. Estar sempre exposto às notícias ruins pode criar a impressão de que o mundo é apenas dor, e isso impacta diretamente nosso bem-estar.

Informar-se é importante, mas também é um ato de cuidado estabelecer limites: filtrar fontes, fazer pausas, escolher quando e quanto consumir. Na terapia, você pode aprender estratégias para equilibrar a necessidade de estar informado com a preservação da sua saúde mental. Afinal, cuidar de si também é resistência.

Vivemos tempos de conexões rápidas, descartáveis, marcadas pela pressa e pela superficialidade. Relações que começam int...
07/11/2025

Vivemos tempos de conexões rápidas, descartáveis, marcadas pela pressa e pela superficialidade. Relações que começam intensas e logo se desfazem, deixando a sensação de vazio e instabilidade. Esse cenário é chamado de “liquidez” dos vínculos: relações frágeis, frágeis porque têm medo da profundidade, medo do compromisso, medo do silêncio. O problema é que vínculos frágeis não alimentam, apenas esgotam.

Na terapia, é possível compreender as raízes desse padrão, resgatar o valor do encontro verdadeiro e aprender a construir laços mais sólidos. Relações saudáveis não escorrem pelas mãos, elas permanecem, mesmo nas imperfeições.

04/11/2025

Vivemos em uma era em que cada minuto traz um fluxo de notificações, mensagens e notícias. Nosso cérebro, no entanto, não foi programado para lidar com tamanha avalanche de estímulos. Esse excesso gera sobrecarga mental, dificultando a concentração, afetando o humor e até prejudicando o sono. O resultado? Um cansaço constante, que não é físico, mas informacional.

Vivemos conectados o tempo todo, acompanhando a vida dos outros em tempo real. Entre viagens, conquistas e sorrisos perf...
31/10/2025

Vivemos conectados o tempo todo, acompanhando a vida dos outros em tempo real. Entre viagens, conquistas e sorrisos perfeitos, surge a sensação de que estamos sempre atrasados ou fazendo menos.

Esse fenômeno tem nome: FOMO (Fear of Missing Out). É o medo de ficar de fora, de não aproveitar como os outros, de estar “perdendo a vida”. Mas essa comparação constante gera ansiedade, insatisfação e até depressão, pois nos afasta da nossa própria experiência.

Na terapia, é possível ressignificar esse olhar, reconhecer o que é genuíno em você e cultivar presença no aqui e agora. A vida não acontece na tela, acontece no seu tempo, no seu ritmo e nos seus próprios passos.

Muitos de nós crescemos ouvindo que sentir raiva é errado. Aprendemos a reprimir, esconder ou transformar em culpa o que...
28/10/2025

Muitos de nós crescemos ouvindo que sentir raiva é errado. Aprendemos a reprimir, esconder ou transformar em culpa o que, na verdade, é uma emoção humana e necessária. A raiva é um sinal: mostra limites ultrapassados, injustiças vividas, necessidades não atendidas. Quando negada, ela pode se transformar em explosões, somatizações ou até mesmo em tristeza crônica.

Na psicoterapia, você pode aprender a reconhecer sua raiva, escutá-la e expressá-la de forma saudável. Não se trata de eliminá-la, mas de transformar em consciência e movimento. Sentir raiva não te faz menos humano, te faz inteiro.

24/10/2025

Cuidar da saúde mental não exige grandes mudanças de uma só vez. Pelo contrário: são as pequenas atitudes do dia a dia que, somadas, constroem bem-estar, equilíbrio emocional e qualidade de vida.

Gestos simples como manter uma rotina saudável de sono, reservar momentos para descansar, cultivar conexões afetivas, praticar atividades prazerosas e buscar apoio profissional quando necessário, podem ter um impacto profundo no modo como enfrentamos os desafios da vida.

Essas escolhas cotidianas funcionam como pilares de sustentação para nossa mente, ajudando a reduzir o estresse, aumentar a resiliência e fortalecer a autoestima.

Muitas vezes, aprendemos a reprimir nossas emoções, como se sentir tristeza, raiva ou medo fosse algo negativo. No entan...
17/10/2025

Muitas vezes, aprendemos a reprimir nossas emoções, como se sentir tristeza, raiva ou medo fosse algo negativo. No entanto, todas as emoções têm uma função: nos alertam, nos protegem e nos ajudam a compreender a nós mesmos e ao mundo. Negar sentimentos não faz com que desapareçam; pelo contrário, pode intensificá-los. A psicologia nos ensina a reconhecer, acolher e transformar emoções em aprendizado e autoconhecimento.

Sentir é humano. E permitir-se sentir é um ato de coragem.

O estresse não é apenas um estado mental: ele provoca respostas físicas importantes no organismo. Em pequenas doses, pod...
14/10/2025

O estresse não é apenas um estado mental: ele provoca respostas físicas importantes no organismo. Em pequenas doses, pode até ser benéfico, ajudando a manter o foco e a produtividade. Mas, quando se torna constante, o corpo passa a viver em estado de alerta, liberando hormônios como o cortisol e a adrenalina de forma desregulada.

Esse processo pode gerar consequências sérias, como dores de cabeça frequentes, tensão muscular, alterações no sono, enfraquecimento do sistema imunológico e até problemas cardiovasculares. Além disso, o estresse crônico costuma estar relacionado ao agravamento de quadros de ansiedade e depressão.

Reconhecer os sinais é o primeiro passo. Praticar exercícios físicos, investir em momentos de relaxamento, manter uma alimentação equilibrada e buscar apoio psicológico são estratégias que ajudam a reduzir os impactos do estresse e devolver equilíbrio ao corpo e à mente.

Nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, nunca nos sentimos tão sozinhos. A solidão é considerada hoje um dos m...
07/10/2025

Nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, nunca nos sentimos tão sozinhos. A solidão é considerada hoje um dos maiores desafios de saúde pública, com impactos profundos na saúde física e mental. O isolamento emocional pode aumentar o risco de depressão, ansiedade e até doenças cardíacas. Mas há formas de enfrentar esse vazio: cultivar vínculos reais, buscar espaços de pertencimento e, quando necessário, contar com o apoio profissional.

Pertencer é mais do que estar junto, é sentir-se visto e valorizado.

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