10/08/2025
A ausência do meu pai é uma presença silenciosa que me acompanha todos os dias. Ela não grita, mas aperta o peito em lembranças, cheiros e vozes que o tempo não apagou. Foi ele quem me ensinou, com gestos simples e palavras firmes, o que é o amor de um pai — aquele que não mede esforços, que se doa inteiro, que permanece mesmo quando já não está.
Carrego nele o exemplo de força, caráter e amor que moldaram quem sou. E, de alguma forma, vejo um pouco dele todos os dias… no homem que caminha ao meu lado.
Hoje, vejo meu marido com nossas filhas, e A ausência do meu pai é uma presença silenciosa que me acompanha todos os dias. Ela não grita, mas aperta o peito em lembranças, cheiros e vozes que o tempo não apagou. Foi ele quem me ensinou, com gestos simples e palavras firmes, o que é o amor de um pai — aquele que não mede esforços, que se doa inteiro, que permanece mesmo quando já não está.
Carrego nele o exemplo de força, caráter e amor que moldaram quem sou. E, de alguma forma, vejo um pouco dele todos os dias… no homem que caminha ao meu lado. percebo que essa herança não se perdeu. O jeito como ele as protege, como acredita nelas, como se coloca como porto seguro, me lembra que a vida tem uma forma curiosa de devolver o que um dia nos foi tirado.
Minhas meninas o olham com admiração pura — a mesma que um dia brilhou nos meus olhos pelo meu pai. E assim entendo que o amor de pai nunca desaparece… ele atravessa gerações, muda de rosto, mas carrega a mesma essência.
A saudade continua sendo minha, mas a presença, essa, é toda delas. Entre a memória que me abraça e a vida que se constrói diante de mim, descubro que o amor de um pai nunca se perde… ele apenas se transforma e continua.