10/12/2025
Você já segurou o sensor e pensou: “Será que fiz certo?” (não tá sozinho). Pequenos deslizes na manipulação de equipamentos digitais viram retrabalhos, repeat scans e perda de confiança do dentista e do paciente.
Aqui vai um guia direto e prático para evitar isso. 😉
Na radiologia odontológica, erro não é só técnica: é custo, tempo e reputação. Os problemas mais comuns que vemos em clínicas: posicionamento impreciso do sensor, falta de verificação do ângulo do feixe, limpeza inadequada do acesso ao campo e ajustes de exposição feitos no automático sem checagem. Cada um desses pontos compromete diagnóstico, planejamento e pior, segurança do paciente.
Surpresa: nem sempre o culpado é o operador. Muitas vezes o equipamento está compatível, mas a rotina é que falha, sem checklist antes do exame, mesmo profissionais experientes erram. E o pior: repetir imagem vira rotina aceita. Não precisa ser assim.
Resolva hoje com esse mini-check antes de cada exame:
1. Confirme identidade e indicação do exame.
2. Posicione o sensor com referência anatômica visível.
3. Verifique ângulo do feixe com gabarito (ou régua de posicionamento).
4. Teste exposição em modo manual rápido (se disponível).
5. Proteja e informe o paciente, redução de movimento = melhor imagem.
6. Limpeza e desinfecção do sensor entre pacientes.
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Qual é seu maior desafio hoje: posicionamento do sensor ❓ ou parâmetros de exposição ❓
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