25/01/2026
25 de janeiro de 2026.
Ainda não tinha publicado sobre esse dia. Talvez eu não quisesse me despedir, talvez estivesse ocupado com outras coisas ou… enfim.
2025 foi o ano em que, pela primeira vez, comecei a me identif**ar como artista, artista circense e, talvez, de outras coisas mais. Sempre fui plural, sempre fiz de tudo. O corpo sempre foi um meio de expressão, um meio de comunicação com o mundo interno e externo. Desde 2024 estou de volta ao circo, depois de uma vivência ainda na infância, e agora, em 2026, teoricamente vou ter que me despedir. Não queria, não quero, mas tudo indica que f**arei um tempo longe dessa forma de expressar a vida, as inquietações, o amor, a arte, a política.
Talvez seja um ano de despedidas: de amigos, de pessoas com uma paixão em comum… mas talvez não também. Às vezes sou fatalista demais, dramático demais, demais… Talvez por isso eu precise tanto da arte, do movimento, dessas maneiras de expressar sentimentos extremos.
A apresentação de 2025 foi intensa. Foi uma construção incrível, cheia de signif**ado, e só tenho a agradecer a esse grupo que formamos: Lanny ,Lucas e Jenny. Vocês foram incríveis. Agradeço por toda a paciência, pela coragem e por seguirmos juntos, conseguindo fazer algo tão bonito e potente.
Agradeço também a todos que fizeram esse espetáculo de 2025 ser, de fato, um espetáculo. Tudo que é coletivo, árduo e complexo tende ao conflito, mas quando seguimos firmes, ouvindo e sendo um COLETIVO, conseguimos criar e fazer acontecer aquilo em que acreditamos.
Um abraço a todos e até a próxima oportunidade!
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