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Clim - Maternidade Clim Hospital e Maternidade A CLIM Hospital e Maternidade tem a honra em atender você e sua família. Sua experiência materna em boas mãos.

Trabalhamos para acolher com conforto, comodidade, precisão e respeito a chegada de sua VIDA ! Sua família merece um ambiente seguro, que atenda suas necessidades.

Desenvolvimento do bebê - 1 a 3 semanas de gestaçãoO primeiro dia da gravidez é considerado o primeiro dia da última men...
09/12/2015

Desenvolvimento do bebê - 1 a 3 semanas de gestação

O primeiro dia da gravidez é considerado o primeiro dia da última menstruação porque a maior parte das mulheres não consegue saber com certeza quando foi o seu dia mais fértil, nem é possível saber quando ocorreu a concepção já que o espermatozoide pode sobreviver até 7 dias dentro do corpo da mulher.

A partir do momento da concepção, o corpo da mulher irá passar por inúmeras transformações e nestas primeiras semanas de gravidez o endométrio engrossa para formar o ninho para o bebê se desenvolver.

Desenvolvimento do bebê entre as 1 a 3 semanas de gestação

Após a concepção, o embrião em desenvolvimento envia uma mensagem à hipófise da sua existência, através do hormônio Beta HCG, reprimindo a próxima menstruação e mantendo os níveis de progesterona elevados durante toda a gestação.

Durante estas 3 primeiras semanas o embrião comporta-se de forma independente da mãe, porque ainda não existe placenta, no entanto, ele depende totalmente da mãe para receber os nutrientes e o abrigo necessário para se desenvolver. A partir da décima segunda semana de gestação, a placenta irá se desenvolver e irá fornecer o oxigênio e todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê.

Tamanho do bebê com 1 a 3 semanas de gestação

O embrião ainda é muito pequeno, pesando apenas 1g, sendo menor que a cabeça de um alfinete.

Alterações na mulher com 1 a 3 semanas de gestação

Nas 3 primeiras semanas de gestação o corpo da mulher começa a se adaptar para gerar um bebê. Após a entrada do espermatozoide no óvulo, momento chamado de concepção, as células do pai e da mãe juntam-se formando um novo emaranhado de células, que dentro de cerca de 280 dias, irá se transformar num bebê.

Fonte: Tua Saúde

Quando o bebê se torna independenteDe repente a criança percebe que pode tomar decisões e a partir desse momento começa ...
07/12/2015

Quando o bebê se torna independente

De repente a criança percebe que pode tomar decisões e a partir desse momento começa a descobrir um novo mundo

Uma vez que seu bebê perceba que consegue vestir as calças sozinho, abrir a porta, ou comer, certamente ele vai insistir para fazer tudo sem a sua ajuda. E, nem sempre, as tentativas serão bem sucedidas, o que pode provocar a frustração do seu filho e atrasar seus horários. Provavelmente, seu bebê vai resistir a qualquer oferta de ajuda.

Você tem que ter em mente que, como qualquer aprendizado, a prática leva à perfeição. Consiga tempo e paciência extra para deixar seu filho aprender. Tente dar dicas ao invés de fazer por ele. Quando ele teimar em escolher as próprias roupas, não seja tão rígida nas combinações malucas mas deixe claro que uma roupa de festa não deve ser usado para brincar no parque, por exemplo. Ajude-o a ter sucesso comprando roupas fáceis de vestir. Opte, por exemplo, por elásticos na cintura ao invés de botões ou zíperes. Nos sapatos, tente velcro no lugar de cadarços.

Enquanto estiver ajudando seu filho a se virar sozinho, lembre-se que esses pequenos e lentos passos servem para construir a autoestima. Ele aprenderá que trabalhar duro é recompensador e que é preciso de várias tentativas mas o sucesso chega. Deixar que a criança faça suas próprias escolhas, seja na roupa ou no que comer de café da manhã, aumenta a capacidade de decisão.

Mas não se preocupe se seu filho vai de acordo com a maré e não demonstra ainda personalidade forte. Crianças têm temperamentos diferentes e isso precisa ser respeitado. Mesmo que ele não peça, dê opções e chances para ele fazer as próprias escolhas e elogie suas decisões. Elogie também quando a criança demonstrar iniciativa. Isso o ajudará a se tornar um adulto mais seguro.

Fonte: Guia do Bebê

06/12/2015
Até que idade é seguro a mulher engravidarNovas técnicas de inseminação prolongam o período reprodutivo femininoJá comen...
04/12/2015

Até que idade é seguro a mulher engravidar

Novas técnicas de inseminação prolongam o período reprodutivo feminino

Já comentamos em nossos artigos as mudanças que ocorreram na vida das mulheres nas últimas décadas. O mercado de trabalho torna o crescimento profissional uma tarefa de dedicação integral. A mulher precisa ser a profissional ideal, a amiga ideal, a companheira ideal. E, se por um lado ela é o suporte da família, por outro se vê obrigada a postergar a gravidez. Além disso, durante esta jornada, nem sempre encontra seu parceiro ideal ou não se sente preparada para ter filhos naquele momento.

Assim, pairam sobre a mulher preocupações constantes sobre a gravidez. As dúvidas são válidas. Sabemos que os óvulos não se multiplicam após o nascimento e seu número só reduz com os anos, até se esgotarem. Portanto, quanto maior a idade, menor a quantidade e pior a qualidade dos óvulos. As perguntas que surgem são: qual o risco de eu não conseguir engravidar? Qual o risco desta gravidez ter problemas?

Apesar de todo avanço na medicina reprodutiva, ainda é difícil responder com total certeza qual o limite seguro para engravidar. Falamos que o ideal é que a mulher engravide antes dos 35 anos de idade, mas isso pode ser cedo para algumas ou tarde para outras. A avaliação específ**a para cada mulher é realizada através de dois parâmetros: a qualidade e a quantidade dos óvulos.

Atualmente, a qualidade dos óvulos é deduzida indiretamente pela idade da mulher. Sabemos que quanto maior a idade, pior a qualidade dos óvulos e, portanto, maior o risco de abortamento e de doenças genéticas. Citamos o exemplo da Síndrome de Down: enquanto mulheres com 30 anos de idade têm risco aproximado de 1/800, mulheres com 40 têm risco de 1/100, ou seja, cerca de oito vezes mais. No entanto, apesar do aumento considerável do risco, devemos lembrar que este é de 1%, ou seja, a chance desta mulher ter um filho sem a Síndrome é de 99%.

O segundo parâmetro que consideramos é a reserva ovariana, ou seja, a quantidade dos óvulos nos ovários da mulher. A avaliação precisa deste número é possível somente através da contagem de todos os óvulos presentes nos ovários. No entanto, este procedimento é inviável, pois teríamos que os retirar e os estudar com microscópio, o que por si só resultaria em perda dos mesmos.

Assim, dentre os exames que temos usado, citamos o hormônio folículo-estimulante (FSH), a avaliação dos ovários por ultrassonografia e o hormônio anti-mülleriano.

O FSH é feito através de coleta de sangue e é o exame mais usado pelos ginecologistas. Ele é produzido por uma pequena glândula próxima ao cérebro e tem a função de estimular o desenvolvimento dos folículos ovarianos, estruturas que contém os óvulos. Desta maneira, quando os ovários passam a ter menos óvulos, a secreção do FSH aumenta. Valores acima de 12 UI/L estão associados a ovários com menor reserva.

A avaliação dos ovários por ultrassom é feita através da contagem dos folículos que iniciaram o seu desenvolvimento. Como cada folículo ovariano contém um óvulo, podemos raciocinar que mulheres que têm mais folículos nos ovários, têm maior reserva de óvulos armazenados.

O último exame, o hormônio anti-mülleriano, é um método novo, ainda pouco utilizado pelos ginecologistas. É realizado através da coleta simples do sangue, em qualquer dia do ciclo menstrual. Como é secretado pelos folículos em desenvolvimento, o raciocínio é semelhante ao do ultrassom. Quanto maior a dosagem do hormônio anti-mülleriano, maior a reserva de óvulos. Como se trata de exame recente, o valor ideal não está completamente definido, mas mulheres com hormônio anti-mülleriano menor do que 1,0 ng/mL apresentam menor chance de engravidar.

Por fim, vale ressaltar que todos estes exames são indiretos, ou seja, nenhum deles avalia diretamente a quantidade de óvulos dentro dos ovários.

Fonte: Minha Vida

Os tipos de alimentos que uma gestante deve consumirA gestante não deve comer por dois, mas consumir pelos dois os nutri...
03/12/2015

Os tipos de alimentos que uma gestante deve consumir

A gestante não deve comer por dois, mas consumir pelos dois os nutrientes essenciais para a saúde da mamãe e do bebê. A palavra-chave é qualidade, não é quantidade.

Há sempre muitas dúvidas em relação à alimentação das mamães que acabam de saber que estão grávidas. Isso é normal, afinal a mãe quer gerar um filho lindo, maravilhoso e saudável. Saiba que não há uma formula mágica de “alimentação para gestante”. Existe sim muitas dicas preciosas para uma alimentação saudável durante toda a gravidez.

Lembrando que cada mamãe tem um organismo e só o seu médico ou um nutricionista poderá recomendar uma dieta específ**a. Portanto, o que vale para a Maria pode não valer para a Fernanda.

Vamos deixar claro que a gravidez não é o momento de comer tudo o que quer e a hora que quiser. A frase “agora tenho que comer por dois porque estou grávida” não é válida. Tá bom, sabemos que a fome aumenta. Se controle, mulher!!

Diria que a melhor frase seria “agora tenho que comer pelos dois”, garantindo assim saúde para a mamãe e completo desenvolvimento do bebê. Geralmente, a mulher deve aumentar a ingestão de apenas 200 calorias após o segundo trimestre.

Durante toda a gravidez, a mulher deve comer a cada três horas. Os especialistas recomendam uma alimentação bastante variada e colorida, incluindo seis porções diárias de pães e cereais, de preferência integrais, cinco de frutas e três a quatro porções de legumes e verduras. Além disso, carnes, leite e derivados, sempre variando para assim obter os mais variados minerais e vitaminas que mamãe e bebê precisam. Não se esquecendo de beber pelo menos dois litros de água por dia.

O primeiro trimestre é marcado por um aumento da frequência cardíaca e volume do sangue da mamãe, fase importante de desenvolvimento de partes vitais do bebê, como o sistema nervoso. Nessa fase, a ingestão de ferro, ácido fólico e líquidos são interessantes. Isso não quer dizer que esses componentes são importantes só nessa fase, eles têm que fazer parte de toda a gestação.

A mamãe tendo uma noção do valor de cada nutriente poderá montar pratos de acordo com o seu paladar e com a etapa da gravidez. Pegue a agendinha e anote alguns exemplos.

FERRO: encontrado em carnes, fígado, ovos, feijão e verduras (espinafre, por exemplo). Para melhor absorção do ferro pelo organismo, consuma na mesma refeição alimentos ricos em vitamina C, como frutas cítricas e tomate, e evite alimentos ricos em cálcio, como leite e seus derivados, que diminuem a absorção.

ÁCIDO FÓLICO: encontrado em vegetais verde escuros (espinafre, couve, brócolis), cereais e frutas cítricas. O cozimento pelo microondas e altas temperaturas destroem o ácido fólico. Prefira cozinhar no v***r. Já a partir do segundo trimestre de gestação, é hora de se reforçar a ingestão de vitaminas C (age na formação do colágeno – pele, vasos sanguíneos, ossos e cartilagem, além de fortalecer o sistema imunológico da mamãe) e B6 (importante para o crescimento e o ganho de peso do feto e a prevenção da depressão pós-parto) e do mineral e magnésio (favorece a formação e o crescimento dos tecidos do corpo).

VITAMINA C: encontrada nas frutas como kiwi, laranja, morango, melão, melancia, mamão, abacaxi e nas hortaliça (brócolis, pimentões, tomate, couve-flor).

B6: encontrada no trigo, milho, fígado, frango, peixe, leite e derivados, leveduras

MAGNÉSIO: encontrada nas nozes, soja, cacau, frutos do mar, cereais integrais, feijões e ervilhas.

O cálcio e a vitamina D devem ser reforçados no terceiro trimestre, já que o bebê começa a esgotar a reserva da mamãe. O bebê precisa para a sua formação óssea (dentes e ossos). Além disso, auxilia na contração muscular e batimentos cardíacos. Já a mamãe precisa para manter as unhas fortes, os dentes sem cáries, evitar gengivite e câimbras, além de ajudar na produção de leite após o parto.

CÁLCIO: encontrado em leites e derivados, bebidas de soja, tofu, gema de ovo e cereais integrais.

VITAMINA D: encontrada em leite enriquecido, manteiga, ovos e fígado. O banho de sol é essencial para que essa vitamina auxilie na fixação do cálcio nos ossos.

Esses não são os únicos nutrientes que mamãe e bebê precisam durante toda a gravidez. Outros importantes são:

CARBOIDRATOS: fornecem energia para a mamãe e para o desenvolvimento do bebê. Os melhores são os integrais: arroz, pães, macarrão e cereais que são absorvidos mais lentamente e por isso saciam mais a mamãe.

PROTEÍNAS: encontradas em carnes, feijão, leite e derivados. São responsáveis por construir, manter e renovar os tecidos de mamãe e bebê.

LIPÍDEOS: são as gorduras que auxiliam na formação do sistema nervoso central do feto. Encontrados mais em carnes, leite e derivados, abacate, azeite e salmão.

VITAMINA A: ajuda no desenvolvimento celular e ósseo e a formação do broto dentário do feto e na imunidade da gestante. É encontrada no leite e derivados, gema de ovo, fígado, laranja, mamão, couve e vegetais amarelos.

NIACINA (VITAMINA B3): transforma a glicose em energia, mantendo a vitalidade das células maternas e fetais e estimula o desenvolvimento cerebral do feto. É encontrada em verduras, legumes, gema de ovo, carne magra, leite e derivados.

TIAMINA (B1): também estimula o metabolismo energético da mamãe. É encontrada em carnes, cereais integrais, frutas, ovos, legumes e leveduras.

Fonte: Guia Do Bebê

Posições para amamentarAo escolher uma posição para dar de mamar, o mais importante é que você esteja confortável e que ...
03/12/2015

Posições para amamentar

Ao escolher uma posição para dar de mamar, o mais importante é que você esteja confortável e que o bebê alcance o seio com facilidade.

Uma boa posição para amamentar é aquela que facilita a colocação do bebê junto ao peito e permite uma boa pega.

Para isso, você pode:

deitar e colocar o bebê em posição paralela a seu corpo, elevando ligeiramente a cabecinha dele, para ajudar o leite a descer e não ir para a região do ouvido dele

segurar o bebê no colo em posição transversal, "barriga com barriga", utilizando o braço contrário ao seio em que ele está mamando

segurar o bebê no colo em posição transversal, utilizando o braço do mesmo lado do seio em que ele mama

segurar o bebê passando-o embaixo do seu braço, do mesmo lado do seio em que ele está mamando, sentando de pernas cruzadas na beira da cama ou usando duas cadeiras ou o sofá

colocar o bebê "de cavalinho" em uma das suas coxas, deixando-o de frente para o seio

usar qualquer combinação citada no caso de ter gêmeos e desejar dar de mamar ao mesmo tempo

Tenho mais facilidade de usar uma das mãos para colocar o bebê junto ao seio. O que devo fazer?

Talvez seja então mais fácil, especialmente enquanto aprende a dar de mamar, usar a mesma mão para os dois lados. Isso provavelmente signif**a que você vai colocar o bebê no seu colo na transversal para amamentar de um lado, e passando embaixo do seu braço para o outro -- assim você utilizará o mesmo braço e a mesma mão para esvaziar os dois seios. Isso pode ajudar também no caso de você estar com um dos braços doloridos, como no caso da síndrome do túnel do carpo.
Vale a pena tentar posições diferentes para amamentar?

Caso encontre logo de cara uma posição que funcione bem para você e para o bebê, então não há motivos para mudar. Porém, à medida que o bebê cresce e você também f**a mais experiente, as posições provavelmente vão variar dependendo de onde você está e do que estiver fazendo.

Se você tiver mastite, por exemplo, talvez seja aconselhada por alguém a segurar o bebê de um jeito diferente para amamentar. Isso não quer dizer, contudo, que a simples mudança de posição tenha levado o bebê a "sugar uma parte diferente do seu seio". Todas as áreas da mama são igualmente "sugáveis" desde que o bebê esteja com uma "pega" correta -- o que pode ocorrer em qualquer posição, desde que seja confortável para vocês dois.

Fonte: Baby Center

Direitos que garantem a amamentaçãoConheça seus direitos e garanta a amamentação de seu bebêDa mesma maneira que toda cr...
01/12/2015

Direitos que garantem a amamentação

Conheça seus direitos e garanta a amamentação de seu bebê

Da mesma maneira que toda criança tem o direito ao aleitamento materno, as mães também têm o direito de amamentar seus bebês garantidos por lei. O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que o poder público, as instituições e os empregadores devem oferecer condições adequadas ao aleitamento materno para todas as mulheres. Isso signif**a que as mulheres que trabalham fora têm direito a amamentar seus filhos mesmo nas horas que estão trabalhando.

A lei brasileira sempre garantiu que toda mulher tivesse direito a 120 dias de licença-maternidade a partir do oitavo mês de gestação, sem prejuízo do salário. Recentemente, foi aprovada uma nova lei que estendeu a licença maternidade para 180 dias. A nova regra já está valendo para as servidoras públicas e para empresas privadas que aderiram a um programa de incentivo, mas a maioria das empresas ainda não aderiram e a licença-maternidade continua a ser 120 dias para quem trabalha nessas empresas.

Os procedimentos para solicitar a nova licença de 180 dias são os mesmos. A mãe ou o empregador devem requerer a licença até um mês depois que a criança nascer e o salário não sofrerá alteração. Basta procurar as Agências da Previdência Social, ou solicitar o formulário através da internet, no www.previdencia.gov.br.

A empresa que oferecer o benefício para a funcionária terá benefícios fiscais e poderá pedir a dedução do imposto devido. O empregador não será ressarcido com os dois últimos meses, se negociar o tempo máximo com a sua funcionária. Porém, vai poder abater do Imposto de Renda o total da remuneração integral pago para a gestante neste período. As micro-empresas que fazem parte do Super Simples, programa que isenta alguns impostos, também terão que pagar o salário total da grávida no período adicional.

A OMS, Organização Mundial de Saúde, recomenda o aleitamento materno exclusivo até o bebê completar seis meses. Dessa forma, a nova lei de 180 dias garante que a amamentação não seja interrompida quando a mãe retornar ao trabalho. Enquanto o benefício não vale para todas as trabalhadoras, as mulheres que têm licença de 120 dias devem se organizar para continuar a oferecer leite materno ao bebê. “A mulher deve amamentar o bebê até o dia de voltar a trabalhar, mas precisa se programar e começar a estocar leite um mês antes disso, para poder continuar a oferecer o leite materno quando retomar a vida profissional”, alerta a pediatra Keiko Teruya.

A funcionária que ainda não tem o direito à licença de 180 dias tem o direito de retornar ao trabalho e fazer dois descansos remunerados de meia hora por dia para amamentar o bebê até ele completar seis meses de idade. Os pais adotivos têm os mesmos direitos que os pais biológicos.

Também é determinado por lei que qualquer empresa onde trabalhem 30 mulheres ou mais tenha uma creche ou berçário. Se a empresa não tiver essa opção, a funcionária pode sair do serviço para amamentar seu filho em casa. É possível uma negociação com empresa e transformar os dois descansos de 30 minutos em um intervalo único de 1 hora que poderá ser utilizada para entrar uma hora mais tarde no trabalho ou sair uma hora mais cedo, ou ainda, se for conveniente, estender em uma hora a mais o horário de almoço. Tudo deve ser negociado diretamente entre a mãe e o patrão.

A mulher tem o direito de amamentar seu bebê em qualquer lugar, seja ele público ou privado, em local fechado ou aberto, na presença ou não de outras pessoas, de qualquer idade, de qualquer s**o ou gênero, mesmo que estabelecimento tenha uma área "reservada" para a amamentação. Quem escolhe o local onde o bebê será amamentado é a mãe, não o estabelecimento. Ela não pode ser constrangida ou impedida de tal ato.

A cidade de São Paulo aprovou a lei nº 16.161 de 13 de abril de 2015 que além de deixar claro o direito de amamentar em qualquer que seja o local (público ou privado, aberto ou fechado), estipulou uma multa para quem impedir esse direito. Em 25/11/2015 entrou em vigor no estado do Rio de Janeiro a Lei n.º 7.115/2015 que também garante a amamentação em público sob pena de multa para quem tentar impedir.

Se você deseja amamentar seu filho e está tendo seus direitos restringidos ou negados, denuncie. No caso, dessa violação ser em seu local de trabalho, procure seu sindicato ou Ministério do Trabalho. Se for em algum estabelecimento, faça um boletim de ocorrência, junte testemunhas e procure um advogado. No caso da cidade de São Paulo, você pode denunciar o estabelecimento à prefeitura para que este seja multado.

Fonte: Guia do Bebê

Preparando os filhos para a gravidezIsso não deve parecer surpresa - preparar seu filho para o nascimento de um irmão de...
30/11/2015

Preparando os filhos para a gravidez

Isso não deve parecer surpresa - preparar seu filho para o nascimento de um irmão deve ser feito ANTES da chegada do novo membro da família À medida que a gravidez progride, as crianças podem se perguntar sobre as mudanças no seu corpo.

Deixe seus filhos participarem das discussões sobre como o bebê será cuidado, as coisas que ele vai precisar e onde o bebê vai dormir.

Deixe os irmãos ajudarem na preparação para o novo bebê.

Deixe as crianças ajudarem a fazer as malas para o hospital e pegar as roupas do bebê.

Compre um boneco para o filho mais velho antes de ir para o hospital e incentive-o a alimentá-lo, trocar fraldas e cuidar do bebê.

Assista aulas sobre irmãos com seu filho e visite o hospital com ele antes do parto.

Pense em preparar presentes do novo bebê para que sejam dados aos irmãos mais velhos.

No dia em que levar o bebê para casa, leve a outra criança ao hospital para ajudar.

Quando chegar em casa com o novo bebê:

Passe algum tempo especial todos os dias com os filhos mais velhos.

Incentive seus filhos a ajudarem com o bebê de maneiras apropriadas à idade (cantar para o bebê, auxiliar nas trocas de fraldas, etc.).

Quando houver visita para o bebê, deixe os irmãos mais velhos guiarem a visita.

Deixe eles abrirem os presentes do bebê.

Quando amamentar o bebê, leia uma história para os filhos mais velhos, cante para eles ou apenas aconchegue-os.

Fonte: Vivo Mais Saudável

O que acontece quando você passa a data prevista?Quando a data prevista chegar, você estará mais do que pronta para ter ...
27/11/2015

O que acontece quando você passa a data prevista?

Quando a data prevista chegar, você estará mais do que pronta para ter o seu bebê! A maioria das mulheres tem o bebê em algum momento entre 37 e 42 semanas. De acordo com o American College of Obstetricians and Gynecologists, apenas 5% dos bebês nascem na data de planejada. Aproximadamente 7% dos bebês não nascem até as 42º semana e, quando isso acontece, é chamada de "gestação prolongada".

Por que isso acontece?

A causa mais comum da gestação prolongada é que a sua data prevista foi mal calculada e você realmente não está atrasada, mas na hora certa. Apenas cerca de 2% das gestações são realmente prolongadas. As razões para se ter uma verdadeira gestação prolongada não são claras.

Quais são os riscos?

Se você ainda não sofreu o parto com 42 semanas, há aumento dos riscos para a sua saúde e para a saúde do bebê. À medida que o bebê passa da sua data prevista, a placenta, que é o elo entre você e o bebê, pode parar de funcionar de forma tão ef**az como antes. Isso pode influenciar o oxigênio e os nutrientes que o bebê recebe de você. Conforme o bebê continuar a crescer, a quantidade de líquido amniótico ou água em torno dele pode diminuir. Quando isso acontece, o cordão umbilical pode f**ar comprimido quando o bebê se move ou por contrações uterinas. Isso também pode interferir na capacidade do bebê de receber as quantidades adequadas de nutrientes e oxigênio.

Os maiores riscos para o bebê incluem:

Síndrome de pós-maturidade: Isto refere-se a crianças com características de insuficiência placentária. O bebê terá unhas e cabelos compridos, um corpo alto e magro e a pele enrugada ou apergaminhada.
Aspiração de mecônio: O bebê pode ter uma evacuação em uma quantidade menor de líquido amniótico e, em seguida, inspirar para seus pulmões. Isso pode fazer com que o bebê pegue pneumonia, mas muitas vezes um bebê com mancha de mecônio passa bem.
Macrossomia: O bebê f**a muito grande, e isso faz com que seja mais difícil o parto normal através do canal do parto.
Natimorto: O bebê morre no útero. Natimorto é raro, mas o risco aumenta nas semanas seguintes a sua data prevista.
O aumento dos riscos para a mãe incluem:

Taxas mais altas de lesão perineal: Bebês que nascem após a data prevista tendem a ser maiores, e isso causa maiores traumas à sua parte inferior durante o parto.
Taxas mais altas de cesárea: O sofrimento fetal é mais comum durante o trabalho de parto de uma mulher nas semanas após a data, e isso parece aumentar o risco de cesárea.
O que vai acontecer?

Se você atingir 41 a 42 semanas ou um ponto em que o médico considere que seja importante verif**ar o bem-estar do bebê, existem alguns exames que podem ser feitos. Os exames incluem monitoramento fetal (incluíndo teste de não estresse e perfil biofísico) e ultrassom. Se estes te**es mostrarem que o bebê está ativo e saudável e que o volume do líquido amniótico está normal, o médico pode decidir continuar monitorando em intervalos agendados até que o seu trabalho de parto comece naturalmente.

Se algum dos te**es mostrar que o bebê pode estar tendo problemas, o médico irá decidir se você e o bebê conseguem tolerar o trabalho de parto induzido (trabalho provocado com a ajuda de medicamentos, tanto supositórios vaginais para amadurecer o colo do útero ou medicação IV) ou se o bebê terá que nascer através de umacesárea.

Você estará em contato estreito com o seu médico neste momento e até o seu parto. Se ocorrer algum problema durante o parto, uma cesariana será feita imediatamente.

Embora existam riscos associados à gestação prolongada que podem exigir que o seu bebê obtenha cuidados especiais após o nascimento, a maioria dos bebês pós-termo nascem saudáveis??, sem quaisquer complicações. O monitoramento e os te**es que estão atualmente disponíveis para a gestação prolongada têm ajudado a aumentar a probabilidade de bons resultados.

Fonte: Vivo Mais Saudável

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João Pessoa, PB
58040-000

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