11/02/2026
A armadilha da comparação na sala dos professores. 🚫🏫
Você vê a turma do colega em silêncio absoluto, as atividades criativas no Instagram dele e pensa: “O que estou fazendo de errado?”.
Como psicólogo escolar, eu te digo: talvez nada.
Pela ótica da Análise do Comportamento, quando você se compara, você está cometendo um erro básico: ignorar a história de reforçamento única de cada um. Você está vendo o resultado final do comportamento do outro, mas não vê as variáveis que controlam aquilo:
👉 O perfil específico daquela turma.
👉 Os anos de tentativa e erro que ele teve.
👉 O suporte que ele recebe (ou não) fora da escola.
Tentar replicar o resultado do outro sem ter o mesmo contexto é frustração garantida. É se punir por não atingir um padrão que não foi desenhado para a sua realidade.
O que fazer? Foque na sua própria linha de base. Compare o seu desempenho de hoje com o de ontem. Reforce os seus pequenos progressos com a sua turma.
🧠 Esse é um dos temas centrais que abordo nas minhas palestras pelo Brasil, pois a saúde mental do educador é a base da escola.
Se você precisa blindar a sua mente e focar no seu crescimento profissional, salve este post para ler quando a comparação bater.