rogeria.terapeuta.holistica

rogeria.terapeuta.holistica Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de rogeria.terapeuta.holistica, Pelotas.

Ajudo mulheres que buscam relacionamentos mais saudáveis, com consciência e tarot.
🃏 Leitura sistêmica com tarot
💕Jornada Reconexão Amor
🗝️Mapa Sistêmico 👇
https://linktr.ee/RogeriaNovo_

Dependência emocional não é precisar do outro a qualquer custo.Também não é se anular para manter a relação funcionando....
03/02/2026

Dependência emocional não é precisar do outro a qualquer custo.
Também não é se anular para manter a relação funcionando.

Ela aparece quando o vínculo passa a ser vivido como lugar de cobrança, controle ou teste constante porque existe o medo de perder, de não ser escolhida ou de não ser suficiente.

Na história que compartilhei, o movimento não foi tentar mudar o outro.
Foi sair do lugar da acusação e se posicionar a partir do que se desejava viver naquele encontro.

Isso não garante resposta.
Não garante reciprocidade.
E justamente por isso não é submissão.

Quando alguém consegue investir sem se perder,
falar do que sente sem exigir,
e observar a resposta do outro com mais lucidez,
já não está presa à dependência,
está exercitando vínculo com mais maturidade.

Nem sempre o outro corresponde.
Mas quando isso acontece, a pessoa sabe.
E essa clareza protege mais do que qualquer cobrança.

O início do ano costuma trazer expectativa de mudança.Quando ela não acontece, algo aperta por dentro.Mas repetir tentat...
31/01/2026

O início do ano costuma trazer expectativa de mudança.
Quando ela não acontece, algo aperta por dentro.

Mas repetir tentativas antigas, a partir do mesmo lugar emocional,
raramente produz resultados novos.

Mudança real começa quando há disposição para compreender
os padrões que se repetem,
as dinâmicas invisíveis
e os lugares internos de onde tentamos sustentar a relação.

Esse tipo de entendimento não nasce da pressa,
nem da cobrança,
nem da decisão impulsiva.

Ele nasce quando criamos espaço para olhar com mais profundidade.

Brigas repetidas não indicam, necessariamente, incompatibilidade. Nem mesmo a inexistência de amor. Superamos aqui a ide...
29/01/2026

Brigas repetidas não indicam, necessariamente, incompatibilidade. Nem mesmo a inexistência de amor. Superamos aqui a ideia de que "quem ama..."

Elas costumam sinalizar que algo importante está sendo vivido, mas não elaborado.

Quando a convivência ativa dores antigas,
a conversa deixa de ser um espaço de troca
e passa a ser um lugar de defesa.

Nesses momentos, insistir em falar mais
raramente resolve.

O que faz diferença é compreender
o que está sendo ativado em cada um
e de que lugar emocional essa relação está sendo sustentada.

Sem isso, a repetição continua
mesmo que os temas mudem.

Agora já tens um caminho diferente para transformar de verdade teu vínculo.

Com carinho,
Rogéria Novo

Tomar uma decisão importante exige mais do que coragem.Exige estrutura emocional interna.Estrutura é a capacidade de sus...
25/01/2026

Tomar uma decisão importante exige mais do que coragem.
Exige estrutura emocional interna.

Estrutura é a capacidade de sustentar sentimentos sem precisar agir imediatamente sobre eles.
É conseguir perceber o que está doendo sem transformar a dor, automaticamente, em movimento.

Quando estamos em sofrimento intenso, o sistema interno entra em modo de proteção.
Nesse estado, o foco não é clareza, mas alívio.
E decisões tomadas para aliviar a dor tendem a resolver o sintoma, não a origem.

Por isso, diante da exaustão, da mágoa ou da confusão emocional, decidir nem sempre é o melhor caminho.
Antes, é preciso organizar o que foi se acumulando, reconhecer os limites internos e compreender as dinâmicas que estão em jogo.

Decidir com estrutura não é adiar escolhas.
É permitir que elas nasçam de um lugar mais inteiro, e não apenas do limite do sofrimento.

Muitas pessoas acreditam que, quando tropeçam no meio do caminho, o problema está na falta de foco, disciplina ou força ...
23/01/2026

Muitas pessoas acreditam que, quando tropeçam no meio do caminho, o problema está na falta de foco, disciplina ou força de vontade.
Então tentam ajustar o plano, refazer metas, criar novos roteiros…
Mas seguem caindo nos mesmos pontos.

Isso acontece porque gatilhos não são resolvidos com organização externa.

Um gatilho é uma resposta automática do corpo diante de algo que, em algum momento da tua história, foi vivido como ameaça, rejeição, perda, humilhação ou insegurança.
Ele não nasce no presente. Ele é ativado no presente.

Quando um gatilho dispara, o sistema entra em alerta.
A mente pode até saber o que fazer, mas o corpo reage antes.
E é aí que surgem a procrastinação, a autossabotagem, as reações exageradas, o desânimo repentino ou a vontade de desistir.

Por isso, não basta ter metas claras se, internamente, avançar ativa medo, culpa ou conflitos antigos.
Sem perceber, a pessoa passa a lutar contra si mesma.

Trabalhar os gatilhos não é se tornar frágil ou sensível demais.
É aprender a criar pausa entre o estímulo e a resposta, reconhecer o que foi acionado e separar o que é do agora daquilo que pertence ao passado.

Quando isso acontece, o caminho deixa de ser uma guerra interna.
As metas passam a ser sustentáveis.
E o avanço deixa de custar tanto.

Organização verdadeira começa por dentro.

Se sentes que sempre travas nos mesmos pontos, talvez não seja falta de capacidade, mas um chamado para olhar com mais profundidade para o que teu sistema está tentando proteger.

Quando algo extrapola, é comum surgir a urgência de resolver logo.A sensação é de que, se isso acabar, o desconforto tam...
20/01/2026

Quando algo extrapola, é comum surgir a urgência de resolver logo.
A sensação é de que, se isso acabar, o desconforto também vai acabar.

O problema é que, muitas vezes, tentamos nos livrar dos sintomas sem compreender o que foi se acumulando ao longo do tempo.
E, nesse movimento, podemos acabar nos desfazendo de relações ou de situações que, no fundo, não são as causas únicas do que está doendo.

Em momentos de exaustão, os reais motivos costumam f**ar ocultos, diluídos em outras histórias, misturados a cansaços antigos, frustrações não ditas e dores que não começaram agora.

Por isso, antes de decidir, é importante criar espaço para olhar com mais profundidade.
Não para adiar escolhas, mas para que elas não sejam feitas apenas a partir do limite do corpo e da emoção.

Janeiro costuma ser vivido como um mês de decisões importantes nos relacionamentos.Mas, na maioria das vezes, o que apar...
19/01/2026

Janeiro costuma ser vivido como um mês de decisões importantes nos relacionamentos.
Mas, na maioria das vezes, o que aparece não é algo novo,
mas aquilo que vinha sendo sustentado no automático.

Quando falo em dinâmicas relacionais, estou me referindo aos padrões invisíveis que organizam uma relação:

como cada um reage ao conflito,
quem cede, quem se cala, quem insiste, quem se afasta,
como o afeto é buscado, negado ou cobrado,
e de que forma inseguranças antigas são ativadas no presente.

Sem compreender essas dinâmicas,
as decisões tendem a ser tomadas pela intensidade do momento
ou pela sensação de estagnação
e não pela clareza.

Entender como tu te vinculas,
como regulas emoções dentro da relação
e que padrões estão em jogo
é o que permite decidir com mais consciência
se é hora de transformar a relação
ou se é hora de encerrar um ciclo
sem repetir a mesma história em outro lugar.

Talvez as pessoas não estejam amando menos.Talvez estejam sem saber como se vincular sem sofrer.Depois de tantas relaçõe...
13/01/2026

Talvez as pessoas não estejam amando menos.
Talvez estejam sem saber como se vincular sem sofrer.

Depois de tantas relações tóxicas, muitas aprenderam que sentir é perigoso.
Então escondem o que sentem, controlam a entrega, evitam demonstrar necessidade.

A ideia é se proteger.
Mas o efeito costuma ser outro.

O vínculo não desaparece, mas f**a contido.
E a dor não some, pois ela muda de forma.

Antes, sofria-se tentando sustentar relações que feriam.
Agora, sofre-se em silêncio, evitando sentir, evitando se envolver, evitando depender, evitando expressar.

É uma dor diferente: mais discreta, mais solitária.

Enquanto não aprendermos a ressignif**ar os vínculos,
continuaremos tentando evitar o sofrimento…
e sofrendo exatamente do jeito que queríamos evitar.

Eu trouxe esta reflexão porque, nas últimas semanas,muitas de vocês chegaram até mim em crise de ansiedadeexatamente por...
09/01/2026

Eu trouxe esta reflexão porque, nas últimas semanas,
muitas de vocês chegaram até mim em crise de ansiedade
exatamente por conta das férias ou do recesso de fim de ano.

A frustração é grande.
Esperavam por esse momento e, ainda assim, se sentem estranhas.

Querem descansar, mas o corpo não desliga.
Se sentem pressionadas a se divertir
e, quando têm a oportunidade, a culpa aparece.

Pode até parecer que tem algo de errado contigo,
mas, na maioria das vezes, isso é o reflexo
das crenças que carregas sobre merecimento,
obediência, compromisso e responsabilidade.

Se teu corpo, se teu sistema nervoso
não conseguirem revisar essas verdades,
estarás sempre em estado de alerta,
mesmo quando tudo pede pausa.

E talvez o primeiro descanso possível
seja parar de brigar contigo mesma.

Hoje é 05 de janeiro.E antes de listas, metas ou promessas, eu quero te propor outra coisa.Destravar planos não começa f...
06/01/2026

Hoje é 05 de janeiro.
E antes de listas, metas ou promessas, eu quero te propor outra coisa.

Destravar planos não começa fazendo mais, mas mudando o lugar interno
de onde tu decides, age e insiste.

Esses cinco passos não dicas nem receitas, mas etapas de um processo profundo e transformador.
São a base de processos reais de mudança:
acolher o momento,
acessar o que está por trás,
ampliar a consciência
e assumir um novo lugar com responsabilidade.

Quando isso acontece,
o caminho deixa de exigir tanta força.

Se tu sentes que já tentou de tudo
e mesmo assim algo não anda,
talvez seja hora de olhar de um lugar diferente.

E é com este novo olhar que te auxilio na jornada.
Estarei aguardando teu contato.

Destrave Sistêmico
(clareza antes da ação)

Esses não são “casos de sucesso” no sentido raso da palavra.São processos reais, vividos em ritmos diferentes, com dores...
04/01/2026

Esses não são “casos de sucesso” no sentido raso da palavra.
São processos reais, vividos em ritmos diferentes, com dores diferentes e tempos próprios.

O que todos eles têm em comum é que nenhuma mudança foi imediata
e nenhuma aconteceu sem atravessar etapas bem definidas.

Em cada caso, o trabalho começou por acolher, sem negar sentimentos, sem forçar decisões, sem se culpar...

Acolher a realidade é um dos movimentos mais intensos, pois começamos não só a sair da ilusão do que poderia ser, mas de quem pensamos que somos. Nosso papel, nossas dores reais e como sustentamos, sem perceber, aquilo que nos machuca.

Depois, vem o acesso à raiz do que estava em jogo: os vínculos invisíveis, as lealdades, os medos, as culpas e vergonhas que sustentam a repetição.

Aos poucos, vamos ampliando a consciência sem mágica, mas com focos específicos de clareza que vão iluminando outros pontos internos ainda sombrios.

E só então, cada mulher pode assumir um novo lugar nas relações, na família, na carreira, nas finanças e na própria vida.

Esse é o caminho que sustenta mudanças reais.
Não tem atalhos ou promessas rápidas.
O que tem é presença, responsabilidade e continuidade.

Se tu sentes que já entendeu muita coisa
e mesmo assim a vida continua travada,
talvez o próximo passo não seja tentar mais uma vez,
mas olhar o nó certo para desfazê-lo.

O Destrave Sistêmico é o início desse processo.

Nesses últimos dias, tenho atendido muitas mulheres que chegam com a mesma queixa:Elas estão cansadas e,  principalmente...
30/12/2025

Nesses últimos dias, tenho atendido muitas mulheres que chegam com a mesma queixa:
Elas estão cansadas e, principalmente, decepcionadas consigo mesmas.

Dizem que se esforçaram, que estudaram, que tentaram mudar.
E agora, olhando para o fim do ano, sentem que não tiveram sucesso.
Algumas estão sem esperança.
Outras só querem entender por que, apesar de tudo, a vida não anda.

O que eu vejo não é falta de capacidade.
O que eu vejo são mulheres sustentando lugares antigos.

Lugares aprendidos lá atrás, no sistema familiar.
Ser a que segura, entende e não pode falhar.
A que não pode decepcionar.

Quando esse lugar não é visto, ele se repete em tudo:
no amor, no trabalho, nas amizades, na vida financeira e até na saúde.

E aí o cansaço vira culpa.
A culpa vira frustração.
E a frustração vira essa sensação de “tem algo errado comigo”.

Não existe nada de errado contigo, mas com o lugar que ainda estás ocupando.

Antes de pensar no que tu queres para 2026, vale uma pergunta honesta:
o que tu ainda sustenta que já não te cabe mais?

Isso não é falta de força e sim um bloqueio sistêmico familiar que precisa ser visto e liberado para que possamos ir em busca das nossas metas.

Hoje, sabes que bloqueios ainda te impedem de seguir adiante e atingir tuas metas?

Endereço

Pelotas, RS

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando rogeria.terapeuta.holistica posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram