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✨ Nossa clínica conta com uma equipe de profissionais qualificados, promovendo a prática do atendimento interdisciplinar a todos os públicos, com as mais diversas necessidades terapêuticas.

A compulsão alimentar não está relacionada apenas ao comportamento alimentar, mas é, em muitos casos, uma resposta neuro...
08/12/2025

A compulsão alimentar não está relacionada apenas ao comportamento alimentar, mas é, em muitos casos, uma resposta neuroemocional aos altos níveis de ansiedade, estresse crônico e desregulação emocional.

O consumo alimentar, nesses episódios, ativa circuitos cerebrais ligados à dopamina e à sensação de recompensa, promovendo alívio imediato — porém transitório — seguido, frequentemente, por culpa e intensificação da ansiedade. Esse ciclo reforça o padrão compulsivo.

Por isso, intervenções eficazes não se restringem apenas à alimentação. O cuidado com a saúde emocional é indispensável para a regulação do comportamento alimentar e para a promoção do equilíbrio físico e mental.

Saúde integral exige olhar para corpo e mente de forma indissociável.✨

A relação entre estresse e comportamento alimentar é amplamente documentada na literatura científica — e entender esse m...
05/12/2025

A relação entre estresse e comportamento alimentar é amplamente documentada na literatura científica — e entender esse mecanismo é essencial para quebrar o ciclo da fome emocional.

Em situações de estresse, o organismo eleva a produção de cortisol, hormônio que aumenta a sensação de fome e direciona a busca por alimentos hipercalóricos, açucarados ou gordurosos.
Essa resposta não é “fraqueza”: é um processo neurobiológico criado para gerar alívio rápido.

Entretanto, esse alívio é temporário.
O excesso de cortisol associado ao consumo repetido desses alimentos reforça um padrão comportamental que mantém o ciclo:
estresse → hiperfagia emocional → culpa → novo estresse.

Com o tempo, esse padrão afeta:
• autorregulação emocional,
• qualidade do sono,
• metabolismo,
• composição corporal,
• e até tomada de decisões alimentares.

A chave não está em restrições rígidas, mas em intervenções personalizadas baseadas em ciência: análise de gatilhos, regulação emocional, educação nutricional e estratégias práticas que promovem equilíbrio fisiológico e comportamental.

Quando você compreende o mecanismo, ganha autonomia para transformar sua rotina alimentar.

Nossa equipe é capacitada para te orientar com embasamento técnico e abordagem humanizada. Precisa entender o seu caso? Fale conosco.

Você sabia que o que você coloca no prato pode influenciar diretamente seu humor, sua produtividade e sua capacidade de ...
03/12/2025

Você sabia que o que você coloca no prato pode influenciar diretamente seu humor, sua produtividade e sua capacidade de concentração?

A ciência já comprovou que certos alimentos participam da produção de neurotransmissores como serotonina, dopamina e acetilcolina, responsáveis por bem-estar, foco e estabilidade emocional.
Ou seja: alimentação e saúde mental caminham juntas.

🔬 Alguns nutrientes essenciais nesse processo incluem:
• Ômega-3 – reduz inflamações e melhora conexões neurais.
• Triptofano – precursor da serotonina, o hormônio do bem-estar.
• Vitaminas do complexo B – fundamentais para o sistema nervoso.
• Magnésio – auxilia no relaxamento e diminui sintomas de ansiedade.
• Antioxidantes – protegem o cérebro dos radicais livres e aumentam sua performance cognitiva.

Pequenas escolhas diárias podem transformar sua energia, seu foco e até sua motivação.

Quer descobrir quais alimentos realmente ajudam seu cérebro a funcionar melhor? Entre em conta, e veja como a nutrição pode ser sua aliada no humor e na concentração.

A forma como enxergamos nosso corpo não surge do nada — ela é resultado de anos de experiências emocionais, comparações ...
01/12/2025

A forma como enxergamos nosso corpo não surge do nada — ela é resultado de anos de experiências emocionais, comparações sociais e padrões culturais que influenciam silenciosamente nossa autoestima.

Na psicologia, chamamos isso de esquemas corporais, estruturas mentais que moldam como interpretamos nossa própria imagem.

O que as pesquisas mostram?
Estudos em Psicologia da Imagem Corporal indicam que:

✔️ Aceitação corporal não significa “amar tudo”, mas desenvolver uma postura de respeito diante do corpo real de hoje.
✔️ A autoestima não é consequência de perfeição física, mas de hábitos emocionais saudáveis, autocompaixão e percepção de valor pessoal.
✔️ Padrões irreais ativam distorções cognitivas — como comparação social automática e filtro negativo — que alteram a forma como nos vemos no espelho.
✔️ Relações gentis consigo mesma reduzem comportamentos autocríticos e fortalecem o bem-estar psicológico.

Em outras palavras:
Aceitar-se é um processo interno, sustentado por ciência, terapia e prática diária — e não por exigências externas.

Cultivar uma relação mais leve com o próprio corpo é um passo essencial para uma vida com mais equilíbrio emocional, saúde mental e qualidade de vida.

✨ “Aceitar-se é o primeiro passo para viver com mais leveza por dentro e por fora.”

Se esse conteúdo fez sentido para você, salve, compartilhe e cuide da sua saúde emocional com o mesmo carinho com que cuida do corpo.

A transição para a menopausa envolve alterações fisiológicas importantes — e a nutrição desempenha um papel central na f...
28/11/2025

A transição para a menopausa envolve alterações fisiológicas importantes — e a nutrição desempenha um papel central na forma como o organismo responde a essa fase.

🔬 Com a queda de estrogênio, ocorrem mudanças diretas no metabolismo energético, na composição corporal, na densidade óssea e na regulação térmica. Por isso, sintomas como ondas de calor, ganho de peso, redução de massa muscular, alterações no sono e maior risco de osteopenia tornam-se mais frequentes.

Do ponto de vista nutricional, estudos apontam que:

• Aumentar a ingestão proteica auxilia na preservação da massa magra e na manutenção do metabolismo basal.
• Cálcio e vitamina D tornam-se essenciais para prevenir perda óssea acelerada.
• Fibras ajudam na regulação intestinal e no controle glicêmico.
• Gorduras mono e poli-insaturadas (como as presentes em azeite, abacate e oleaginosas) têm efeito anti-inflamatório e contribuem para o equilíbrio hormonal.
• Fitonutrientes, especialmente os fitoestrogênios (como os da soja e linhaça), podem auxiliar na modulação dos sintomas vasomotores.
• Hidratação adequada é fundamental para a estabilidade térmica e o bem-estar geral.

A abordagem nutricional correta reduz sintomas, melhora a qualidade de vida e fortalece a saúde a longo prazo.

Se você está passando por essa fase ou deseja prevenção baseada em evidências, nossa equipe está preparada para oferecer um plano seguro, individualizado e científico.

📩 Agende sua avaliação na Ofir Saúde.

O Mindful Eating é uma prática baseada em evidências científicas que propõe uma relação mais consciente, regulada e gent...
26/11/2025

O Mindful Eating é uma prática baseada em evidências científicas que propõe uma relação mais consciente, regulada e gentil com a alimentação.
Em vez de comer no piloto automático, você aprende a reconectar corpo e mente — percebendo fome, saciedade, escolhas e emoções sem julgamento.

Na prática, o Mindful Eating envolve:
• atenção aos sinais fisiológicos de fome e plenitude
• consciência das sensações, texturas, aromas e sabores
• identificação de gatilhos emocionais que afetam o comer
• diminuição da impulsividade na alimentação
• redução da culpa e da autocrítica
• desenvolvimento de escolhas alimentares mais equilibradas

Pesquisas mostram que essa abordagem auxilia no controle do estresse, na redução de episódios de compulsão e na melhora da relação com a comida — não por restrição, mas por consciência.

Quando você come com presença, o corpo responde melhor, a mente desacelera e a alimentação deixa de ser um campo de culpa para se tornar um espaço de cuidado.

🌟 Na Ofir Saúde, trabalhamos o Mindful Eating como parte de um processo terapêutico seguro e individualizado.

Envie “Avaliação” no direct para iniciar sua jornada de alimentação consciente.

Criar um hábito não é sobre “ter mais força de vontade”. A ciência já mostrou que força de vontade é limitada — mas regu...
26/11/2025

Criar um hábito não é sobre “ter mais força de vontade”. A ciência já mostrou que força de vontade é limitada — mas regulação interna não é.

Quando corpo e mente estão alinhados, o cérebro ativa três processos que tornam qualquer mudança mais sustentável:

🔬 Neuroplasticidade — pequenas repetições constroem novas conexões neuronais, facilitando comportamentos automáticos.
🧩 Regulação emocional — menos impulsividade e mais clareza nas tomadas de decisão.
⚖️ Balanço energético — sono, alimentação e movimento ajustam dopamina, serotonina e cortisol, reduzindo o ciclo estresse → desistência.

Ou seja:
Você não “luta” contra a rotina.
👉 Você cria um estado interno que favorece a rotina.

Quando esse alinhamento não existe, o cérebro entra num padrão previsível: busca recompensa rápida, evita esforço e cai no ciclo da frustração.

Por isso, mudar hábitos é um processo biopsicossocial — e não moral.

🌿 Na Ofir Saúde, trabalhamos esse equilíbrio de forma integrativa e baseada em evidências, para que você consiga construir hábitos mais estáveis, leves e realmente possíveis na sua vida.

Se quiser entender como isso funciona no seu caso, envie “Avaliação” no direct.

O comer emocional é um comportamento em que a alimentação deixa de responder aos sinais fisiológicos de fome e passa a s...
26/11/2025

O comer emocional é um comportamento em que a alimentação deixa de responder aos sinais fisiológicos de fome e passa a ser acionada como estratégia para lidar com estados emocionais negativos — como ansiedade, estresse, frustração ou solidão.

Do ponto de vista neurobiológico, emoções intensas ativam sistemas relacionados ao cortisol e ao sistema de recompensa, levando o cérebro a buscar alimentos altamente palatáveis (ricos em açúcar e gordura) para obter alívio imediato por meio da liberação de dopamina.
O problema? Esse alívio é momentâneo — e reforça o ciclo.

Quando repetido com frequência, o comportamento pode gerar:
• desequilíbrio da regulação emocional
• padrões de compulsão alimentar
• aumento de ingestão calórica e efeito sanfona
• culpa, vergonha e redução da autoestima
• maior vulnerabilidade à ansiedade e ao estresse
• associação automática entre emoção → comida

É importante entender: não se trata de falta de disciplina, e sim de um mecanismo aprendido entre cérebro, emoções e ambiente. Por isso, a intervenção adequada não é dieta restritiva, mas sim tratamento psicológico baseado em evidências, como:

✨ Treino de percepção de fome e saciedade
✨ Identificação de gatilhos emocionais
✨ Técnicas de regulação emocional (TCC, ACT, mindfulness)
✨ Reestruturação cognitiva
✨ Desenvolvimento de respostas alternativas ao estresse
✨ Construção de uma relação saudável com a alimentação

Se você percebe que a comida tem funcionado como refúgio — e isso já está afetando sua rotina, humor ou autoconceito — procurar acompanhamento psicológico é o passo mais eficaz e seguro.

Na Ofir Saúde, realizamos uma avaliação completa para identificar padrões, gatilhos e necessidades individuais, construindo um plano terapêutico personalizado.

Envie “Avaliação” no direct e nossa equipe te orienta.
Cuidar da mente é ciência — e também é prevenção. 💛

Mudanças corporais no climatério não estão restritas à estética: decorrem de alterações hormonais que afetam metabolismo...
19/11/2025

Mudanças corporais no climatério não estão restritas à estética: decorrem de alterações hormonais que afetam metabolismo, distribuição de gordura, firmeza da pele, sono, energia e humor. Isso influencia diretamente a percepção corporal e pode gerar queda na autoestima — mesmo em mulheres sem histórico prévio de insegurança.

Entender essa fase com base científica é essencial para diferenciar sintomas fisiológicos de interpretações subjetivas do corpo. Com acompanhamento profissional adequado, é possível reorganizar essa percepção, promover bem-estar e sustentar a autoestima de forma saudável e consciente.

Climatério não é apenas sobre “envelhecer”: é sobre adaptação biológica. Informação e suporte especializado fazem diferença.

📩 Para orientações profissionais e acompanhamento individualizado, entre em contato com nossa equipe.

Por que dietas restritivas não funcionam a longo prazo?Estudos mostram que dietas altamente restritivas geram alterações...
17/11/2025

Por que dietas restritivas não funcionam a longo prazo?

Estudos mostram que dietas altamente restritivas geram alterações metabólicas, emocionais e comportamentais que impedem a manutenção do peso no longo prazo.

🔸 Metabolismo desacelera
Quando há corte excessivo de calorias, o corpo reduz o gasto energético para “economizar energia”, dificultando o emagrecimento contínuo.

🔸 Maior risco de compulsão
Restrições rígidas aumentam a ansiedade e a sensação de privação, elevando a chance de episódios de compulsão alimentar — consequência natural da falta de saciedade e do estresse gerado pela dieta.

🔸 Perda de massa magra
Sem aporte adequado de nutrientes, especialmente proteínas, ocorre redução de massa muscular, que é essencial para manter o metabolismo ativo.

🔸 Efeito sanfona
A combinação de privação + estresse + metabolismo lento aumenta a probabilidade de recuperar o peso perdido e, muitas vezes, ganhar ainda mais.

✨ Conclusão:
Dietas restritivas até podem funcionar no início, mas não educam o corpo, nem a mente, e não constroem hábitos duradouros.

O caminho mais seguro e eficaz é um plano nutricional individualizado, ajustado à sua rotina e às necessidades do seu corpo.

📩 Quer um acompanhamento baseado em ciência, estratégia e saúde de verdade? Envie uma mensagem para agendar sua avaliação.

Muita gente acha que reeducação alimentar é só sobre “comer certo”.Mas a ciência já comprovou que 80% das nossas escolha...
14/11/2025

Muita gente acha que reeducação alimentar é só sobre “comer certo”.
Mas a ciência já comprovou que 80% das nossas escolhas com a comida têm origem na mente — e não no prato.

Emoções, gatilhos, ansiedade, rotina corrida, autocobrança…
Tudo isso influencia como você come, quando come e até por que come.

E é exatamente por isso que, sem acompanhamento psicológico, muita gente até consegue começar… mas não consegue manter.

🔍 O que quase ninguém sabe:
Quando você alinha mente + comportamento + alimentação, o cérebro passa a criar novos padrões.
E aí os resultados deixam de ser temporários e se tornam consistentes, reais e sustentáveis.

Se você sente que já “tentou de tudo” e mesmo assim volta ao ponto de partida, talvez o problema não seja a sua força de vontade — mas sim o método.

✨ Quer entender melhor como o psicológico pode transformar sua relação com a comida?
Manda um “Quero saber mais!” aqui nos comentários ou no direct. Vamos te orientar do zero.

A fome física é uma necessidade biológica. Ela surge gradualmente quando há queda nos níveis de glicose no sangue e aume...
12/11/2025

A fome física é uma necessidade biológica. Ela surge gradualmente quando há queda nos níveis de glicose no sangue e aumento da grelina, o hormônio responsável por estimular o apetite. Nessa fase, o corpo busca repor energia e nutrientes.

Já a vontade de comer, também chamada de fome emocional, não está relacionada à falta de energia, mas sim a estímulos emocionais e ambientais — como ansiedade, estresse, tédio ou até o simples aroma de uma comida.
Ela está associada à liberação de dopamina e serotonina, neurotransmissores ligados à sensação de prazer e conforto.

➡️ Como diferenciar na prática:
• A fome física aparece aos poucos e pode ser saciada com qualquer alimento.
• A vontade de comer surge de repente e costuma ser específica (vontade de doce, por exemplo).
• A fome física desaparece após comer o suficiente; a emocional tende a persistir mesmo após o consumo.

Reconhecer esses sinais é essencial para entender o próprio corpo e desenvolver uma relação mais equilibrada com a alimentação.

Endereço

Pouso Alegre, MG

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 19:00
Terça-feira 08:30 - 19:00
Quarta-feira 08:30 - 19:00
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