29/04/2026
Hoje é o Dia Internacional da Dança… e eu preciso confessar: já fui uma pequena bailarina.
Dancei balé da infância até a adolescência — daquelas que chegaram até a sapatilha de ponta. Mas no meio do caminho, troquei o palco pelas aulas de inglês… e pela quadra de basquete. Sim, uma escolha curiosa...
A verdade? Eu nunca me sentia totalmente encaixada. Amava ensaiar as coreografias, a música, a beleza do movimento… mas quando era pra executar… cada um ia pra um lado e eu ia pro outro. Sem ritmo nenhum ! 😂
E o espacate? Nunca foi meu forte — meu corpo sempre foi mais “modo econômico de alongamento”.
A maquiagem...vamos pular esta parte, nunca foi e nem será um talento meu. 😏
E claro… os pés! Quem já usou sapatilha de ponta sabe: sofrimento com elegância. 👠
Mas o mais importante: eu amava dançar. Estava solta, liberta!
Anos depois, quando encontrei o Pilates, senti um resgate desse tempo. Algo no movimento, na consciência corporal… me trouxe de volta aquela sensação.
Mesmo com um corpo naturalmente mais rígido, fui construindo, com constância, mais amplitude, força, tônus e alongamento.
E às vezes eu penso…
Se tivesse conhecido o Pilates e o Move Flow naquela época, talvez eu ainda estivesse no balé — com mais performance, mais ritmo e, quem sabe, um espacate digno 😄
Mas tudo bem.
Hoje eu danço de outro jeito. Ouço o meu rock and roll, o mangue beat ou os acordes do frevo e os tambores do maracatu do Carnaval e vou!
Com mais presença, mais consciência… e ainda com muito amor pelo movimento 💜
Ah! Quando estiver com mais tempo, vou resgatar estes "momentos de emoção " das apresentações de balé e postar aqui. 🙈