Dr. Rafael Jacob - Oncologista

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Oncologista no Rio de Janeiro
Foco no tratamento dos cânceres de mama e de pulmão
Membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
Membro do Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica

Agendamentos (Whatsapp): 21 99999-4470

Da luta ao luto em pouquíssimo tempo…Do maior amor da minha vida a maior dor que experimentei em toda a minha existência...
03/01/2026

Da luta ao luto em pouquíssimo tempo…

Do maior amor da minha vida a maior dor que experimentei em toda a minha existência…

Dos melhores sorrisos que já esbocei às lágrimas mais cruéis que extravasei em toda a minha jornada na Terra...

Assim, foram esses dias ao seu lado. Sentimentos diametralmente opostos, rasgando minha alma e cravando tristeza e solidão no meu peito…

Você, mãezinha querida (como sempre a chamei e chamarei), me ensinou e me deu o que tenho de melhor: foco, disciplina, amor fraterno, respeito ao próximo, a busca pelo saber, a comunhão em Cristo. A lista das nossas semelhanças são tantas, que precisaria de muitos posts pra escrever. Entretanto, essas são as mais enraizadas em mim.

Muito me orgulho de saber que fui um bom filho e honrei sua existência; mas, nesse momento, nada conforta ou acalma. Preciso de pausa e de tempo.

Somente Jesus e o tempo serão capazes de permitir o retorno às atividades normais e a vislumbrar uma vida à frente sem sua voz, toque, cheiro e aquele “boa noite” gostoso na hora de dormir ao telefone.

Um dia, a dor será saudade e a saudade permitirá maior valor as melhores memórias. Por ora, permito-me, e é importante, chorar e sofrer com sua repentina partida.

Jovem, ainda, linda, divertida, engraçada e, por muitas vezes, escrachada. Aqui, as nossas deliciosas diferenças: você reclamando que nasci velho demais; dizendo que não sabe como nunca dei dor de cabeça ou trabalho e alegando que sou o carioca menos carioca, porque sempre reclamo do calor e do excesso de informalidades. Que delícia ter você me trazendo mais leveza, porque sou, sim, mais denso, reflexivo e sério. E isso, também, nos aproximava. Porque - através das nossas diferenças - você me trouxe equilíbrio.

Agora, você viaja pra um outro plano e eu sigo aqui, sozinho. Quero persistir na fé, que hoje fraqueja, pra honrá-la pra todo o sempre.

Pra você, todos os aplausos são poucos, todos os elogios são escassos e todo amor da minha parte é nada perto do que você me deu.

Vai com Deus, olha por mim, vem me visitar nos sonhos quando puder e receba - mesmo fora da matéria - meu beijo e abraço de “boa noite”.

Até um dia, meu amor. Eu creio. 💔😔

O fim de ano chega como descanso para muita gente — mas, para quem vive o câncer, ele vem junto com uma pergunta silenci...
31/12/2025

O fim de ano chega como descanso para muita gente — mas, para quem vive o câncer, ele vem junto com uma pergunta silenciosa:
“E agora? Posso respirar… ou preciso continuar alerta?”

A resposta é: as duas coisas.

Descansar faz parte do tratamento.
Desconectar um pouco não significa abandono; significa recuperar forças para continuar.

O cuidado também continua.
Mesmo entre Natal e Ano Novo, alguns sinais não esperam: falta de ar persistente, febre, sangramento, dor que piora, náuseas que impedem de se alimentar. Se aparecer, procure atendimento. Não negocie com o corpo.

A família tem um papel enorme.
Separar remédios com antecedência, confirmar horários, ajudar com transporte, dividir tarefas simples. Apoio não é sobre fazer tudo — é sobre não deixar alguém enfrentar sozinho.

E o emocional importa tanto quanto a consulta.
Festas podem trazer gatilhos: cadeiras vazias, planos interrompidos, incertezas. Dê nome ao que dói. Falar é cuidado. Ser ouvido também.

O calendário pode virar a folha. O tratamento, não.
Entre um dia e outro, escolha aquilo que te devolve — um pouco — para si mesma(o).

Porque mesmo em dezembro, o cuidado continua sendo casa.

Dr. Rafael Jacob
Oncologia clínica com humanidade e ciência.

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No câncer de mama, cuidar do osso é cuidar da paciente como um todo.Ácido zoledrônico e denosumabe são medicamentos fund...
29/12/2025

No câncer de mama, cuidar do osso é cuidar da paciente como um todo.
Ácido zoledrônico e denosumabe são medicamentos fundamentais em cenários específicos — tanto para reduzir fraturas e dor, quanto para melhorar desfechos oncológicos em grupos selecionados.

Eles não são iguais.
Não servem para todas as pacientes.
E não devem ser usados sem critério.

A escolha entre um e outro depende do estágio da doença, do status menopausal, da função renal, do risco de perda óssea e do objetivo do tratamento — seja ele adjuvante ou metastático.

Outro ponto essencial: segurança.
Avaliação odontológica, correção de cálcio e vitamina D e seguimento adequado fazem parte do cuidado responsável.

Na oncologia, o tratamento certo não é o mais forte — é o mais bem indicado.

Dr. Rafael Jacob

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Nem todo Natal é igual.Alguns chegam mais silenciosos.Outros, atravessados por exames, tratamentos, medos e expectativas...
24/12/2025

Nem todo Natal é igual.
Alguns chegam mais silenciosos.
Outros, atravessados por exames, tratamentos, medos e expectativas que não cabem na mesa da ceia.

Mas mesmo quando a vida aperta, a esperança encontra espaço.
Ela aparece no cuidado diário.
No tratamento que segue.
Na família que se faz presente.
No profissional que caminha junto.

Esperança não é negar a dificuldade.
É continuar, apesar dela.
É acreditar que cada passo importa — mesmo os mais curtos.

Para quem enfrenta o câncer, o Natal pode não ser perfeito.
Mas ele pode ser real, afetuoso e cheio de significado.

Que este seja um tempo de acolhimento, respeito aos limites e presença verdadeira.
Porque quando existe esperança,
não existe Natal pequeno.

Dr. Rafael Jacob

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Estar em tratamento oncológico não exclui o Natal — mas muda algumas escolhas.O corpo pode estar mais sensível, o apetit...
23/12/2025

Estar em tratamento oncológico não exclui o Natal — mas muda algumas escolhas.
O corpo pode estar mais sensível, o apetite diferente, a digestão mais lenta. E tudo isso merece respeito.

Alimentos mais leves, hidratação adequada, cuidado com náuseas e moderação no álcool ajudam a transformar a ceia em um momento possível — e não em mais um fator de desconforto.

Aqui não falamos de proibição, e sim de escuta.
Escuta do corpo, dos limites e das necessidades do momento.

Natal é sobre estar junto.
E estar bem, dentro do possível, também é parte dessa celebração.

Dr. Rafael Jacob

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22/12/2025.Para muitos, uma simples data, mais um dia.Para mim, um dia especial. Para a , mais ainda. Essa foto tem muit...
23/12/2025

22/12/2025.

Para muitos, uma simples data, mais um dia.

Para mim, um dia especial. Para a , mais ainda.

Essa foto tem muitas camadas. Quem vê a foto, mas desconhece o filme, pode enxergar apenas 4 pessoas sorrindo. 😀

Entretanto, não é um sorriso comum, de quem ouviu algo engraçado ou estava descontraindo com amigos.

É sorriso de gratidão, de alívio, de fé, de celebração…é sorriso de superação! 🙌🏻

Hoje, Adriana encerra uma etapa (mais uma) importante do seu tratamento oncológico. Terminou a terapia adjuvante (pós operatória) anti Her 2; um tratamento específico e direcionado a pacientes que tem esse subtipo de câncer de mama.

A terapia anti Her 2 transformou a história natural dessa doença. O que, há 20 anos atrás, preocupava oncologistas, dada a falta de recursos mais eficientes para tratá-la, hoje não é mais uma realidade.

Os tratamentos evoluíram e, com ele, as mulheres ganharam mais oportunidades de enfrentamento e de cura. E assim a vida segue, apoiada na fé que nos dá ânimo e força para os desafios da vida, sem largar a mão da ciência, que descortina todos os dias novas possibilidades e muda o curso de muitas doenças, antes sem tanta perspectiva.

Parabéns, Adriana! Você encerra esse ciclo, mas nossa caminhada ainda será longa e - se Deus quiser - de mais e mais vitórias.

Para quem tinha medo da quimioterapia pré operatória, você foi uma guerreira. Alcançou a melhor resposta que poderíamos: resposta completa!

Para quem achava que o tratamento pós operatório por 01 ano demoraria a passar…esse dia chegou! 👏🏻

Celebre a vida, hoje e todos os dias!

Na semana do Natal, um presente imenso abraçar você e sua mãezinha (que tímida não saiu na foto) e festejar essa conquista.

Não obstante, fiz questão de mostrar aquelas que sempre me dão apoio, para que meu trabalho flua leve e eficaz. , não poderia ter melhor secretária que você, sempre preocupada com cada detalhe. , uma enfermeira humana, competente, atenta e cuidadosa com todos.

Viva a vida! 🙏🏻❤️

👉🏻 Foto e postagem concedida pela paciente.

Nem tudo que importa em uma consulta vem em forma de palavra.Às vezes, vem no silêncio.Vem na pausa antes de responder.N...
18/12/2025

Nem tudo que importa em uma consulta vem em forma de palavra.
Às vezes, vem no silêncio.

Vem na pausa antes de responder.
No olhar que se desvia.
Na respiração que muda quando um assunto é tocado.
No corpo que diz o que a boca ainda não consegue.

Escutar um paciente não é apenas ouvir o que ele conta —
é perceber o que ele evita, o que ele teme, o que ele ainda não sabe nomear.

A boa medicina exige tempo.
Exige atenção ao detalhe.
Exige sensibilidade para entender que, muitas vezes, o diagnóstico começa antes do exame — começa na relação.

O silêncio do consultório não é vazio.
Ele carrega histórias, medos, expectativas.
E quando é respeitado, ele orienta o cuidado com mais precisão do que qualquer pressa.

Porque quem sabe escutar o silêncio,
cuida melhor do que é dito — e do que ainda não foi.

Dr. Rafael Jacob

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A maioria dos pacientes com câncer de pulmão recebe o diagnóstico já em fase avançada.Isso acontece pela biologia agress...
15/12/2025

A maioria dos pacientes com câncer de pulmão recebe o diagnóstico já em fase avançada.
Isso acontece pela biologia agressiva de muitos tumores — e, principalmente, pela ausência de sinais e sintomas nas fases iniciais.

A tosse é um exemplo disso.
Presente em 50–75% dos pacientes no momento do diagnóstico, ela raramente é um sintoma precoce.
Quando aparece, muitas vezes a cirurgia já não é mais possível.

E é só ao “olhar para trás” que o paciente percebe que o corpo havia avisado antes — de forma sutil, quase silenciosa:

- Cansaço que não melhora, mesmo dormindo bem
- Perda de peso sem motivo claro
- Queda no desempenho físico, que você sente, mas não explica
- Falta de ar leve, em esforços que antes eram simples

Esses sinais são frequentemente confundidos com estresse, idade, rotina, sobrecarga.
E é assim que o diagnóstico se perde no tempo.

Mas o corpo não erra: ele avisa antes de gritar.
E esperar pela tosse é, quase sempre, chegar tarde demais.

Informação salva vidas.
Atenção salva ainda mais.

Se algo mudou no seu corpo e você não encontra motivo, investigue.
E se você é fumante — atual ou passado — redobre o cuidado.
Não espere. Em caso de dúvidas, agende uma avaliação.

Dr. Rafael Jacob

Achar o câncer de mama cedo não é questão de sorte — é questão de processo.E quando o diagnóstico chega tarde, quase sem...
11/12/2025

Achar o câncer de mama cedo não é questão de sorte — é questão de processo.
E quando o diagnóstico chega tarde, quase sempre não é porque o tumor era “invisível”, e sim porque o caminho até ele falhou.

Falhou quando o corpo avisou e foi ignorado.
Falhou quando a mamografia foi feita sem qualidade.
Falhou quando um nódulo suspeito ganhou “acompanhamento” em vez de biópsia.
Falhou quando o retorno foi adiado por rotina, medo, falta de tempo ou falta de acesso.

O diagnóstico precoce não depende só de você.
Depende de informação, de estrutura e de profissionais que não passem por cima dos detalhes.

É por isso que eu repito:
não é achar o tumor.
É achar antes que ele dite as regras.

Dr. Rafael Jacob

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A ausência de dor não significa ausência de doença.No câncer de pulmão, isso é quase uma regra.E existe um motivo muito ...
09/12/2025

A ausência de dor não significa ausência de doença.
No câncer de pulmão, isso é quase uma regra.

E existe um motivo muito simples, mas pouco falado:

👉 a maior parte do pulmão não tem terminações nervosas capazes de sentir dor.

Isso significa que um tumor pode crescer em silêncio, por meses — às vezes anos — até encostar em estruturas que, essas sim, sentem:

- pleura (a “camada” que reveste o pulmão)
- parede torácica
- diafragma
- costelas
- nervos locais

Enquanto ele está restrito ao parênquima pulmonar, o corpo não “acusa” dor.
É como se estivesse acontecendo um incêndio dentro de um cômodo isolado, sem alarme para disparar.

Só quando o tumor invade áreas sensíveis é que a dor aparece — e, infelizmente, isso já indica doença mais avançada.

Por isso eu repito sempre:
Você não precisa esperar doer para investigar.
Dor não é critério de segurança.
Silêncio não é sinônimo de saúde.

Câncer de pulmão não começa com dor.
Começa com mudanças sutis — que merecem atenção.

Dr. Rafael Jacob

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Nem toda mulher descobre o câncer de mama no mesmo tempo — e isso não tem nada a ver com “falta de cuidado”.Tem a ver co...
05/12/2025

Nem toda mulher descobre o câncer de mama no mesmo tempo — e isso não tem nada a ver com “falta de cuidado”.
Tem a ver com acesso, medo, desinformação, sobrecarga, exames mal realizados, demora no sistema.
Tem a ver com uma realidade que poucas enxergam:
diagnóstico precoce é um privilégio estrutural, não apenas uma escolha individual.

Muitas mulheres gostariam de se cuidar mais.
Mas não conseguem entre uma jornada tripla, uma fila de espera, uma mamografia difícil de marcar, um medo silenciado.

Por isso, falar de prevenção não pode ser só um discurso — precisa ser um compromisso coletivo: facilitar acesso, acolher medos, informar com responsabilidade e garantir exames de qualidade.

Porque quando entendemos o contexto, entendemos também que cuidar é possível apenas quando o sistema permite que a mulher exista dentro da própria rotina.

E isso, sim, muda destinos.

Dr. Rafael Jacob

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Nem todo câncer de mama nasce de um fator genético.Aliás, a maior parte não nasce.Ele é construído — lentamente — por an...
02/12/2025

Nem todo câncer de mama nasce de um fator genético.
Aliás, a maior parte não nasce.
Ele é construído — lentamente — por anos de escolhas, circunstâncias e condições de vida.

Sedentarismo, má alimentação (rica em processados / embutidos e pobre em vegetais), excesso de gordura corporal, consumo excessivo de álcool e ciclos hormonais desregulados são alguns dos gatilhos para um estado de inflamação crônica que coloca a mulher sob maior risco de adoecer.

Algumas mudanças do “mundo moderno”, tais como primeira menstruação precoce, menopausa tardia, não gestação / amamentação também podem colaborar para esse processo.

Tudo isso, combinado, cria o terreno ideal para que células sofram pequenas lesões no DNA e, um dia, deixem de se comportar como deveriam.

O câncer de mama não começa no peito.
Começa na forma como vivemos, nos hábitos que acumulamos, no corpo que ignoramos quando ele pede descanso, movimento, nutrição, cuidado.

E isso não é culpa — é consciência.
Consciência de que parte do risco está, sim, nas nossas mãos.
Consciência de que o estilo de vida é um dos maiores “medicamentos preventivos” que temos — gratuito, poderoso, acessível.

Ninguém controla tudo.
Mas todo mundo controla alguma coisa.

E às vezes, esse “alguma coisa” é exatamente o que muda o destino.

Dr. Rafael Jacob

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