Rosane Velloso

Rosane Velloso Psicóloga clínica com especialização em Terapia Sistêmica Familiar, Terapia Cognitiva comportamental, Psicologia Positiva

Abrir uma clínica é um dos passos mais importantes da carreira de um PSICÓLOGO, e também um dos mais desafiadores.Muitos...
28/01/2026

Abrir uma clínica é um dos passos mais importantes da carreira de um PSICÓLOGO, e também um dos mais desafiadores.
Muitos profissionais excelentes acabam se frustrando não por falta de competência, mas por falta de planejamento, clareza financeira e estrutura.
Antes de pensar em decoração ou divulgação, pense em estratégia: 🔹 Qual o público você quer atender?
🔹 Qual a sua meta de faturamento mensal?
🔹 E o que você precisa ajustar para que o negócio se sustente a longo prazo?
Cuidar da clínica é, também, cuidar da sua carreira.
E começar com consciência faz toda a diferença entre apenas abrir as portas… e construir um espaço que realmente cresce com você.
Começando sua clínica em 2026?
Salve esse post e volte sempre que precisar revisar seu planejamento.
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Voltar do recesso é diferente de simplesmente “retomar a agenda”.O que muitas psicólogas não contam é que o retorno envo...
21/01/2026

Voltar do recesso é diferente de simplesmente “retomar a agenda”.
O que muitas psicólogas não contam é que o retorno envolve um reajuste interno: da presença, da escuta, da atenção e até da confiança no próprio ritmo clínico.
O corpo relaxa, a mente desacelera, e a volta exige uma calibragem que não acontece de um dia pro outro.
O problema é quando essa transição vira autocobrança.
O que realmente facilita a retomada não é tentar compensar o tempo parado, e sim:
lembrar que escuta é ritmo, não pressa
reconhecer que concentração volta quando o corpo encontra rotina
respeitar o próprio tempo antes de exigir performance
Quanto mais você tenta “provar” que voltou no 100%, mais distante f**a do que realmente funciona: presença genuína, clareza e autocompaixão.
Psicólogas também precisam de tempo para voltar a sentir o consultório como consultório.
E você, como costuma se sentir nos primeiros atendimentos depois de uma pausa? Conta nos comentários.
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Janeiro Branco sempre levanta conversas sobre saúde mental, mas, no consultório, isso também inclui quem está atendendo....
14/01/2026

Janeiro Branco sempre levanta conversas sobre saúde mental, mas, no consultório, isso também inclui quem está atendendo.
Muitos psicólogos se dedicam ao máximo aos pacientes, mas ignoram pequenos sinais que mostram que a rotina está pesada demais.

Autocuidado na clínica não é algo abstrato: é organização, supervisão, limite, descanso e decisões conscientes para sustentar o trabalho a longo prazo.
Quando o psicólogo se cuida, a clínica cresce com mais coerência, segurança e estabilidade emocional.
Agora é com você: Qual hábito de autocuidado você quer reforçar em 2026 para manter sua prática mais leve e sustentável?
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Nem sempre a fobia social aparece de forma explícita. Às vezes, ela se revela nos silêncios, nos olhares desviados, na s...
07/01/2026

Nem sempre a fobia social aparece de forma explícita. Às vezes, ela se revela nos silêncios, nos olhares desviados, na sensação de “não caber” nos espaços.
E é justamente por isso que o trabalho terapêutico não começa com técnicas.
Começa com presença.
Com alguém que escuta sem apressar.
Com um espaço onde a pessoa não precisa “performar” segurança para merecer cuidado.
No consultório, cada pequeno passo importa. Cada avanço é visto, reconhecido e acolhido. E cada intervenção só acontece quando existe chão emocional para sustentá-la.
Porque a terapia, nesse caso, não é um processo de “ir empurrando o paciente pra frente”.
É sobre caminhar com ele.
No tempo dele.
No ritmo em que o corpo e a mente conseguem acompanhar.
E quando finalmente surge aquele momento em que o paciente percebe que pode existir sem ser pressionado… É aí que a fobia deixa de ser um limite absoluto e passa a ser algo com que ele consegue dialogar, entender, transformar.
No fim das contas, a intervenção técnica é importante, mas o que realmente abre caminho é a forma como ele é recebido.
Agora me conta: qual parte desse processo mais fez sentido para você?
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Uma carta para encerrar um ciclo e começar outro com mais propósito.2025 me ensinou que crescer também é sobre acolher o...
30/12/2025

Uma carta para encerrar um ciclo e começar outro com mais propósito.
2025 me ensinou que crescer também é sobre acolher o que não deu certo, entender o tempo das coisas e seguir com leveza.
Que 2026 venha com novos aprendizados, novas conexões e o mesmo desejo de transformar vidas, começando pela minha.
Feliz ano novo!
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O Natal chega e, mesmo cuidando de tanta gente o ano inteiro, às vezes a gente esquece que também merece pausar, respira...
23/12/2025

O Natal chega e, mesmo cuidando de tanta gente o ano inteiro, às vezes a gente esquece que também merece pausar, respirar e f**ar um pouco fora do “modo terapeuta”.
Esse conteúdo é só um lembrete simples: você também tem o direito de desacelerar, sentir, viver o seu tempo.
Que o seu Natal tenha um pouco mais de calma, aconchego e espaço para você. 🎄✨
Feliz Natal!

Nem sempre o amadurecimento profissional acontece em meio a conquistas, às vezes, ele nasce justamente nas pausas, nas p...
17/12/2025

Nem sempre o amadurecimento profissional acontece em meio a conquistas, às vezes, ele nasce justamente nas pausas, nas perdas e nas dúvidas sobre o próprio caminho.
Esse ano me confrontou com limites que eu não queria ver, com resultados que não vieram no tempo que eu esperava e com a necessidade de reavaliar o que realmente sustenta minha prática.
Foi um período de cansaço, mas também de lucidez.
De entender que resiliência não é resistir a tudo, e sim escolher permanecer, mesmo quando a motivação oscila.
É seguir fazendo sentido dentro de um contexto que muda o tempo todo, sem perder o olhar clínico, nem a humanidade que sustenta esse olhar.
2025 não foi um ano de grandes feitos, mas foi um ano de estrutura.
De reconstruir a forma de trabalhar, de repensar o que eu quero ensinar, e de aceitar que consistência também é um tipo de conquista.
Talvez essa seja a verdadeira marca de um ciclo de amadurecimento: seguir comprometido, mesmo quando o entusiasmo dá lugar à constância.
E você? O que 2025 te ensinou sobre resiliência e sobre o jeito como você exerce sua profissão?
**acaoeticapsi

O raciocínio clínico não nasce pronto, ele é construído, sessão após sessão, leitura após leitura.Quanto mais repertório...
10/12/2025

O raciocínio clínico não nasce pronto, ele é construído, sessão após sessão, leitura após leitura.
Quanto mais repertório teórico e prático o psicólogo tem, mais sensível e assertiva se torna sua escuta.
Essas leituras não servem apenas para “acumular conhecimento”, mas para refinar o olhar diante da singularidade de cada paciente.
Aprofundar-se em bons livros é, também, um ato de cuidado com a própria prática clínica, um investimento silencioso que transforma o modo de pensar, interpretar e intervir.
Qual desses livros você já leu (ou quer começar a ler)?
**acaoeticapsi

Existem fases da carreira em que o crescimento não vem de cursos, supervisões ou novos referenciais, vem do que a clínic...
03/12/2025

Existem fases da carreira em que o crescimento não vem de cursos, supervisões ou novos referenciais, vem do que a clínica nos devolve todos os dias.
2025 foi um desses anos. Um período de revisitar o básico, com outro nível de profundidade.
De reconhecer que o amadurecimento profissional não está em “fazer mais”, mas em sustentar melhor o que já fazemos.
Entre sessões, trocas com colegas e pausas necessárias, aprendi que a experiência não traz respostas prontas, ela amplia as perguntas certas.
E é esse movimento que mantém a psicologia viva, ética e humana.
Qual foi o insight que mais te transformou na clínica neste ano?
**acaoeticapsi

Nem sempre a frustração do paciente vem do processo em si, muitas vezes, ela nasce no modo como conduzimos o tempo, a es...
26/11/2025

Nem sempre a frustração do paciente vem do processo em si, muitas vezes, ela nasce no modo como conduzimos o tempo, a escuta e as expectativas.
Na clínica, há uma linha muito fina entre o “acolher” e o “querer resolver”.
E quanto mais experiência temos, mais percebemos como esse equilíbrio é delicado.
Cada paciente tem um ritmo interno e tentar acelerar esse movimento é como interromper um sonho antes do desfecho.
O papel do terapeuta não é apressar a consciência,
mas sustentar o espaço para que ela emerja com segurança.
No fim, a clínica é menos sobre técnica e mais sobre tempo.
Tempo de escuta. Tempo de vínculo. Tempo de transformação.
Conta aqui nos comentários: qual é o maior desafio pra você ao lidar com o tempo terapêutico?
**acaoeticapsi

Muitos psicólogos se dedicam intensamente à escuta do outro, mas esquecem de escutar a própria clínica.‌ O resultado? Ca...
19/11/2025

Muitos psicólogos se dedicam intensamente à escuta do outro, mas esquecem de escutar a própria clínica.



O resultado? Cansaço, frustração e a sensação constante de que “algo não fecha”.

Olhar para números, métricas e estratégias não é se afastar da clínica, é cuidar dela com a mesma atenção que se dá a um paciente.



Afinal, uma clínica saudável sustenta um terapeuta disponível, criativo e motivado.

Lucro é consequência de clareza, coerência e valorização profissional.



E talvez, o primeiro passo para transformar os resultados seja apenas fazer o que pedimos aos pacientes todos os dias: pausar, refletir e agir com consciência.



Compartilha aqui nos comentários o que tem te desafiado nessa jornada.



**acaoeticapsi

Há algo que todo psicólogo descobre com o tempo: a teoria é o ponto de partida, não o destino.Por mais sólida que seja s...
12/11/2025

Há algo que todo psicólogo descobre com o tempo: a teoria é o ponto de partida, não o destino.

Por mais sólida que seja sua base teórica, sempre haverá casos que desafiam suas certezas e pedem outro tipo de olhar.

A flexibilidade clínica não é sinal de falta de coerência, é sinal de maturidade profissional.

É o momento em que o terapeuta entende que não precisa se prender a uma única forma de escutar, interpretar ou intervir.

Cada paciente traz uma forma única de existir no mundo. E, diante disso, o papel do psicólogo é construir pontes, não paredes.

As abordagens são ferramentas, mas o que realmente transforma é a consciência de como, quando e por que usá-las.



E você?

Já viveu o dilema de sentir que sua abordagem não era suficiente para um caso?

Conta aqui nos comentários como lida com isso na prática clínica, sua experiência pode ajudar outros profissionais também.



**acaoeticapsi

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Avenida Das Américas, 2. 901, Sala 918
Rio De Janeiro, RJ
22.631-002

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