17/12/2025
Nem sempre o amadurecimento profissional acontece em meio a conquistas, às vezes, ele nasce justamente nas pausas, nas perdas e nas dúvidas sobre o próprio caminho.
Esse ano me confrontou com limites que eu não queria ver, com resultados que não vieram no tempo que eu esperava e com a necessidade de reavaliar o que realmente sustenta minha prática.
Foi um período de cansaço, mas também de lucidez.
De entender que resiliência não é resistir a tudo, e sim escolher permanecer, mesmo quando a motivação oscila.
É seguir fazendo sentido dentro de um contexto que muda o tempo todo, sem perder o olhar clínico, nem a humanidade que sustenta esse olhar.
2025 não foi um ano de grandes feitos, mas foi um ano de estrutura.
De reconstruir a forma de trabalhar, de repensar o que eu quero ensinar, e de aceitar que consistência também é um tipo de conquista.
Talvez essa seja a verdadeira marca de um ciclo de amadurecimento: seguir comprometido, mesmo quando o entusiasmo dá lugar à constância.
E você? O que 2025 te ensinou sobre resiliência e sobre o jeito como você exerce sua profissão?