Editora Matilha

Editora Matilha Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Editora Matilha, Rua do Catete, Rio de Janeiro.

Com carinho e com afeto. Todo processo de pré preparo da embalagem para envio é feito com mãos de zelo. 🥰
18/12/2020

Com carinho e com afeto.

Todo processo de pré preparo da embalagem para envio é feito com mãos de zelo. 🥰

O autor da citação extraída do prefácio de “Histórias Infantis na Ludoterapia Centrada na Criança”, graduado, mestre e d...
08/12/2020

O autor da citação extraída do prefácio de “Histórias Infantis na Ludoterapia Centrada na Criança”, graduado, mestre e doutor em Psicologia, Teologia e Educação, foi também orientador de Taciane Castelo Branco durante a criação de sua tese mestrado, que deu origem ao livro.

Nesse prefácio, o Dr. Mauro Martins reconhece que, em tempos de invasão televisiva, o livro não deixou de ser importante. Era necessário que alguém iniciasse essa conversa nos meios humanistas e fenomenológicos, por meio de experiências concretas, tal como fez Taciane.

É com muito orgulho que a Matilha apresenta um trabalho encantador que, desenvolvido em meio aos tempos turbulentos de p...
01/12/2020

É com muito orgulho que a Matilha apresenta um trabalho encantador que, desenvolvido em meio aos tempos turbulentos de pandemia, sugere a todos e todas do público acadêmico da Psicologia - e também de mães, pais e responsáveis por crianças - um novo horizonte de diálogos e práticas.

A obra da professora Taciane Castelo Branco é fruto de sua dissertação de mestrado, que de forma pioneira apresenta o estudo sobre a inserção de livros infantis na relação terapêutica da Ludoterapia sob a ótica da Abordagem Centrada na Pessoa. Um trabalho inédito, esperado pelos profissionais e estudiosos que se identificam com a abordagem fenomenológico-existencial humanista.

Além de métodos, práticas e referências, Taciane nos mostra na prática o que compreendeu na teoria e nos presenteia com anexos das sessões de Ludoterapia apreendidas durante sua pesquisa clínica.

Desliza para o lado e confere um pequeno spoiler do nosso próximo lançamento!

A literatura infantil educa crianças para a sensibilidade e a reflexão. Crianças que sonham e vislumbram porque são prov...
31/03/2020

A literatura infantil educa crianças para a sensibilidade e a reflexão. Crianças que sonham e vislumbram porque são provocadas pela descoberta.

Escrever e ler histórias infantis é uma forma de tornar o mundo mais encantado e menos sombrio.
E para todo final feliz ou abrupto de uma história, retomamos a nossa própria vida com mais paixão.

Histórias e contos são portais.

A Matilha quer saber: qual o seu livro infantil preferido?

28/03/2020

Quem vê o livro pronto não sabe os bastidores que acontecem no processo. São tantas idas e vindas para catar aquela vírgula fora do lugar, deixar o texto fluido e o layout atrativo... juro: que trabalho! No dia do Diagramador e Revisor, aplaudimos esses profissionais que transformam pedra bruta em diamante polido.

Aquele gatinho que ainda não adotamos.O abraço na mãe que não deu tempo de dar.O brinde com as amigas naquela última sex...
27/03/2020

Aquele gatinho que ainda não adotamos.
O abraço na mãe que não deu tempo de dar.
O brinde com as amigas naquela última sexta.
O beijo que ficou pra depois.

O presente é o que temos, mas tantas vezes postergamos. Agora, é usar a criatividade para se aproximar do distante. Seja em memória, tbt, vídeo chamada, no berro. Onde exista amor, mande seu calor até lá. Em tempos de isolamento, tudo vale para se achegar.

O Dr. Daisaku Ikeda, filósofo, escritor e poeta japonês, envia há 37 anos propostas de paz anualmente à ONU. Esse trecho...
26/03/2020

O Dr. Daisaku Ikeda, filósofo, escritor e poeta japonês, envia há 37 anos propostas de paz anualmente à ONU. Esse trecho é de 2011.

Para ele, há uma interdependência entre as pessoas e a entidade da vida como um todo, sinônimo de uma coexistência criadora, ou seja, tudo está relacionado, nada acontece de forma isolada.

Hoje, vivendo o desafio do isolamento social obrigatório, nos questionamos sobre o individualismo tão presente no dia a dia. Será que chegamos ao momento de perceber e abraçar a coletividade como uma necessidade humana?

Nesse processo percebemos que somos muito mais conectados uns com outros do que se imaginava. Somos parte de um todo coletivo e humano, embora hajam tantos recortes nos diferenciando. Todo bicho é indispensável a sua Matilha. Mesmo longe, vamos juntas.

“Algum dia voltaremos a ser pessoas novamente e não somente judeus.” A frase acima é de Anne Frank, uma jovem de 13 anos...
27/01/2020

“Algum dia voltaremos a ser pessoas novamente e não somente judeus.” A frase acima é de Anne Frank, uma jovem de 13 anos, vítima do nazismo alemão no período da segunda guerra mundial. Nascida na Alemanha em 1929, filha de pais judeus, que foram obrigados a sair do país e foram para a Holanda, quando Adolf Hi**er assumiu o poder defendendo o anti-semitismo. Com a invasão da Alemanha à Holanda em 1940, esse grupo social foi perseguido e para tentar sobreviver, sua família viveu por mais de dois anos escondida em um cômodo de uma antiga fábrica. A jovem registra seu drama em um diário que havia ganhado e demonstra seus anseios em poder viver livremente como antes. Em 1944, eles foram delatados, presos e deportados, sendo vítimas do campo de concentração de Auschwitz.
Na data de hoje se comemora 75 anos do fim do campo de concentração de Auschwitz, considerado o maior centro criado para assassinar judeus e grupos sociais discriminados pela orientação sexual, etnia, raça, posição política, pelo governo alemão entre 1940 a 1945. A ideologia fascista implementada por Adolf Hi**er e seguida por massas populares executou seis milhões de poloneses, seis milhões de judeus, vinte milhões de cidadãos da União Soviética, treze sendo civis.
A memória como baú da história, deve nos servir para jamais permitir que fato como esse ou parecido ocorra novamente. A naturalização do assassinato de milhões de pessoas, que até aquele momento eram amigos e vizinhos dos alemães, pessoas com a qual dividiam a mesa para almoçar, tomar café e logo em seguida viraram monstros, responsáveis por todas as mazelas, especialmente econômicas, que a Alemanha passou a vivenciar, dignas de serem tratadas como sem humanidade, deve nos colocar atentos e dispostos a irmos um pouco mais fundo a história, a fim, de não nos deixar viver em uma fantasia, que possa apoiar, embora com novas roupagens, práticas institucionalizadas de assassinatos de seres humanos. O que nos diferencia de outros animais é a razão, aderir à barbárie e a violência como forma de vida é perder o que nos torna humanos.”.

Por que não pintar da gente aquilo que nossa criação nos permitir produzir, sem anular o artista que sentimos pertencido...
23/01/2020

Por que não pintar da gente aquilo que nossa criação nos permitir produzir, sem anular o artista que sentimos pertencidos ser?
Raine Maria Rilke dizia que a arte é apenas um modo de viver, e é por isso que o que menos toca uma obra de arte são as palavras de crítica. Não há modo certo ou errado, não há ordinário versus extraordinário. Arte não cabe em rótulos binários. O que existe é a pura autenticidade de viver a verdade que enxergamos em si, e menos, quase nada, sobre o que os outros julgam legítimo.
Não precisa ser livro para ser escritor.
A criatividade é livre e nós também.
A matilha continua provocando: qual o autorretrato você pintou hoje?

Você conhece a história do Gato de Botas? “- Que vou eu fazer com um simples gato?Qual não foi a sua surpresa quando ouv...
22/11/2019

Você conhece a história do Gato de Botas?

“- Que vou eu fazer com um simples gato?

Qual não foi a sua surpresa quando ouviu o gato responder-lhe:

- Se me deres umas botas pretas, um fato e um s**o, farei de ti um homem rico!”

Rogério é o gato da Matilha, nosso contador tão perspicaz e inteligente quanto um felino.

Consciência negra pra que e pra quem?Poderíamos começar falando do desastre causado pela ilusão de supremacia branca nos...
20/11/2019

Consciência negra pra que e pra quem?

Poderíamos começar falando do desastre causado pela ilusão de supremacia branca nos mais de 500 anos de sequestro, aprisionamento, opressão, extermínio e destruição de pessoas de cor não-brancas, estigmatizadas pela raça, na história do Brasil. Vários estudiosos afirmaram e reafirmaram a perversão desse sistema de dominação, onde predomina a decisão obstinada de negar a humanidade dessas pessoas, somada ao desrespeito e desprezo, individual e coletivo, pelo seu direito de existir.

Wade Nobles, pioneiro na psicologia africana, afirma que o que o opressor tentou esvaziar da mente dessas pessoas de cor foi o senso de ser africano. Mas, para ele, por mais assustador que tenha sido esse atentado ao senso de ser africano, o opressor não conseguiu destruir o africano dentro das pessoas de cor.

Enquanto a história oficial celebra e exalta o descobrimento do Brasil e a construção da nação miscigenada, pensadores como Nobles concluem que esse senso alterado de consciência, que gera na pessoa de cor a dúvida Ser ou não ser negro? Ser ou não ser índio?, é resultado de uma contínua tentativa de apagamento dessas pessoas de cor, de suas sociedades e culturas, da história oficial, por processos sistemáticos de destruição física, mental e espiritual que assumem diferentes formas a cada época.

A palavra “consciência” tem origem no latim conscientia (“conhecimento de si próprio, senso moral”), junção dos termos conscius (“que sabe bem o que deve fazer”) e sciens (“conhecimento que se obtém por meio do estudo, da leitura, da instrução”). A consciência é o fenômeno psíquico pelo qual uma pessoa confirma sua existência e presença no mundo.

Comemorar o “Dia da Consciência Negra” é muito mais do que simplesmente tomar consciência de que eu sou (ou não sou) negro. É descolonizar a mente das pessoas de cor, não-brancas, miscigenadas, racializadas, alvos do racismo em todas as suas facetas. É criar uma nova história, não como desastre, mas como triunfo da vida humana, transbordantes da alegria, de ser, de estar em relação e de tornar-se negro.

Debaixo da moldura de um céu azul, com galhos e árvores projetando sua sombra sobre a grama, está o cenário do quintal d...
10/10/2019

Debaixo da moldura de um céu azul, com galhos e árvores projetando sua sombra sobre a grama, está o cenário do quintal da Matilha. A inspiração habita em cada detalhe. Tudo o que os olhos são capazes de se encantar pode virar escrita criativa.
@ Parque Do Palácio Do Catete

Endereço

Rua Do Catete
Rio De Janeiro, RJ

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Editora Matilha posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Editora Matilha:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram