03/01/2026
Virar o ano na fazenda é lembrar que a vida não pede espetáculo.
Ela pede presença.
Eu passei o réveillon aqui… com o coração meio em silêncio, meio em festa.
E no meio disso tudo, a maior bênção: minha mãe fazendo 84 anos. Oitenta e quatro.
É muita história, muita travessia, muita vida em forma de gente.
E aí a natureza fez questão de participar do brinde também:
um ipê amarelo derramando pétalas como se estivesse dizendo:
“tá vendo? recomeço não é só calendário. é chão.”
E teve mais uma alegria que eu quero guardar:
o brinde dessa foto foi com a galera do beach tênis que eu tive o prazer de jogar todos esses dias na fazenda.
Amizade assim é presente — gente que chega, soma, ri junto, movimenta o corpo, leveza no ar.
Foi muito bom virar o ano com essa energia circulando.
Teve riso, teve abraço, teve brinde…
e teve aquele tipo de gratidão que não cabe em frase pronta.
Que 2026 seja menos corrida e mais verdadeira.
Menos performance e mais alma.
Menos “tenho que” e mais “tô aqui”.
Feliz ano novo.
E feliz vida, mãe. 84 vezes obrigada. 💛✨🌿🥂