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Amizade não é sobre ser igual, é sobre caber no mundo do outro. 🤝✨Pedro vive no mundo das linhas retas. Tina vive no mun...
29/01/2026

Amizade não é sobre ser igual, é sobre caber no mundo do outro. 🤝✨

Pedro vive no mundo das linhas retas. Tina vive no mundo das curvas. À primeira vista, eles não combinam, mas é justamente aí que a mágica acontece.

No consultório, uso muito "Pedro e Tina" para falar sobre o direito de ser quem somos. Vivemos em um mundo que tenta padronizar o comportamento infantil, mas a saúde emocional mora na aceitação das nossas singularidades.

Este livro é um recurso valioso para: 🔹 Pais: Para entenderem que irmãos podem ser opostos e ainda assim cúmplices. 🔹 Terapeutas: Um suporte incrível para trabalhar socialização em crianças com TEA ou dificuldades de integração. 🔹 Professores: A base perfeita para um projeto sobre bullying e respeito à diversidade.

Quando aceitamos o jeito de "cada um", o mundo f**a muito mais colorido (e redondo, e quadrado, e cheio de curvas!).

"Posso ir com você?" — A pergunta que esconde a busca por pertencimento. 🤝Para uma criança, ser aceita em um grupo não é...
27/01/2026

"Posso ir com você?" — A pergunta que esconde a busca por pertencimento. 🤝

Para uma criança, ser aceita em um grupo não é apenas "ter amigos", é sentir-se segura no mundo. O livro "Me Leva com Você?" de Fernando Vilela toca em uma ferida comum na infância: o medo da exclusão.

Seja na adaptação escolar, em uma mudança de cidade ou na entrada em uma nova atividade, o sentimento de "ser o novo" gera insegurança. Esta obra é um recurso precioso para:

✨ Trabalhar a Empatia: Ensinar as crianças a olharem para quem está chegando. ✨ Validar Emoções: Mostrar que é normal querer ser incluído e sentir medo de f**ar de fora. ✨ Estimular a Iniciativa: Criar coragem para o primeiro passo em direção ao outro.

Como psicóloga, vejo que o acolhimento é o melhor antídoto para a ansiedade social infantil.

Você já passou pela experiência de ver seu pequeno tentando 'se encaixar' em um novo grupo? Como foi esse processo por aí?

Escolher uma escola vai muito além da estrutura física ou do material didático. É uma decisão que toca diretamente o des...
26/01/2026

Escolher uma escola vai muito além da estrutura física ou do material didático. É uma decisão que toca diretamente o desenvolvimento emocional, social e afetivo da criança.
Antes de decidir, observe:
✨ Se a proposta pedagógica conversa com os valores da sua família
✨ Como a escola acolhe emoções, conflitos e diferenças
✨ Se o bem-estar da criança vem antes da performance e dos resultados
✨ Como é a escuta e a parceria com as famílias
A escola será um dos primeiros espaços onde seu filho vai construir vínculos, sentir pertencimento e aprender quem ele é no mundo. Por isso, a melhor escolha é aquela que respeita a infância, valoriza o cuidado emocional e caminha junto com a família.
Escolher escola é, também, escolher a comunidade que fará parte da história do seu filho.

Curiosos???  Estamos com novidades.
26/01/2026

Curiosos??? Estamos com novidades.

As férias costumam vir acompanhadas de listas, planos, passeios e da ideia de que tudo precisa ser especial o tempo todo...
21/01/2026

As férias costumam vir acompanhadas de listas, planos, passeios e da ideia de que tudo precisa ser especial o tempo todo.
Mas, na infância, menos pode ser muito mais.
Crianças não precisam de programações constantes para se sentirem felizes. Elas precisam de: tempo, presença,liberdade para br**car e adultos emocionalmente disponíveis.
Quando as expectativas são altas demais, o cansaço aparece tanto para os adultos quanto para as crianças. E, muitas vezes, o que era para ser leve se transforma em tensão.
Permitir férias mais simples é um gesto de cuidado emocional.
Descansar também educa.
Diminuir o ritmo também protege.
Estar junto, com menos cobrança, já é suficiente.

Antes de saber explicar o que sente, a criança br**ca.É no br**car livre que ela expressa medos, desejos, alegrias, conf...
19/01/2026

Antes de saber explicar o que sente, a criança br**ca.
É no br**car livre que ela expressa medos, desejos, alegrias, conflitos e descobertas.
Brincar é falar sem palavras.
É elaborar emoções.
É organizar o mundo interno a partir do mundo externo.
No br**car espontâneo, a criança cria, repete, transforma, experimenta limites e constrói sentidos.
Ali, ela desenvolve autonomia, criatividade, autorregulação emocional e segurança interna.
Quando o adulto respeita o tempo do br**car — sem conduzir, corrigir ou apressar — oferece algo precioso: escuta emocional.
Brincar não é passatempo.
É necessidade.
É direito.
É desenvolvimento.
Cuidar do br**car é cuidar da saúde emocional da infância.

Em muitos lares, as telas entram como apoio, descanso, solução possível.E logo depois… vem a culpa.💭 “Estou exagerando?”...
13/01/2026

Em muitos lares, as telas entram como apoio, descanso, solução possível.
E logo depois… vem a culpa.
💭 “Estou exagerando?”
💭 “Será que estou prejudicando meu filho?”
💭 “Deveria estar fazendo diferente?”
A culpa parental nasce, muitas vezes, de expectativas irreais e de uma rotina que exige demais dos adultos.
Mas a psicologia nos lembra: não é o uso pontual da tela que machuca, e sim a ausência de vínculo, escuta e presença emocional.
Tela não substitui relação — mas também não precisa ser vilã.
O que importa é o equilíbrio, os combinados claros e a qualidade do tempo juntos.
Parentalidade não é sobre perfeição.
É sobre consciência, reparos e escolhas possíveis.
Respire. Você está fazendo o melhor que pode com os recursos que tem.

Negociar o uso de telas não é sobre controle, é sobre relação.Quando o adulto antecipa, combina e sustenta limites com a...
12/01/2026

Negociar o uso de telas não é sobre controle, é sobre relação.
Quando o adulto antecipa, combina e sustenta limites com afeto, a criança se sente mais segura — mesmo quando frustra.
Algumas estratégias que ajudam: • estabeleça horários claros e previsíveis
• avise antes de a tela acabar (“faltam 5 minutos”)
• valide o sentimento, sem voltar atrás no limite
• ofereça alternativas reais de transição
• seja coerente e consistente
A birra não signif**a que o limite está errado.
Ela indica que a criança ainda está aprendendo a lidar com frustrações.
Cuidar do uso de telas é também cuidar do desenvolvimento emocional.





Infância

Durante as férias, é comum que o uso de telas aumente. Afinal, a rotina muda, os adultos seguem trabalhando e a tela par...
10/01/2026

Durante as férias, é comum que o uso de telas aumente. Afinal, a rotina muda, os adultos seguem trabalhando e a tela parece ajudar.
Mas quando ela ocupa quase todo o dia, alguns sinais emocionais podem aparecer nas crianças:
⚠️ Mais irritação
⚠️ Dificuldade de lidar com frustrações
⚠️ Agitação ou apatia
⚠️ Menor tolerância ao “não”
A tela estimula intensamente o cérebro infantil, mas não ensina a criança a esperar, criar, negociar, sentir e elaborar emoções.
Essas aprendizagens acontecem no br**car livre, no tédio, na convivência e na relação.
Não se trata de culpa, e sim de consciência e equilíbrio.
Pequenas pausas, combinados claros e a presença emocional do adulto fazem toda a diferença.
Férias também são tempo de vínculo, escuta e experiências reais.






InfânciaSemPressa

Boa tarde!Atenção nesse compilado de dicas para as férias com as crianças!Arrasta para o lado e vejam quais propostas vo...
08/01/2026

Boa tarde!

Atenção nesse compilado de dicas para as férias com as crianças!

Arrasta para o lado e vejam quais propostas vocês podem realizar com eles . Foi feito com muito carinho para auxiliar todos vocês!

Compartilha com alguma mãe que merece ler essas dicas também!😘

Durante as férias, a rotina muda ,e junto com ela surgem oportunidades valiosas de crescimento emocional.Com mais tempo ...
08/01/2026

Durante as férias, a rotina muda ,e junto com ela surgem oportunidades valiosas de crescimento emocional.
Com mais tempo livre, a criança pode: fazer escolhas;
-tentar resolver pequenos desafios
-expressar sentimentos com menos pressa e cobranças
Essas vivências fortalecem a confiança, o senso de competência e ajudam a criança a reconhecer o que sente e do que precisa.
Autonomia emocional não nasce da exigência, mas da experiência acompanhada por um adulto disponível, que observa, acolhe e confia.
Férias também são tempo de aprender — sobre si, sobre o outro e sobre sentir.

04/01/2026

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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