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“Eu não sei o que aconteceu comigo. Só sei que algo em mim não sai do lugar.”Você também se sente assim? Como se a vida ...
27/02/2026

“Eu não sei o que aconteceu comigo. Só sei que algo em mim não sai do lugar.”

Você também se sente assim? Como se a vida seguisse, mas por dentro algo estivesse travado, sem um motivo claro.

Muitas vezes, essa sensação não nasce do agora. Ela vem de experiências antigas, de dores silenciosas, de adaptações que o corpo criou para sobreviver.

Nem todo trauma é visível. Às vezes, ele mora no choro não acolhido, na ausência que marcou, no que precisou ser engolido sozinho.

Você pode não lembrar. Mas o corpo lembra. No alerta constante, no medo do toque, no vazio que aparece mesmo quando “está tudo bem”.
Isso não é drama nem fraqueza.

É o corpo pedindo escuta.
Buscar ajuda não é sinal de fragilidade — é coragem de dar um novo destino ao que um dia precisou se calar.

Você se cala o tempo todo e nem percebe. Até que um dia... percebe.Percebe que sua voz está f**ando “pequena”. Que seus ...
25/02/2026

Você se cala o tempo todo e nem percebe. Até que um dia... percebe.

Percebe que sua voz está f**ando “pequena”. Que seus limites passaram a ser ignorados.

Que você já não confia tanto no que sente.

E, de repente, qualquer opinião sua parece virar problema. Qualquer frase vira briga. Qualquer desejo soa como egoísmo.

E quanto mais você se anula, mais pesado f**a o peso dentro de você, na mente, no corpo, nas relações.

A boa notícia? Dá para mudar. Existem caminhos para reconstruir a sua segurança interna e construir relações onde a sua voz importa de verdade.

Maid não é só uma série sobre maternidade. É sobre sobreviver quando o amor existe, mas o apoio não.É sobre tentar cuida...
20/02/2026

Maid não é só uma série sobre maternidade. É sobre sobreviver quando o amor existe, mas o apoio não.

É sobre tentar cuidar de um filho enquanto o próprio chão emocional ainda está quebrado.

Sobre sair da violência e descobrir que o mundo nem sempre acolhe quem está tentando recomeçar.

O que mais “dói” em Maid não é o que é explícito. É o que f**a invisível: o cansaço extremo, a culpa constante, o medo silencioso, a solidão que não aparece nas fotos.

A série nos confronta com uma verdade incômoda: amar não elimina o trauma. Ser mãe não anula a dor e nem a vulnerabilidade.

Você já assistiu? F**a a dica de série para o fim de semana!

Muita gente tem essa dúvida, mesmo que dita de formas diferentes:“Será que só o remédio resolve?”“E a terapia, faz o que...
13/02/2026

Muita gente tem essa dúvida, mesmo que dita de formas diferentes:
“Será que só o remédio resolve?”
“E a terapia, faz o que exatamente?”

Essa pergunta costuma aparecer quando o sofrimento já cansou o corpo. Quando o humor oscila, o sono falha, a ansiedade aperta... e algo precisa, de fato, mudar.

O medicamento regula os circuitos. A psicanálise reorganiza os signif**ados.

Enquanto o psicofármaco ajusta neurotransmissores, modula receptores, favorece a neuroplasticidade, a terapia reorganiza sentidos: reconstrói narrativas, ressignif**a memórias, cria novos caminhos de leitura sobre si.

A necessidade de um não anula a necessidade do outro. Pelo contrário, muitas vezes, eles são complementares.

Quando o medicamento reduz o excesso de ruído interno, o sofrimento deixa de ocupar todo o espaço. Quando a palavra encontra lugar, a história começa a se reorganizar, e isso também modif**a a circuitaria cerebral.

Por isso, psicofármacos não são apenas antidepressivos, estabilizadores de humor ou ansiolíticos. Eles ajudam corpo e mente a contarem a mesma versão da história.

E é nesse encontro — entre regulação biológica e elaboração psíquica — que muitas mudanças profundas se tornam possíveis.

Você já percebeu transformações assim no seu processo?

Sim, entrei na trend por aqui também! rsrs
10/02/2026

Sim, entrei na trend por aqui também! rsrs

Herdamos mais do que imaginamos...Antes mesmo de entender quem somos, já estamos atravessadas por gestos, silêncios, med...
09/02/2026

Herdamos mais do que imaginamos...

Antes mesmo de entender quem somos, já estamos atravessadas por gestos, silêncios, medos e formas de amar que não escolhemos conscientemente. Aprendemos a nos mover por meio de rastros que herdamos, sem perceber.

São marcas sutis. Um jeito de se calar. Um medo que não sabemos explicar. Uma forma de amar que mistura cuidado e dor.
Muito do que repetimos na vida adulta nasce dessas primeiras ligações com quem veio antes de nós. Histórias que não conhecemos por inteiro, mas que seguem vivas na maneira como nos relacionamos, como lidamos com perdas, limites e afetos.

Reconhecer essas heranças não é “remoer” o passado. É apenas o começo da história... É perceber que nem tudo o que carregamos começou em nós e que, ainda assim, pode ser transformado.

Na psicanálise, essas marcas ganham espaço para serem escutadas. Não para serem apagadas, mas para ganharem outra forma de existir.

Porque quando algo que foi herdado deixa de agir no silêncio, abre-se a possibilidade de viver com mais consciência, leveza e verdade...

“Terapia? Agora não… Depois do Carnaval eu começo.”Essa é uma situação típica do início do ano. E ela não tem a ver com ...
06/02/2026

“Terapia? Agora não… Depois do Carnaval eu começo.”

Essa é uma situação típica do início do ano. E ela não tem a ver com falta de tempo, mas com um hábito que nós, mulheres, estamos acostumadas: aguentar mais um pouco.

A gente aprende cedo a funcionar mesmo cansada. A seguir mesmo sem chão. A resolver tudo sozinha — e só depois, se sobrar espaço, sentir.

Então o cuidado vira uma promessa adiada. Algo que sempre pode esperar:

- Depois do Carnaval, eu começo...
- Quando a crianças voltarem para a escola, eu vejo isso...
- Depois que as coisas acalmarem...

Mas o corpo e a mente contam outra história e, às vezes, o momento que parece “menos urgente” é quando o sofrimento está só sendo silenciado.

Estudos indicam que os meses de dezembro e janeiro estão associados ao aumento de sintomas de ansiedade, humor deprimido e sensação de pressão por desempenho. A literatura em psicologia mostra que períodos de transição e alta cobrança social, como início do ano e férias escolares, aumentam a vulnerabilidade emocional, sobretudo entre mulheres que já vivem sobrecarga constante.

Fevereiro começou... Ainda não é Carnaval, mas você vai continuar te deixando para segundo plano até quando?

Talvez o ponto não seja quando começar. Mas, justamente esse: por que você sempre se deixa para depois?
Cuidar de si não é um projeto futuro. É uma necessidade do agora. E o set terapêutico pode ser o espaço onde você encontrará mais apoio, clareza e menos peso interno.

Se você sente que está apenas sobrevivendo até o próximo feriado, talvez não precise adiar mais o cuidado que já está pedindo atenção.

Às vezes, a gente acha que ter controle, é ter todas as respostas... Mas, nem sempre a vida pede respostas prontas. Às v...
03/02/2026

Às vezes, a gente acha que ter controle, é ter todas as respostas... Mas, nem sempre a vida pede respostas prontas. Às vezes, o mais importante é ter coragem de se perguntar: o que faz sentido para mim agora?

Aprender a fazer as perguntas certas muda tudo. Porque não é sobre ter controle, é sobre se aproximar da própria verdade.
Na psicanálise, o processo começa assim: não com soluções imediatas, mas com perguntas que sustentam o encontro consigo.

E você… o que tem perguntado pra si mesmo ultimamente?

Nem todo silêncio é paz. Às vezes, ele é só o lugar onde a gente guardou o que não conseguiu dizer.Há quem se cale para ...
27/01/2026

Nem todo silêncio é paz. Às vezes, ele é só o lugar onde a gente guardou o que não conseguiu dizer.

Há quem se cale para não perder o amor. Há quem se cale porque aprendeu que não seria ouvido. E há silêncios que duram tanto que começam a aparecer de outro jeito: sintomas físicos, emoções intensas, na ansiedade que não avisa de onde vem.

Na psicanálise, até o silêncio é escutado. Porque mesmo o que não encontra palavras diz muito sobre a história de alguém.

Quando essa voz interna encontra espaço, algo começa a se mover. E é aí que a mudança deixa de ser ideia, e começa a ser possível.

24/01/2026

Tem momentos em que a gente sente que ficou para trás. Todo mundo parece avançar na vida: sucesso profissional, casamento, grandes planos... e você ali, segurando um café que nem era para você.

É fácil se comparar, se culpar, se julgar... É fácil achar que escolheu errado, que perdeu tempo, que não fez o suficiente.

Mas essa cena de Friends diz algo que a gente costuma esquecer: nem tudo que parece oportunidade se materializa. Às vezes, os “feijões mágicos” vêm em forma de gente.

Gente que escuta sem pressa. Que f**a quando você não tem respostas. Que te lembra quem você é quando você começa a duvidar.

Em fases de transição, incerteza e recomeço, vínculos verdadeiros valem mais do que qualquer plano que ainda não aconteceu.

Nem toda mágica é extraordinária. Algumas só seguram a sua mão enquanto você atravessa o caos.

psicanalise

Você já reparou como a pressa, muitas vezes, não é sobre resolver… mas sobre não suportar a espera?A ansiedade que apare...
22/01/2026

Você já reparou como a pressa, muitas vezes, não é sobre resolver… mas sobre não suportar a espera?

A ansiedade que aparece quando nada está definido, o desconforto de não ter respostas imediatas, o medo do “entre” (entre uma fase e outra, uma decisão e outra).

A gente quer respostas imediatas, controle, certezas. Mas a pressa de resolver também é uma forma de fugir da angústia de não saber.

Lidar com a espera é parte do amadurecimento emocional. Sustentar o tempo das coisas é permitir que a vida se revele no ritmo que precisa.

Nem tudo precisa ser resolvido agora. Algumas respostas só aparecem quando você aprende a esperar.

Endereço

São José Do Rio Prêto, SP

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