Juliana Chaim Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Juliana Chaim, Psicólogo/a, São José do Rio Prêto.

Nem todo silêncio é paz. Às vezes, ele é só o lugar onde a gente guardou o que não conseguiu dizer.Há quem se cale para ...
27/01/2026

Nem todo silêncio é paz. Às vezes, ele é só o lugar onde a gente guardou o que não conseguiu dizer.

Há quem se cale para não perder o amor. Há quem se cale porque aprendeu que não seria ouvido. E há silêncios que duram tanto que começam a aparecer de outro jeito: sintomas físicos, emoções intensas, na ansiedade que não avisa de onde vem.

Na psicanálise, até o silêncio é escutado. Porque mesmo o que não encontra palavras diz muito sobre a história de alguém.

Quando essa voz interna encontra espaço, algo começa a se mover. E é aí que a mudança deixa de ser ideia, e começa a ser possível.

24/01/2026

Tem momentos em que a gente sente que ficou para trás. Todo mundo parece avançar na vida: sucesso profissional, casamento, grandes planos... e você ali, segurando um café que nem era para você.

É fácil se comparar, se culpar, se julgar... É fácil achar que escolheu errado, que perdeu tempo, que não fez o suficiente.

Mas essa cena de Friends diz algo que a gente costuma esquecer: nem tudo que parece oportunidade se materializa. Às vezes, os “feijões mágicos” vêm em forma de gente.

Gente que escuta sem pressa. Que f**a quando você não tem respostas. Que te lembra quem você é quando você começa a duvidar.

Em fases de transição, incerteza e recomeço, vínculos verdadeiros valem mais do que qualquer plano que ainda não aconteceu.

Nem toda mágica é extraordinária. Algumas só seguram a sua mão enquanto você atravessa o caos.

psicanalise

Você já reparou como a pressa, muitas vezes, não é sobre resolver… mas sobre não suportar a espera?A ansiedade que apare...
22/01/2026

Você já reparou como a pressa, muitas vezes, não é sobre resolver… mas sobre não suportar a espera?

A ansiedade que aparece quando nada está definido, o desconforto de não ter respostas imediatas, o medo do “entre” (entre uma fase e outra, uma decisão e outra).

A gente quer respostas imediatas, controle, certezas. Mas a pressa de resolver também é uma forma de fugir da angústia de não saber.

Lidar com a espera é parte do amadurecimento emocional. Sustentar o tempo das coisas é permitir que a vida se revele no ritmo que precisa.

Nem tudo precisa ser resolvido agora. Algumas respostas só aparecem quando você aprende a esperar.

Essa semana, atendi uma paciente que chegou ao consultório dizendo: “Eu não sei mais o que está acontecendo com o meu co...
16/01/2026

Essa semana, atendi uma paciente que chegou ao consultório dizendo: “Eu não sei mais o que está acontecendo com o meu corpo.”

Ela falava de um cansaço que não passava. De noites mal dormidas. Uma mente acelerada. Imunidade baixa... De sintomas que iam surgindo, um atrás do outro.

Os exames estavam normais. Todos! Mesmo assim, o corpo dela falhava... e falava.

Na consulta, eu disse para ela: “bom… então vamos começar do começo. Vamos tentar entender quando tudo começou a surgir... Me conta a sua história.”

E foi nesse momento que ela travou. Fazia anos que ela só resolvia as coisas. Dava conta de tudo. Funcionava. Seguia em frente... mas, não percebia o que sentia. E, sentir sem perceber, também nos faz adoecer.

O que estava adoecendo essa paciente não aparecia em exame nenhum. Estava na história dela. No corpo que guardou demais. Na ausência de pausa. Na desconexão de si mesma.

Ela fazia de tudo para manter o corpo funcionando. Tomava suplementos. Comia “direito”.

Fazia check-ups. Tentava controlar. E, ainda assim, continuava adoecendo.

Naquele momento, lembrei dessa frase: “não é o estresse que adoece, é a desconexão com nós mesmas.”

Quando anestesiamos a dor, o corpo não descansa. Ele congela. Um corpo em guerra cria um mecanismo de sobrevivência. Ele f**a o tempo todo em alerta. Ele sabe que consegue dar conta de tudo. Mas não sabe sentir.

E quando isso acontece, abrimos espaço para que a doença apareça. Essa desconexão geralmente não vai aparecer nos exames, porque é vem de uma história de vida... No corpo que guardou tanta coisa. Na ausência de pausa. Na desconexão de si mesma.

Esse post é sobre o tipo de trauma que molda o corpo antes das palavras. E quando o corpo é moldado assim, nem sempre suplementos, exames ou protocolos serão suficientes.

Se você sente que já tentou de tudo e nada muda, talvez esteja na hora de tentar uma nova abordagem. Uma que integre o começo, o meio e o agora. Que escute o corpo a partir do que ele carrega, das memórias que ele guarda, do que nunca pôde ser sentido. E que foque nisso: na segurança interna.

A ciência tem nos ensinado a olhar para fora. A explorar o mundo, decifrar códigos, criar tecnologia. Mas, no meio de ta...
14/01/2026

A ciência tem nos ensinado a olhar para fora. A explorar o mundo, decifrar códigos, criar tecnologia. Mas, no meio de tanto avanço, algo essencial ficou para trás: a nossa conexão com a própria vida.

Falamos de empatia, mas vivemos em alerta. Desejamos união, mas nos sentimos separados.

Talvez o próximo grande salto da humanidade não seja tecnológico, nem científico, mas um despertar de consciência.

Pierre Teilhard de Chardin entendia Deus não como algo distante, mas como a força que organiza, sustenta e impulsiona tudo o que vive. E o amor, para ele, era a sua expressão mais profunda.

Deus não é um conceito. Mas, sim, uma experiência. Uma presença viva que se revela quando percebemos que não estamos isolados, nem desconectados, mas que fazemos parte.

Isso é amor. E você… sente essa conexão?

Recomeçar não é apagar o que foi vivido. É seguir adiante levando consigo as experiências e vivências do caminho.Alguns ...
12/01/2026

Recomeçar não é apagar o que foi vivido. É seguir adiante levando consigo as experiências e vivências do caminho.

Alguns recomeços não chegam leves. Chegam depois do cansaço, da frustração, de algo que precisou acabar para que a vida pudesse se reorganizar.

No início do ano, muita gente se cobra entusiasmo, força, metas novas. Mas a saúde mental também pede respeito ao tempo interno.

Nem todo começo é sobre acelerar. Alguns são sobre assimilar, elaborar, seguir diferente.

Que este ano não exija que você volte ao início. Que ele te permita continuar, com mais consciência do que te dói e mais cuidado com o que ainda está em construção.

O maior presente que você pode se dar não é uma viagem, não é um curso novo, nem um novo amor. É se conhecer de verdade....
06/01/2026

O maior presente que você pode se dar não é uma viagem, não é um curso novo, nem um novo amor. É se conhecer de verdade.

É entender por que, às vezes, a tristeza aparece sem aviso. Porque você se afasta de quem ama. Porque sente raiva e engole. Porque diz “sim” quando, por dentro, tudo grita “não”.

Autoconhecimento é sair do modo automático do “tô tentando dar conta”. É perceber que muita coisa que você chama de “meu jeito” pode ser medo, cansaço ou histórias antigas que ainda conduzem suas escolhas.

Enquanto isso não é olhado, a vida segue no mesmo roteiro: as mesmas decisões, os mesmos padrões, as mesmas dores... só em cenários diferentes.

Se conhecer não é confortável. Às vezes é inquietante. Às vezes dói. Mas é o começo da liberdade de escolher diferente.
Janeiro Branco nos lembra disso: cuidar da saúde mental não é sobre começar do zero, é sobre começar por dentro.

Que este ano comece com mais escuta, mais consciência e mais verdade com você mesma.

Antes do ano acabar, talvez o que você mais precise não seja de metas novas, mas de um pouco de reconhecimento  pelo cam...
30/12/2025

Antes do ano acabar, talvez o que você mais precise não seja de metas novas, mas de um pouco de reconhecimento pelo caminho que percorreu, pelo que atravessou em silêncio, pelo que ainda está aprendendo a nomear.

Encerrar um ano não signif**a estar com tudo muito bem controlado e resolvido. Às vezes, é só sobre honrar o processo.
Se esse post te tocou, salva e releia sempre que precisar!

**ar

O meu maior e melhor presente de Natal se resume nesta foto aqui: minha família unida.Eu acredito que Natal seja isso: u...
24/12/2025

O meu maior e melhor presente de Natal se resume nesta foto aqui: minha família unida.

Eu acredito que Natal seja isso: um colo que acolhe, um abraço apertado que alivia, as crianças correndo pela casa, a Ceia sendo preparada com amor, as boas risadas, as histórias contadas ao redor da mesa.

O Natal, na sua essência mais silenciosa, é sobre isso: presença. É sobre um Deus que escolheu vir ao mundo do jeito mais humano possível: numa família, com toda a simplicidade do mundo, mas trazendo o que há de mais valioso: amor e esperança.

E talvez seja isso que mais cura a alma: saber que amor não é perfeição, mas encontro.

Que 2026 nos encontre assim: mais presentes, mais humanos, mais capazes de enxergar o sagrado que existe na simplicidade, no cotidiano, e uns nos outros.

Santo e abençoado Natal, e um Ano Novo repleto de luz, paz e amor!

Entre os dias 22/12 e 06/01, estarei em um breve período de recesso.Boas festas!Com carinho,Juliana Chaim
22/12/2025

Entre os dias 22/12 e 06/01, estarei em um breve período de recesso.

Boas festas!

Com carinho,
Juliana Chaim

20/12/2025

Às vezes, até quem sempre foi forte… cansa.
Elias, o grande profeta, um dia sentou-se debaixo de uma árvore.

Exausto. Sobrecarregado. Sem forças para continuar, pediu para Deus tirar a sua vida.

Porque acreditava que havia falhado.
Deus, em Sua bondade, não o repreendeu, não o chamou de fraco, não disse que era “falta fé”.

Apenas enviou um anjo com um recado simples e humano: “Esta jornada é demais para você.

Descanse. Coma. Durma.”
Elias descansou. Se alimentou. Dormiu. Se permitiu ser cuidado.

Ele entendeu: não era o fim da jornada. Era só o fim das suas forças naquele momento.

E tudo bem.
Depois do descanso, Elias se levantou. Não porque “superou tudo”… Mas porque foi fortalecido. Com tempo, cuidado e gentileza.

Às vezes, Deus não nos pede para agir. Ele nos convida a descansar, se alimentar, respirar…
para então, levantar mais forte.

Às vezes, precisamos reconhecer que a jornada é, sim, difícil e que não há pecado em admitir nossas limitações.

Elias precisou de tempo e cuidado para se reerguer. Muitas vezes, nós também precisamos!

Se a sua jornada está pesada demais, talvez o próximo passo seja descansar.

Me conta…Você faz, faz, faz... e ainda assim sente que está devendo?Entrega, se esforça, tenta dar conta de tudo… mas, n...
16/12/2025

Me conta…

Você faz, faz, faz... e ainda assim sente que está devendo?
Entrega, se esforça, tenta dar conta de tudo… mas, no fundo, parece que sempre ficou faltando alguma coisa? É como se, mesmo com tudo que viveu, sempre tivesse uma voz dizendo baixinho: “poderia ter sido mais”.

E quando chega o fim do ano, o coração aperta ainda mais e esse sentimento toma forçar, né?

Mas, ó, tenho algo importante a te dizer. Essa sensação não fala do que você fez.

Fala de como você se enxerga...

Por isso, agora é hora de parar, respirar fundo e olhar para você e para tudo o que fez até aqui com mais carinho.

Endereço

São José Do Rio Prêto, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Juliana Chaim posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria