Instituto Aldeia da Fé

Instituto Aldeia da Fé Dra. Mariana Pimenta Martins
Médica | Psiquiatria Clínica
CRM-SP nº 278517

A cultura da aposta transformou o jogo em algo aparentemente inofensivo.Mas saúde mental não funciona no mesmo ritmo do ...
27/03/2026

A cultura da aposta transformou o jogo em algo aparentemente inofensivo.
Mas saúde mental não funciona no mesmo ritmo do entretenimento.

Para algumas pessoas, o jogo deixa de ser lazer e vira um mecanismo de escape emocional. O problema é que esse escape cobra juros altos: culpa, prejuízo financeiro, conflitos e sofrimento psíquico.

Não é sobre demonizar o jogo.
É sobre reconhecer que nem todo cérebro responde da mesma forma aos mesmos estímulos.
Quando entendemos isso, deixamos de reduzir tudo a “fraqueza” e começamos a enxergar o problema como ele é: um transtorno real, com impacto real.

Se você se identificou ou percebe esse padrão na sua vida, buscar ajuda profissional pode ser o próximo passo.
Clique no link da bio e agende sua consulta.
Cuidar da saúde mental é interromper ciclos antes que eles cresçam.

25/03/2026

Eu já estive do outro lado.

Com padrões intensos, impulsividade, dificuldade de controle… e aquela sensação de saber que precisava mudar, mas não conseguir.

A terapia foi importante. A medicação também.

Mas foi quando eu entendi, de verdade, como o cérebro funciona que tudo começou a fazer sentido.

A neurociência não só explica, ela direciona.

E é isso que eu levo hoje para quem eu acompanho: não julgamento, mas estratégia.

Se você se identif**a com isso, talvez esteja na hora de olhar para esses padrões de forma mais profunda.

Clique no link da bio e agende sua consulta.

Existe uma linha invisível entre jogar por diversão e jogar para aliviar algo que está doendo por dentro.Quando essa lin...
24/03/2026

Existe uma linha invisível entre jogar por diversão e jogar para aliviar algo que está doendo por dentro.
Quando essa linha é cruzada, o jogo deixa de ser lazer e começa a virar um problema de saúde mental.

No Transtorno do Jogo, a pessoa não joga só porque quer ganhar.
Ela joga para aliviar ansiedade, tensão, vazio, frustração.
O problema é que o alívio é curto e o prejuízo é longo.

Não é falta de caráter.
Não é “fraqueza”.
É perda de controle sobre um comportamento que ativa os mesmos circuitos cerebrais envolvidos em dependências.

O impacto não f**a só no dinheiro.
Atinge relações, trabalho, autoestima e saúde emocional.

Se você percebe que o jogo está saindo do controle, buscar ajuda profissional pode ser o próximo passo.
Clique no link da bio e agende sua consulta.

24/03/2026

Repetir padrões não é falta de força de vontade.
É falta de estratégia e de consciência sobre o que está por trás deles.

Quando você aprende a agir de forma diferente, dentro da sua rotina, o ciclo começa a mudar.

Se você sente que está presa nisso, clique no link da bio e agende sua consulta.

A internet adora transformar temas complexos em rótulos rápidos.Mas saúde mental não funciona no modo “diagnóstico em 30...
23/03/2026

A internet adora transformar temas complexos em rótulos rápidos.
Mas saúde mental não funciona no modo “diagnóstico em 30 segundos”.

Piromania é um transtorno raro, sério e de diagnóstico criterioso.
Não tem relação com curiosidade comum ou comportamentos pontuais.

Quando banalizamos termos clínicos, confundimos mais do que esclarecemos.
Informar não é sensacionalizar.
É separar comportamento humano comum de sofrimento psíquico real.

Se você percebe padrões impulsivos que geram risco ou prejuízo, vale buscar avaliação especializada.
Clique no link da bio e agende sua consulta.
Diagnóstico responsável começa com escuta clínica, não com achismo.

Nem todo fascínio por fogo é piromania.Curiosidade não é transtorno mental.Fogo chama atenção. Está presente em velas, f...
16/03/2026

Nem todo fascínio por fogo é piromania.
Curiosidade não é transtorno mental.

Fogo chama atenção. Está presente em velas, fogueiras, churrascos, lareiras.
Sentir curiosidade, interesse ou até certo encantamento por isso faz parte da experiência humana.

O problema começa quando o impulso de provocar incêndios é repetido, intenso e traz prejuízo para a própria pessoa e para os outros.

A piromania é um diagnóstico raro e sério.
Não tem a ver com curiosidade, brincadeira ou irresponsabilidade pontual.
É um transtorno de controle do impulso, em que o ato de provocar fogo vira uma repetição compulsiva, geralmente acompanhada de tensão antes e alívio momentâneo depois.

Confundir curiosidade com transtorno só cria pânico moral e desinformação.
nformação ajuda a diferenciar comportamento humano comum de sofrimento psíquico real.

Se você percebe comportamentos impulsivos que estão saindo do controle ou gerando prejuízo, é importante buscar avaliação profissional.

Clique no link da bio e agende sua consulta.
Saúde mental começa com informação e continua com cuidado.

A maioria das pessoas olha para comportamentos impulsivos apenas pela lente do erro moral.Mas saúde mental não se explic...
13/03/2026

A maioria das pessoas olha para comportamentos impulsivos apenas pela lente do erro moral.

Mas saúde mental não se explica só com “certo” e “errado”.
A cleptomania é um exemplo disso. Por fora, parece apenas uma escolha inadequada. Por dentro, muitas vezes, é um impulso que a própria pessoa não consegue compreender totalmente. Não existe prazer real no objeto. Existe uma tentativa disfuncional de aliviar uma tensão emocional que não foi elaborada.

Isso não transforma o comportamento em algo aceitável.
Mas muda completamente a forma de entender o que está por trás dele.

Quando a gente entende o mecanismo, sai do julgamento raso e começa a falar sobre cuidado em saúde mental de forma mais madura.

Se você percebe que esse padrão faz parte da sua realidade, buscar ajuda profissional pode ser o próximo passo.

Clique no link da bio e agende sua consulta.

Roubar sem precisar de dinheiro não é sobre caráter.Em alguns casos, é sobre sofrimento psíquico.Quando a gente fala em ...
09/03/2026

Roubar sem precisar de dinheiro não é sobre caráter.
Em alguns casos, é sobre sofrimento psíquico.

Quando a gente fala em roubo, o julgamento vem rápido. A ideia automática é “falta de caráter”, “maldade”, “desvio moral”. Mas existe um transtorno chamado cleptomania, em que a pessoa sente um impulso quase irresistível de pegar objetos que não têm valor real para ela.

Não é por necessidade financeira.
Não é por ganho pessoal.
E, muitas vezes, nem é algo planejado.

O impulso vem, a pessoa age e depois aparecem a culpa, a vergonha e o medo de ser descoberta. Em muitos casos, a cleptomania está associada a quadros de ansiedade, depressão ou outros transtornos do humor. Ou seja, não é um comportamento isolado. É um sintoma de algo maior.

Isso não signif**a romantizar ou justif**ar o ato.
Signif**a entender que nem todo comportamento impulsivo é uma escolha consciente.

Quando a gente troca julgamento raso por informação, f**a mais fácil enxergar o sofrimento por trás de atitudes que parecem “sem sentido”.

Se você se identificou ou conhece alguém que vive esse padrão, clique no link da bio e agende uma consulta.
Informação é o primeiro passo, tratamento é o próximo.

Você já disse algo no calor do momento e ficou se perguntando de onde aquilo veio?Explosões de raiva intensas, frequente...
04/03/2026

Você já disse algo no calor do momento e ficou se perguntando de onde aquilo veio?

Explosões de raiva intensas, frequentes e desproporcionais ao que aconteceu, seguidas de culpa, arrependimento e a sensação de que você não queria ter agido assim, podem ser sinal de algo que vai além do estresse ou do temperamento.

O Transtorno Explosivo Intermitente tem tratamento. E reconhecer o padrão é o primeiro passo para sair dele.

Se você se identificou com o que está nesse carrossel, o link para conversar está na bio.

Explodir não é ter personalidade forte.É um sinal de que algo dentro de você não está sendo regulado.Muita gente aprende...
02/03/2026

Explodir não é ter personalidade forte.
É um sinal de que algo dentro de você não está sendo regulado.

Muita gente aprendeu a chamar de “gênio forte” aquilo que, na prática, são explosões emocionais desproporcionais. Gritos, xingamentos, acessos de raiva que surgem do nada e depois deixam culpa, vergonha ou arrependimento.

Isso não é intensidade emocional saudável.
É desregulação.

Em alguns casos, essas explosões podem estar associadas a quadros clínicos específicos, como o Transtorno Explosivo Intermitente, mas na maioria das vezes o que existe é um padrão de dificuldade em lidar com frustração, estresse, sobrecarga emocional e limites internos.

Explodir não é ser sincero.
Não é ser autêntico.
Não é “jeito de ser”.
É um sinal de que o seu sistema emocional está no limite.

Aprender a regular emoções não é sobre virar alguém frio ou engolir sentimentos.
É sobre conseguir sentir sem perder o controle.
É sobre conseguir reagir sem ferir quem está por perto.
E, principalmente, sem se ferir por dentro.

Se você se identificou com isso, vale olhar para esse padrão com mais cuidado. Informação é o primeiro passo para sair do automático.

Se esse padrão tem se repetido na sua vida, talvez seja hora de olhar para isso com acompanhamento profissional. Clique no link da bio e agende sua consulta.

27/02/2026

TOD não é “birra exagerada” nem falta de limites.

O Transtorno Opositivo-Desafiador é marcado por irritabilidade frequente, comportamento desafiador e dificuldade constante em aceitar regras e figuras de autoridade.

Não é sobre uma criança “difícil”.
É sobre um padrão persistente que causa prejuízo na família, na escola e nas relações.

Com orientação adequada, é possível ajudar a criança a desenvolver regulação emocional e melhorar o convívio.

Se você se identificou com esses sinais, clique no link da bio e agende uma consulta.

Quando uma criança explode, enfrenta, grita ou diz “não” para tudo, o que costuma aparecer primeiro é o cansaço dos adul...
25/02/2026

Quando uma criança explode, enfrenta, grita ou diz “não” para tudo, o que costuma aparecer primeiro é o cansaço dos adultos. E ele é legítimo. Mas, por trás desse comportamento, quase sempre existe algo que a criança ainda não sabe expressar de outro jeito.

No TOD, o sistema emocional vive em alerta. A frustração chega rápido, a tolerância é baixa e a sensação interna é de ameaça constante. O corpo reage antes que a mente consiga organizar. O que vemos como “birra” é, muitas vezes, desorganização emocional.

Isso não signif**a ausência de limites. Signif**a que limites só funcionam quando vêm acompanhados de compreensão, previsibilidade e construção de recursos internos.
A criança não está tentando desafiar o mundo. Ela está tentando sobreviver dentro dele.

Endereço

São José Do Rio Prêto, SP

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