Dra Marianna Souza

Dra Marianna Souza Ginecologia e Obstetrícia
Implantes Hormonais
CRM-SP 189.309

Normalmente o pH vaginal varia entre 4 e 4,5. Embora não seja totalmente compreendido, acredita-se que tal pH resulte da...
05/09/2022

Normalmente o pH vaginal varia entre 4 e 4,5. Embora não seja totalmente compreendido, acredita-se que tal pH resulte da produção de ácido láctico, ácidos graxos e outros ácidos orgânicos por espécies de Lactobacillus.

Outras bactérias também podem contribuir com ácidos orgânicos produzidos com o catabolismo de proteínas, e bactérias anaeróbias contribuem com a fermentação de aminoácidos.

A alteração em qualquer elemento dessa ecologia pode modificar a prevalência de várias espécies podendo desencadear um desequilíbrio local e predispor a paciente a processos infecciosos.

Há outros eventos que previsivelmente alteram a flora do trato reprodutivo e podem induzir infecção na paciente.

Com o ciclo menstrual, observam-se alterações transitórias na flora. Tais alterações são observadas predominantemente nos primeiros dias do ciclo menstrual, e presume-se que estejam associadas a alterações hormonais. O fluxo menstrual também pode servir como fonte de nutrientes para várias espécies de bactérias, resultando em aumento do seu crescimento.

🌸A primeira suspeita do atraso de uma menstruação é a gravidez, mas não obrigatoriamente a única causa. 🌸O ciclo menstru...
29/08/2022

🌸A primeira suspeita do atraso de uma menstruação é a gravidez, mas não obrigatoriamente a única causa.
🌸O ciclo menstrual pode ser afetado por diversos fatores físicos e emocionais que podem tanto levar ao atraso, como até mesmo, à ausência temporária de menstruação.
🌸Entre os fatores emocionais que podem interferir na irregularidade menstrual, estão o estresse e a ansiedade, fazendo com que a mulher não ovule em determinado ciclo, provocando a ausência de menstruação no mês.
🌸O próprio atraso da menstruação e a hipótese de uma possível gravidez não planejada, na maioria das vezes, gera mais ansiedade e nervosismo, atrasando ainda mais o ciclo.
🌸Isso ocorre, porque o estresse provoca alteração na região do cérebro responsável pelo controle dos hormônios que regulam os ciclos menstruais.
🌸Existem outros motivos fisiológicos que devem ser investigados por isso é muito importante que todas a mulheres façam exames ginecológicos regulares, para certificar-se de que não há nenhum problema mais grave.

Fonte: https://www.sogesp.com.br/canal-saude-mulher/blog-da-mulher/estresse-pode-atrasar-a-menstruacao/

💊As interações entre os anticoncepcionais e diversos outros medicamentos ocorrem por duas formas. Primeira, os contracep...
25/08/2022

💊As interações entre os anticoncepcionais e diversos outros medicamentos ocorrem por duas formas. Primeira, os contraceptivos hormonais podem interferir na ação de alguns fármacos. Por outro lado, alguns fármacos podem reduzir a efetividade contraceptiva dos anticoncepcionais.
💊Os mecanismos envolvidos são múltiplos e frequentemente não identificados.
💊As alterações farmacocinéticas resultam em menores concentrações dos esteroides contraceptivos.
💊Os efeitos dessas interações talvez impliquem aumento ou redução da dosagem dos contraceptivos ou dos fármacos no organismo.
💊Algumas classes de medicamentos que interferem na eficácia dos anticoncepcionais incluem: Alguns tipos de anticonvulsivantes, barbitúricos, antidepressivos, benzodiazepinicos.
💊 Dentre os antibióticos a maioria não interfere com a eficácia dos anticoncepcionais.
💊Os únicos antibióticos que, comprovadamente, podem diminuir os efeitos dos anticoncepcionais são a rifampicina, utilizada no tratamento inicial da tuberculose pulmonar ou no tratamento de infecções com resistência aos medicamentos, e a rifabutina, utilizada também para o tratamento da tuberculose.

A importância desse vírus como fator causador na gênese de quase todas as neoplasias do colo uterino e de uma variável, ...
25/08/2022

A importância desse vírus como fator causador na gênese de quase todas as neoplasias do colo uterino e de uma variável, mas significativa parte, das neoplasias vulvares, vaginais e anais encontra-se bem estabelecida.

O HPV foi reconhecido como agente causador importante para diversos cânceres extragenitais, incluindo alguns da região de cabeça e pescoço. Esse vírus é responsável por aproximadamente 5% de todos os cânceres

Os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco.
Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV.

HPV de alto risco, em contrapartida, causa infecção persistente e apresenta alto índice de para o câncer do colo uterino. Os HPV de alto risco, incluindo os tipos 16, 18, 31, 33, 35, 45 e 58, assim como outros menos comuns, respondem por aproximadamente 95% dos casos de câncer de colo uterino no mundo.

O HPV 16 é o mais carcinogênico, provavelmente em razão de sua maior tendência à persistência em comparação com outros tipos (Schiffman, 2005). Ele é responsável pela maior porcentagem de lesões NIC 3 (45%) e de cânceres do colo uterino (55%) em todo o mundo, e por cânceres relacionados com HPV e localizados fora do trato anogenital e na orofaringe.

Vacina do HPV quem deve tomar?O desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de i...
25/08/2022

Vacina do HPV quem deve tomar?

O desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.

As vacinas profiláticas estimulam a produção de anticorpos que neutralizam o HPV antes que infecte as células do organismo.

A vacina previne o estabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen- volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.

Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino.

A Gardasil é uma vacina tetravalente contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. A Cervarix é uma vacina bivalente contra os tipos 16 e 18. Administradas em três doses intramusculares ao longo de seis meses.

O Advisory Committee on Immunization Practices recomenda atualmente que qualquer uma das vacinas contra HPV seja administrada rotineiramente a meninas com idades entre 11 e 12 anos (tão cedo como 9 anos de idade). Também se recomenda vacinação para indivíduos com idade entre 13 e 26 anos, idealmente antes de exposição potencial por meio de contato sexual (Centers for Disease Control and Prevention, 2010a).

A vacinação pode ser feita em lactantes, mas não durante a gravidez (Categoria B) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2010b).

As mulheres imunocomprometidas são candidatas a receberem vacina, mas talvez não desenvolvam títulos de anticorpos tão elevados quanto as imunocompetentes.

Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009).

🤰🏻Não é possível prever com antecedência se uma mulher terá ou não "passagem" para o bebê no parto normal. 🤰🏻É necessári...
25/08/2022

🤰🏻Não é possível prever com antecedência se uma mulher terá ou não "passagem" para o bebê no parto normal.
🤰🏻É necessário que a paciente passe pela chamada Prova de Trabalho de Parto, em que são observadas contrações uterinas, espontâneas ou induzidas artificialmente, rítmicas e progressivas, objetivando o apagamento e a dilatação do colo uterino
🤰🏻Nenhum exame que exista hoje consegue fazer essa previsão antes de o trabalho de parto estar em andamento.
🤰🏻Pelo ultrassom, é possível prever o peso do bebê podendo indicar uma maior dificuldade no parto normal se o bebê for macrossômico. (acima de 4 kg).
🤰🏻O exame clínico na mulher pode detectar e avaliar a sua bacia e prever uma dificuldade maior para passagem do bebê em bacias mais estreitas.
🤰🏻A melhor avaliação sobre as condições para a passagem do bebê pode ser feita durante o trabalho de parto, observando se toda a dinâmica do processo de insinuação e descida do bebê sobre o trajeto. Isso é feito através do toque vaginal, conforme o trabalho de parto vai avançando.
🤰🏻Mesmo que haja realmente uma desproporção entre a cabeça do bebê e a pelve da mãe (desproporção cefalopélvica), diagnosticada durante o trabalho de parto e que leve à realização de uma cesariana, isso não quer dizer que a situação vá se repetir numa gravidez posterior.

O parto não precisa acontecer dentro da banheira e em casa para ser humanizado! Procure informação e profissionais que r...
08/12/2021

O parto não precisa acontecer dentro da banheira e em casa para ser humanizado! Procure informação e profissionais que respeitem suas vontade e seu sonho !

É isso !
06/12/2021

É isso !

O exame preventivo é um teste realizado para detectar alterações nas células do colo do útero.Esse exame é a principal e...
03/12/2021

O exame preventivo é um teste realizado para detectar alterações nas células do colo do útero.

Esse exame é a principal estratégia para detectar lesões precocemente e fazer o diagnóstico da doença bem no início, antes que a mulher tenha sintomas.

Quem deve realizar:
- [ ] Toda mulher que tem ou já teve vida sexual deve submeter-se ao exame preventivo periódico, especialmente as que têm entre 25 e 59 anos.
- [ ] Inicialmente, o exame deve ser feito anualmente. Após dois exames seguidos (com um intervalo de um ano) apresentando resultado normal, o preventivo pode passar a ser feito a cada três anos.

Resultado e periodicidades do exame:

Se o exame acusou:

• Negativo para câncer: se esse for o primeiro resultado negativo, a mulher deverá fazer novo exame preventivo um ano depois.
• Alteração (NIC I): repetir o exame seis meses depois;
• outras alterações (NIC II e NIC III): o médico decidirá a melhor conduta. A mulher precisará fazer outros exames, como a colposcopia.
• infecção pelo HPV: deverá repetir o exame seis meses depois;
• amostra insatisfatória: a quantidade de material não deu para fazer o exame. Ela deve repetir o exame logo que for possível.

A resposta é -  depende. A grávida precisa saber a origem dos alimentos que estão sendo consumidos, se eles estão higien...
01/12/2021

A resposta é - depende.

A grávida precisa saber a origem dos alimentos que estão sendo consumidos, se eles estão higienizados corretamente, se foram bem armazenados ou ficaram expostos por muito tempo sem refrigeração.

O problema consiste na contaminação desse alimentos por alguns tipos de bacterias e protozoários que podem trazer sérias consequências para mãe e para o bebe.

O grande perigo consiste na contaminação da gestantecom o agente chamado toxoplasma (protozoário encontrado em alimentos crus e mal-lavados), que provoca a toxoplasmose. A infecção pode atravessar a barreira placentária e afetar o feto, provocando graves sequelas cerebrais.

O modo mais comum de contrair a doença é a partir do contato com fezes de gatos ou quando se come carnes cruas, ou pouco cozidas, e contaminadas pelo parasita.
Pode ser encontrado ainda em leite não pasteurizado, ovos crus e vegetais que não foram devidamente limpos e possam ter tido contato com fezes destes animais.

As consequências para o feto, que pode sofrer malformações como catarata congênita, surdez, retardo de crescimento ou mental e até morte intrauterina. Para a grávida, o risco é de ab**to ou parto prematuro.

Outras doenças que merecem atenção e que são transmitidas por alimentos contaminados incluem a listeriose e a salmonelose.

Listeria pode ser transmitida por Patês crus, queijos de pasta mole –como brie, camembert e roquefort– e leites não pasteurizados e seus derivados são os principais vetores de contaminação. Ainda pode aparecer em refeições mal cozidas, saladas e quiches. A salmonela esta presente em alimentos crus ou mal cozidos e contaminados por fezes. Os itens que oferecem maior risco são as carnes em geral, os ovos, o leite não pasteurizado e seus derivados e a água.

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São Paulo, SP

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