24/01/2026
Quantas vezes você já aceitou menos do que merece em nome de uma paz que nunca veio?
Muitas pessoas se encontram presas em padrões de autossacrifício e subjugação, colocando as necessidades dos outros sempre à frente, acreditando que, assim, serão consideradas pessoas boas e serão aceitas.
É comum nestes cenários que suas próprias necessidades, desejos e emoções sejam constantemente suprimidos para evitar conflitos ou rejeições.
Esses esquemas muitas vezes surgem na infância, em ambientes onde aprendemos que nossa voz não importa ou que é perigoso expressar o que realmente sentimos. Com o tempo, esses padrões se consolidam e passam a guiar nossas relações interpessoais, muitas vezes de forma disfuncional.
No entanto, viver em função desses esquemas pode nos levar a uma vida de insatisfação e ressentimento, onde nos sentimos constantemente sobrecarregados e ignorados.
Combater esses padrões envolve aprender a estabelecer limites adequados e a reconhecer que dizer "não", não nos torna pessoas ruins, mas sim, pessoas que respeitam suas próprias necessidades.
Dar limites não é um ato de egoísmo, mas de autocompaixão.
É um processo de se libertar do peso de sempre agradar aos outros, permitindo-se viver de acordo com o que realmente importa para você. É uma jornada de redescoberta, onde você aprende a valorizar sua própria voz e a viver de forma mais autêntica.
Assim como a borboleta precisa romper o casulo para evoluir, você também precisa se libertar dessas amarras para alcançar seu verdadeiro potencial.
Romper com esses esquemas não é fácil, mas é essencial para sua evolução. Ao fazê-lo, você finalmente poderá alçar voo, vivendo plenamente aquilo que realmente é.
Se você quer aprender mais sobre a Terapia do Esquema, já me segue!
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