04/03/2017
Definitivamente não adianta erigirmos muralhas intransponíveis, empenhar exércitos habilidosos e determinados para guardar o forte, cercar os muros com arqueiros, e ter uma cavalaria pronta para ataques eminentes, se continuarmos insistindo em deixar a chave do portão com o inimigo.
Será que realmente nossas estratégias tem sido eficazes, será que nossas criticas que antes eram uma mola propulsora para incultos despertarem de uma ignorância absurda não enveredaram para criticismo barato sem fundamento, e como Paulo diz ; Não levam a lugar nenhum. Será que na intenção de nos apresentarmos como servos amorosos e defensores dos que não podem falar não se tem sucateado a graça, aceitando tudo , defendendo tudo , tolerando tudo com o discurso de que falta amor na forma de ver os erros e pecados, pecados que não mudaram , são os mesmos , mas que foram rebatizados de uma forma mais tolerável, menos agressiva.
Interessante como todos os recursos intelectuais, todos os argumentos do que deve e o que não deve ser feito, todas as estratégias de organização terminam quando se deixa o esconderijo de um anonimato mascarado, falado, mas escondido, quando se é colocado para fazer o que os que estão sendo atacados fazem.
Não adianta erigir muralhas e deixar as chaves com o inimigo.
Pr. Edilson Pasqualete