Vera Lopes Psicologia

A ansiedade tem afetado muitas pessoas nessa vida moderna. Não podemos mudar toda a vida, mas falamos aqui como podemos ...
21/11/2025

A ansiedade tem afetado muitas pessoas nessa vida moderna. Não podemos mudar toda a vida, mas falamos aqui como podemos lidar com a ansiedade internamente.

20/11/2025

Quem se identifica? Eu sim. Já fui todas elas rs

Nem sempre a tristeza que aparece no inverno intenso é “falta de ânimo” ou “preguiça do frio”. Em muitos casos, pode se ...
19/11/2025

Nem sempre a tristeza que aparece no inverno intenso é “falta de ânimo” ou “preguiça do frio”. Em muitos casos, pode se tratar da depressão sazonal.

Essa é uma condição em que o humor se altera quando há menos luz natural e o corpo sofre mudanças biológicas que afetam a produção de serotonina e melatonina.

Esse tipo de depressão pode passar despercebido porque seus sintomas se confundem. Mas é importante reconhecê-la: identificar o padrão é o primeiro passo para buscar ajuda e evitar que o quadro se agrave ano após ano.

Alguns sinais importantes se atentar são: humor, cansaço, alimentação, dores, sono, (dormir muito, dormir pouco, acordar com cansaço como se não tivesse dormido o suficiente, muito sono de dia, insônia, pensamentos repetitivos, temáticos, episódios de irritabilidade, agressividade desproporcional para a situação, falta de paciência .....

A boa notícia é que há caminhos eficazes para lidar com isso. Estratégias como exposição à luz natural sempre que ela aparecer, atividades físicas regulares, relações saudáveis, realizar atividades novas, rotina estruturada e, principalmente, acompanhamento psicológico, ajudam a reorganizar e usar novas ferramentas para essa travessia.
Encaminhe esse post para quem vive dizendo que o inverno “acaba com o humor”. Talvez o que esteja acontecendo tenha nome e tratamento.
Você mora ou tem alguém que mora fora do Brasil? Então esse post pode ser muito útil! Arrasta pro lado e confira!

Celebre suas pequenas vitórias! 🏆✨Às vezes, levantar da cama é uma conquista digna de uma taça da Copa do Mundo! E isso ...
17/11/2025

Celebre suas pequenas vitórias! 🏆✨

Às vezes, levantar da cama é uma conquista digna de uma taça da Copa do Mundo! E isso merece ser celebrado! 🎉

Cada pequeno ato, como dar uma volta no quarteirão, ler algumas páginas de um livro que você ama, ou até preparar uma bebida quentinha, são passos importantes. Essas atitudes, por mais simples que pareçam, criam uma base emocional sólida e fortalecem nossa autocompaixão.

Quando você começa a valorizar o cotidiano, a vida ganha mais leveza e presença. Lembre-se: o verdadeiro bem-estar não está na grandeza da conquista, mas na consciência de que você está avançando, um passo de cada vez.

Encaminhe este post para alguém que precisa lembrar que vencer o dia, por menor que seja o passo, é sempre uma razão para comemorar! 💖🌈

24/10/2025

Não estamos atravessando tempos fáceis, isso é fato. E, além de todos os fatores externos que nos afetam, temos nossas próprias questões e conflitos. Essas dores, somadas, podem nos levar a um estado de desesperança, em que tudo é descrença: com vida, com as outras pessoas, com o que o futuro nos reserva. Internamente, a sensação é de que parece impossível que as coisas melhorem. Ainda que seja normal nos sentirmos afetados quando as coisas não vão bem, é preciso ter cuidado para não permitir que essa desesperança cresça a ponto de nos afundar. Quando não cuidado, esse sentimento de profundo vazio interior gera grande desânimo e torna as atividades rotineiras uma espécie de fardo inútil - já que não existe mais a perspectiva de um novo e melhor dia. A visão é de que as dificuldades sempre serão maiores do que as alegrias. Isso pode fazer com que a pessoa abandone seus objetivos, por falta de boas perspectivas; por achar que nada vale a pena. Os efeitos são sentidos em todas as áreas da vida: ela desiste das relações afetivas, de alcançar sucesso na carreira, de melhorar como ser humano, de se cuidar, desiste até mesmo de ser feliz. A desesperança, muitas vezes pode ser tanto uma das causas, como também ums dos sintomas de um quadro de depressão. A psicoterapia ajuda a encontrar novas formas de agir, construir novos caminhos, atravessando situações difíceis ou graves. Entendendo que sempre haverá uma saída melhor.

Falar em dependência em redes sociais e em tecnologia, para alguns, pode até parecer um exagero. Afinal, muita gente pas...
09/10/2025

Falar em dependência em redes sociais e em tecnologia, para alguns, pode até parecer um exagero. Afinal, muita gente passa horas na internet trabalhando, conversando, lendo notícias, jogando, ouvindo música ou assistindo filmes. Mas será que há um limite razoável? O acesso à tecnologia tem mudado os hábitos, relações e as formas de comunicação das pessoas. Mas, para algumas, a necessidade de estar online é tão grande, que transforma-se "dependência digital" - especialmente entre aqueles que já nasceram na era da internet, na qual estar desconectado é a exceção, não a regra. Ela causa a mesma sensação de necessidade, fissura e abstinência que a dependência química. Entre os sintomas estão a ansiedade e o mal-estar de ficar desconectado. Este distúrbio afeta muito o convívio social e relações afetivas, pode levar a pessoa a deixar de cumprir suas responsabilidades, a ter desinteresse por atividades rotineiras (fora do mundo online) e sentir profunda frustração e irritação. Em certos casos, pode haver a Nomofobia (do inglês "no mobile fobia") que é o medo irracional de estar sem o aparelho celular (ou sem conexão à internet), com sintomas de pânico, tremores, tontura, falta de ar e taquicardia. Como toda fobia, é uma condição que gera forte angústia, com consequências psíquicas, sociais e físicas. A internet é uma fonte inesgotável de informação, cultura e entretenimento, mas é preciso impedir que o uso exagerado afete sua capacidade e vontade de fazer outras coisas. A Psicologia pode ser uma importante aliada, para entender quais são as faltas que o "excesso de internet" está tentando compensar. Isso pode fazer muita diferença para resgatar a normalidade da rotina e o bem-estar. Navegar não é o problema. O mal está no excesso – para todas as coisas, inclusive para a internet.

Mesmo que queiram ir adiante para enfrentar novos desafios, é muito comum que algumas pessoas não consigam.  Nem todos c...
08/10/2025

Mesmo que queiram ir adiante para enfrentar novos desafios, é muito comum que algumas pessoas não consigam. Nem todos conseguem lidar com os bloqueios emocionais que podem surgir em algumas fases da vida. Grande parte destes bloqueios emocionais têm sua origem em experiências passadas que não foram internamente bem resolvidas e que afetaram a autoestima. Um trauma, o medo de sofrer novamente ou a falta de segurança na própria capacidade de fazer escolhas, podem desencadear barreiras internas das quais não é fácil se livrar. É comum vermos pessoas que se fecham, criando obstáculos intransponíveis em suas emoções, a ponto de cultivar uma visão pessimista sobre si mesmas e sobre as outras pessoas e coisas. Vivem, portanto, um acovardamento nada saudável, um temor - que pode até ser confundido com prudência, mas que, na prática, encarcera e imobiliza. Quem viveu relações conturbadas, traições, falta de reconhecimento profissional, entre outras situações desagradáveis e traumáticas, pode ter sentimentos de desconfiança e criar situações destrutivas, que atingem não apenas a própria pessoa, mas também quem nada teve a ver com o ocorrido no passado. São bloqueios emocionais que têm como único resultado a inércia. É um jogo sem vencedores. O atendimento psicológico pode auxiliar muito na compreensão das crenças limitantes e no controle das emoções de forma saudável. A psicoterapia ajuda a tornar possível a percepção de que estímulos positivos mudam a perspectiva de alguém que antes se apegava somente aos seus medos. Ressignificar as experiências negativas e encarar sua história por outra perspectiva pode mudar para muito melhor a sua forma de encarar a vida. Uma vez tendo suas emoções mais controladas, é possível tirar lições e aprendizados de situações desagradáveis e seguir em frente de forma mais saudável, forte e equilibrada, vivendo no presente, sem se sentir refém do passado e estando pronto para novos desafios e as novas conquistas que a vida pode oferecer.

A depressão é uma doença, que causa alteração de humor e tristeza profunda, geralmente prolongada. É um transtorno marca...
06/10/2025

A depressão é uma doença, que causa alteração de humor e tristeza profunda, geralmente prolongada. É um transtorno marcado pela melancolia, dor no corpo, dor de cabeça, falta de ânimo, alterações no sono e no apetite, falta de esperança e perda de interesse e prazer, mesmo por coisas que a pessoa costumava gostar. Diferente da tristeza, que é provocada por algum acontecimento específico, a depressão não tem uma única causa; Não é um simples sentimento, mas uma doença complexa, que envolve o corpo e a mente, com impactos profundos no âmbito pessoal, profissional,financeiro familiar e social. Além do impacto direto sobre a pessoa que sofre com a doença, a depressão pode representar também um desafio para os familiares. Geralmente, a primeira reação é a de querer ajudar. Mas, apesar da boa intenção, nem sempre essa ajuda é tão simples ou eficiente quanto se gostaria. Porém, os sintomas da depressão não podem ser alterados de um dia para o outro. Eles independem da vontade da pessoa e nada têm a ver com preguiça, desinteresse,acomodação ou falta de esforço. Infelizmente, muitas vezes tendemos a ser menos pacientes com as pessoas que nos são mais íntimas. Familiares muitas vezes manifestam raiva, exaustão, frustração e decepção com a pessoa, fazendo com que a pessoa com depressão passe a carregar mais uma carga: a da culpa. É importante saber que a depressão precisa do acompanhamento de um profissional - inclusive para os familiares, se necessário. Além do acolhimento à pessoa com depressão, o acompanhamento psicológico pode ajudar a evitar maiores desgastes nas relações familiares. Compreender, apoiar,acompanhar e estar perto sem julgamentos são atitudes valiosas que permitirão a você acolher, escutar e ser um porto seguro para quem você ama. Não tenha dúvida: oferecer amor e acolhimento é essencial para o tratamento de quem sofre com a depressão.

Esta não é uma pergunta fácil de ser respondida, até porque não existe uma única resposta. Nosso limite costuma ser bast...
04/10/2025

Esta não é uma pergunta fácil de ser respondida, até porque não existe uma única resposta. Nosso limite costuma ser bastante relativo e depende de muitos fatores: o assunto, a pessoa envolvida, nosso estado de humor, os esforços e possíveis recompensas para suportá-lo, entre outros. A elasticidade do nosso limite está bastante relacionada ao nosso grau de autoconhecimento e nossa capacidade de lidar com as situações. O autoconhecimento pode aumentar nossa tolerância, por sabermos dar a devida dimensão aos fatos, sem aumentar exageradamente o que, de fato, não é enorme. É muito comum que algumas pessoas se autodenominem de "pavio curto", explosivas ou reativas. Isto deixa claro, de antemão, que seus limites costumam ser pouco flexíveis. Em contrapartida, há aquelas que são mais flexíveis, empáticas e tolerantes. A principal diferença entre esses dois tipos de pessoa é a capacidade de ouvir, de se adaptar, de se reinventar, sem deixar que o outro norteie os seus limites e sem que esta flexibilidade represente uma violência a quem são. É claro que há linhas que não podem ser ultrapassadas e que representam desrespeito a nós mesmos. Mas, para ter relações mais harmônicas e empáticas, em diferentes âmbitos da vida, sempre é válida uma reflexão: será que minha tolerância está balizada? Será que tenho agido como os outros como eu gostaria que agissem comigo? Será que ofereço às pessoas as mesmas coisas intoleráveis que eu não suporto? Refletir sobre os limites pode nos transformar em seres humanos mais adaptados, mais flexíveis e tolerantes, inclusive em relação a nós.Desenvolver o autoconhecimento, fazendo com que você reflita sobre quem é e sobre o que você estabelece como limites - e se são saudáveis ou não. Isto dará a você um controle maior sobre sua vida e seus caminhos. Afinal, não é preciso viver refém de limites - sejam eles seus ou dos outros; sejam eles restritos demais, ou tão flexíveis a ponto serem nocivos para sua vida.

Infelizmente os traumas emocionais podem acontecer de um momento para o outro, com qualquer pessoa. São aqueles eventos ...
03/10/2025

Infelizmente os traumas emocionais podem acontecer de um momento para o outro, com qualquer pessoa. São aqueles eventos que geram grande estresse e que fazem a pessoa se sentir profundamente ameaçada ou impotente. É mais comum ouvirmos falar de traumas que ocorrem em decorrência de grandes acidentes, assaltos, abuso sexual, desastres ambientais, risco de morte, pais abusivos, testemunho de violência, entre outros. Mas há também os traumas emocionais que surgem em decorrência de outras situações, que envolvam grandes perdas ou decepções, como separação conjugal, perda de entes queridos, traição, negligência, convivência com doenças, entre outros. Cada pessoa sente os impactos de um trauma emocional de forma particular e única. Muitas passam a sentir grande dificuldade em administrar as emoções a partir do trauma, vivendo em um estado de alerta permanente, como se o perigo pudesse voltar a qualquer momento. Essa é uma condição diretamente relacionada ao nosso instinto de autopreservação, e pode levar a pessoa a se privar de muitas coisas e empobrecer bastante sua qualidade de vida, pelo medo de sofrer novamente. Infelizmente, muitos traumas emocionais ficam, sim, marcados na memória. Ressignificar a experiência negativa passada, geralmente com a ajuda da psicoterapia, permite à pessoa mudar a relação com suas memórias e amenizar seu sofrimento. Com autoconhecimento, fortalecimento do amor-próprio e a valorização do presente, a pessoa torna-se capaz de compreender que o trauma faz parte do passado, mas não conta a história toda - e o trauma não precisa doer para sempre.

Muito se fala hoje sobre autoaceitação. Seu conceito é parecido com o da autoestima, mas com um foco maior no autoconhec...
02/10/2025

Muito se fala hoje sobre autoaceitação. Seu conceito é parecido com o da autoestima, mas com um foco maior no autoconhecimento e na maneira como a pessoa se sente consigo mesma, considerando tanto suas virtudes quanto suas falhas. A maioria das pessoas acredita que, para melhorar a autoaceitação, são necessárias muitas mudanças. Porém, longe de ter que mudar o corte do cabelo, o guarda-roupa ou o emprego, são as pequenas mudanças, relacionadas à visão que você tem de si, que fazem a maior diferença. Costumamos ser muito críticos quando o assunto é reconhecer nosso próprio valor. E, ao mesmo tempo, somos resistentes a olhar para nossos principais defeitos. A autoaceitação, na verdade, é o fruto do exercício de olhar para si com lucidez e verdade - entendendo o que é positivo e o que é negativo. Para desenvolver maior autoaceitação é necessário abandonar os rótulos e não generalizar. Não se atenha a traços isolados, que representam só uma parte das suas características. Aceite suas limitações e seus erros, mas lembre-se que eles contam só uma parte de quem você é. Isoladamente, elas não te representam. Da mesma forma, lembre-se que uma característica positiva não anula automaticamente um defeito que você pode melhorar, se tomar consciência dele. Evite prender-se a falhas e culpas. Reconheça a imperfeição humana, sem perder a chance de se tornar alguém melhor. Disponha-se a corrigir seus erros e a abraçar quem você é, em sua totalidade, fazendo as mudanças que fazem sentido para você. Você é uma complexa soma de pensamentos, características, comportamentos e ações, tanto positivas quanto negativas. É a lucidez que você tem a respeito delas - e sua capacidade de aceitar quem você é, modificando o que você acha que precisa ser modificado - que leva você a um estado de maior equilíbrio e saúde. .

Endereço

Rua Ana Benvinda De Andrade 51, Santana
São Paulo, SP

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Segunda-feira 07:00 - 18:00

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