30/01/2026
Você chama de auto-sabotagem.
Mas muitas vezes é autoabandono emocional.
Não é falta de força.
Não é preguiça.
Não é “problema de disciplina”.
É um padrão antigo de sobrevivência:
não se escolher para não se sentir rejeitado, inadequado ou “demais”.
Isso costuma aparecer em áreas bem concretas da vida:
— você aceita relacionamentos onde precisa se calar
— não coloca limites por medo de desagradar
— adia cuidados com o próprio corpo e saúde
— se diminui no trabalho
— cobra perfeição antes de começar
— pede pouco porque acha que é “o que dá pra você”
— diz “tá tudo bem” quando não está
Autoabandono não é fraqueza.
É uma adaptação antiga de quem aprendeu que pertencer era mais seguro do que ser inteiro.
Perceber muda o ponto de partida da liberdade emocional.
Sou Renata Tomaz,
Especialista em Relacionamentos e Traumas.