Juan Ribaut

Juan Ribaut Em minhas pesquisas e estudos, aprendi que o fundamental é ser simples. Quero lhe ensinar sobre o Mas foi na prática, onde realmente aprendi. Não é assim?

Há muitos anos trilho os caminhos humanos, e muitos me faço perguntas, sempre procurando respostas que possam dar uma luz para melhor entender o ser humano e o seu comportamento. Meus estudos “oficiais” como minhas pesquisas sempre tiveram como objetivo fundamental o ser humano, a vida e descobrir a essência das coisas em sua simplicidade. Em busca dessas respostas no conhecimento do ser humano, aprendi com a Filosofia, a lógica, a metafísica, a antropologia, e a epistemologia. Em Psicologia Evolutiva, passei a entender melhor o comportamento humano. Para saber como ele se expressou ao longo dos tempos, Na Faculdade de Educação Artística, aprendi história da arte, da literatura, pintura, escultura, música e a influência que tem no ser humano cada uma destas expressões de sua alma. Em teologia aprendi a Transcendência do ser humano, e na história das religiões, as diferentes formas da humanidade se comunicar com Deus ou O Ser Superior que, de uma ou outra forma, com diferentes roupagens, está na alma de todos os povos, em todas as épocas. Na Bíblia busquei entender melhor os ensinamentos dos livros sagrados. Na Psicanálise Clínica, os fundamentos do inconsciente e todas as suas teorias e práticas terapêuticas. Pratiquei, durante vários anos, a Psicanálise, assim como também lecionei “ciência Psicanalítica” na Escola superior de Psicanálise de São Paulo. Mas, minha ânsia de conhecer foi além do que tinha aprendido até então. No inicio da década de 70, comecei a entrar num campo que me levaria a outros conhecimentos, outras formas de fazer terapia, e outra forma de ver a problemática humana e também o seu poder. Mas o inicio desta mudança se deu no encontro com a parapsicologia. Ela me deu um novo aspecto do Inconsciente. Mostrou-me um Inconsciente mais amplo. Apresentou-me problemas, mas também me trouxe soluções. Hoje, após quase 40 anos de contato direto com a Radiestesia poso dizer que é a ferramenta mais simples e interessante que eu conheço para aprender coisas que de outra forma nunca se chegariam a conhecer. Eu considero a Radiestesia como o “monitor da Mente”, tamanha sua importância. Nela aprendi que temos uma Mente Impressionante, um Poder, em teoria, Ilimitado. Mas também que não a conhecemos, e por isso usamos inconscientemente todo esse Poder para nossa própria destruição. Nas pesquisas sobre a

Mente Humana, Neurociência, Programação Neurolinguistica, Ciência Quântica, busquei os fundamentos científicos para outro tema em que me especializei desde então e que me tem feito conhecer melhor ainda a própria Mente e seu Poder: A Radiônica, com a que alcancei renome Internacional. Além da filosofia Huna, e a ciência Tolteca que me davam grandes subsídios para entender cada vez mais o inconsciente e seu poder. Inúmeros foram os Congressos Nacionais e Internacionais como conferencista, mostrando meu trabalho nestes temas sempre relacionados com a mente e suas potencialidades e ferramentas que ajudam em nosso desenvolvimento. Escrevi alguns livros. Dei centenas de cursos, palestras, a maior parte dentro do contexto terapêutico. E Sempre com a finalidade de ajudar na solução de problemas, para dar condições de cura, e principalmente ensinar a autocura. Pesquisei todo tipo de sistemas de cura, antigos e modernos e fui descobrindo que a essência é sempre a mesma com diferentes roupagens. Até que um dia percebi que tinha que dar um passo além. Deixar a doença de lado e começar a olhar à vida. Não curar, nem ensinar auto cura somente, mas criar um sistema em que não se precisasse fazer nada disso porque não ficaríamos doentes, ou pelo menos, não tanto. E como cheguei a esta conclusão? Sempre soube que a sintonia cria ressonância e aumenta a força dessa freqüência.Por exemplo, se temos numa sala cinco pianos afinados perfeitamente, se toco num deles a tecla Do a ressonância vai fazer com que escutemos o Do dos cinco pianos ao uníssono, aumentando consideravelmente o volume do Do. Muito bem, um dia eu percebi, que um dos motivos pelos quais não saímos da doença é porque estamos constantemente sintonizados com ela. Queremos sair dela, mas sempre estamos preocupados com ela, tendo medo dela, falando dela, olhando-a, analisando-a, curando-a, quer dizer, sempre estamos em volta dela, e, como uma conseqüência lógica ela está sempre atraindo-nos e aumentando. Quando prestamos atenção em algo, o que fazemos é aumentar sua força, transferindo nossa energia para esse algo. A preocupação é uma atenção quase hipnótica, o mesmo que o medo. Assim preocupar-nos com a doença, mesmo que seja para pesquisá-la ou para ir contra, somente vai criar mais doença. Eu vou dizer algo que pode chocar, mas analise-o antes de criticá-lo. Quanto mais profissionais dedicados a pesquisar doenças e a “curar” doenças, mais doenças haverá. Pense um pouco. Então, o que fazer? Muito simples, para tirar a escuridão acenda uma luz e para fazer desaparecer a doença, coloque mais vida. Se tivéssemos mais profissionais dedicados a pesquisar a vida e a dar mais vida, a pesquisar a Mente e seu Ilimitado Poder, com certeza as doenças deixariam de existir, ou pelo menos diminuiriam muito. E veja que não estou falando em saúde, porque saúde é um sintoma natural da vida, assim como doença é também um sintoma da “não vida”. Estou falando do que dá sustento à saúde como sua causa, que é a vida. Esta tomada de consciência me levou a criar um projeto que teria como propostas, um novo projeto social, uma nova educação, desenvolvendo o grande Poder da Mente e uma nova forma de conseguir a liberdade financeira. Isto daria a possibilidade de criar mais vida em nosso entorno. O que quero mostrar aqui, e para você como tudo isso pode ser feito! Seja bem vindo!

A mente sempre está interagindo e tem sempre a mesma forma de agir.O controle da mente é exatamente aprender a direciona...
09/09/2021

A mente sempre está interagindo e tem sempre a mesma forma de agir.

O controle da mente é exatamente aprender a direcionar e acreditar naquilo que realmente quer e não o contrário.

As pessoas dizem que querer é poder, então se perguntam por que não conseguem aquilo que querem.

A verdade é que só querer não é necessariamente poder.

Uma pessoa consegue aquilo em que se foca.

05/08/2019

O Mestre Juan Ribaut nos conta um pouco do que vai rolar no XII Congresso Brasileiro de Radiestesia deste ano... Mais de meio Seculo de história.

21/03/2019

Sim, ela realmente existe. E não é fraude, truque nem coisa de gente impressionável. Veja como a hipnose consegue mexer com as estruturas mais profundas da mente humana

Agora você também pode acompanhar o professor Juan Ribaut no Instagram:
01/03/2019

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Encerramento e entrega de Certificado do Treinando Treinadores Para O Show da Vida - (Reengenharia Cibernética)
14/01/2019

Encerramento e entrega de Certificado do Treinando Treinadores Para O Show da Vida - (Reengenharia Cibernética)

Separei algumas  reportagens antigas sobre o trabalho do Professor Juan Ribaut.(👨‍💻Publicação feita por Vinicius Vilela)
01/12/2018

Separei algumas reportagens antigas sobre o trabalho do Professor Juan Ribaut.

(👨‍💻Publicação feita por Vinicius Vilela)

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Minha História

Há muitos anos trilho os caminhos humanos, e muitos me faço perguntas, sempre procurando respostas que possam dar uma luz para melhor entender o ser humano e o seu comportamento. Meus estudos “oficiais” como minhas pesquisas sempre tiveram como objetivo fundamental o ser humano, a vida e descobrir a essência das coisas em sua simplicidade. Em busca dessas respostas no conhecimento do ser humano, aprendi com a Filosofia, a lógica, a metafísica, a antropologia, e a epistemologia. Em Psicologia Evolutiva, passei a entender melhor o comportamento humano. Para saber como ele se expressou ao longo dos tempos, Na Faculdade de Educação Artística, aprendi história da arte, da literatura, pintura, escultura, música e a influência que tem no ser humano cada uma destas expressões de sua alma. Em teologia aprendi a Transcendência do ser humano, e na história das religiões, as diferentes formas da humanidade se comunicar com Deus ou O Ser Superior que, de uma ou outra forma, com diferentes roupagens, está na alma de todos os povos, em todas as épocas. Na Bíblia busquei entender melhor os ensinamentos dos livros sagrados. Na Psicanálise Clínica, os fundamentos do inconsciente e todas as suas teorias e práticas terapêuticas. Mas foi na prática, onde realmente aprendi. Pratiquei, durante vários anos, a Psicanálise, assim como também lecionei “ciência Psicanalítica” na Escola superior de Psicanálise de São Paulo. Mas, minha ânsia de conhecer foi além do que tinha aprendido até então. No inicio da década de 70, comecei a entrar num campo que me levaria a outros conhecimentos, outras formas de fazer terapia, e outra forma de ver a problemática humana e também o seu poder. Mas o inicio desta mudança se deu no encontro com a parapsicologia. Ela me deu um novo aspecto do Inconsciente. Mostrou-me um Inconsciente mais amplo. Apresentou-me problemas, mas também me trouxe soluções. Hoje, após quase 40 anos de contato direto com a Radiestesia poso dizer que é a ferramenta mais simples e interessante que eu conheço para aprender coisas que de outra forma nunca se chegariam a conhecer. Eu considero a Radiestesia como o “monitor da Mente”, tamanha sua importância. Nela aprendi que temos uma Mente Impressionante, um Poder, em teoria, Ilimitado. Mas também que não a conhecemos, e por isso usamos inconscientemente todo esse Poder para nossa própria destruição. Nas pesquisas sobre a Mente Humana, Neurociência, Programação Neurolinguistica, Ciência Quântica, busquei os fundamentos científicos para outro tema em que me especializei desde então e que me tem feito conhecer melhor ainda a própria Mente e seu Poder: A Radiônica, com a que alcancei renome Internacional. Além da filosofia Huna, e a ciência Tolteca que me davam grandes subsídios para entender cada vez mais o inconsciente e seu poder. Inúmeros foram os Congressos Nacionais e Internacionais como conferencista, mostrando meu trabalho nestes temas sempre relacionados com a mente e suas potencialidades e ferramentas que ajudam em nosso desenvolvimento. Escrevi alguns livros. Dei centenas de cursos, palestras, a maior parte dentro do contexto terapêutico. E Sempre com a finalidade de ajudar na solução de problemas, para dar condições de cura, e principalmente ensinar a autocura. Pesquisei todo tipo de sistemas de cura, antigos e modernos e fui descobrindo que a essência é sempre a mesma com diferentes roupagens. Até que um dia percebi que tinha que dar um passo além. Deixar a doença de lado e começar a olhar à vida. Não curar, nem ensinar auto cura somente, mas criar um sistema em que não se precisasse fazer nada disso porque não ficaríamos doentes, ou pelo menos, não tanto. E como cheguei a esta conclusão? Sempre soube que a sintonia cria ressonância e aumenta a força dessa freqüência.Por exemplo, se temos numa sala cinco pianos afinados perfeitamente, se toco num deles a tecla Do a ressonância vai fazer com que escutemos o Do dos cinco pianos ao uníssono, aumentando consideravelmente o volume do Do. Não é assim? Muito bem, um dia eu percebi, que um dos motivos pelos quais não saímos da doença é porque estamos constantemente sintonizados com ela. Queremos sair dela, mas sempre estamos preocupados com ela, tendo medo dela, falando dela, olhando-a, analisando-a, curando-a, quer dizer, sempre estamos em volta dela, e, como uma conseqüência lógica ela está sempre atraindo-nos e aumentando. Quando prestamos atenção em algo, o que fazemos é aumentar sua força, transferindo nossa energia para esse algo. A preocupação é uma atenção quase hipnótica, o mesmo que o medo. Assim preocupar-nos com a doença, mesmo que seja para pesquisá-la ou para ir contra, somente vai criar mais doença. Eu vou dizer algo que pode chocar, mas analise-o antes de criticá-lo. Quanto mais profissionais dedicados a pesquisar doenças e a “curar” doenças, mais doenças haverá. Pense um pouco. Então, o que fazer? Muito simples, para tirar a escuridão acenda uma luz e para fazer desaparecer a doença, coloque mais vida. Se tivéssemos mais profissionais dedicados a pesquisar a vida e a dar mais vida, a pesquisar a Mente e seu Ilimitado Poder, com certeza as doenças deixariam de existir, ou pelo menos diminuiriam muito. E veja que não estou falando em saúde, porque saúde é um sintoma natural da vida, assim como doença é também um sintoma da “não vida”. Estou falando do que dá sustento à saúde como sua causa, que é a vida. Esta tomada de consciência me levou a criar um projeto que teria como propostas, um novo projeto social, uma nova educação, desenvolvendo o grande Poder da Mente e uma nova forma de conseguir a liberdade financeira. Isto daria a possibilidade de criar mais vida em nosso entorno. O que quero mostrar aqui, e para você como tudo isso pode ser feito! Seja bem vindo!