Saulo Segundo

Saulo Segundo Médico Cirurgião de Coluna
Formação no Hospital Albert Einstein
Procedimentos Minimamente Invasivos

Sexta à noiteEnquanto muita gente fala que não gosta de trabalhar nesse horário, eu vou com a maior felicidade fazer o q...
06/03/2026

Sexta à noite

Enquanto muita gente fala que não gosta de trabalhar nesse horário, eu vou com a maior felicidade fazer o que amo.

A dor na coluna muitas vezes tira do paciente coisas simples da vida: trabalhar bem, dormir tranquilo, aproveitar momentos com a família.

Por isso, cada procedimento é feito com muito cuidado e responsabilidade.

Não é só tratar uma dor, é devolver qualidade de vida.

Hoje tratamos um paciente que vinha sofrendo há bastante tempo com dor. Aquela dor que vai limitando tudo no dia a dia.

E ver o paciente sair bem, aliviado e com esperança novamente é algo extremamente gratificante.

É por momentos assim que eu amo o que faço.

Você ou alguém próximo sofre com dor na coluna?

04/03/2026

Já imaginou sentir uma dor tão intensa que dá vontade de arrancar o próprio braço?

Foi exatamente assim que essa paciente chegou até mim.

Durante uma consulta online, identificamos rapidamente que a causa da dor era a compressão de um nervo na coluna causada por uma hérnia de disco.

A dor era tão intensa que estava limitando completamente a vida dela.

Agendamos a cirurgia e, através de um procedimento minimamente invasivo, retiramos o disco que estava comprimindo o nervo e colocamos uma prótese no lugar.

O resultado?

Dor aliviada imediatamente.

Depois da cirurgia, ela me disse algo que nunca esqueço:
“Foi como se você tivesse tirado a dor com as próprias mãos.”

Na verdade, foi exatamente isso que fizemos: retiramos a compressão do nervo.

E apenas dois dias depois, ela já estava voltando para sua cidade sem dor alguma.

Porque viver com dor constante e limitações não é normal e muitas vezes existe tratamento.

Se você ou alguém que conhece sofre com dores na coluna, procure avaliação. Existe solução.

saudedacoluna

03/03/2026

Ela conviveu com dor por 30 anos.

Trinta anos tomando medicações fortes.
Trinta anos tentando tratamentos que não resolviam.
Trinta anos deixando de viajar, de passear, de viver.

Nada funcionava.

Até que ela decidiu me procurar e, com uma abordagem moderna e minimamente invasiva, tratamos a verdadeira causa do problema.

Em poucas horas após o procedimento, ela já estava andando.

Livre daquela dor que a acompanhou por décadas.

E o que mais me marcou não foi apenas a melhora física.
Foi o que ela disse depois:

“Agora eu posso viajar. Posso brincar com meus netos. Posso sair sem medo. É o recomeço da minha vida.”

Percebe a diferença?
Não é só sobre coluna.
É sobre liberdade.
É sobre recuperar autonomia.
É sobre voltar a viver.

Muita gente acha que precisa “aprender a conviver” com a dor.
Mas não é normal viver limitado.
Não é normal depender de medicação forte por anos.
Não é normal deixar de aproveitar a própria família.

A medicina evoluiu.
Os procedimentos estão cada vez menos invasivos.
E muitos casos têm solução, mesmo quando a dor já dura anos.

Se você sofre com dor na coluna há muito tempo, não aceite isso como destino.

Comente aqui: há quanto tempo você convive com dor?

Dr. Saulo Segundo - Cirurgião de Coluna
Especialista em Procedimentos Minimamente Invasivas
CRM-SP 155038 | TEOT 14559 | RQE 61609.

26/02/2026

Ela já tinha começado a achar que ia ter que aprender a conviver com a dor.

Há mais de um mês com dor lombar irradiando para a perna.
Tentou fisioterapia, acupuntura, medicamentos… e nada resolveu.

Quando o tratamento conservador falha, isso não significa que a única saída seja cirurgia.

A dor vinha de uma hérnia de disco comprimindo o nervo — causando limitação, sofrimento e tirando a qualidade de vida.

Hoje realizamos um procedimento minimamente invasivo, aplicando o medicamento exatamente no ponto da hérnia.

Em cerca de 80% dos casos, essa hérnia reabsorve evitando a necessidade de cirurgia.

E o mais emocionante: amanhã ela pode acordar sem dor.
Voltar a trabalhar.
Voltar a treinar.
Voltar a viver.

Porque viver com dor não é normal.

E você não precisa aceitar isso como destino.

23/02/2026

Dor no pescoço que não melhora com nada?

Você já tomou anti-inflamatório, fez massagem, tentou alongamento… e a dor continua ali. Principalmente quando gira a cabeça.

Não é “mau jeito”.
Não é só tensão.
E não é normal conviver com isso.

Quando a dor piora ao virar o pescoço, uma das causas pode ser o desgaste das articulações facetárias cervicais.

Com o tempo, essa articulação perde lubrificação, inflama e começa a doer em movimentos simples do dia a dia, como dirigir ou olhar para o lado.

Em muitos casos, é possível tratar com um procedimento simples e minimamente invasivo: aplicando ácido hialurônico na região para lubrificar a articulação e reduzir o atrito.

O resultado? Menos dor e mais mobilidade.

Se você está sofrendo com esse tipo de dor, vale investigar a causa antes de continuar apenas mascarando o sintoma.

Sua dor piora quando você gira a cabeça ? Comente aqui 👇🏻

Dr. Saulo Segundo – Cirurgião de Coluna
Especialista em Procedimentos Minimamente Invasivos
CRM-SP 155038 | TEOT 14559 | RQE 61609

22/02/2026

🚨 Começou como um peso no pescoço… e agora a dor desce para o braço?

Muita gente convive com dor cervical achando que é apenas “postura” ou tensão do dia a dia.

Mas quando a dor no pescoço irradia para o ombro, braço ou mão, com formigamento, choques ou perda de força, normalmente existe compressão de um nervo na coluna cervical.

E nervo comprimido não melhora só com o tempo.

O paciente deste vídeo chegou com dor intensa no pescoço e no braço, limitação para trabalhar, treinar e até dormir. Já tinha tentado medicações e fisioterapia, mas a dor continuava.

Após avaliação e exame de imagem, identificamos a causa e realizamos um procedimento minimamente invasivo para descomprimir o nervo e tratar a origem do problema.

O objetivo não é apenas aliviar a dor por alguns dias.
É tratar a causa e devolver qualidade de vida.

Nem todo caso de dor cervical é cirúrgico.

Na verdade, a maioria melhora com tratamento adequado e individualizado.

Mas quando há compressão persistente do nervo, tratar precocemente evita piora e sequelas.

Se você sente dor no pescoço que irradia para o braço, não se acostume.

Porque viver com dor não é normal.

Há quanto tempo você convive com dor cervical?
Comenta aqui 👇

Dr. Saulo Segundo - Cirurgião de Coluna
Especialista em Procedimentos Minimamente Invasivas
CRM-SP 155038 | TEOT 14559 | RQE 61609.

20/02/2026

“Doutor… está estranho.”

A paciente me contou isso no consultório e, por um segundo, pensou que algo estivesse errado com o procedimento.

Mas quando perguntou “estranho como?” a resposta foi diferente do que imaginava.

“Está estranho viver sem dor. Eu passei tanto tempo acordando com dor na coluna, levantando com dificuldade, sentindo dor para trabalhar… que hoje é até estranho acordar e não sentir nada. Eu estou muito feliz e muito grata.

A dor crônica tem um efeito silencioso: ela deixa de ser percebida como problema e passa a ser considerada rotina.

A pessoa começa a organizar a vida ao redor da dor. Dorme de um jeito específico. Evita certos movimentos. Cancela viagens. Reduz atividades físicas. Aprende a conviver.

E o mais perigoso é isso: acreditar que é normal.

Mas não é normal acordar todos os dias com dor.
Não é normal sentir dor constante para realizar atividades simples.
Não é normal aceitar limitação como parte da sua identidade.

Na maioria das vezes, a dor na coluna tem causa definida: inflamação, compressão nervosa, sobrecarga, alterações discais. E quando existe diagnóstico correto, existe tratamento direcionado.

E aqui vai um ponto importante: a maior parte dos casos não é cirúrgica.
Com indicação adequada, procedimentos minimamente invasivos, como infiltrações podem controlar a inflamação, aliviar a dor rapidamente e devolver qualidade de vida sem necessidade de internação.

O problema não é só a dor.
É quanto tempo você demora para investigar.

Quanto mais cedo entender a causa, mais simples tende a ser o tratamento.

Se você ou alguém próximo já se acostumou a viver com dor na coluna, talvez esteja na hora de avaliar.
Viver sem dor não deveria ser “estranho”. Deveria ser o padrão.

Comenta aqui: há quanto tempo você convive com dor achando que é normal? 👇

Dr. Saulo Segundo – Cirurgião de Coluna
Especialista em Procedimentos Minimamente Invasivos
CRM-SP 155038 | TEOT 14559 | RQE 61609

18/02/2026

Dor na lombar que desce para a perna não é “normal da idade”.

Essa paciente chegou ao consultório com uma dor intensa na região lombar que irradiava para a perna direita há mais de um mês

A dor já estava limitando o sono, o trabalho e até atividades simples do dia a dia.

Ela tentou de tudo: medicações, fisioterapia, acupuntura… e nada trazia alívio real.

Esse é um cenário muito comum: a pessoa vai empurrando a dor, se acostuma com a limitação e começa a achar que vai ter que conviver assim para sempre.

Mas a verdade é que, quando a dor irradia para a perna, geralmente existe uma causa específica na coluna muitas vezes uma hérnia de disco ou inflamação de nervo.

E quando tratamos a causa correta, o resultado muda completamente.

Após uma avaliação individualizada e exames adequados, optamos por um procedimento minimamente invasivo.

Sem cortes grandes, sem internações prolongadas e com recuperação rápida. O objetivo é simples: desinflamar o nervo, tratar a origem do problema e devolver qualidade de vida.

O resultado? Alívio da dor, melhora da mobilidade e retorno às atividades que ela já tinha deixado de fazer.

Isso não é milagre. É diagnóstico correto e tratamento adequado para cada caso.

E vale lembrar: nem todo paciente precisa de cirurgia. Na verdade, a maioria melhora com procedimentos menos invasivos quando bem indicados.

Se você tem dor lombar que desce para a perna, formigamento, choque ou sensação de fraqueza, não ignore.

Quanto antes tratar, mais rápido você volta à sua rotina. Ficar esperando a dor “passar sozinha” pode prolongar o sofrimento e até piorar o quadro.

Viver com dor não é normal.
E você não precisa se acostumar com ela.

Me conta aqui nos comentários: há quanto tempo você convive com dor na coluna?

Dr. Saulo Segundo - Cirurgião de Coluna
Especialista em Procedimentos Minimamente Invasivas
CRM-SP 155038 | TEOT 14559 | RQE 61609.

16/02/2026

Dor durante o treino não é normal. Entenda 👇

E não, isso não é “falta de costume” nem algo que você precisa aprender a suportar.

Muitas pessoas treinam há anos e, mesmo assim, sentem dor em alguns exercícios específicos.

Dor no agachamento, no supino, na corrida, no treino de ombro… e acabam ignorando, achando que faz parte.

Mas a verdade é simples: a dor é um sinal de alerta do corpo. Ela mostra que algo não está funcionando bem, seja sobrecarga, técnica inadequada, fraqueza muscular ou até o início de uma lesão.

O problema é que, quando você continua treinando com dor, o corpo tenta compensar. E essas compensações podem transformar um incômodo pequeno em um problema maior.

O que hoje é apenas uma dor durante o treino pode virar limitação no dia a dia, afastamento da academia e, em casos mais avançados, necessidade de tratamentos mais complexos.

O primeiro passo não é parar tudo. É entender a causa. Cada pessoa tem um histórico, um tipo de treino, uma intensidade e um objetivo diferente.

Por isso, a avaliação precisa ser individualizada. Com um planejamento bem feito, conseguimos identificar a origem da dor e definir a melhor conduta para você.

E aqui vai um ponto importante: a maioria dos casos não é cirúrgica. Ajustes de treino, fortalecimento direcionado, reabilitação e, em alguns casos, procedimentos minimamente invasivos como infiltrações podem resolver dores que já duram meses.

O objetivo é simples: fazer você voltar a treinar bem, com segurança e sem limitação.

Se você sente dor em algum exercício, não ignore. Quanto antes investigar, mais rápido resolve. Seu corpo está avisando. Escute.

Comenta aqui: em qual exercício você sente dor hoje? 👇

Dr. Saulo Segundo - Cirurgião de Coluna
Especialista em Procedimentos Minimamente Invasivas
CRM-SP 155038 | TEOT 14559 | RQE 61609.

14/02/2026

Carnaval é tempo de alegria, mas também precisa ser tempo de consciência com o seu corpo. 👇

Nessa época, muitas pessoas se empolgam, exageram nas brincadeiras e acabam se colocando em situações que podem trazer consequências sérias para a coluna.

Mergulhar de cabeça em água rasa, pular em locais desconhecidos, carregar alguém nas costas durante a folia ou até fazer aquelas “brincadeiras” de empurrar e levantar amigos pode parecer inofensivo, mas tudo isso aumenta muito o risco de lesões.

A coluna é uma estrutura delicada. Mesmo quem já tem apenas um pequeno desgaste, uma hérnia inicial ou episódios de dor esporádicos pode ter o quadro agravado com um movimento brusco, uma queda ou um impacto mal calculado. E muitas vezes a pessoa só percebe o problema depois, quando a dor aparece, quando o braço formiga, quando a perna trava ou quando atividades simples passam a ser limitadas.

O mais importante é entender que se divertir não precisa significar se machucar. Dá para curtir o carnaval, viajar, sair com amigos e aproveitar os dias de descanso sem colocar a saúde em risco.

Evite mergulhos em locais desconhecidos, não carregue peso desnecessário, respeite seus limites e preste atenção aos sinais do seu corpo. Dor não é frescura, não é normal e não deve ser ignorada.

Se você já sente dor na coluna ou já teve algum episódio anterior, o cuidado deve ser redobrado.

Hoje eu realizo tratamentos modernos e minimamente invasivos que ajudam a aliviar a dor e devolver qualidade de vida, permitindo que você volte a aproveitar suas atividades sem limitações. O primeiro passo é ter consciência e não esperar a dor piorar para buscar ajuda.

Aproveite o carnaval com responsabilidade. Seu corpo precisa estar bem não só para esses dias de festa, mas para todos os outros momentos da sua vida.

E lembre-se sempre: viver com dor não é normal.

Dr. Saulo Segundo - Cirurgião de Coluna
Especialista em Procedimentos Minimamente Invasivas
CRM-SP 155038 | TEOT 14559 | RQE 61609

13/02/2026

Você ama treinar, competir ou simplesmente se sentir em movimento, precisa entender uma coisa: o seu tratamento não pode ser igual ao de todo mundo.

Cada pessoa tem uma rotina, um objetivo e um nível de exigência física completamente diferente.

Existe quem queira apenas caminhar sem dor no dia a dia. E existe você, que quer correr, jogar tênis, futebol, fazer academia, provas ou até um triatlo.

São realidades distintas, e o tratamento precisa respeitar isso.

Muitos pacientes chegam ao consultório frustrados porque já tentaram soluções genéricas. Receitas prontas, protocolos iguais para todos.

O problema é que quando o tratamento não leva em conta o seu estilo de vida e a intensidade das suas atividades, o resultado costuma ser limitado. A dor até melhora um pouco, mas você não consegue voltar ao nível que deseja.

O caminho certo é individualizar. Avaliar seu esporte, sua frequência de treino, suas metas e o que está impedindo seu corpo de performar. Em alguns casos, ajustes na reabilitação resolvem.

Em outros, procedimentos minimamente invasivos conseguem tratar a causa da dor e acelerar o retorno às atividades. O objetivo não é apenas aliviar o sintoma. É devolver movimento, confiança e desempenho.

Ficar parado, viver com dor ou reduzir o que você gosta de fazer não deveria ser considerado normal.

O corpo foi feito para se movimentar. E quando tratamos de forma personalizada, as chances de voltar ao esporte com segurança e qualidade são muito maiores.

Se você treina, compete ou quer voltar a fazer o que ama sem limitações, existe um plano certo para você. Não aceite menos do que isso.

Comente aqui qual esporte você pratica ou gostaria de voltar a praticar sem dor.

Dr. Saulo Segundo - Cirurgião de Coluna
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11/02/2026

30 anos de dor podem parecer uma sentença.👇

Mas, na verdade, podem ser apenas um capítulo que ainda não teve o tratamento certo.

Essa paciente conviveu com dor intensa por três décadas. Dor diária, limitante, incapacitante. A ponto de precisar de morfina para conseguir seguir a rotina.

Isso mesmo: a medicação mais forte que usamos para dor. Durante anos ela se acostumou a sobreviver, não a viver. Adaptou a vida, evitou movimentos, deixou de fazer coisas simples. Como muitos fazem. Como talvez você esteja fazendo agora.

O que mudou?
Em menos de 24 horas, tudo.

Foi realizada uma cirurgia minimamente invasiva para retirar o disco já completamente desgastado e substituí-lo por um novo.

Um procedimento planejado, preciso e com recuperação rápida. No dia seguinte, ela já caminhava sem aquela dor que a acompanhava há 30 anos. Sem limitação. Sem aquele peso constante que parecia não ter solução.

E isso sempre gera a mesma reflexão:
se alguém que sofreu por 30 anos pode melhorar em tão pouco tempo, por que esperar tanto?

Muita gente adia a consulta, adia o exame, adia o tratamento. Vai empurrando com remédio, com repouso, com adaptações. Vai se acostumando com a dor.

Mas se acostumar não é o mesmo que resolver. E quanto antes você entende a causa da dor, maiores são as chances de tratar de forma mais simples e menos invasiva.

Você não precisa chegar ao limite para buscar ajuda.
Não precisa esperar anos.
Não precisa aprender a viver com a dor.

Hoje a medicina evoluiu muito. Existem técnicas modernas, seguras e com recuperação rápida que podem devolver qualidade de vida para quem já tentou de tudo e não resolveu.

A pergunta é simples:
você vai esperar quanto tempo?

Se você convive com dor na coluna, no pescoço, com irradiação para braço ou perna, ou sente que a dor está começando a limitar sua vida, talvez seja a hora de investigar de forma correta.

Viver com dor não é normal e não deveria ser aceito como rotina.

Me conta aqui nos comentários: há quanto tempo você convive com dor?

Dr. Saulo Segundo - Cirurgião de Coluna
Especialista em Procedimentos Minimamente Invasivas
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Rua Irauna, 195
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