Alexa Clothes

Alexa Clothes Eu me chamo Alexandra, tenho 41 anos e sou terapeuta esportiva e mental coach de atletas amadores e profissionais.

26/03/2026

Como voltar pro jogo em 30 segundos… depois que sua mente já saiu dele (A.R.E.A.)

Se você já “apagou” no meio de um jogo…
você sabe exatamente do que eu estou falando.

Nada encaixa.
O corpo pesa.
A cabeça acelera.
E quando você percebe… o jogo já escapou.

E não, isso não é falta de técnica.

É o seu cérebro entrando em modo de ameaça.

Quando isso acontece, ele tira você do estado de performance
e te coloca em estado de sobrevivência.

Por isso você perde timing, clareza e confiança.

Agora vem o ponto mais importante:

Você não sai desse estado pensando melhor.
Você sai regulando o seu corpo.

E é aqui que entra a técnica A.R.E.A.:

A – Acalma o corpo
Respira fundo, soltando o ar devagar

R – Reconecta
Sente o pé na areia, a raquete na mão

E – Escolhe o simples
Uma única ação no próximo ponto

A – Age no agora
Sem placar, sem passado… só o ponto

Simples. Aplicável. E funciona.

Salva esse post pra lembrar no meio do jogo
(e não só depois que ele acabar 👀)

E me conta aqui:
em qual momento você mais “apaga” em quadra? 👇

25/03/2026

O 40 iguais não trava o seu jogo.
Ele revela como está a sua mente.

Porque nesse momento, o cérebro entra em alerta:

“Não posso errar”
“Esse ponto decide tudo”

E aí você abandona justamente… a sua melhor bola.

Se você quer mudar isso, precisa de estratégia mental — não só técnica:



🧠 1. Decida ANTES qual é a sua melhor bola

Não deixa pra escolher no ponto.
Dúvida gera hesitação.
Hesitação gera erro.

Clareza gera coragem.



🫁 2. Use a respiração pra sair do modo ameaça

1 respiração profunda já muda seu estado.

Se você não regula o corpo…
o corpo te sabota.



🎯 3. Comprometa-se com a decisão, não com o resultado

Coragem não é garantir que vai acertar.
É executar sem travar.

Você pode até errar…

mas o que destrói seu jogo é a meia decisão.



No 40 iguais, não é sobre jogar seguro.

É sobre jogar inteiro.

Agora me conta 👇
Você trava mais por medo de errar… ou por medo de perder o ponto?

25/03/2026

A derrota não f**a na sua cabeça por falta de controle…
Ela f**a porque o seu cérebro não sabe que o jogo acabou.

Quando algo te gera muita emoção (frustração, raiva, vergonha),
o cérebro ativa um modo de repetição pra tentar “resolver” aquilo.

Só que no esporte…
não dá pra voltar no ponto.

E aí você entra no looping:
revive, analisa, se cobra… e sofre de novo.

Isso não é fraqueza.
É um cérebro tentando te proteger — do jeito errado.

👉 O problema não é perder.
É não encerrar mentalmente o jogo.



🧠 Como quebrar o replay (prático):

1. Nomeie o que você está sentindo
“tô frustrada”, “tô com raiva”, “tô me sentindo incapaz”
→ isso já reduz a ativação emocional

2. Extraia 1 aprendizado objetivo
não 10 erros… 1 ajuste claro
(ex: “preciso subir mais pra rede”)

3. Crie um fechamento mental
frase simples:
“acabou. eu levo o aprendizado, não o peso.”



Se você não faz isso…
você não perde um jogo.

Você perde vários — dentro da sua cabeça.

Salva esse post pra usar depois do próximo jogo
(e manda pra aquela dupla que f**a presa no erro) 🎾

24/03/2026

Você acha que está ajudando seu filho durante o jogo…�mas pode estar fazendo exatamente o contrário.

Você acha que está ajudando seu filho durante o jogo…�mas pode estar fazendo exatamente o contrário.
E não é falta de amor.�É falta de consciência.

A ciência já mostrou:�crianças espelham o estado emocional dos pais.
Se você está tenso na arquibancada…�seu filho entra em alerta.
Se você grita instruções…�ele perde o foco.
Se você cobra…�ele sente pressão.

E aí vem o que muitos pais não entendem:
👉 não é sobre técnica�👉 é sobre segurança emocional

Durante o jogo, seu filho não precisa de mais um treinador.
Ele precisa olhar pra você…�e sentir calma.

Depois do jogo?
Não corrija primeiro.
�Pergunte:
“Como você se sentiu?”�“O que você acha que fez bem?”

Isso desenvolve autonomia, confiança e performance de verdade.
Porque no final…
seu filho não vai lembrar do placar.
Mas vai lembrar�de como se sentia quando você estava ali.

E talvez a frase mais importante seja essa:
Ele não precisa de um técnico na arquibancada.�Ele precisa de um porto seguro.
E não é falta de amor.�É falta de consciência.

A ciência já mostrou:�crianças espelham o estado emocional dos pais.
Se você está tenso na arquibancada…�seu filho entra em alerta.
Se você grita instruções…�ele perde o foco.
Se você cobra…�ele sente pressão.

E aí vem o que muitos pais não entendem:
👉 não é sobre técnica�👉 é sobre segurança emocional

Durante o jogo, seu filho não precisa de mais um treinador.
Ele precisa olhar pra você…�e sentir calma.
Depois do jogo?
Não corrija primeiro.�Pergunte:
“Como você se sentiu?”�“O que você acha que fez bem?”
Isso desenvolve autonomia, confiança e performance de verdade.

Porque no final…
seu filho não vai lembrar do placar.
Mas vai lembrar�de como se sentia quando você estava ali.
E talvez a frase mais importante seja essa:
Ele não precisa de um técnico na arquibancada.�Ele precisa de um porto seguro.

24/03/2026

O seu saque não piora no torneio…
O problema é outro.

No treino, você solta o braço.
Arrisca. Testa. Joga leve.

No torneio… você muda sem perceber.

Seu foco sai do “executar”
e vai para o “não posso errar”.

E quando o cérebro entra em modo de ameaça (medo de errar, de ser julgado, de perder)…
ele não quer performance.
Ele quer proteção.

Resultado?

Seu corpo trava.
O braço encurta.
O movimento perde fluidez.

Você não joga para ganhar o ponto…
Você joga para não errar.

E isso muda TUDO.

Pra sair disso, antes de sacar, faz simples:

Respira fundo.
Define uma intenção clara (ex: soltar o braço / mirar no backhand).
E foca no movimento — não no resultado.

Porque no final…

👉 O seu saque não piora no torneio.
Você só troca a coragem… pelo medo de errar.

23/03/2026

Quando você está perto de fechar o jogo…�não é o adversário que muda.

É o seu estado mental.

De repente, a mente sai do presente e vai pro futuro:�
“agora vai…”�“não posso errar…”�“preciso fechar logo…”

E o corpo responde a isso.

Você acelera.�
Perde a leitura da bola.�
Tenta resolver antes da hora.

Na neurociência, isso é um estado de ameaça.�Seu cérebro entende que aquele momento “vale muito”�e entra em modo de urgência.

E urgência gera afobação.

👉 Por isso, o caminho não é “tentar se acalmar”.

É dar uma instrução clara para o cérebro.
Antes do próximo ponto, faça isso:

1. Respira fundo (para sair do modo automático)
2. Fala uma frase simples: “joga esse ponto”
3. Foca em UMA intenção (ex: construir o ponto, jogar na paralela, trazer curto)
Simples assim.
Quanto mais perto de fechar o jogo,�mais você precisa de presença.

Não de pressa.
Porque muitos jogos não são perdidos na técnica…
são perdidos na ansiedade de terminar.

Agora me conta 👇�Você já deixou um jogo escapar exatamente nesse momento?

22/03/2026

Todo mundo viu o nível técnico do BT400 de Cuiabá.
E sim… estava altíssimo.

Mas tem um ponto que, pra mim, fez toda a diferença:

O posicionamento mental.

Na semifinal, 8x8 no super tie…
depois de um 6x0 no set anterior…

O caminho mais “seguro” seria baixar o risco.
Controlar. Esperar.

Mas não foi isso que aconteceu.

As russas continuam.

Continuam ousando.
Continuam tirando a bola da mão.
Continuam jogando para incomodar.

Mesmo sob pressão.

Do outro lado, um momento gigante:
a possibilidade de assumir o número 1 do mundo.

E isso não trava…
mas ajusta.

A mão segura um pouco mais.
O jogo muda milimetricamente.

(E isso é humano. Não é julgamento.)

Mas é exatamente aqui que o jogo vira.

Porque em momentos decisivos,
não é sobre saber o que fazer.

É sobre sustentar o que você sabe…
quando a pressão chega.

E as russas fazem isso muito bem:

Elas não negociam o estilo delas.

Na final, a história se repetiu.
Defesa absurda. Presença. Constância.

E quando a outra dupla oscila…
elas continuam ditando o ritmo.

No final, não ganha só quem joga melhor.

Ganha quem sustenta o próprio jogo… sob pressão.



Agora me conta com sinceridade:

👉 Quando o jogo aperta…
você continua jogando o seu jogo
ou começa, sem perceber, a jogar mais seguro?

(Esse detalhe muda completamente o resultado.) 🔥






21/03/2026

E não tem nada a ver com técnica.

Tem a ver com o seu cérebro entrando em modo de ameaça.

Quando você começa a errar, perder pontos ou sentir que o jogo está escapando…
o seu cérebro ativa a amígdala, a região responsável por detectar perigo.

E pra ela, não importa se é um leão… ou um erro bobo na quadra.

Ela interpreta como ameaça.

A partir daí, seu corpo entra em estado de sobrevivência:

• braços e pernas f**am mais pesados
• você perde o timing da bola
• sua tomada de decisão piora
• sua visão de jogo diminui
• e você começa a jogar no automático… ou trava

Isso é o famoso “apagão”.

Você ainda está na quadra…
mas não está mais no jogo.

E é por isso que parece que nada dá certo.

Porque, naquele momento, o seu cérebro não está focado em performar.
Ele está focado em se proteger.

Agora vem a parte que muda o jogo:

Você não precisa “jogar melhor”.
Você precisa regular o seu estado emocional durante o jogo.

Respiração, presença e consciência corporal não são “coisas extras”.

São o que permitem que o seu cérebro volte para o estado ideal de performance.

Porque performance não acontece no modo ameaça.
Ela acontece no modo presença.

Salva esse vídeo pra lembrar disso no seu próximo jogo.

E me conta: você já viveu esse “apagão” em quadra? 👇

20/03/2026

Mas tem um detalhe que quase ninguém percebe… 👇

Você já entra no jogo pensando:
“ih… lá vem jogo de lobby.”

E pronto.

Você acabou de se programar pra perder.

Porque quando você entra com essa crença…

👉 Seu cérebro já entra em resistência
👉 Sua tolerância diminui
👉 Sua pressa aumenta

🧠 Pela neurociência, o cérebro funciona por previsão.

Se ele “acredita” que vai ser um jogo chato, longo e difícil…
ele tenta sair disso o mais rápido possível.

E como ele faz isso?

❌ Acelerando antes da hora
❌ Ou se escondendo no contra-lob infinito

Só que aqui está o ponto:

Jogo de lobby NÃO se ganha nem na pressa…
nem na passividade.

É um jogo estratégico.

E existem dois erros clássicos:

❌ Ficar só contra-lobando (e entrar no jogo do outro)
❌ Querer bater em tudo sem construir o ponto

Os dois vêm do mesmo lugar:
desconforto emocional.

🎯 Quem joga bem contra lobby entende uma coisa:

Não é sobre devolver a bola.
É sobre tirar o outro do conforto.

E como você faz isso?

✔️ Trazendo bolas mais curtas
✔️ Jogando mais na rede
✔️ Usando bolas muxas (sem peso)
✔️ Variando altura, tempo e ritmo

Porque se você só contra-loba…
o outro vai contra-lobar de novo.

Agora quando você quebra o padrão…

Você começa a construir o ponto.

E aí sim… criar a bola de definição.

🔥 Pra jogar contra lobby você precisa de 3 coisas:
• Calma
• Sabedoria
• Estratégia

Porque no final…

Não ganha quem bate mais forte.
Nem quem espera pra sempre.

Você não perde jogo de lobby.
Você perde a PACIÊNCIA

Ganha quem pensa melhor sob pressão.

19/03/2026

Então começa pelo básico: controle de bola.

A maioria dos erros não acontece por falta de técnica…�mas pela pressa, ansiedade e desespero de decidir rápido.

Você quer acelerar, quer fazer mágica…�e acaba errando bolas que estavam totalmente na sua mão.

Quando você desenvolve controle de bola, algo muda:

🧠 sua mente acalma�🎾 suas decisões f**am mais claras�💥 seu jogo f**a mais simples e eficiente

Você passa a ter um lugar pra voltar quando a pressão aumenta.
E é exatamente isso que vamos treinar na clínica do Coach Tilly Andreotti

📅 Quinta, dia 26�⏰ A partir das 17h�📍 Grand Arena – Jundiaí
👥 Apenas 4 atletas por horário

Se quiser jogar com mais controle — do jogo e da mente — me chama. 🎾

padelclub

19/03/2026

Tem jogos que você não perde pela técnica.

Você perde pela forma como entra neles.

Quando você olha a outra dupla e pensa
“esse jogo é tranquilo”…
seu cérebro sai do modo de alerta e entra no modo de economia.

Na neurociência, isso signif**a uma queda no nível de ativação e foco.
Você reduz a atenção, antecipa resultado, relaxa antes da hora.

E aí acontece algo sutil — mas decisivo:

Você para de jogar ponto a ponto.
Para de construir.
Para de competir.

E começa a esperar que o jogo aconteça pra você.

O problema?
O jogo nunca acontece pra quem não está presente.

Mindfulness no esporte é isso:
entrar em cada ponto como se fosse o primeiro.
Sem passado, sem “já ganhou”, sem distração.

Porque no alto rendimento,
não é o mais técnico que vence…

É quem sustenta presença até o final.

E quando você não sustenta presença…
não é porque faltou jogo.

É porque você saiu dele.

👉 Você não estava no jogo. Você estava… no pedestal.



Agora me conta aqui 👇
Você já entrou em jogo achando que seria fácil e se desconectou?

17/03/2026

Você não perde um jogo que estava 4x1 por falta de técnica.
Na maioria das vezes, você perde por dois caminhos invisíveis:

1. Relaxamento excessivo�
Quando você abre vantagem, o cérebro entende: “já ganhei”.
E aí ele sai do estado de foco e presença…�e entra no piloto automático.

→ você para de se preparar igual�→ diminui a intensidade�→ começa a jogar no “modo economia”
E no esporte, qualquer queda de presença… custa caro.

2. Medo de ganhar�Sim, isso existe — e é mais comum do que parece.
Quando você percebe que pode ganhar,�
o cérebro ativa um estado de ameaça:
“E se eu não conseguir sustentar?”�“E se eu entregar agora?”

Isso aumenta a ansiedade, a tensão…�e você começa a jogar para não errar, e não mais para jogar o seu jogo.

Do ponto de vista da neurociência 🧠
Nos dois casos, você sai do estado ideal de performance�(regulado, presente, focado)
e entra em dois extremos:

→ relaxamento demais (queda de ativação)�→ ativação demais (ansiedade / ameaça)
E performance não vive em extremos.�Ela vive no equilíbrio.

É aqui que entra o mindfulness.
Não para “relaxar”�
Mas para voltar para o presente.
Ponto a ponto.�Respiração a respiração.�Sem jogar o placar… jogando o momento.

Porque no final…
Você não perde quando o adversário vira.�Você perde quando sai do estado mental que te colocou no 4x0.
🎾

Agora me conta 👇�Você tende a relaxar quando está ganhando…�ou trava com medo de perder (ou ganhar)?

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São Paulo, SP

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Terça-feira 10:00 - 18:00
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