Clínica Dra. Dayse Caldeira

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Essa é uma dúvida cada vez mais comum no consultório.Muitos pacientes nunca ouviram falar em óleo de krill e, ao escutar...
26/02/2026

Essa é uma dúvida cada vez mais comum no consultório.
Muitos pacientes nunca ouviram falar em óleo de krill e, ao escutarem esse nome pela primeira vez, assumem que se trata apenas de mais um tipo de ômega-3.

Essa associação é compreensível, mas biologicamente incompleta. Antes de escolher um suplemento, é fundamental entender que krill e ômega-3 tradicional não são equivalentes.

Embora compartilhem a origem marinha, o óleo de krill e o ômega-3 convencional diferem na estrutura dos seus lipídios — e isso define como o organismo reconhece, transporta e utiliza essas gorduras.

No óleo de peixe tradicional, os ácidos graxos estão ligados principalmente a triglicerídeos. Já no óleo de krill, os lipídios estão associados a fosfolipídios, especialmente à fosfatidilcolina, componente natural das membranas celulares humanas. Essa organização favorece interação mais direta com a arquitetura celular.

Na prática, o óleo de krill é particularmente interessante em contextos como:
• Modulação inflamatória de baixo grau
• Melhor incorporação às membranas celulares
• Intolerância gastrointestinal ao óleo de peixe
• Estratégias com doses menores

O ômega-3 tradicional permanece uma ferramenta importante quando o objetivo é:
• Atingir doses mais elevadas de EPA e DHA
• Intervenções metabólicas e cardiovasculares específicas
• Protocolos consolidados com acompanhamento clínico

Em alguns cenários, a associação entre óleo de krill e ômega-3 pode ser racional, combinando eficiência estrutural e aporte quantitativo.

Outro diferencial do óleo de krill é a presença de astaxantina naturalmente integrada à sua fração lipídica, que atua como antioxidante de membrana, contribuindo para maior estabilidade e tolerabilidade.

Alerta clínico: escolher suplementos lipídicos apenas pela quantidade de ácidos graxos pode levar a decisões inadequadas. Estrutura e objetivo terapêutico devem ser considerados.

O cuidado médico responsável avalia o paciente antes de definir a melhor estratégia.
Agende sua consulta se desejar uma análise criteriosa e um cuidado personalizado.

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Na prática clínica, não é raro encontrar homens com testosterona dentro da faixa de referência, mas com queda de libido,...
23/02/2026

Na prática clínica, não é raro encontrar homens com testosterona dentro da faixa de referência, mas com queda de libido, piora da função sexual, dores articulares e aumento do risco ósseo.

Quando esses quadros não se explicam pela testosterona isoladamente, um hormônio costuma ficar fora da análise: o ESTRADIOL.

No organismo masculino, o estradiol não é um hormônio acessório nem um subproduto indesejado.

Ele é produzido principalmente a partir da conversão periférica da testosterona pela enzima aromatase, especialmente no tecido adiposo, e exerce funções fisiológicas fundamentais para a saúde óssea, vascular e para o equilíbrio do eixo hormonal.

A evidência científica demonstra de forma consistente que o estradiol é um dos principais determinantes da densidade mineral óssea no homem.

Níveis abaixo de limiares fisiológicos, em torno de 16 pg/mL de estradiol associam-se a maior porosidade cortical e aumento significativo do risco de fraturas, inclusive de quadril e coluna, mesmo em homens sem hipogonadismo clássico.

Reduções relativamente pequenas já impactam a resistência do osso e aumentam sua fragilidade.

Além do osso, o estradiol participa do feedback do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, modulando GnRH, LH e FSH. Também exerce papel relevante na função endotelial, contribuindo para a vasodilatação mediada por óxido nítrico e para a saúde vascular, com possíveis reflexos na função erétil.

⚠️Alerta clínico: avaliar testosterona isoladamente, sem considerar estradiol, SHBG e o contexto metabólico, é uma simplificação que explica muitos tratamentos frustrados.

Saúde hormonal masculina não se resume a elevar ou bloquear hormônios, mas a compreender equilíbrio, função e individualidade biológica.

Se desejar uma análise médica que vá além dos números isolados, agende sua consulta.

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O marido da fulana a trocou por uma novinha.”Ouvi essa frase algumas vezes na adolescência, em conversas da minha mãe co...
19/02/2026

O marido da fulana a trocou por uma novinha.”
Ouvi essa frase algumas vezes na adolescência, em conversas da minha mãe com amigas.
Na época, não entendi o peso. Apenas registrei.

Hoje, aos 49 anos, mergulhada nos estudos sobre perimenopausa e menopausa,
eu entendo exatamente o que esse tipo de comentário revela:
desconhecimento masculino diante do sofrimento feminino.

E sem generalizações, mas com toda franqueza:
as mulheres, entre si, se reconhecem nessa dor.
Já os homens, em sua maioria, sequer sabem o que está acontecendo com o corpo feminino.

Por isso, todo homem que convive com uma mulher entre os 40 e 55 anos tem o dever de se informar para apoiá-la.
Esse é um momento biológico delicado.

“A perimenopausa é uma fase longa, complexa e marcada por níveis de estrogênio mais altos e caóticos.” — Dra. Jerilynn C. Prior

Isso não é exagero.
Isso é fisiologia.

Mas muitos homens — por despreparo ou imaturidade — ainda reagem com comentários insensíveis, como:
“Você está ficando louca.”
“Você não é aquela mulher com quem eu me casei.”
“Tá difícil conviver com você.”

Essas frases, ditas quando o eixo hormonal está em colapso, não ajudam — agravam a dor de uma mulher que já não está se reconhecendo.

Porque ela pode passar por:
• Piora da TPM
• Ganho de peso, inchaço, exaustão, desânimo
• Sangramentos intensos, dor, cólicas intensas
• Ansiedade, insônia, lapsos de memória, tristeza
• Queda da libido, dor nas relações, desconexão com o desejo

Nós, mulheres, nesse período, precisamos de alguém que nos compreenda.
Que escute sem julgamento — e não minimizem nossas queixas.

Eu gostaria que todos os maridos estivessem presentes nos meus atendimentos de suas esposas quando elas entram nessa fase.
Porque o homem que compreende a fisiologia da mulher é o homem que sabe como apoiá-la.

Portanto trocar essa mulher por uma novinha não é solução.
É uma decisão burra.
Porque, mais cedo ou mais tarde, a novinha também vai envelhecer.

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Muitos homens acreditam que a queda da testosterona é apenas consequência da idade. Outros acham que basta “força de von...
16/02/2026

Muitos homens acreditam que a queda da testosterona é apenas consequência da idade.
Outros acham que basta “força de vontade” para resolver.

Na prática clínica, a obesidade é um dos fatores mais potentes e menos compreendidos por trás do hipogonadismo masculino.

Homens com excesso de gordura corporal, especialmente gordura visceral, frequentemente apresentam testosterona total e livre reduzidas, mesmo antes dos 40 anos.

Isso não acontece por um único mecanismo, mas por uma combinação de alterações hormonais, metabólicas e inflamatórias que se retroalimentam.

O tecido adiposo não é apenas um depósito de gordura.
Ele é metabolicamente ativo e expressa aromatase, enzima responsável pela conversão da testosterona em estradiol.

Quanto maior a adiposidade, maior tende a ser essa conversão. Ao mesmo tempo, a obesidade reduz a produção testicular de testosterona e diminui a SHBG, alterando a fração livre e a leitura isolada dos exames.

O resultado é um desequilíbrio do eixo testosterona/estradiol.
A testosterona cai de forma mais expressiva, enquanto o estradiol pode se manter relativamente preservado ou proporcionalmente mais alto.

Esse cenário envia sinais inibitórios ao eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, reduzindo ainda mais LH e FSH e perpetuando o hipogonadismo funcional.

Além disso, a obesidade está associada à resistência à insulina, inflamação crônica de baixo grau e alterações nas adipocinas.
Esse ambiente metabólico desfavorável compromete a função das células de Leydig, piora a produção hormonal e afeta diretamente energia, composição corporal, libido e função sexual.

Algo positivo é que esse tipo de hipogonadismo é, em muitos casos, parcialmente reversível.

A perda de peso sustentada eleva a testosterona total e livre, reduz a aromatização excessiva, melhora a SHBG e restaura gradualmente o equilíbrio do eixo hormonal.

Quanto maior a redução de gordura visceral e melhor a resposta metabólica, maior tende a ser a recuperação hormonal.

ALERTA CLÍNICO NOS COMENTÁRIOS...

A TPM é uma condição clínica frequente, caracterizada por sintomas físicos e emocionais que surgem na fase pré-menstrual...
13/02/2026

A TPM é uma condição clínica frequente, caracterizada por sintomas físicos e emocionais que surgem na fase pré-menstrual e podem impactar de forma relevante a rotina da mulher. Inchaço, irritabilidade, dor mamária, cólicas, cefaleia e alterações de humor são manifestações comuns, mas não devem ser banalizadas ou aceitas sem investigação.

Em parte dos casos, a intensidade desses sintomas está relacionada a alterações na regulação de sistemas fisiológicos específicos, entre eles o metabolismo do cálcio. Esse mineral participa de processos fundamentais no funcionamento neuromuscular e neuroendócrino, influenciando sinais envolvidos na gênese da TPM.

A tensão pré-menstrual é multifatorial. Resulta da interação entre oscilações hormonais do ciclo, sistema nervoso central, mediadores inflamatórios e equilíbrio de micronutrientes. Nesse contexto, o cálcio exerce um papel modulador relevante, embora não atue de forma isolada.

Durante a fase lútea, variações hormonais podem interferir na regulação do cálcio intracelular e na excitabilidade neuromuscular. Quando esse equilíbrio se altera, há maior propensão ao surgimento de sintomas físicos e emocionais típicos da TPM.

No contexto clínico, o cálcio pode contribuir para:
• Redução da excitabilidade neuromuscular e das cólicas;
• Modulação de neurotransmissores relacionados ao humor;
• Atenuação da retenção hídrica;
• Redução da sensibilidade mamária.
• Melhora de fadiga, irritabilidade e cefaleia

Estudos demonstram que mulheres com ingestão inadequada de cálcio apresentam maior frequência e intensidade de sintomas de TPM. Nesses casos, a suplementação pode ser considerada como uma das estratégias terapêuticas, especialmente em quadros moderados a intensos, sempre dentro de uma abordagem individualizada.

É importante ressaltar que a reposição de cálcio não aborda todas as causas da TPM. Ela deve integrar uma avaliação mais ampla, que inclua análise hormonal, investigação de outros micronutrientes, sono, estresse, alimentação e atividade física.

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À primeira vista, um camelo e um dromedário parecem o mesmo animal. Ambos pertencem à mesma família e compartilham vária...
11/02/2026

À primeira vista, um camelo e um dromedário parecem o mesmo animal. Ambos pertencem à mesma família e compartilham várias características, mas são biologicamente diferentes.
No organismo masculino, a confusão entre testosterona e di-hidrotestosterona costuma seguir a mesma lógica equivocada.

Apesar de estarem metabolicamente relacionados, testosterona e DHT são frequentemente tratados como se exercessem a mesma função biológica.
Essa interpretação é incorreta. São hormônios distintos, com ações específicas e efeitos diferentes conforme o tecido-alvo.

A testosterona é o principal androgênio circulante no homem. Atua diretamente nos receptores androgênicos e também funciona como precursor de metabólitos ativos.
Sua ação é predominantemente sistêmica e influencia múltiplos sistemas do organismo.

Entre suas principais funções estão:
• Manutenção da massa muscular e da força
• Preservação da densidade mineral óssea
• Estímulo da produção de glóbulos vermelhos
• Regulação do metabolismo energético
• Influência sobre cognição, humor e motivação
• Manutenção da libido e da função sexual
• Contribuição para a saúde metabólica e cardiovascular quando em níveis fisiológicos

O DHT, por sua vez, é formado a partir da testosterona pela ação da enzima 5-alfa-redutase.
Apesar de derivar da testosterona, não exerce as mesmas funções.
Possui maior afinidade pelo receptor androgênico e atua de forma mais intensa em tecidos específicos.

Suas principais ações incluem:
• Diferenciação ge***al masculina no período fetal
• Desenvolvimento das características se***is secundárias
• Estímulo do crescimento prostático
• Ação direta sobre a pele e glândulas sebáceas
• Influência sobre os folículos pilosos
• Atuação predominante nos genitais externos

Diferentemente da testosterona, o DHT tem papel limitado na manutenção da massa muscular, no desempenho físico e no metabolismo sistêmico.
Por isso, seus efeitos clínicos não são intercambiáveis, e alterações em um hormônio não refletem automaticamente alterações no outro.

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O magnésio é um dos minerais mais essenciais para a fisiologia humana. Atua como cofator em mais de 300 reações enzimáti...
09/02/2026

O magnésio é um dos minerais mais essenciais para a fisiologia humana. Atua como cofator em mais de 300 reações enzimáticas, participando da produção de ATP, contração e relaxamento muscular, condução nervosa, equilíbrio cardiovascular, metabolismo da glicose, saúde óssea e modulação do estresse.

Apesar dessa importância, estudos populacionais mostram que mais de 60% da população não atinge a ingestão diária adequada de magnésio apenas pela alimentação. O empobrecimento do solo, o alto consumo de alimentos ultraprocessados, o estresse crônico, a atividade física intensa e o envelhecimento aumentam a demanda e favorecem estados de deficiência. Por isso, em muitos casos, a suplementação se torna necessária.

Entender os diferentes tipos de magnésio é fundamental.

MAGNÉSIO GLICINA (BISGLICINATO)
Alta biodisponibilidade e excelente tolerabilidade gastrointestinal. Indicado para ansiedade, tensão muscular, cãibras, melhora do sono, suporte neuromuscular e saúde cardiovascular.

MAGNÉSIO DIMALATO
Associado ao ácido málico, intermediário do ciclo de Krebs. Útil para fadiga, baixa energia, dores musculares, fibromialgia e suporte ao desempenho físico.

MAGNÉSIO TAURATO
Combinação de magnésio com taurina, com ação calmante no sistema nervoso e efeito cardioprotetor. Indicado para controle pressórico, arritmias, resistência insulínica e maior excitabilidade neuronal.

MAGNÉSIO TREATONATO
Capaz de atravessar a barreira hematoencefálica, elevando a concentração cerebral de magnésio. Relacionado a memória, cognição, aprendizagem e neuroproteção.

MAGNÉSIO ASSOCIADO AO INOSITOL
Atua na modulação da sinalização neuronal, favorecendo equilíbrio emocional, foco, qualidade do sono e redução de dores musculares.

Na minha prática clínica, eu não prescrevo magnésio de forma genérica. Avalio cada paciente individualmente e prescrevo um pool de magnésios, combinando diferentes formas conforme sintomas, objetivos terapêuticos e necessidades específicas.

Se você busca uma estratégia personalizada e baseada em ciência, agende sua consulta.

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Muitos homens chegam ao consultório confusos: exames hormonais sem alterações formais nos valores de referência, testost...
06/02/2026

Muitos homens chegam ao consultório confusos: exames hormonais sem alterações formais nos valores de referência, testosterona considerada apropriada nos laudos laboratoriais e, ainda assim, a queda de cabelo progride.
Essa situação contraria a ideia amplamente difundida de que a calvície masculina só ocorre quando há “hormônio alto”. Na prática clínica, essa associação direta é uma simplificação incorreta.

A calvície androgenética pode se desenvolver mesmo com testosterona e DHT séricos dentro das faixas de referência.
O ponto central não é a quantidade de hormônio circulante no sangue, mas a resposta local do folículo piloso aos andrógenos.

Homens com exames semelhantes podem apresentar evoluções capilares completamente diferentes ao longo da vida.

Do ponto de vista fisiológico, parte da testosterona é convertida localmente em di-hidrotestosterona no couro cabeludo.
O DHT apresenta maior afinidade pelo receptor androgênico do folículo e, em indivíduos geneticamente suscetíveis, essa interação desencadeia a miniaturização progressiva do fio.

Esse processo envolve:
• Encurtamento da fase de crescimento capilar.
• Redução gradual do diâmetro do fio.
• Substituição de cabelos terminais por fios finos e curtos.
• Alterações inflamatórias locais que comprometem a vitalidade do folículo.

O fator determinante, portanto, é a sensibilidade genética do receptor androgênico, e não um excesso hormonal sistêmico.

É por isso que homens com testosterona dentro da faixa de referência podem apresentar calvície avançada, enquanto outros, com valores semelhantes, mantêm boa densidade capilar.

Em alguns casos, exames complementares ajudam a compreender a discrepância entre sangue e tecido. Marcadores como o 3-alfa-androstanediol, especialmente em amostras salivares, podem refletir de forma indireta a atividade periférica do DHT e da 5-alfa-redutase, mesmo quando o DHT sérico permanece dentro da normalidade.

Esses exames não são diagnósticos isolados, mas podem auxiliar na compreensão do comportamento biológico do folículo em homens selecionados.

ALERTA CLÍNICO NOS COMENTÁRIOS...

Se você já ouviu de um médico que fogachos são apenas “calorões sem importância” e teve esse sintoma banalizado, é preci...
05/02/2026

Se você já ouviu de um médico que fogachos são apenas “calorões sem importância” e teve esse sintoma banalizado, é preciso rever essa interpretação.

Em parte das mulheres, especialmente abaixo dos 60 anos, fogachos intensos ou persistentes não representam apenas desconforto.

Eles podem ser um SINAL CLÍNICO RELEVANTE e não algo trivial do climatério.

Na transição menopausal, a queda estrogênica não afeta apenas o centro termorregulador cerebral.

Ela também impacta diretamente a função vascular. Nesse contexto, os fogachos deixam de ser apenas um sintoma e passam a funcionar como um MARCADOR DE ALTERAÇÕES VASCULARES SUBCLÍNICAS, ainda não evidentes em exames tradicionais.

Estudos mostram que mulheres com fogachos moderados a severos apresentam alterações vasculares mensuráveis, como:
– pior dilatação mediada por fluxo, indicando disfunção endotelial precoce
– maior rigidez arterial
– aumento da inflamação vascular
– maior espessamento íntima-média carotídeo
– maior carga de aterosclerose subclínica em exames de imagem

Essas associações persistem mesmo após ajuste para fatores clássicos de risco, como colesterol, pressão arterial, glicemia e índice de massa corporal.

Isso indica que fogachos intensos podem identificar um FENÓTIPO DE MAIOR VULNERABILIDADE CARDIOVASCULAR, sobretudo em mulheres mais jovens no climatério.

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Se você já ouviu de um médico que fogachos são apenas “calorões sem importância” e teve esse sintoma banalizado, é preci...
04/02/2026

Se você já ouviu de um médico que fogachos são apenas “calorões sem importância” e teve esse sintoma banalizado, é preciso rever essa interpretação.

Em parte das mulheres, especialmente abaixo dos 60 anos, fogachos intensos ou persistentes não representam apenas desconforto.

Eles podem ser um SINAL CLÍNICO RELEVANTE e não algo trivial do climatério.

Na transição menopausal, a queda estrogênica não afeta apenas o centro termorregulador cerebral.

Ela também impacta diretamente a função vascular. Nesse contexto, os fogachos deixam de ser apenas um sintoma e passam a funcionar como um MARCADOR DE ALTERAÇÕES VASCULARES SUBCLÍNICAS, ainda não evidentes em exames tradicionais.

Estudos mostram que mulheres com fogachos moderados a severos apresentam alterações vasculares mensuráveis, como:
– pior dilatação mediada por fluxo, indicando disfunção endotelial precoce
– maior rigidez arterial
– aumento da inflamação vascular
– maior espessamento íntima-média carotídeo
– maior carga de aterosclerose subclínica em exames de imagem

Essas associações persistem mesmo após ajuste para fatores clássicos de risco, como colesterol, pressão arterial, glicemia e índice de massa corporal.

Isso indica que fogachos intensos podem identificar um FENÓTIPO DE MAIOR VULNERABILIDADE CARDIOVASCULAR, sobretudo em mulheres mais jovens no climatério.

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Na terapia hormonal da menopausa, há um ponto que não comporta interpretações pessoais nem “protocolos alternativos”: TO...
03/02/2026

Na terapia hormonal da menopausa, há um ponto que não comporta interpretações pessoais nem “protocolos alternativos”: TODA MULHER COM ÚTERO QUE FAZ USO DE ESTROGÊNIO SISTÊMICO NECESSITA DE UM PROGESTAGÊNIO PARA PROTEÇÃO ENDOMETRIAL.

O estrogênio sistêmico, seja por via oral ou transdérmica, exerce efeito proliferativo direto sobre o endométrio. Quando utilizado sem oposição adequada, esse estímulo contínuo leva ao aumento progressivo do risco de hiperplasia endometrial e câncer de endométrio. Esse é um dos pilares mais bem estabelecidos da endocrinologia ginecológica, sustentado por décadas de estudos observacionais, ensaios clínicos e metanálises.

A progesterona não entra no esquema terapêutico para “equilibrar sintomas”, mas para neutralizar o efeito mitogênico do estrogênio sobre o endométrio, promovendo diferenciação celular e reduzindo o risco de transformação neoplásica. Quando a proteção endometrial é adequada, o risco se aproxima daquele observado em mulheres que não utilizam terapia hormonal.

Um ponto crítico e frequentemente negligenciado é o uso irregular de progesterona, especialmente esquemas em que o progestagênio é administrado apenas a cada dois ou três meses. A literatura demonstra que essa oposição insuficiente está associada a aumento significativo do risco de hiperplasia e câncer de endométrio, com elevação de incidência em torno de três vezes quando comparada a esquemas com proteção adequada. Não se trata de estratégia mais confortável, mas de falha real de segurança endometrial.

Individualizar terapia hormonal não significa flexibilizar princípios fisiológicos. Estradiol sistêmico sem proteção endometrial adequada em mulheres com útero não é conduta personalizada, é erro técnico.

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