Daniel Alveno

Daniel Alveno 🏥Aprender Cuidados Paliativos é essencial para todo profissional de Saúde!
👨🏻‍⚕️Paliativista no HSP/UNIFESP
⬇️Comece pelo conhecimento!

Olá Sou Fisioterapeuta Paliativista, Palestrante e Mentor. Ajudo Fisioterapeutas comuns a encontrar sua área de atuação, empreender, ganhar mais dinheiro e ter sucesso. Conheça meus grupos de Mentorias:
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Os Cuidados Paliativos representam muito mais do que uma área de atuação, são um conjunto de conhecimentos e habilidades...
31/03/2026

Os Cuidados Paliativos representam muito mais do que uma área de atuação, são um conjunto de conhecimentos e habilidades fundamentais para garantir conforto, alívio do sofrimento e dignidade às pessoas que enfrentam doenças graves.

Mesmo que você não atue diretamente com esse público, compreender os princípios dos cuidados paliativos amplia sua capacidade de cuidar melhor, tomar decisões mais conscientes e oferecer suporte real tanto ao paciente quanto à sua família.

Ainda hoje, existe uma grande lacuna de profissionais preparados para conduzir esse tipo de cuidado de forma adequada. E é exatamente por isso que o estudo e a disseminação desse conhecimento se tornam tão urgentes.

Porque, no fim, não se trata apenas de tratar doenças, mas de garantir que cada pessoa seja cuidada com humanidade, consciência e presença até o último momento.

Vamos estudar sobre cuidados paliativos? Clique no link da bio e conheça meus cursos.

Fim de mais um ECIP, um evento de altíssimo nível, extremamente bem organizado que tive a honra de palestrar em mais uma...
29/03/2026

Fim de mais um ECIP, um evento de altíssimo nível, extremamente bem organizado que tive a honra de palestrar em mais uma edição!
Obrigado a toda comissão organizadora, especialmente a minha amiga querida pelo convite e confiança sempre.
Parabéns por trazer grandes nomes da fisioterapia para representar nossa profissão nessa área tão importante!
Foi muito bom palestrar sobre comunicação interprofissional e ver o protagonismo cada vez maior da equipe multi na oncologia.
Contem comigo para os próximos!

Do ponto de vista ético… sim.Do ponto de vista humano… também.Mas quando a gente sai da teoria e olha para a prática, a ...
26/03/2026

Do ponto de vista ético… sim.
Do ponto de vista humano… também.

Mas quando a gente sai da teoria e olha para a prática, a resposta já não é tão simples assim.

Porque, na realidade, o acesso aos cuidados paliativos ainda está longe de ser garantido para todos que precisam.

E Isso precisa ser dito.

A gente está falando de um cuidado que é reconhecido como um direito humano básico: o direito de não sofrer desnecessariamente. O direito de ter dor controlada. O direito de ser escutado. O direito de ter dignidade até o fim da vida.

Mas quantas pessoas, hoje, ainda enfrentam dor mal controlada?
Quantas famílias passam por esse processo completamente perdidas? Quantos pacientes são submetidos a intervenções que prolongam o sofrimento, mas não necessariamente a vida com qualidade?

Garantir esse cuidado não começa só em políticas públicas, começa na forma como cada um de nós enxerga o paciente na sua frente.

Quanto mais profissionais preparados, mais próximo a gente chega de uma realidade onde esse direito… realmente seja para todos.

Essa é uma dúvida muito comum e ao mesmo tempo, uma das que mais geram angústia nas famílias.A resposta, na maioria dos ...
24/03/2026

Essa é uma dúvida muito comum e ao mesmo tempo, uma das que mais geram angústia nas famílias.

A resposta, na maioria dos casos, é: não da forma como imaginamos.

À medida que o corpo entra em processo de declínio, o metabolismo muda. A necessidade de energia diminui, o apetite reduz progressivamente e o organismo deixa de processar alimentos da mesma maneira.

Ou seja, a falta de interesse por comida não é abandono. É parte natural do processo.

O problema é que, para quem está de fora, ver o paciente comer menos ou parar de comer, gera uma sensação de que algo está “faltando”, de que é preciso insistir, estimular, oferecer mais.

Mas, na prática, forçar alimentação nesse momento pode causar mais desconforto do que benefício: náuseas, distensão abdominal, risco de aspiração.

Em Cuidados Paliativos, a lógica muda.

A pergunta deixa de ser: “Ele está comendo o suficiente?”

E passa a ser: “Ele está confortável?”

Cuidar, nesse contexto, é respeitar o ritmo do corpo, aliviar sintomas e orientar a família para que compreenda o que está acontecendo, sem culpa e sem sofrimento desnecessário.

Porque nem tudo que parece falta de cuidado, de fato é. Às vezes, é justamente o contrário: é cuidado sendo feito da forma correta.

Se você é profissional de saúde e quer se sentir mais seguro para conduzir essas situações, tanto do ponto de vista clínico quanto na comunicação com a família, continue acompanhando os conteúdos por aqui.

E me conta: você já enfrentou dificuldade para lidar com essa situação na prática?

Falar sobre cuidados paliativos não precisa e não deve causar medo. O problema não está no tema, mas na forma como ele é...
19/03/2026

Falar sobre cuidados paliativos não precisa e não deve causar medo. O problema não está no tema, mas na forma como ele é comunicado.

Quando a gente associa cuidados paliativos à ideia de “fim”, “perda” ou “não há mais nada a fazer”, naturalmente isso gera insegurança e resistência.

Mas a realidade é outra: cuidados paliativos são sobre qualidade de vida, controle de sintomas e decisões mais alinhadas com os valores do paciente. É sobre cuidar melhor, não cuidar menos.

Quando você comunica isso com clareza, empatia e segurança, a percepção muda completamente. O paciente e a família deixam de enxergar como desistência e passam a entender como um cuidado mais humano, mais proporcional e mais consciente.

No fim, não é sobre evitar o assunto, é sobre saber conduzi-lo da forma certa.

17/03/2026

Na pediatria e na neonatologia, a morte ainda é vista como algo raro, quase como um “fracasso inevitável”.

E por isso, muitas vezes, o cuidado paliativo nem chega a ser considerado.

Mas o ponto é: não é sobre desistir. É sobre saber cuidar da forma certa, mesmo quando não há cura.

Tecnicamente, não existe grande diferença entre conduzir um cuidado paliativo em adulto ou em criança. O que muda e muda muito, é a comunicação, a tomada de decisão e o acolhimento da família.

Cuidado paliativo pediátrico exige sensibilidade, técnica e coragem. Coragem para incluir, para ouvir e para conduzir decisões difíceis com responsabilidade.

E talvez o maior desafio seja esse, aprender a cuidar quando salvar não é mais possível.

Preservar a qualidade de vida do paciente deveria ser algo óbvio.Mas, na prática, muitas vezes não é.Nos Cuidados Paliat...
10/03/2026

Preservar a qualidade de vida do paciente deveria ser algo óbvio.
Mas, na prática, muitas vezes não é.

Nos Cuidados Paliativos, esse princípio é central. O objetivo não é apenas intervir sobre a doença, mas preservar o máximo de conforto possível, considerando aquilo que realmente importa para cada paciente.

Para alguns pacientes, qualidade de vida pode significar ter menos dor. Para outros, pode significar estar em casa. Para outros, pode significar simplesmente ter autonomia para tomar decisões sobre o próprio cuidado, escolhendo junto à equipe, entre as possibilidades de cuidado que são apresentadas de forma segura e responsável pelos profissionais.

Parece algo simples. Parece algo óbvio. Mas, infelizmente, ainda é algo que precisa ser dito e lembrado com frequência dentro da prática clínica.

Porque quando o cuidado realmente considera o que importa para o paciente, a medicina deixa de ser apenas intervenção… e passa a ser, de fato, cuidado.

Me conta nos comentários, na sua prática, você sente que a qualidade de vida do paciente realmente está no centro das decisões?

No ambiente hospitalar, muitas decisões difíceis precisam ser tomadas em pouco tempo. Diagnósticos complexos, prognóstic...
05/03/2026

No ambiente hospitalar, muitas decisões difíceis precisam ser tomadas em pouco tempo. Diagnósticos complexos, prognósticos incertos, limitações terapêuticas… tudo isso faz parte da realidade de quem trabalha com pacientes graves.

Mas existe algo que muitas vezes é negligenciado nesse processo: a forma como comunicamos essas informações.

Quando a comunicação não é clara, algumas coisas começam a acontecer com frequência:

Famílias ficam perdidas, sem entender exatamente o que está acontecendo. Pacientes não conseguem participar das decisões sobre o próprio tratamento. E profissionais de saúde acabam carregando um peso enorme por conflitos que poderiam ter sido evitados.

Por isso, nos Cuidados Paliativos, comunicação não é um detalhe técnico. É parte essencial do cuidado.

Quando a comunicação é bem conduzida, decisões se tornam mais conscientes, conflitos diminuem e o cuidado passa a fazer mais sentido para todos os envolvidos.

Infelizmente, essa é uma habilidade que quase nunca é ensinada de forma adequada na formação dos profissionais de saúde.

E me conta nos comentários: você já presenciou uma situação em que uma comunicação falha gerou mais sofrimento do que a própria doença?

03/03/2026

“Todo paciente em Cuidados Paliativos precisa estar bem hidratado.”

Essa é uma das crenças mais enraizadas na prática clínica e também uma das que mais geram intervenções desnecessárias no fim de vida.

Em pacientes em fase terminal, o excesso de líquidos pode causar edema, congestão pulmonar, aumento de secreções e piora importante da dispneia.

Hidratação não é um conceito absoluto. É uma conduta que precisa ser individualizada.

Na fase final da vida, o metabolismo muda. A necessidade hídrica não é a mesma de um paciente estável. Forçar volume, seja por via venosa ou subcutânea, pode trazer mais desconforto do que benefício. O que muitas vezes é interpretado como “cuidado” pode, na prática, aumentar sofrimento.

Boca seca, por exemplo, nem sempre é sinônimo de desidratação sistêmica e pode ser manejada com cuidados locais simples, muito mais eficazes do que um soro correndo sem critério.

Em Cuidados Paliativos, a pergunta não é: “Estamos fazendo tudo?”
A pergunta é: “Isso traz conforto real?”

Se você é profissional de saúde e quer desenvolver segurança para tomar decisões proporcionais, éticas e baseadas em evidência no fim de vida, continue acompanhando mais conteúdos por aqui.

E compartilhe este post com quem ainda confunde volume com cuidado.

Após 4 anos da defesa hoje recebi meu diploma do doutorado.Uma conquista extremamente importante profissionalmente, mas ...
26/02/2026

Após 4 anos da defesa hoje recebi meu diploma do doutorado.
Uma conquista extremamente importante profissionalmente, mas também o pior período da minha vida, marcado pelo falecimento do meu pai em 2020 e o falecimento do meu orientador e querido amigo Dr. Aécio logo após a defesa.

Por isso, acabei deixando algumas coisas de lado após o término que precisaram ser resgatadas quando fui aprovado no concurso da UNIFESP.

Nada é por acaso, o artigo está aceito e logo será publicado, o diploma está em mãos, e a vida continua como tem que ser, feita de tristezas mas também de muitas alegrias!

Nunca desisti de nada que fosse importante para mim e sei que ainda muitas outras conquistas virão!🙏🏻

Obrigado a todos que me ajudaram e acreditaram em mim nesse processo!

Esse não é um cenário raro. É rotina quando o cuidado é conduzido sem planejamento, sem comunicação adequada e sem abord...
25/02/2026

Esse não é um cenário raro. É rotina quando o cuidado é conduzido sem planejamento, sem comunicação adequada e sem abordagem paliativa estruturada.

O resultado? Intervenções desproporcionais, sintomas mal controlados, decisões tomadas na urgência e uma sensação constante de que “algo não está certo” — mas ninguém sabe exatamente o que fazer diferente.

Cuidados Paliativos não são um luxo reservado a poucos serviços especializados. São um direito do paciente.

Quando essa abordagem é integrada precocemente, o que muda não é apenas o desfecho clínico. Muda a experiência do paciente, o preparo da família e a segurança do profissional.

A exaustão da equipe muitas vezes não vem do excesso de trabalho. Vem da falta de preparo para lidar com sofrimento complexo, comunicação difícil e limitação terapêutica.

Formação em Cuidados Paliativos não é sobre “fim de vida”. É sobre qualidade de cuidado.

Você profissional de saúde, sente que poderia conduzir esses casos com mais segurança e menos desgaste emocional, talvez esteja na hora de aprofundar sua prática.

Clique no link da bio e conheça meus cursos. Cuidados Paliativos não são opcional, são essenciais.

Em Cuidados Paliativos, comunicação não é um detalhe do cuidado. É parte central da conduta.O paciente e sua família têm...
20/02/2026

Em Cuidados Paliativos, comunicação não é um detalhe do cuidado. É parte central da conduta.

O paciente e sua família têm o direito de entender, com clareza, quais são as possibilidades reais de tratamento, quais são os limites terapêuticos e quais caminhos fazem sentido diante daquele contexto clínico específico.

Grande parte do sofrimento que vemos na prática não vem apenas da doença, vem de decisões tomadas sem compreensão adequada do cenário. Quando a comunicação falha, surgem frustrações, intervenções desproporcionais e rupturas na relação de confiança.

Nosso papel como profissionais de saúde não é decidir sozinhos. É garantir que as decisões sejam tomadas com clareza, segurança e respeito aos valores do paciente.

Comunicação clara é estratégia clínica.
É prevenção de conflito.
É proteção ética.

Se você quer desenvolver maturidade para conduzir conversas difíceis com mais segurança e menos desgaste emocional, continue acompanhando os conteúdos por aqui.

E compartilhe este post com quem ainda acredita que comunicar é apenas “dar a notícia”.

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