12/12/2025
12 de dezembro – Dia da Cobertura Universal de Saúde
Hoje, quero trazer uma reflexão importante.
Você sabia que, no mundo, quase 1 em cada 6 gestantes não recebe o número mínimo de consultas de pré-natal recomendado pela Organização Mundial da Saúde?
Essa estatística revela algo preocupante: a desigualdade no acesso à saúde ainda é uma realidade para muitas mulheres — especialmente no momento em que mais precisam de cuidado.
Neste 12 de dezembro, Dia da Cobertura Universal de Saúde, reforço uma convicção que carrego como médico:
o acesso à saúde não pode ser opcional. É um direito.
Um direito da gestante. E também da vida que está sendo gerada.
Quando falamos de saúde da mulher e do bebê, o ponto de partida é claro:
- Toda gestante deve ter acesso ao pré-natal completo
- Exames fundamentais
- Orientações atualizadas
- E, acima de tudo, acompanhamento humano e acolhedor
Isso não é um diferencial. É o mínimo.
E, infelizmente, ainda não é a realidade para muitas mulheres.
Como médico materno-fetal, essa é a missão que me move todos os dias:
- Fazer com que nenhuma mulher se sinta desamparada durante a gestação
- Oferecer cuidado com ciência, acolhimento e empatia
- Lutar para que a gestante seja ouvida, respeitada e orientada com clareza
Porque cada consulta é uma oportunidade de transformar insegurança em confiança.
E cada mulher bem cuidada representa duas vidas protegidas.
Se você está grávida, pretende engravidar ou conhece alguém nesse caminho:
Você está em dia com seu atendimento de pré-natal?
Compartilhe essa mensagem.
Informação também é uma forma de cuidado.