Despertar da Maternidade

Despertar da Maternidade O Despertar da Maternidade é formado por 4 obstetrizes e tem por objetivo a assistência humanizada à mulher e família durante gravidez, parto e pós-parto.

O Despertar da Maternidade é formado por 4 obstetrizes: Alexsandra Santana, Jessica Nascimento, Samira Alvarez Sardella e Vanessa Macedo Dias. O grupo acredita que uma assistência humanizada e individualizada é essencial para uma agradável experiência no momento de gestação, parto e pós-parto e esta deve ser acessível à todas as mulheres. Acreditando nisso, o Despertar da Maternidade vêem para contribuir no aumento à acessibilidade das mulheres e famílias à um atendimento de qualidade, e, para tanto, oferece serviços domiciliares, como consultas pré-natal e pós-parto, acompanhamento de trabalho de parto, cursos de amamentação e puericultura (cuidados com o bebê), entre outros. Curta a página e acompanhe as dicas, reportagens e novas informações sobre o mundo da maternidade. e-mail: despertardamaternidade@gmail.com

13/02/2016

Direitos da gestante e do bebê

http://www.unicef.org/brazil/pt/br_guiagestantebebe.pdf

http://www.unicef.org/brazil/pt/br_guiagestantebebe.pdf

14/05/2015

Você sabia que uma cesariana desnecessária aumenta em 120 vezes a probabilidade de o bebê nascer com problemas respiratórios e triplica o risco de m...

Para refletirmos...
17/04/2015

Para refletirmos...

27/03/2015

Entre os princípios do parto humanizado, previstos na lei, estão a mínima interferência do médico durante o parto; a preferência pela utilização dos métodos menos invasivos e naturais e o direito de elaborar um plano individual do parto que prevê, entre outras coisas, “as rotinas e procedimentos eletivos de assistência ao parto pelos quais a gestante fizer opção”

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/03/governo-sanciona-lei-para-garantir-parto-humanizado-em-sao-paulo.html?fb_ref=Default

Objetivo da lei é evitar violência obstétrica; lei foi publicada no Diário Oficial. Gestante poderá escolher como será seu parto.

"A chupeta não é inocente como parece. Efeitos colaterais advindos do seu uso existem, e aumentam em quantidade e gravid...
04/03/2015

"A chupeta não é inocente como parece. Efeitos colaterais advindos do seu uso existem, e aumentam em quantidade e gravidade ao longo do desenvolvimento infantil. Acompanhe, sob uma perspectiva baseada em evidências, as potenciais consequências relacionadas ao uso da chupeta.

- Interfere negativamente sobre a amamentação. Estudos mostram que crianças que desmamam precocemente usam chupeta com maior freqüência do que aquelas que são amamentadas por um período maior. A confusão de bicos descrita na literatura acontece porque a musculatura é trabalhada de forma completamente diferente durante a sucção do peito e da chupeta. A sucção de um bico artificial leva à perda da tonicidade e alteração da postura muscular (dos lábios e língua, principalmente), fazendo com que o bebê não consiga manter corretamente a pega do peito. Além disso, existem evidências de que chupar chupeta diminui a produção de leite, pois o bebê solicita menos o peito, causa ferimentos na mãe devido à pega errada, o que acaba interferindo até mesmo no seu ganho de peso. Não oferecer bicos artificiais e chupetas a crianças amamentadas é um dos Dez passos para o Sucesso do Aleitamento Materno recomendado pela Organização Mundial de Saúde, UNICEF e Ministério da Saúde.

- Prejudica a correta maturação funcional do sistema estomatognático (SE). Atrapalha na fala, mastigação, deglutição e respiração da criança. Podem surgir deficiências de dicção, presença de sibilo/ceceio na fala, voz rouca e/ou anasalada. A mastigação perde sua característica normal bilateral e alternada, tendendo a vertical ou unilateral, afetando diretamente as articulações têmporo-mandibulares e o desenvolvimento das estruturas envolvidas. Desenvolve-se potencialmente uma deglutição atípica, com interposição de língua e participação da musculatura peri-oral. O padrão respiratório se altera de nasal para bucal ou misto. Assim, existe um consenso na literatura científica de que hábitos de sucção não-nutritivos são potencialmente nocivos para a saúde da criança e que, por isso, devem ser desestimulados ou removidos o mais cedo possível no intuito de minimizar os danos.

- Altera a postura e tonicidade dos músculos da boca: o lábio superior fica encurtado, o lábio inferior fica flácido e evertido (virado para fora), ocorre a perda do selamento labial passivo (sem esforço), a pele do queixo pode ficar enrugada (refletindo o esforço do músculo mentalis para auxiliar no vedamento labial), as bochechas ficam hiper/hipotonificadas e caídas (de acordo com a forma que a criança adapta a sucção) e a língua perde a tonicidade, ficando numa posição baixa e retruída dentro da cavidade bucal, alterando toda a fisiologia do SE."

(Acesse o link e leia a matéria completa.)

simplesmente amei! e cada dia fico mais feliz de não ter dado chupeta! Ofereci pela primeira vez quando ele tinha 2 meses, por insistencia da família, ele teve ansia e não tentei mais! Hj em dia ele brinca com a chupeta!

13/02/2015

O parto normal pelo Palácio do Planalto. ♥

Benefícios do parto normal:

Para mãe:
Recuperação mais rápida;
Menor necessidade de intervenção medicamentosa;
Menor mortalidade e morbidade (Trombose, lesões de tecidos, hemorragia e infecções);
Menor risco de depressão pós parto;
Maior sucesso na amamentação.

Para o bebê:
Liberação de hormônios responsáveis pela maturação final do bebê;
Menor desconforto respiratório;
Menor necessidade de intervenção e UTI;
Maior sucesso na amamentação.

Busque conhecimentos e lute pelo parto de seus sonhos! E conte sempre conosco.

“Ocorre uma reconstrução da própria biografia: elas reconhecem que a cesárea anterior foi desnecessária e, com isso, vão...
05/02/2015

“Ocorre uma reconstrução da própria biografia: elas reconhecem que a cesárea anterior foi desnecessária e, com isso, vão se fortalecendo. Há um empoderamento que as tornam mais fortes”

http://cmais.com.br/jornalismo/saude/emocao-positiva-marca-relato-de-parto-normal-apos-cesarea-diz-estudo-da-usp

Relatos revelam mulheres seguras, felizes, satisfeitas e em paz com o próprio corpo, após 1º parto vaginal depois de uma ou várias cesarianas - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura

"Ele nasceu bem, porque ele nasceu na hora dele. O próprio semblante de bebê que nasce de parto humanizado é diferente, ...
04/02/2015

"Ele nasceu bem, porque ele nasceu na hora dele. O próprio semblante de bebê que nasce de parto humanizado é diferente, porque ele é respeitado" ❤

O nascimento de um filho é certamente uma das etapas mais especiais da vida de uma mulher. É o momento em que ela e a família direcionam todos os seus esforços para que tudo corra bem com a mãe e com o bebê. Logo, o parto é um momento decisivo para a construção de um vínculo duradouro.

"A vérnix caseosa é um material gorduroso branco, que é formado pelo acúmulo de secreção das glândulas sebáceas e inclui...
04/02/2015

"A vérnix caseosa é um material gorduroso branco, que é formado pelo acúmulo de secreção das glândulas sebáceas e inclui células epiteliais e lanugem, que recobrem a pele ao nascimento. Esse material pode estar presente sob a forma de uma camada muito fina ou muito espessa e que normalmente desaparece sozinho em torno de 24 horas. Em poucas horas depois do nascimento podemos perceber a pele do bebê sem a camada protetora.
Em geral bebês mais maduros, com mais de 40 semanas apresentam menos vernix. Já os mais prematuros costumam nascer protegidos pela substância.

Durante a vida intrauterina, o vérnix protege a pele do bebê impermeabilizando e fazendo uma barreira contra ações bacterianas. Após o nascimento ele continua proporcionando proteção ao bebê portanto exceto em situações específicas, ele NÃO deve ser retirado.
A manutenção da barreira protetora da pele logo após o nascimento é de fundamental importância para uma boa adaptação extra-uterina, como também para uma boa termorregulação."

Vernix é uma proteção natural para o bebê e não deve ser removido pelo menos, 6 horas depois do nascimento. Saiba mais sobre essa oupa aromatica de quem acabou de chegar dos céus

"Considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade atinge 42 milhões de crianças com menos d...
23/01/2015

"Considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade atinge 42 milhões de crianças com menos de 5 anos pelo mundo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a incidência de meninos de 5 a 9 anos acima do peso chega a 15%.

Dois fatores contribuem com o sobrepeso infantil: a genética e, principalmente, os maus hábitos alimentares, que muitas vezes refletem os da família. Um dos principais vilões nessa guerra é o açúcar, introduzido precocemente na alimentação da criança. Um estudo do Jornal de Pediatria, do Brasil, revelou que, a partir dos 6 meses, 79,3% das crianças já comiam bolachas e 20,7% consumiam sucos artificiais. É motivo de sobra para se preocupar, já que a obesidade infantil acarreta problemas que impactam na adolescência e na vida adulta, como diabetes e hipertensão. Para manter o distúrbio bem longe do seu filho, conheça outros 7 erros comuns na dieta das crianças e evite-os:

1 - Abrir mão de amamentar
Até os seis meses de vida, os pediatras recomendam o aleitamento materno exclusivo, por livre demanda. Não se engane com crenças equivocadas de que seu leite é fraco ou de que o de vaca é mais nutritivo, fazendo a substituição. Dentre inúmeros benefícios, estudos provam que os bebês alimentados apenas com leite materno têm menos chances de se tornarem obesos na adolescência e na vida adulta. “Nós nascemos com a saciedade regulada, então, é muito difícil um bebê mamar mais do que precisa, a ponto de ganhar peso excessivo”, conta Renata Maria de Noronha, endocrinologista infantil do Hospital São Luiz (SP).

2 - Negligenciar as recomendações do pediatra
Se você não amamenta, mas usa fórmula, é preciso tomar alguns cuidados: siga exatamente as instruções de seu pediatra e nem pense em engrossar a bebida com amido de milho, por exemplo, que contém muito carboidrato e favorece o ganho de peso.

3 - Culpar a genética
Ela é responsável por 50% da propensão à obesidade. Se um dos pais é obeso, a chance da criança ser também é de 40%. Se ambos forem, esse número pode chegar a 80%. Mas é preciso levar em consideração que os outros 50% envolvem fatores ambientais, como o mau hábito alimentar, e que este, sim, é passível de mudanças.

4 - Não estabelecer uma rotina
Depois dos primeiros 6 meses, começa a introdução de alimentos na dieta das crianças. As papinhas salgadas são as mais difíceis de ser aceitas, por causarem estranheza inicialmente. Nesse momento, é preciso criar uma rotina com os horários de alimentação. A partir do 7º mês, a dieta passa a ter pedaços de comida e é muito importante respeitar o tempo de mastigação da criança. Como sobremesa, invista nas frutas, estimulando seu filho a comer bem desde cedo. Além disso, a família é o espelho da criança, portanto, procure ter uma alimentação saudável na frente de seu filho e o incentive a experimentar novos alimentos. Vale ressaltar que é preciso tomar muito cuidado com a adição de sal na comida das crianças, já que o sódio pode causar hipertensão arterial na vida adulta.

5 - Viciar o paladar
Nos primeiros dois anos, as crianças começam a desenvolver o paladar. Os alimentos naturais devem ter prioridade. Evite sucos industrializados, que contêm uma quantidade muito grande de açúcar, e dê preferência a frutas naturais. Além disso, essas bebidas podem boicotar a formação do paladar: a criança conhece um gosto diferente do real, e pode acabar não comendo a fruta in natura, futuramente. O mesmo ocorre com os doces: “Muitas vezes, a criança ainda não aprendeu a comer todos os tipos de alimentos saudáveis e a mãe já oferece um iogurte petit suisse de sobremesa, incluindo o açúcar, desde muito cedo, na dieta da criança”, explica Renata. Inclua os mais diversos tipos de frutas, legumes e vegetais no cardápio dos pequenos.

6 - Barganhar na hora da refeição
Os pais devem respeitar a fome das crianças, por isso, nada de forçá-las a comer alimentos saudáveis para conseguir um doce ou chocolate. Assim ela vai entender que um alimento nada saudável é uma recompensa por comer bem. A mania de beliscar também deve ser evitada. “Muitas vezes, os pais acham que a criança não comeu nada e oferecem pedaços de bolacha e outras guloseimas, nos intervalos das refeições”, reprova Renata.

7 - Permitir a TV em excesso
Depois de comer, a criança só tem um jeito de queimar toda a energia: se exercitando. Pode ser com brincadeiras ou com esporte, respeitando a vontade dela. “As crianças não devem ficar mais de 2 horas na frente de uma tela. Elas precisam se movimentar”, conclui Renata. Além de gastar mais energia, as brincadeiras são fundamentais para o aprendizado cognitivo.

8 - Comer por dois quando grávida
Um estudo revelou que a alimentação da mulher durante a gravidez é muito importante para a saúde do bebê. A dieta deve ser bem variada, rica em vitaminas e minerais, mas nada daquela história de comer por dois. O feto, quando dentro da barriga da mulher, precisa de determinada quantidade de nutrientes para se desenvolver. O que passar da conta leva ao peso excedente da grávida e pode acarretar ao diabetes gestacional, elevando as chances de o bebê nascer muito grande, o que pode causar um padrão metabólico de acúmulo."

As consequências podem demorar a aparecer, mas o problema é, desde cedo, motivo de preocupação entre os médicos

Endereço

Bela Vista, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Despertar da Maternidade posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Despertar da Maternidade:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram