Fábio Serra Neuro

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30/12/2025

Essa é a tônica da vida: nem sempre dá certo.
Em jornadas difíceis, em escaladas complexas, perdas acontecem. No Everest, pessoas morrem. E isso não é metáfora, é realidade. Toda travessia carrega risco, custo e consequência.

Por isso, olhar para trás e esperar uma história perfeita é uma ilusão. Não foi tudo bonito, não foi tudo fácil, não foi tudo como o planejado. Mas também não foi em vão.

Ao longo do caminho, muita coisa f**a para trás.
E, ao mesmo tempo, muito aprendizado é levado junto — exatamente por causa das dificuldades enfrentadas. É na subida dura, no erro, na dor e no limite que a jornada realmente ensina.

Se essa reflexão fez sentido para você, vale continuar a conversa. Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

Tornar-se um médico de elite vai muito além do domínio técnico é sobre mentalidade, estratégia e preparo emocional.Ser n...
30/12/2025

Tornar-se um médico de elite vai muito além do domínio técnico é sobre mentalidade, estratégia e preparo emocional.

Ser neurocirurgião é mais do que operar. É pensar estrategicamente, decidir com precisão e liderar com propósito.

Arraste esse carrossel até o final e entenda como essas competências moldam a mente dos médicos que estão um passo à frente.

29/12/2025

Para um alpinista de verdade, o objetivo nunca é apenas o topo. O que move é a escalada. É o caminho, o desafio, o processo. Tanto que ninguém chega ao Everest e diz “acabou”. A maioria quer voltar. Subir de novo. Mudar a rota, encarar outra face, aprender algo diferente.

Porque o valor não está no ponto final.
Está no silêncio da subida, na dificuldade, na dor, nos momentos em que alguém do grupo precisa de ajuda. É ali que se aprende de verdade.

E existe algo fundamental nisso tudo: ninguém escala o Everest sozinho.
Toda grande jornada é coletiva. Exige confiança, parceria e responsabilidade com o outro.

Se essa reflexão fez sentido para você, vale continuar essa conversa. Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

26/12/2025

Para se tornar algo novo, é preciso abrir mão do que se é hoje. Não dá para ocupar dois lugares ao mesmo tempo. Cada área da medicina exige um perfil específico, uma forma de pensar, de agir e de suportar a rotina que vem junto.

Especialidades como ortopedia ou cirurgia geral, por exemplo, cobram um preparo que vai muito além da técnica. Quem entra sem entender como funciona, sem estar mentalmente preparado, tem grandes chances de levar um choque e desistir no meio do caminho.

E aí entra uma responsabilidade que muitas vezes é negligenciada: a do professor. Cabe a ele mostrar a realidade, provocar reflexão, ajudar o aluno a entender o que cada caminho exige. Não para empurrar escolhas, mas para que elas sejam conscientes.

Porque não existe destino melhor ou pior.
Tem quem escolha o Everest, quem prefira o morro, quem corra no plano.
O papel de quem ensina é habilitar cada um para a trilha que decidiu seguir.

Se você quer aprofundar essa conversa sobre escolha, propósito e formação médica, assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

25/12/2025

Nem toda água gera vida.
Existe a gota certa, no momento certo, que cai num solo fértil e permite que algo finalmente floresça. Mas existe também a água que destrói: a chuva excessiva, o granizo, a geada, a chuva ácida que acaba com uma lavoura inteira, mesmo quando tudo parecia caminhar bem.

O solo pode ser bom. O plantio pode estar certo.
Ainda assim, o ambiente decide se aquilo vai crescer ou se perder.

Por isso, a reflexão é inevitável:
de que tipo de “água” você está se cercando?
A que nutre, fortalece e permite evolução?
Ou a que desgasta, confunde e destrói o que poderia dar certo?

No fim, é sempre uma escolha de lado.

Se essa reflexão fez sentido para você, vale continuar a conversa. Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

24/12/2025

Quando o assunto é performance sexual, normalmente aparecem dois extremos.
De um lado, o jovem saudável, sem qualquer problema clínico, que usa medicamentos como se fossem suplemento. Vai para a festa, quer impressionar, recorre ao Vi**ra, ao Tadalafila ou a qualquer “chá milagroso” que alguém indicou. E isso virou rotina.

Do outro lado, existe quem realmente precisa, geralmente mais velho, com indicação médica, mas acaba usando de forma inadequada: dose errada, momento errado ou sem considerar doenças de base que tornam esse uso arriscado.

Nos dois casos, o problema é o mesmo: uso sem critério.
Remédio não é atalho social nem solução improvisada. E quando falta orientação, o risco aparece, seja para quem não precisa, seja para quem precisa e usa errado.

Se você quer entender melhor quando esses medicamentos fazem sentido e quando viram problema, assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

Enquanto você dorme, seu cérebro está em plena atividade e o que acontece nesse tempo é muito mais importante do que par...
24/12/2025

Enquanto você dorme, seu cérebro está em plena atividade e o que acontece nesse tempo é muito mais importante do que parece.

Enquanto você dorme, seu cérebro trabalha para te manter equilibrado.

É o descanso que te faz pensar melhor, sentir melhor e viver melhor.

Veja este carrosel até o final e entenda como o sono é uma das formas mais poderosas de cuidar da sua mente.

23/12/2025

Antes de buscar remédio, suplemento ou qualquer solução milagrosa, é preciso olhar para o básico. Alimentação ruim, sedentarismo, noites mal dormidas… quando tudo isso se desorganiza, o corpo entra em desequilíbrio. E aí muita gente tenta compensar esse caos com medicação.

Não é que o paciente não deva ser medicado quando necessário. Mas sem autocuidado, sem ajuste de estilo de vida, nenhum remédio sustenta resultado. Não dá para viver aos trancos e barrancos e esperar que uma pílula resolva tudo.

Esse vazio acaba sendo ocupado pelo charlatanismo. Promessas fáceis, fórmulas milagrosas, “vitaminas” vendidas na internet para desempenho físico ou sexual. É aí que o paciente se perde porque quer um atalho onde não existe.

Saúde começa no básico, e o resto vem como complemento, não como substituto.

Se quiser aprofundar essa conversa sobre estilo de vida, medicalização e falsas promessas, assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

22/12/2025

Permitir que alguém se aproxime intimamente de você exige responsabilidade. Não é só afeto, não é só desejo, envolve saúde, história, riscos e cuidado mútuo. Saber quem é o outro, o que ele carrega, quais condições de saúde existem ali, faz parte de um respeito que foi se perdendo com o tempo.

Antigamente isso era mais comum. Existia a ideia do check-up pré-relacionamento, da conversa clara antes de um vínculo mais sério. E a reflexão aqui não é moralista, é prática: por que não resgatar esse cuidado? Conversar, propor exames, alinhar expectativas. Isso não afasta, protege.

Talvez, se cultivássemos mais esse tipo de postura, teríamos menos problemas de saúde lá na frente e menos situações evitáveis chegando aos consultórios. É uma reflexão simples, mas necessária.

Se esse tema te fez pensar, vale aprofundar a conversa. Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

19/12/2025

A postectomia é um bom exemplo de como cultura, religião e medicina se cruzam de formas muito diferentes ao redor do mundo. Em algumas tradições religiosas, como no judaísmo, ela faz parte do ritual. Em países como os Estados Unidos, tornou-se um hábito cultural, realizado nos primeiros dias de vida.

No Brasil, a lógica é outra. Aqui, não se defende a realização indiscriminada da postectomia em todos os bebês. E o motivo é simples: trata-se de um procedimento cirúrgico, com riscos reais, possibilidade de complicações, cicatrizes e efeitos que precisam ser considerados com responsabilidade.

A medicina brasileira, nesse ponto, adota uma postura mais criteriosa, baseada em indicação clínica e não em tradição cultural. Nem tudo o que é comum em outros países faz sentido quando analisamos risco, benefício e necessidade real.

Se você quer entender melhor essa discussão e os critérios médicos por trás dessas decisões, assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

18/12/2025

No Brasil, a saúde sempre opera com o cobertor curto. O SUS tem um papel fundamental, oferece cobertura ampla, mas enfrenta limitações claras de gestão e financiamento. Isso não é segredo, é uma realidade que precisa ser discutida com seriedade.

Talvez a saída não seja única nem simples. Em algumas regiões, em determinadas áreas, soluções pontuais fazem diferença. Mutirões bem organizados são um exemplo. A Sociedade Brasileira de Urologia já fez e ainda faz mutirões de postectomia que aliviam filas e resolvem problemas concretos.

Mas, acima de tudo, existe um pilar que atravessa tudo isso: educação.
Educação muda a política, melhora a saúde, qualif**a o trabalho e transforma a forma como um país funciona. Sem ela, qualquer sistema f**a limitado.

Se você quer acompanhar essa reflexão completa sobre saúde pública, gestão e o papel da educação, assista ao episódio inteiro no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

17/12/2025

A robótica na medicina está avançando rápido, e alguns artigos já começam a explorar até onde essa tecnologia pode chegar. Hoje, o que mais usamos é o modelo totalmente dependente do cirurgião — como o Da Vinci. Ele replica exatamente o movimento humano: o robô só faz o que a mão faria. É 100% controle humano.

Mas existe um segundo nível: o semi-autônomo.
Pensa no conceito do Airbus, que voa sob tutela do computador. O piloto controla, mas o sistema impede manobras arriscadas. Na cirurgia, esse robô permitiria que o médico conduzisse o procedimento, mas bloquearia movimentos anômalos — um tremor, um gesto brusco, alguém esbarrar na mão. Ele reconhece o limite seguro e impede que o bisturi ultrapasse.

E aí vem o terceiro nível: o robô autônomo.
A IA entra para aprender o procedimento, entender padrões, treinar — e executar a cirurgia sozinho.

É uma discussão que já está acontecendo, com implicações enormes para o futuro da prática médica e da segurança cirúrgica.

Quer aprofundar esse debate sobre robótica, IA e cirurgia do futuro? Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

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