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A formação médica não acontece apenas pelo acúmulo de conteúdo.Ela acontece no encontro entre conhecimento, experiência ...
21/01/2026

A formação médica não acontece apenas pelo acúmulo de conteúdo.
Ela acontece no encontro entre conhecimento, experiência e direcionamento.

Ao longo da minha trajetória, ficou muito claro que ninguém se torna um bom médico, muito menos um médico de elite, caminhando sozinho. Existem decisões clínicas, posturas profissionais e escolhas de carreira que não estão nos livros, mas que definem quem você se torna na prática.

A mentoria entra exatamente aí.
Ela não substitui o estudo. Ela organiza, acelera e amadurece o que você aprende.

👉 Encurta anos de tentativa e erro.
👉 Evita armadilhas comuns da formação médica.
👉 Desenvolve raciocínio clínico, segurança emocional e visão estratégica.

Quando bem feita, a mentoria não entrega atalhos fáceis, ela entrega clareza, responsabilidade e consistência.

Cada programa que desenvolvi nasceu dessa convicção: formar médicos mais preparados, mais conscientes das próprias escolhas e mais sólidos técnica e emocionalmente.

Porque excelência não é improviso.
É construção guiada.

🧠 Nenhuma trajetória forte se faz sozinha.
E todo médico que chega longe, em algum momento, teve alguém que mostrou o caminho, e o desafiou a ir além.

14/01/2026

Ficar isolado na natureza transforma a rotina em observação, silêncio e presença, onde o tempo é guiado pelos sons, pelas cores e pelos detalhes do ambiente.

📲 Se esse relato despertou curiosidade ou reflexão, assista ao episódio completo do podcast no YouTube ou Spotify, disponível no link da bio.

Esquecer nomes, compromissos ou tarefas do dia a dia assusta, e eu vejo isso com muita frequência no consultório.Mas é i...
14/01/2026

Esquecer nomes, compromissos ou tarefas do dia a dia assusta, e eu vejo isso com muita frequência no consultório.
Mas é importante deixar algo claro: nem todo esquecimento é Alzheimer.

O estresse, a sobrecarga emocional e o excesso de estímulos afetam diretamente a atenção. Quando a atenção falha, a memória não registra direito — e o cérebro simplesmente não “salva” a informação. Isso costuma ser reversível, desde que a causa seja reconhecida e tratada.

Já no Alzheimer, o mecanismo é outro. Não é falta de atenção.
É perda progressiva de neurônios, o que faz com que a memória falhe mesmo em momentos de calma, mesmo com esforço e concentração.

👉 O que diferencia não é um episódio isolado de esquecimento,
mas o padrão, a frequência e o impacto na autonomia da pessoa.

Por isso, meu conselho é simples e direto:
não banalize o esquecimento — mas também não se rotule antes da hora.

🧠 Avaliação neurológica, quando indicada, traz clareza, reduz ansiedade e permite agir no tempo certo.
Cuidar da memória é cuidar do cérebro como um todo.

13/01/2026

Algumas pessoas nunca buscaram grandeza material, mas sempre souberam exatamente onde pertencem, encontrando sentido nas coisas simples e na conexão com a natureza.

📲 Se esse trecho te tocou, continue essa conversa no episódio completo do podcast, disponível no YouTube ou Spotify, pelo link da bio.

12/01/2026

Desconectar do excesso de estímulos e f**ar sozinho por um tempo ajuda a recalibrar a mente e a entender que muitas das urgências do dia a dia não são tão importantes quanto parecem.

📲 Se esse trecho falou com você, continue essa conversa no episódio completo do podcast, disponível no YouTube ou Spotify, pelo link da bio.

09/01/2026

Os animais mantêm uma percepção natural do perigo que nós, com a vida urbana, acabamos perdendo.

📲 Se esse ponto te chamou atenção, assista ao episódio completo do podcast no YouTube ou Spotify, disponível no link da bio.

Muita gente acha que o corpo funciona “no improviso”.Mas, na prática clínica, eu vejo todos os dias o oposto: o cérebro ...
07/01/2026

Muita gente acha que o corpo funciona “no improviso”.
Mas, na prática clínica, eu vejo todos os dias o oposto: o cérebro vive de ritmo.

O ritmo circadiano não regula apenas o sono.
Ele organiza energia, foco, memória, humor, tomada de decisão e até a forma como lidamos com o estresse ao longo do dia. Quando esse relógio interno está alinhado, o corpo coopera. Quando está bagunçado, tudo pesa mais, inclusive tarefas simples.

O problema é que a vida moderna ensina o cérebro a ignorar esse ciclo: luz artificial à noite, telas até tarde, horários irregulares, cafeína fora de hora, pouco contato com luz natural. O resultado não é só cansaço. É queda de performance cognitiva, irritabilidade, lapsos de memória e sensação constante de estar “atrasado” em relação a si mesmo.

Respeitar o ritmo circadiano não é disciplina rígida.
É inteligência biológica.

Pequenos ajustes diários, luz natural pela manhã, horários mais previsíveis, desaceleração real à noite, fazem o cérebro voltar a trabalhar a favor, e não contra você.

🧠 O cérebro funciona em ciclos.
Quando você entende isso, para de lutar contra o próprio corpo, e começa a usar a biologia a seu favor.

31/12/2025

Missões espaciais nunca são feitas com equipes em número par.
Desde o programa Apollo até os foguetes atuais, os astronautas vão sempre em número ímpar. E não é coincidência.

Em situações críticas, decisões precisam ser tomadas. Não pode haver empate. Não pode haver paralisia. Alguém precisa decidir, mesmo quando é difícil, mesmo quando dói, mesmo quando o custo é alto.

O voto decisivo existe para isso: garantir que a missão continue.

E essa lógica vale para a vida. Em momentos-chave, não dá para f**ar suspenso, esperando consenso absoluto. A jornada exige escolha, direção e responsabilidade — ainda que nem todos concordem.

Se essa reflexão fez sentido para você, assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

30/12/2025

Essa é a tônica da vida: nem sempre dá certo.
Em jornadas difíceis, em escaladas complexas, perdas acontecem. No Everest, pessoas morrem. E isso não é metáfora, é realidade. Toda travessia carrega risco, custo e consequência.

Por isso, olhar para trás e esperar uma história perfeita é uma ilusão. Não foi tudo bonito, não foi tudo fácil, não foi tudo como o planejado. Mas também não foi em vão.

Ao longo do caminho, muita coisa f**a para trás.
E, ao mesmo tempo, muito aprendizado é levado junto — exatamente por causa das dificuldades enfrentadas. É na subida dura, no erro, na dor e no limite que a jornada realmente ensina.

Se essa reflexão fez sentido para você, vale continuar a conversa. Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

Tornar-se um médico de elite vai muito além do domínio técnico é sobre mentalidade, estratégia e preparo emocional.Ser n...
30/12/2025

Tornar-se um médico de elite vai muito além do domínio técnico é sobre mentalidade, estratégia e preparo emocional.

Ser neurocirurgião é mais do que operar. É pensar estrategicamente, decidir com precisão e liderar com propósito.

Arraste esse carrossel até o final e entenda como essas competências moldam a mente dos médicos que estão um passo à frente.

29/12/2025

Para um alpinista de verdade, o objetivo nunca é apenas o topo. O que move é a escalada. É o caminho, o desafio, o processo. Tanto que ninguém chega ao Everest e diz “acabou”. A maioria quer voltar. Subir de novo. Mudar a rota, encarar outra face, aprender algo diferente.

Porque o valor não está no ponto final.
Está no silêncio da subida, na dificuldade, na dor, nos momentos em que alguém do grupo precisa de ajuda. É ali que se aprende de verdade.

E existe algo fundamental nisso tudo: ninguém escala o Everest sozinho.
Toda grande jornada é coletiva. Exige confiança, parceria e responsabilidade com o outro.

Se essa reflexão fez sentido para você, vale continuar essa conversa. Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

26/12/2025

Para se tornar algo novo, é preciso abrir mão do que se é hoje. Não dá para ocupar dois lugares ao mesmo tempo. Cada área da medicina exige um perfil específico, uma forma de pensar, de agir e de suportar a rotina que vem junto.

Especialidades como ortopedia ou cirurgia geral, por exemplo, cobram um preparo que vai muito além da técnica. Quem entra sem entender como funciona, sem estar mentalmente preparado, tem grandes chances de levar um choque e desistir no meio do caminho.

E aí entra uma responsabilidade que muitas vezes é negligenciada: a do professor. Cabe a ele mostrar a realidade, provocar reflexão, ajudar o aluno a entender o que cada caminho exige. Não para empurrar escolhas, mas para que elas sejam conscientes.

Porque não existe destino melhor ou pior.
Tem quem escolha o Everest, quem prefira o morro, quem corra no plano.
O papel de quem ensina é habilitar cada um para a trilha que decidiu seguir.

Se você quer aprofundar essa conversa sobre escolha, propósito e formação médica, assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify pelo link da bio.

Endereço

Rua Sabara S/n
Sabara, MG

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