Leitura Compartilhada

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Um espaço de leitura com propósito, onde vamos olhar juntas não só para o livro, mas para a experiência — refletindo com profundidade, escrevendo para a alma e transformando nossa fé e intimidade com as relações.

Março – CorpoLivro: Barriga de Trigo – William DavisConvidada: Tema: A inteligência do corpo e o impacto dos hábitos ali...
24/02/2026

Março – Corpo

Livro: Barriga de Trigo – William Davis
Convidada:

Tema: A inteligência do corpo e o impacto dos hábitos alimentares na saúde integral.

Um mergulho na sabedoria do corpo e na nutrição consciente; física e simbólica.

Alimentar-se passa a ser um ato de escuta e reconciliação.

Março – CorpoLivro: Barriga de Trigo – William DavisConvidada: Tema: A inteligência do corpo e o impacto dos hábitos ali...
24/02/2026

Março – Corpo

Livro: Barriga de Trigo – William Davis
Convidada:

Tema: A inteligência do corpo e o impacto dos hábitos alimentares na saúde integral.

Um mergulho na sabedoria do corpo e na nutrição consciente; física e simbólica.

Alimentar-se passa a ser um ato de escuta e reconciliação.

ORDEM EXTERNA CRIA CLAREZA MENTALExiste uma relação silenciosa entre a casa e a mente.Quando os espaços estão atravancad...
19/02/2026

ORDEM EXTERNA CRIA CLAREZA MENTAL

Existe uma relação silenciosa entre a casa e a mente.

Quando os espaços estão atravancados, a cabeça também f**a.

Pequenas decisões adiadas se acumulam nas superfícies: a pilha de papéis, a roupa que não volta ao armário, os objetos que já não representam quem você é.

A desordem não é apenas visual. Ela é cognitiva. Ela consome energia psíquica.

Cada coisa fora do lugar é uma micro pendência aberta no inconsciente.

Organizar não é sobre estética. É sobre nitidez.

Quando você escolhe o que permanece e o que sai, está treinando algo maior: discernimento, prioridade, posicionamento.

Arrumar uma gaveta pode parecer banal;
mas é um gesto simbólico poderoso:
“eu decido o que ocupa espaço na minha vida”.

E curiosamente, quando o entorno se aquieta, a mente respira.

A ordem externa não resolve todos os conflitos, mas cria o cenário necessário para enxergá-los com mais honestidade.

Talvez a pergunta não seja
“como deixar a casa perfeita?”

Mas:
o que eu preciso limpar fora
para conseguir escutar melhor o que está dentro?

mulheresqueescrevem autoconhecimento vidaconsciente

“A vida realmente começa depois que colocamos a casa em ordem.”— Marie KondoTalvez não seja sobre a casa.Ou talvez seja,...
10/02/2026

“A vida realmente começa depois que colocamos a casa em ordem.”
— Marie Kondo

Talvez não seja sobre a casa.
Ou talvez seja, sim; mas não só.

Arrumar é escolher.
É tocar o que ficou, agradecer, deixar ir.
É perceber que o espaço fora responde ao espaço dentro.

Quando a casa encontra clareza, algo em nós também encontra. E não por controle, mas por cuidado.

Que este mês nos ensine menos a acumular e mais a escutar: o que f**a, o que vai, e o que, enfim, pode começar.

Fevereiro — HábitosO que f**a, o que parte, o que floresce.Todo hábito é uma repetição, mas nem toda repetição é vida.Al...
10/02/2026

Fevereiro — Hábitos

O que f**a, o que parte, o que floresce.

Todo hábito é uma repetição, mas nem toda repetição é vida.

Algumas nos sustentam. Outras apenas nos mantêm ocupadas.

Fevereiro nos convida a olhar com mais honestidade para aquilo que fazemos quase sem pensar.

O que, no seu dia a dia, te enraíza? O que já virou peso? O que pede espaço para crescer?

A imagem sugere equilíbrio. É um equilíbrio vivo, que exige ajuste, escuta, microquedas e retomadas.

Talvez o trabalho deste mês não seja “mudar tudo”. Talvez seja escolher melhor o que se repete.

Antes de virar a página para fevereiro, te convido a um gesto simples: parar.Um mini ritual de fechamento e abertura. Um...
01/02/2026

Antes de virar a página para fevereiro, te convido a um gesto simples: parar.

Um mini ritual de fechamento e abertura. Um caderno em branco. Uma vela. Um corpo que pede escuta.

A proposta é escrever uma carta curta ao seu corpo: agradecer pelo que ele sustentou até aqui e prometer gentileza para os próximos meses. Nada performático. Nada perfeito. Apenas verdadeiro.

Talvez a gente não consiga mudar o tempo. Mas pode mudar a forma de atravessá-lo.

Que fevereiro comece com menos cobrança e mais presença. Que a gente aprenda a habitar o corpo como casa, e não como campo de batalha.

Encontro de partilhas e trocas | Leitura Compartilhada | Ciclo Flor&Ser 2026Vivemos o nosso primeiro encontro de partilh...
01/02/2026

Encontro de partilhas e trocas | Leitura Compartilhada | Ciclo Flor&Ser 2026

Vivemos o nosso primeiro encontro de partilhas do ano.

Foi um momento de escuta e troca profunda, em que as experiências se entrelaçaram a partir da leitura e da temática de janeiro — o pilar Saúde e Bem-estar — com o livro Nem lá, nem cá, da querida .

Um início que já anuncia o tom do ciclo: presença, cuidado e travessia compartilhada.

Fevereiro — HábitosLivro: A Mágica da Arrumação — Marie KondoConvidada: Alinne FerreiraEm fevereiro, olhamos para os exc...
27/01/2026

Fevereiro — Hábitos

Livro: A Mágica da Arrumação — Marie Kondo
Convidada: Alinne Ferreira

Em fevereiro, olhamos para os excessos que nos cercam; e para os que nos habitam.

Organizar não é acumular regras, mas aprender a escolher o que permanece.

Este mês nos convida a gestos simples e transformadores:
desapegar, nomear, abrir espaço.

Quando o espaço muda, a mente acompanha.
Quando a casa respira, algo dentro também se organiza.
ferreira

Janeiro chegou sem pedir licença, como chegam os meses que exigem reposicionamento. Não é um começo qualquer. É um começ...
17/01/2026

Janeiro chegou sem pedir licença, como chegam os meses que exigem reposicionamento. Não é um começo qualquer. É um começo que carrega o peso do que veio antes e, ainda assim, insiste em respirar.

A leitura de janeiro me encontra nesse lugar que não é mais o de antes, mas também não se consolidou como depois. Nem Lá Nem Cá de repousa exatamente aí: nesse território intermediário que tantas vezes tentamos negar. Vivemos pressionados a definir, a fechar ciclos com frases bonitas, a anunciar recomeços como se fossem lineares. Este livro não faz isso. Ele permanece. E permanecer, às vezes, é o gesto mais corajoso.

Ler um diário de perimenopausa é ler o corpo escrevendo a própria travessia. Não há neutralidade possível quando o tema é o tempo inscrito na carne. Há dias em que o texto pulsa como confissão; em outros, como perplexidade. E isso me interessa profundamente. Porque o corpo não se explica — ele se revela aos poucos, em ondas, em contradições.

Janeiro, com sua promessa de organização e metas, encontra aqui um contraponto necessário. Enquanto o mundo pede produtividade, esta leitura pede escuta. Enquanto se fala em acelerar, ela propõe reaprender o ritmo. Reaprender o corpo como casa do tempo, não como obstáculo a ser corrigido.

O que me atravessa nessa leitura não é apenas a temática hormonal ou biológica. É a pergunta silenciosa que ela sustenta: o que fazemos quando já não cabemos nas versões que criamos de nós mesmas? Quando o corpo muda o tom, quando o humor oscila, quando a energia não responde aos comandos antigos. O livro não oferece soluções prontas. Ele oferece companhia. E isso é raro.

Há algo de profundamente político em legitimar esse “nem lá nem cá”. Em reconhecer que há fases em que não se avança nem se retorna — apenas se habita o intervalo. Janeiro, então, deixa de ser um mês de arrancada e passa a ser um mês de observação. De reaprender a estar.

Entre páginas, anotações e pausas, essa leitura me convida a desfazer a ideia de que o corpo falha quando muda. Talvez ele apenas esteja sendo honesto. Talvez esteja dizendo: não dá mais para viver do mesmo jeito.

Ler em janeiro, para mim, não é planejar o ano. É afinar a escuta.

Janeiro — Saúde e bem-estarReaprender o ritmo: o corpo como casa do tempoO Leitura Compartilhada 2026 começa pelo corpo....
05/01/2026

Janeiro — Saúde e bem-estar

Reaprender o ritmo: o corpo como casa do tempo

O Leitura Compartilhada 2026 começa pelo corpo. Pelo gesto de voltar à própria morada. Pelo reconhecimento de que todo tempo precisa de um ritmo que possa ser vivido.

As inscrições se encerram em breve. O ciclo começa junto. E alguns inícios pedem limite para se manter vivos.

Encerramento das inscrições: 7 de janeiro.
Este é um convite para quem deseja atravessar o ano com presença, não em pressa, mas em escuta.

Você não precisa ter certeza.Não precisa saber explicar.Não precisa ter tudo organizado por dentro.Algumas escolhas não ...
03/01/2026

Você não precisa ter certeza.
Não precisa saber explicar.
Não precisa ter tudo organizado por dentro.
Algumas escolhas não nascem da clareza imediata.
Nascem do corpo.
De um sim silencioso que ainda está se formando.

O Leitura Compartilhada não pede decisão apressada. Pede apenas que você perceba o ritmo. Se este tempo, este modo de ler, este jeito de caminhar junto fazem sentido agora.

Não é sobre estar pronta. É sobre estar disponível.

Se algo em você ainda escuta, ainda pesa, ainda sente, está tudo bem. Há convites que amadurecem no tempo certo.

As inscrições seguem abertas até 7 de janeiro. O ciclo começa junto!

Link na bio.

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Salgueiro, PE

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