Psicóloga Flavia Leão

Psicóloga Flavia Leão Atendimento psicológico para adolescentes e adultos. Avaliação psicológica.

31/12/2025
Está vendo essa menina da foto aqui? Sou eu criança. 👧🏻Deixa eu te contar uma coisa. Nem toda criança quer colo, sorriso...
23/12/2025

Está vendo essa menina da foto aqui? Sou eu criança. 👧🏻

Deixa eu te contar uma coisa. Nem toda criança quer colo, sorriso ou foto.

O período natalino costuma trazer cenas encantadoras, mas também situações em que a criança é colocada em experiências para as quais ainda não está preparada, como abraçar o Papai Noel ou posar para uma foto à força. 🎅

Do ponto de vista psicológico, quando a criança é obrigada a ter contato físico ou a permanecer em uma situação que lhe causa medo, mesmo diante do choro ou da recusa, ela aprende uma mensagem perigosa: “meu desconforto não importa”.

Esse tipo de vivência pode gerar medo intenso, sensação de invasão e perda de confiança, especialmente porque envolve um adulto desconhecido, fantasiado (que às vezes é assustador) em um ambiente barulhento e cheio de estímulos.

Respeitar o “não” da criança é também educá-la sobre limites corporais, segurança emocional e autonomia. O vínculo saudável se constrói quando o adulto protege, acolhe e valida os sentimentos, não quando os ignora em nome de uma foto.

Memórias afetivas não precisam ser forçadas.
Elas nascem quando a criança se sente segura, respeitada e ouvida.

Escreva aqui nos comentários o que você enxerga nesta foto. 👇

Vou adorar ler e interagir “.

Nem todo quarto fechado é um problema.Mas quando o isolamento se torna rotina, pode ser um pedido silencioso de ajuda.Pa...
16/12/2025

Nem todo quarto fechado é um problema.
Mas quando o isolamento se torna rotina, pode ser um pedido silencioso de ajuda.

Pais não precisam ter todas as respostas, mas podem oferecer presença.

🤍 Se esse conteúdo fez sentido, salve e compartilhe.

10/12/2025

Precisamos achar a nossa forma de fazer. Vale para as leituras, vale para a VIDA. 📚📕🩶




Encontrei essas fotografias ( casualmente, ou não, com a mesma pose) na minha galeria e quero compartilhar os dois tempo...
10/12/2025

Encontrei essas fotografias ( casualmente, ou não, com a mesma pose) na minha galeria e quero compartilhar os dois tempos que elas costuram.

De um lado, a adolescente, feita de urgências, silêncios indecifráveis e uma vontade imensa de caber no mundo.
Do outro, a mulher adulta, que aprendeu a ser casa para si mesma, ainda que alguns cômodos permaneçam em reforma e outros ainda em construção.

A psicanálise diria que ali, nesse encontro entre imagens, pulsa a continuidade do sujeito: a menina que sonhava é a mesma que, hoje, sustenta o próprio desejo.
Mas há também rupturas: cortes necessários, perdas que ensinaram a respirar, escolhas que só o tempo conseguiu autorizar.

A adolescente trazia perguntas demais; a adulta compreende que algumas perguntas não querem respostas, apenas espaço.
A jovem buscava espelhos; a mulher descobriu que a verdadeira reflexão nasce de dentro, e que a imagem externa é só uma fresta do que vibra no inconsciente.

Entre essas duas versões, não há comparação, mas existe diálogo.
A menina emprestou à mulher a coragem de imaginar.
A mulher devolveu à menina a permissão de existir com mais amor.

E assim, na foto, elas se olham: a adolescente, aliviada por ter chegado até aqui; a adulta, grata por tudo que aquela jovem vivenciou.

No fundo, são a mesma história em capítulos diferentes, uma narrativa onde o tempo não separa, apenas aprofunda.

Pensando aqui, essa hora da noite, talvez seja esse o meu motivo de desejar acompanhar tantos adolescentes.

✍️

Na  escuta clínica, esse tempo evidencia o confronto inevitável entre o ideal e o possível. Aquilo que o sujeito imagina...
03/12/2025

Na escuta clínica, esse tempo evidencia o confronto inevitável entre o ideal e o possível. Aquilo que o sujeito imaginava realizar e aquilo que, diante da realidade, se inscreveu como falta. É um período em que o supereu se faz mais ruidoso, cobrando balanços, metas e “resoluções”, enquanto o desejo tenta respirar entre as exigências externas e as expectativas internas. A alegria das festas traz calor, mas também traz sombras: vínculos frágeis, ausências, rupturas e fantasias de “família perfeita” que muitas vezes não coincidem com as experiências reais. Assim, a sessão de fim de ano se torna espaço de elaboração, onde o sujeito pode sustentar essas contradições sem precisar escolher entre uma ou outra, porque, no inconsciente, alegria e angústia caminham juntas, revelando o que ainda insiste em pedir palavra.

O mês de novembro chega ao final. Faço uma pausa e reconheço tudo o que foi construído ao longo do mês, cada encontro, c...
30/11/2025

O mês de novembro chega ao final. Faço uma pausa e reconheço tudo o que foi construído ao longo do mês, cada encontro, cada escuta, cada pequena travessia compartilhada. Entre sessões, anotações e histórias que se desdobram, percebo o quanto este espaço segue vivo, pulsando transformação e cuidado. Que essas imagens contem um pouco da beleza silenciosa do trabalho clínico e da presença que sustenta cada processo terapêutico.
Já avisto o último mês do ano.
Seja bem-vindo Dezembro.
✨🍀

21/11/2025

Em muitos adolescentes, a depressão não aparece como tristeza ou falta de energia evidente. Ela se disfarça através de diferentes comportamentos ou em uma aparente indiferença diante à vida. É a chamada depressão mascarada, pode ser também nominada como oculta ou disfarçada.

Na adolescência, fase marcada pela construção da identidade e pela necessidade intensa de pertencimento, admitir vulnerabilidade pode soar como um risco social. Então, a dor se camufla. Surge na queda repentina do rendimento escolar, no isolamento progressivo, no cansaço persistente, nas queixas corporais sem causa definida, na perda de interesse por atividades antes prazerosas. Às vezes, aparece até mesmo como rebeldia, agressividade ou comportamentos impulsivos.

Pessoas com essa condição aparentam estar felizes e produtivas por fora, mas sentem-se vazias por dentro.
Por não apresentarem os sintomas clássicos, é comum que a pessoa e até mesmo os familiares não reconheçam o problema, o que atrasa o tratamento.

Reconhecer a depressão mascarada exige escuta qualificada e presença afetiva: olhar para além do comportamento, escutar o que não é dito, perceber o que está sendo comunicado na borda do sintoma. Para muitos adolescentes, falar sobre seu sofrimento é difícil, mas ser percebido pode ser o primeiro passo para que a palavra encontre espaço.

19/11/2025

É no movimento que a VIDA revela quem você se torna. 🤍





18/11/2025

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