apmbraganca

apmbraganca Psicoterapeuta, Assistente Social, Professora, Pesquisadora, Palestrante.

Neste dia 10 de dezembro, comemoramos o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data que faz menção à Declaração Interna...
10/12/2025

Neste dia 10 de dezembro, comemoramos o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data que faz menção à Declaração Internacional dos Direitos Humanos. Declaração esta mencionada em diversos documentos e compromissos do Conjunto CFESS/CRESS.
A defesa intransigente dos Direitos Humanos e a recusa do arbítrio e do autoritarismo estão entre princípios éticos do Serviço Social brasileiro.
Considerando deliberações do eixo ética e direitos humanos e compromissos históricos do Serviço Social brasileiro, o CRESS RJ comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos convidando Assistentes Sociais a ocuparem o Conselho e participarem da Comissão de Direitos Humanos e conhecerem espaços em que nossos compromissos ético-políticos se materializam por meio de representações externas vinculadas a esta comissão, tais como: Conselho Estadual de Direitos Humanos, no Comitê Estadual de Combate àTortura e o Conselho Estadual dos Direitos da População LGBTI+RJ, o CELGBTI RJ.
Para obter mais informações de como participar da comissão envie mensagem para : direitoshumanos@cressrj.org.br
Convidamos a categoria de Assistentes Sociais e toda a sociedade a conhecerem e acessarem no site do CFESS (cfess.org.br), resoluções recentes do Conjunto CFESS/CRESS, indicando caminhos e normatizando este compromisso em nosso exercício profissional, subsidiando a atuação cotidiana de Assistentes Sociais.
Destacamos aqui as seguintes Resoluções CFESS: 1084/2024, que dispõe sobre a LAICIDADE no exercício profissional; 1054/2023, que veda condutas de DISCRIMINAÇÃO E/OU PRECONCEITO ÉTNICO-RACIAL no exercício profissional do/a assistente social; 992/2022 que veda atos e condutas discriminatórias e/ou preconceituosas contra pessoas com deficiência. Relembramos, ainda, a Resolução CFESS 845/ 2018, que Dispõe sobre atuação profissional do/a assistente
social em relação ao processo transexualizador e a Resolução CFESS 489/2006, que veda condutas discriminatórias ou preconceituosas, por orientação e expressão sexual por pessoas do mesmo s**o, no exercício profissional do/a assistente social. Assistente Social, a defesa dos Direitos Humanos é feita no cotidiano!
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07/12/2025

Queremos paz 🏳😔
✊️.........🏳🕊...........................
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Ação de extermínio ⚫Um mês após o massacre nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro (RJ), o pesquisador de ...
06/12/2025

Ação de extermínio ⚫

Um mês após o massacre nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro (RJ), o pesquisador de letalidade policial e tenente-coronel aposentado da PM paulista, Adilson Paes de Souza, avalia que o episódio seguiu um padrão histórico de ações de extermínio praticadas pelas polícias militares no país. “Isso não é operação, é uma ação de extermínio”, disse em entrevista ao , da .

Segundo ele, a lógica aplicada no Rio não é pontual, mas parte de uma doutrina que elimina pessoas classif**adas como “suspeitas ou inimigas”. Para Souza, o massacre teve ainda “um caráter midiático e eleitoreiro”. “A direita precisava ganhar espaço na mídia e usou corpos e sangue para conseguir atingir essa meta”, analisou.

O pesquisador também relacionou o uso político do episódio à aprovação acelerada do PL Antifacção, que ele classificou como “uma catástrofe, um absurdo”. Para o ex-tenente-coronel, há um esforço explícito de transformar letalidade em capital eleitoral. “Tentar ganhar voto em cima de cadáveres, é isso.”

O pesquisador criticou não só a extrema direita, mas também governos considerados progressistas que adotam lógica semelhante. “Tem muitos partidos ditos de esquerda que também adoram surfar nessa onda da letalidade como se fosse sinônimo de eficiência.” Ele citou como exemplo a Bahia que há 18 anos é governado pelo PT, e está em segundo lugar no ranking de violência policial, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024.

Souza acredita que a impunidade é um dos principais fatores para a continuidade da letalidade policial, visto que o Brasil esclareceu apenas 39% dos homicídios em 2022. “Quem pratica o delito tem a certeza da impunidade. Isso também vale para os policiais militares que matam.”

O ex-tenente-coronel defende que a redução da letalidade começa pela transparência. No caso do massacre no Rio, ele opina que o governo deveria ter permitido uma perícia independente ou federal para garantir credibilidade. Apontou ainda a necessidade de reformar toda a estrutura de segurança pública, sendo a principal medida a desmilitarização da polícia e do sistema de justiça criminal.

05/12/2025

Lélia Gonzalez explica como o português falado no Brasil, que ela chama de pretuguês, foi profundamente marcado pela presença e pela ação das mulheres negras.

No seio da família colonial, a mulher negra, na função de “mãe-preta”, teve papel central no processo de socialização linguística das crianças brancas, influenciando a fala, com um vocabulário recheado de frases e expressões oriundas de línguas africanas, como o kimbundu, mas também o comportamento, a alimentação e o imaginário da casa colonial.

Foi ela quem trouxe para o cotidiano do colonizador palavras, histórias e crenças do universo africano. Esses elementos aparecem em contos e cantigas de ninar, nos seres fantásticos (tutus, mandus, boi-da-cara-preta), nas expressões de carinho (dengo, xodó), e nas superstições (homem-do-saco, interdições alimentares).

Assim, o pretuguês nasce da convivência, da resistência e da criatividade negra, incorporando sons, ritmos e sentidos que transformaram a língua do colonizador em algo profundamente nosso.

Mukuiu?
🏳️

Proibida a reprodução total ou parcial do trabalho sem autorização. Lei n° 9.610/98.

Referências:
A influência das línguas africanas no português brasileiro, Yeda Pessoa de Castro.
Gonzalez, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, São Paulo, p. 223-244, 1984.

🎥 Perfil do pensamento brasileiro: Lélia Gonzalez
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Carolina Maria de Jesus não escreveu apenas um diário.Ela escreveu um espelho.Um espelho da mulher, da mãe, da artista, ...
04/12/2025

Carolina Maria de Jesus não escreveu apenas um diário.
Ela escreveu um espelho.
Um espelho da mulher, da mãe, da artista, da cidadã que sente, observa, pensa e transforma.

Entre cadernos rasgados e dias difíceis, ela deixou frases que continuam a atravessar o tempo — porque falam sobre coragem, lucidez, dignidade, fé, maternidade, política, sonhos e sobre tudo aquilo que ninguém conseguiu calar nela.

Hoje eu compartilho algumas dessas palavras para que continuem o caminho que a própria Carolina abriu:
o caminho da verdade, da consciência e da voz que insiste.

Se alguma delas tocar você,
compartilhe.
Que a voz de Carolina ecoe onde antes houve silêncio.

✊🏾✨ Sou sonho, sou resistência, sou protagonismo. Sou Carolina Maria de Jesus.


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A cada 10 minutos, uma mulher é morta por um parceiro íntimo ou membro da família.A violência contra mulheres e meninas ...
03/12/2025

A cada 10 minutos, uma mulher é morta por um parceiro íntimo ou membro da família.

A violência contra mulheres e meninas continua sendo uma das violações de direitos humanos mais disseminadas e persistentes em todo o mundo — e precisa acabar.

Cada um de nós pode fazer a diferença por meio de ações pequenas, mas impactantes: denunciar o abuso, reconhecer os sinais de relacionamentos tóxicos, apoiar sobreviventes e combater a culpabilização da vítima.

Terça-feira é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres.

📸: &


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O medo de existir!👉🏾 Mulher queimada viva com os filhos, sendo arrastada por carro, morte de servidoras por colega de tr...
02/12/2025

O medo de existir!

👉🏾 Mulher queimada viva com os filhos, sendo arrastada por carro, morte de servidoras por colega de trabalho que não suportava ser liderado por mulheres, entre outros casos. Nos últimos dias, diversos casos de feminicídio, tentativa de feminicídio ou agressão contra as mulheres tomou conta das redes sociais. Os casos que parecem aumentar não são só percepção, também são dados.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública mostra que as tentativas de feminicídio cresceram 26% em 2024. Entre janeiro e setembro de 2025, mais de 2,7 mil mulheres foram vítimas de tentativas desse crime, e outras 1.075 perderam a vida em casos de feminicídio.

📊 Outro dado importante é o da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo Instituto DataSenado e pelo Observatório da Mulher contra a Violência, divulgado na última quinta-feira (27), o estudo mostra que sete em cada dez mulheres que sofreram violência doméstica no Brasil tiveram sua rotina afetada, e mais de 40% enfrentaram prejuízos no trabalho ou nos estudos.

De acordo com a pesquisa, 69% das vítimas — o equivalente a cerca de 24 milhões de brasileiras — tiveram mudanças signif**ativas no dia a dia após as agressões. Além disso, 68% relataram impactos nas relações sociais, 46% tiveram o trabalho remunerado comprometido e 42% viram seus estudos afetados.

🔴 A pesquisa também revela que mulheres fora da força de trabalho têm três vezes mais chances de sofrer violência doméstica (12%) em comparação às que estão empregadas (4%). O estudo também aponta que 66% das mulheres que já foram agredidas vivem com renda de até dois salários mínimos.

A pergunta que f**a é: a vida das mulheres não importa? Precisamos de ações mais efetivas e proteção de tanta violência!


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Consciência de raça para lutar pelos seus!✊🏾 Sem a luta coletiva, como avançamos para melhorias em nossa comunidade? Tud...
02/12/2025

Consciência de raça para lutar pelos seus!

✊🏾 Sem a luta coletiva, como avançamos para melhorias em nossa comunidade? Tudo o que foi conquistado pelas pessoas negras, foi por meio de união, movimento e organização. Sem isso, com o racismo batendo à porta todos os dias, é difícil sobreviver.

👉🏾 Hoje, 20 de novembro, é celebrado o Dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra. Uma data que não é apenas mais uma no calendário, mas sim, política. Para lembrarmos as lutas, as conquistas e refletirmos sobre os caminhos que precisamos traçar por uma sociedade mais justa e igualitária.

Bora dar as mãos e seguir juntas nessa luta. Vocês vêm com a gente?

✍🏽 Frasede Joana D'arc - Coordenadora do MPTC - Caminhada de Oxum de Camaragibe-PE

📷Foto autoral: @‌rodrigo7estrelo - Ilê Axé Oyá Gambeleo / Natal-RN / Créditos: @‌gam_beleo

Produção da camiseta: @‌atelierlaso


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02/12/2025

Neste Dia Nacional do Samba, celebramos as mulheres que abriram caminhos, ergueram pontes e seguraram o ritmo quando o mundo insistia em silenciá-las.
Geovana, Dona Ivone Lara e Leci Brandão são parte da ancestralidade que nos guia, vozes que transformaram luta em melodia, afeto em resistência e samba em vida.
Que o legado delas siga iluminando nossos passos, para que cada mulher sambista encontre seu lugar, sua força e seu compasso.

Axé às que vieram antes. Axé às que seguem. Axé às que virão. 🎶✨


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02/12/2025

Alegria de ser Ensp/Fiocruz.

ENSP no 14º Abrascão | Chegou ao fim o segundo dia do 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. A ENSP teve participaç...
02/12/2025

ENSP no 14º Abrascão | Chegou ao fim o segundo dia do 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. A ENSP teve participação expressiva nas atividades desta segunda-feira (1/12).

Pela manhã, as mesas-redondas com pesquisadoras e docentes da Escola abordaram iniquidades, interseccionalidades e envelhecimento, emendas parlamentares na gestão do SUS e ativismo digital. Saúde única, insurgências e incertezas na saúde global, inteligência artificial na comunicação científ**a e racismo no campo da saúde coletiva foram os destaques dos debates da programação da tarde.

Ao longo de todo o dia, pesquisadores, estudantes e trabalhadores da ENSP participaram de diversas comunicações orais curtas. Políticas públicas e regulação digital, saúde nas prisões e direitos humanos, reparação de desastres ambientais, iniquidades e desafios para a formação em saúde foram alguns dos trabalhos apresentados.

O dia também foi marcado por encontros, afeto e trocas, e terminou com uma foto coletiva de toda a comunidade ENSP presente no Abrascão 2025 💚

Passe para o lado e veja as fotos!

Fotos: Bruna Abinara, Lucas Moratelli e Tatiane Vargas.
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🎙️ Ivone Lara - Música para a História da Saúde Mental é o episódio desta semana do podcast Histórias da Saúde. Antes de...
01/12/2025

🎙️ Ivone Lara - Música para a História da Saúde Mental é o episódio desta semana do podcast Histórias da Saúde.

Antes de conquistar o Brasil com o samba, Ivone Lara fez muita coisa e ajudou a revolucionar outro universo: o da saúde mental. Enfermeira no Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, ela teve uma ideia transformadora: usar a música como forma de cuidado.

Ao lado da doutora Nise da Silveira, Ivone ajudou a abrir caminho para uma nova forma de tratamento, baseada na arte, na escuta e na dignidade dos pacientes e foi uma das precursoras da musicoterapia.

Mas quem era essa mulher capaz de enxergar na melodia um instrumento de cura muito antes de se tornar um nome consagrado do samba? O 5º episódio da temporada conta um pouco sobre o lado de profissional da saúde de Dona Ivone Lara.

🎧 Disponível pra você ouvir quando e onde quiser na sua plataforma de áudio favorita e depois emendar com uma boa playlists de Dona Ivone.


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Endereço

Rua Conde De Bonfim, 299, Sala A
Tijuca, RJ
20520-051

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